Clube Atlético Juventus

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Juventus
ClubeAtléticoJuventus.png
Nome Clube Atlético Juventus
Alcunhas Juve
Grená
Moleque Travesso
Torcedor/Adepto Juventino
Mascote Moleque Travesso
Principal rival Portuguesa
Nacional-SP
São Caetano
Fundação 20 de abril de 1924 (98 anos)
Estádio Rua Javari
Capacidade 5.000 lugares
Localização São Paulo, Brasil
Presidente Antonio Ruiz Gonsalez
Treinador Tuca Guimarães
Patrocinador São Cristóvão Saúde
Material (d)esportivo Super Bolla
Competição Paulista - Série A2
Copa Paulista
Ranking nacional 214º Lugar, 100 pontos
Website juventus.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual

O Clube Atlético Juventus, conhecido popularmente como Juventus ou Juventus da Mooca , é um clube desportivo, recreativo e social da cidade de São Paulo, capital do estado homônimo.

Foi fundado em 20 de abril de 1924 por membros da colônia italiana do bairro da Mooca, na zona leste paulistana. O local abriga a sua sede social, localizada na Rua Juventus, e o seu estádio, o Conde Rodolfo Crespi. Tem como cores o grená e o branco.

Embora considerado um clube modesto, é tido como um dos mais mais tradicionais da capital paulista. Suas maiores conquistas no futebol foram a Taça de Prata de 1983 (equivalente à atual Série B nacional), o Campeonato Paulista de 1934 e a Copa Paulista de 2007. Ao todo, o time da Mooca teve uma única participação na divisão de elite do Brasileiro, 11 na Série B e 8 na Série C, além de 1 participação na Copa do Brasil.

História[editar | editar código-fonte]

Primeiros anos e ingresso na APEA (1924–1929)[editar | editar código-fonte]

O clube foi fundado como um time amador em 1924 por operários da Cotonifício Rodolfo Crespi, uma fábrica de tecidos de propriedade do Conde Rodolfo Enrico Crespi, a partir da fusão do Extra São Paulo FC e do Cavalheiro Crespi FC, dois clubes de várzea da Mooca na época.[nota 1] Em homenagem ao empresário italiano, o novo clube foi batizado como Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube.

Filiado à Associação Paulista de Esportes Atléticos, o CR Crespi competiu em seus primeiros anos nas divisões intermediárias da entidade. Em 1929, a equipe conquistou o campeonato da Primeira Divisão da APEA — equivalente à atual Série A2 do Paulista. Com essa conquista, o clube foi convidado a integrar a Divisão Principal da APEA da temporada seguinte.

Gramado do Estádio Conde Rodolfo Crespi, o Estádio da Rua Javari.

Em 19 de fevereiro de 1930, a diretoria do CR Crespi aprovou a mudança do nome do clube que, a partir de uma sugestão do Conde Crespi, passaria a ser conhecido como Clube Atlético Juventus — em homenagem à Juventus de Turim.[nota 2]

Em sua estreia na Divisão Principal da APEA em 1930, o clube terminou em 10º lugar entre 14 participantes. O grande momento da temporada juventina foi a vitória por 2–1 sobre o Corinthians — então bicampeão da APEA — no Estádio Parque São Jorge. Com gols de Nico e Piola, esse triunfo imortalizou o apelido Moleque Travesso, dado pelo jornalista Tomás Mazzoni.

No campeonato da APEA de 1932, o Juventus terminou o certame na terceira colocação —somente atrás do Palestra Itália e do São Paulo. A boa campanha fez com que aquele time fosse chamado pela crônica esportiva local de Os Inesquecíveis e Máquina Juventina.

No entanto, uma vez que a APEA havia decidido se transformar em uma liga profissional a partir da temporada seguinte, o Juventus licenciou-se oficialmente da entidade.

Título paulista de 1934 e profissionalismo (1930–1940)[editar | editar código-fonte]

Embora licenciado formalmente da APEA em 1933, o Juventus manteve-se ativo nas duas temporadas seguintes pela Federação Paulista da Football, liga dissidente que defendia o amadorismo. No entanto, como era membro da APEA, a estratégia foi atuar sob a denominação Clube Atlético Fiorentino, incluindo pequenas mudanças no esculo — que ganhou uma flor-de-lis branca —, mas mantendo a cor grená no uniforme.

Foi assim que no campeonato da FPF de 1934, a equipe sagrou-se campeã paulista.[1][2][3] O título foi conquistado oficialmente com uma vitória por 5–3 sobre a Ponte Preta, com gols marcados por Euvaldo, Euclydes, Raul, Bellacosa, Moacyr. Ainda naquela temporada, o Fiorentino superou a Ferroviária de Pindamonhangaba, campeã amadora do interior, e se tornou campeão amador unificado da FPF.

O clube retomou suas atividades como Juventus na temporada seguinte. Após se desfilar da APEA, o clube ingressou, à convite de Corinthians e Palestra Itália, na Liga de Futebol do Estado de São Paulo. Com isso, os juventinos aderiram formalmente ao futebol profissional. Na década seguinte, o Juventus fou um membro fundadore da nova Federação Paulista de Futebol.

Em 1940, o Juventus foi um dos convidados do Torneio Início[nota 3] da temporada, que marcaria a abertura do novo estádio municipal no Pacaembu. Na decisão, o clube foi superado pela Portuguesa de Desportos.

Rua Javarí, a casa do Juventus

Saída dos Crespi e dificuldades em campo (1941–1952)[editar | editar código-fonte]

O Moleque Travesso fez campanhas apenas regulares no Campeonato Paulista ao longo da década de 1940, tendo terminado na maior parte das vezes das posições intermediárias para baixo. A melhor campanha juventina foi no Estadual de 1943, quando o time da Mooca terminou em quarto lugar.

As dificuldades em campo foram reflexo da incorporação de clubes do interior paulista na divisão de elite, o que acirrou a concorrência entre esses times e clubes pequenos da capital como o Juventus. Além disso, a partir de 1948, a FPF instituiu a promoção e rebaixamento entre suas divisões, o que colocaria pressão extra para os juventinos manterem-se na elite estadual. Já no Paulista de 1949, o clube terminou em 10º lugar entre 12 participantes, em que o último colocado era rebaixado para outra divisão.

Diante deste cenário e com os crescentes gastos para manter o departamento de futebol profissional, o presidente Adriano Crespi recebeu uma oferta da diretoria da Ponte Preta de fusão entre as duas equipes. A proposta previa que os juventinos cedessem seus jogadores aos pontepretanos, que em contrapartida assumiriam dívidas e demais funcionários do clube da Mooca. Em votação no final de 1949, o conselho deliberativo grená rejeitou a fusão por 23-10. Derrotado, Crespi afastou-se da diretoria do Juventus, colocando fim a duas décadas da sua família no comando do clube.

Excursões internacionais e rebaixamento no Paulista (1953–1979)[editar | editar código-fonte]

Em 1953, o clube conquistou o Torneio Interestadual Jânio Quadros, competição que também reuniu Bonsucesso, Portuguesa Santista e Ypiranga. Naquele mesmo ano, o Juventus realizou sua primeira excursão internacional, tendo participado de amistosos contra clubes da Italia, Áustria, Suíça, Espanha, Suécia, Alemanha e Iugoslávia. Três anos depois, foi a vez dos juventinos excursionarem para a Argentina.

Já em âmbito interno, o Juventus manteve as dificuldades de temporadas anteriores. Após uma péssima campanha no Paulista de 1954, o clube foi rebaixado pela primeira vez. Graças a uma manobra da FPF, que aumentou o estadual de 14 para 18 equipes, o clube foi promovido através de convite da federação à divisão principal em 1956. Uma exceção no período foi a ótima campanha no Paulista de 1963, quando o Moleque Travesso terminou na quinta colocação.

Outro momento positivo foi a conquista do Torneio Classificatório do Campeonato Paulista de 1971, popularmente conhecido como “Paulistinha”, uma espécie de certamente preparatório que reunia algumas equipes do estado — embora o certame não contasse com Corinthians, Palmeiras, Portuguesa, São Paulo e Santos.

Ainda na década de 1970, o Juventus realizou duas excursões internacionais. Em 1974, ano em que completou 50 anos, o clube venceu o Torneio Internacional do Japão (Asahi International Soccer Tournament), superando a seleção japonesa e o Constanţa, da Romênia.[4][5]

A maior conquista: a Taça de Prata (1980–1992)[editar | editar código-fonte]

O Juventus viveu alguns de seus melhores momentos no futebol na primeira metade da década de 1980. Graças a boas campanhas no Campeonato Paulista, o time da Mooca pôde competir pela primeira vez em competições nacionais, como a Taça de Ouro (nome da Série A do Brasileiro à época) e Taça de Prata (precursora da atual Série B do Brasileiro). Em 1980, juventinos disputaram pela primeira vez a Taça de Prata, terminando a competição com em oitavo lugar entre 64 times. Dois anos depois, o time disputou novamente a competição, mas terminou apenas em 24º.

A ótima campanha no Campeonato Paulista de 1982, quando terminou entre os cinco melhores, garantiu uma vaga ao time grená pela primeira vez na elite do Campeonato Brasileiro de 1983. No entanto, o clube acabou em penúltimo em sua chave na primeira fase da competição e, após uma nova derrota em uma respescagem contra o Goiás, acabou sendo eliminado precocemente. Como o regulamento previa que equipes eliminadas na primeira fase da Taça de Ouro disputassem a fase final da Taça de Prata daquele mesmo ano, o Juventus ingressou diretamente nas oitavas-de-final deste campeonato. Após passar por Itumbiara, Galícia e Joinville, o Moleque Travesso chegou a final contra CSA. No primeiro jogo, 3-1 para os alagoenses no Estádio Rei Pelé. No segundo confronto, os paulistas venceram por 3-0 no Estádio Alfredo Schürig. Na partida desempate, também no campo corintiano, o Juventus venceu por 1-0 e se sagrou campeão brasileiro da segunda divisão.[6]

Em 1986, o Juventus voltou a surpreender no cenário estadual ao terminar na sexta colocação do Campeonato Paulista daquela temporada.

Declínio e rebaixamentos (1993–presente)[editar | editar código-fonte]

Os anos seguintes foram marcados novamente pela alternância de campanhas modestas e ruins em nível estadual. A péssima performance no Campeonato Paulista de 1993 significou o rebaixamento do clube para a Série A2. Embora tenha retornado à elite estadual em 1996, o Juventus normalmente competia para não ser rebaixado. Em nível nacional, o Juventus conquistou o vice-campeonato da Série C de 1997, o que lhe garantiu o acesso à Série B de 1998. Contudo, o Moleque Travesso fez uma campanha ruim e foi rebaixado para a Série C de 1999.[7]

A partir da década de 2000, o Juventus voltou suas atenções ao nível estadual. Em 2002, o time grená obteve um quarto lugar no Paulista, mas o torneio que não teve os principais clubes do Estado, que disputavam o Torneio Rio-São Paulo naquele ano. Mas pelos anos seguintes, o clube experimentaria novos rebaixamentos, inclusive para a Série A3 estadual — equivalente à terceira divisão da FPF. Um último bom momento foi a conquista da Copa Paulista de 2007, título que garantiu ao clube disputar pela primeira vez a Copa do Brasil.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo do Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube

Distintivo[editar | editar código-fonte]

O primeiro brasão do clube adotava as iniciais CRC do seu nome de fundação em preto e branco dentro de um distintivo com borda vermelha. Em seguida, foi adotado um novo formato, com as iniciais CRCFC e o uso das cores preto e branco.

Após ser rebatizado para Juventus em 1930, o novo distintivo ganhou um novo desenho, com um escudo circular grená que circunscreve a letra J.

Cores[editar | editar código-fonte]

As primeiras cores registradas no clube foram as camisas brancas com calções pretos. Uma vez que se tornou Juventus, a nova diretoria também decidiu mudar as cores do clube, até porque eram as mesmas usadas por outros afiliados da divisão principal da APEA — como Corinthians, Santos, Ypiranga.

Por sugestão do Conde Crespi, foi sugerido e aprovado um novo unifome inspirado no Torino da Itália. A diretoria apravou a ideia, e desde então o Juventus da Mooca passou a utilizar tradicionalmente como seu uniforme principal camisas grenás e calções brancos.

Padroeiro[editar | editar código-fonte]

O padroeiro do clube é San Gennaro, santo católico com uma base de devotos principalmente no sul da Itália.

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Os juventinos mais fanáticos costumam se concentrar no setor atrás do gol.

Estádio[editar | editar código-fonte]

Um ano após sua fundação do clube, a família do Conde Rodolfo Crespi cedeu um terreno em sua propriedade privada para a construção de campo de futebol. Localizado então Alameda Javry, nº 117, atual Rua Javari, aquele espaço originalmente era utilizado como cocheira para os cavalos do empresário que participavam regularmente de provas no antigo Hipódromo da Mooca.[8][9]

Ali foram erguidos as primeiras arquibancadas de madeira para comportar torcedores e o campo de futebol do CR Crespi, conhecido popularmente como campinho da Rua Javari, e futuramente batizado como Estádio Conde Rodolfo Crespi. A inauguração ocorreu em 10 de novembro de 1929 com um amistoso contra a Roma, vencida por 2-1 pelos visitantes.[8]

Na década de 1940, o clube investiu na modernização de sua praça esportiva. Após alguns meses de reformas, o estádio foi reinaugurado em 13 de julho de 1941 com amistoso entre Juventus e Corinthians. Contando com um público estimado em 15 mil pessoas, os corintianos venceram os mandantes por 3-1, com gols de Carlinhos, Servílio e Teleco para o time do Parque São Jorge e Ferrari para os juventinos.

Embora fosse utilizado para as atividades esportivas do clube desde 1929, o estádio da Rua Javali pertenceu formalmente pertencia à família Crespi até 1946, quando foi vendido para Cotonifício Rodolfo Crespi.[8] Em 25 de maio de 1976, o clube comprou o estádio junto à antiga empresa.[8]

Clube social[editar | editar código-fonte]

Apesar das dificuldades financeiras, a diretoria do Juventus resolveu investir na construção de um espaço poliesportivo em um terreno adquirido da Companhia Imobiliária Parque da Mooca. Os recursos para a aquisição do imóvel e construção do clube viriam da venda de títulos patrimoniais, cujo planejamento e operacionalização ficaram a cargo da Companhia Santa Paula Melhoramentos. Em 15 de abril de 1962, foi lançada a pedra fundamental do parque poliesportivo que resultaria na sede social do clube, com uma área de aproximadamente 80 mil m², no Parque da Mooca.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Dérbi dos Imigrantes

O principal rival do clube é a Portuguesa de Desportos. Quando as duas equipes se encontram, esse duelo é conhecido como o Derby dos Imigrantes, em referência ao fato de ambos terem sido fundados por imigrantes — no caso do rival, por portugueses. A série começou na década de 1930, quando os dois clubes ainda eram organizações amadoras. O primeiro derby entre os dois clubes foi realizado em 18 de maio de 1930, com uma vitória por 3-1 para a Portuguesa. Já a primeira vitória do Juventus sobre o rival foi por 3-1 em 5 de junho de 1932.

Outro rival jutenino é o Nacional, com quem faz o Juvenal Paulista.

Torcedores[editar | editar código-fonte]

O Juventus tem sua base de torcedores principalmente entre moradores do bairro da Mooca, em São Paulo. Embora o clube não corresponda com bons resultados, o Juventus tem uma torcida muito presente e apaixonada, embora o clube atualmente não esteja frequentando as primeiras prateleiras do futebol nacional, o Juventus sempre teve uma boa média de publico, médias que se podem comparar até mesmo com clubes da Série B do Brasileiro. [10]

As duas torcidas organizadas atuantes do clubes são a Torcida Ju Jovem e a Setor 2. As duas torcidas sempre se fazem presente não importa aonde joga o time.

A Torcida Ju Jovem é a Torcida Organizada mais antiga do Clube. Fundada em 1981, a torcida sempre se fez presente nos jogos do clube, independente em que estádio o Juventus joga.

A Setor 2 tem como estilo de torcida Barra Brava, a torcida apoia o time independente do resultado durante os 90 minutos. Tem como lema "Juve ou Nada" deixando claro a posição de muitos torcedores do Juventus ser contra o torcedor misto, porém não é a opinião de todos.

Jogadores[editar | editar código-fonte]

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Goleiros
Jogador
Brasil Rafael Vianna
Brasil Matheus
Brasil André Dias
Defensores
Jogador Pos.
Brasil Joao Paulo Z
Brasil Lucas Z
Brasil Pablo Z
Brasil Cristian Z
Brasil Nicholas LD
Brasil Douglas LD
Brasil Negueba LD
Brasil Lucas Ybom LE
Brasil Joao Victor LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
Brasil Basilio V
Brasil Alisson V
Brasil João Lucas V
Brasil Nathan M
Brasil Raphinha M
Atacantes
Jogador
Brasil Giovany
Brasil Denis
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Sergio Soares T

Maiores ídolos[editar | editar código-fonte]

Quadro técnico[editar | editar código-fonte]

Treinadores[editar | editar código-fonte]

Alguns dos tantos treinadores que passaram pelos Clube Atlético Juventus (ao longo da história)

Diretoria[editar | editar código-fonte]

Títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
BrasileiraoB2014-.png Campeonato Brasileiro – Série B 1 1983
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista 2 1934, 1977 (não reconhecido) Cscr-featured.png*
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista – Série A2 2 1929* e 2005
Paulista Championship Trophy.png Copa Paulista 1 2007
TOTAL
Competição Títulos Temporadas
CA Juventus logo.svg Títulos oficiais 5 1 Nacional e 4 Estaduais

* Em 1929 a equipe se chamava Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube * Em 1934 a equipe se chamava Clube Atlético Fiorentino

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

Internacionais:[editar | editar código-fonte]
  • Japão Torneio Internacional do Japão: 1974
Estaduais:[editar | editar código-fonte]

São Paulo Torneio Copa Brasil-São Paulo: 1927

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações[editar | editar código-fonte]

Participações em 2020
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última A Aumento R Baixa
São Paulo Campeonato Paulista 72 Campeão (1934) 1930 2008 2
Campeonato Paulista - Série A2 13 Campeão (2005) 1955 2020 4 2
Campeonato Paulista - Série A3 5 3º colocado (2015) 2010 2015 2
Copa Paulista 20 Campeão (2007) 2001 2020
Brasil Campeonato Brasileiro 1 36º colocado (1983) 1983 1
Campeonato Brasileiro - Série B 11 Campeão (1983) 1980 1998 1
Campeonato Brasileiro - Série C 8 Vice-campeão (1997) 1994 2007 1
Copa do Brasil 1 2ª fase (2008) 2008

Últimas dez temporadas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas do Clube Atlético Juventus
Brasil Nacionais Flag of the United Nations.svg Internacionais São Paulo Estaduais
Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Continental / Mundial Campeonato Paulista Copa Paulista
Ano Div. Pos. Pts J V E D GP GC Fase Máxima Competição Fase Máxima Div. Pos. Fase Máxima
2011 D Não classificado A3 2F
2012 D Não classificado A3 1F
2013 D Não classificado A2 20º QF
2014 D Não classificado A3 13º 1F
2015 D Não classificado A3 1F
2016 D Não classificado A2 11º 1F
2017 D Não classificado A2 1F
2018 D Não classificado A2 14º 2F
2019 D Não classificado A2 2F
2020 D Não classificado A2 1F
Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Eliminado nas semifinais
     Campeão e promovido à divisão superior
     Vice-campeão e/ou promovido à divisão superior
     Rebaixado à divisão inferior
     Classificado à fase de grupos da Copa Libertadores
     Classificado à fase preliminar da Copa Libertadores
     Classificado à Copa Sul-Americana

Temporadas[editar | editar código-fonte]

Retrospecto em competições oficiais[editar | editar código-fonte]

Última atualização: Série C de 2007.

Competição Temporadas Títulos Pts. J V E D GP GC
Brasil Campeonato Brasileiro 1 5 8 1 3 4 5 10
Série B 12 1 147 128 49 44 35 141 114
Série C 7 122 77 36 21 20 106 78

Partidas históricas[editar | editar código-fonte]

Jogos internacionais[editar | editar código-fonte]

1929
  • 10 de novembro de 1929 - Juventus 1-2 Roma - amistoso no Brasil[8]
1953
  • 12 de maio - Las Palmas 1–2 Juventus - amistoso na Espanha
  • 17 de maio - Sampdoria 1–2 Juventus - amistoso na Itália
  • 22 de maio - Norrköping 1–2 Juventus - amistoso na Suécia
  • 28 de maio - Malmo 1–0 Juventus - amistoso na Suécia
  • 30 de maio - Preußen Dellbrück 2–3 Juventus - amistoso na Alemanha
  • 4 de junho - Napoli 3–2 Juventus - amistoso na Itália
  • 10 de junho - AS Roma 1–2 Juventus - amistoso na Itália
  • 11 de junho - Basel 4–3 Juventus - amistoso na Suíça
  • 15 de junho - Servette 0–1 Juventus - amistoso na Suíça
  • 17 de junho - Austria Viena 2–0 Juventus - amistoso na Áustria
  • 19 de junho - Basel 1–1 Juventus - amistoso na Suíça
  • 21 de junho - Lausanne 1–2 Juventus - amistoso na Suíça
  • 23 de junho - Sturm Graz 0–3 Juventus - amistoso na Áustria
  • 25 de junho - Crvena Zvezda 0–0 Juventus - amistoso na Iugoslávia
  • 28 de junho - Partizan 1–2 Juventus - amistoso na Iugoslávia
1956
  • 19 de maio - Atlético Tucumán 1–2 Juventus - amistoso na Argentina
  • 20 de maio - Combinado de Tucumán 1–3 Juventus - amistoso na Argentina
  • 23 de maio - Liga Cultural 0–0 Juventus - amistoso na Argentina
  • 25 de maio - Talleres 0–0 Juventus - amistoso na Argentina
  • 27 de maio - Combinado de Villa Maria 2–1 Juventus - amistoso na Argentina
  • 31 de maio - Boca Juniors 4–1 Juventus - amistoso na Argentina
1974
1989

Clubes homônimos[editar | editar código-fonte]

Outros departamentos[editar | editar código-fonte]

Categorias de base: títulos[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasil Copa São Paulo de Futebol Júnior 1 1985
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Campeonato Paulista – Sub-17 2 1988 e 1998
São Paulo Campeonato Paulista – Sub-15 4 1967, 1972, 1987 e 2001
São Paulo Copa São Roque de Futebol Sub-20 2 2012 e 2015
São Paulo Campeonato Paulista Aspirantes 2 1984 e 1985
São Paulo Taça Cidade de São Paulo – Sub 17 1 2008
TOTAL
Competição Títulos Temporadas
CA Juventus logo.svg Títulos oficiais 12 1 Nacional e 11 Estaduais

Títulos do futebol feminino[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
São Paulo Campeonato Paulista de Futebol Feminino 1 1987
TOTAL
Competição Títulos Temporadas
CA Juventus logo.svg Títulos oficiais 1 1 Estadual

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Há outra versão que defende a origem embrionária do Juventus no clube La Greca, fundado pelo italiano Vicente Romano e pelo português Manoel Vieira de Souza. O nome do time oriundo era uma referência a Vicente Romano, nascido na região de Campânia, ao sul da Itália, mas colonizada pelos gregos antigos. Teria sido o La Greca a origem do Cotonifício Rodolfo Crespi Futebol Clube.
  2. Juventus provém do Latim, e significa "Jovem". A letra "J" não é considerada parte do alfabeto padrão da língua italiana. Porém no caso da Juventus de Turim, seu nome começa com tal letra, porque o "J" é usado no dialeto Piemontês; língua falada na região de Piemonte, região onde foi fundada a Juventus de Turim.
  3. O Torneio Início era uma competição não oficial de caráter eliminatório e com jogos disputados em dois tempos de 15 minutos cada. Em caso de empate, o vencedor era o time com maior número de escanteios ao longo da partida.

Referências

Bibliografia consultada[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Commons
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