Clube Atlético Mogi das Cruzes de Futebol

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Atlético Mogi
Nome Clube Atlético Mogi das Cruzes de Futebol
Alcunhas Cruzeirão
Mascote Bebê
Principal rival União Mogi
Fundação 19 de abril de 2004 (13 anos)
Estádio Nogueirão
Capacidade 14.384 pessoas
Presidente Brasil Joaquim Carlos Paixão Junior
Treinador Brasil Emerson França
Material (d)esportivo Brasil Hammer
Competição São Paulo Campeonato Paulista - Segunda Divisão
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
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O Clube Atlético Mogi das Cruzes de Futebol ou Atlético Mogi é um clube brasileiro de futebol da cidade de Mogi das Cruzes, no estado de São Paulo. Foi fundado em 19 de abril de 2004 como Mogi das Cruzes Futebol Clube, alterando sua nomenclatura em 2009. Atualmente disputa o Campeonato Paulista da Segunda Divisão.

2017[editar | editar código-fonte]

No ano de 2017, o Atlético realizou a pior campanha do grupo 4 e, obviamente, não avançando para a segunda fase do Paulista Segunda Divisão

Artilharia 2017[editar | editar código-fonte]

Atualizado: 08 de outubro de 2017

Gols Jogador
2 Brasil Marco
2 Brasil Wellington
1 Brasil Bruno Nicácio
1 Brasil Pedro

Hino[editar | editar código-fonte]

De Mogi das Cruzes leva o teu nome
Mogi, Mogi!
Louros no futuro o esperam
Nos gramados até os confins
 
Surge uma nova esperança
Um orgulho da terra natal
Mogi, Mogi, Mogi
Com garra lutarás até o fim!
 
Seu brasão carrega a alva Cruz Celeste
Mogi, Mogi!
Sua grande torcida o recebe
Como campeão enfim!
 
O azul de tua farda reconhecem
Mogi, Mogi!
As glórias que virão o resplandecem
Entres os rivais até o porvir

Escândalo[editar | editar código-fonte]

Em 2017, o clube foi acusado de estelionato e maus tratos a dois atletas vindos da Bahia com a promessa de jogar no clube.

De acordo com a denúncia, dois menores foram trazidos a Mogi para atuar na equipe e, para isso, as famílias pagavam R$ 500 por mês para despesas de aluguel e alimentação. Além disso, de acordo com o Conselho Tutelar, não havia autorização formal dos pais e os adolescentes estavam fora da escola. Os menores disseram que a água da casa onde viviam havia sido cortada por falta de pagamento e que a comida era precária.

O presidente do clube, Joaquim Carlos Paixão Júnior, informou que desconhecia a cobrança de taxa de atletas e que quando há necessidade de alojamento, os custos são pagos pelo clube. Paixão justificou que a responsabilidade neste caso é do treinador Emerson França.

A investigação começou em setembro, quando o Conselho Tutelar esteve no imóvel que serve de alojamento, na Vila Oliveira, para atender uma denúncia anônima. No local, foram encontrados além dos dois menores, outros seis jovens, que foram trazidos da Bahia com a promessa de jogar no time.

Segundo a conselheira tutelar Maria Aparecida Ferreira de Souza Oliveira, o atendimento da denúncia foi no dia 25 de setembro. Ao chegar ao local a conselheira tomou conhecimento de que na casa alugada estavam oito jovens, entre eles dois menores, que teriam sido abrigados no imóvel após convite para jogar no time Atlético Mogi.

Um dos jovens, de 16 anos, nasceu em Morro do Chapéu, na Bahia, e estava morando em Itatiba, no interior de São Paulo. O outro menor, também de 16 anos, chegou a Mogi das Cruzes em agosto, vindo de Salvador.

Os adolescentes contaram que pagavam R$ 500 por mês para Emerson França, treinador do Atlético Mogi, referente a aluguel e alimentação. 

Os dois adolescentes foram mandados de volta para a Bahia no dia do registro da ocorrência. "O presidente do clube assinou um termo com o Conselho Tutelar assumindo o custeio de passagem de volta dos menores para a casa. Do contrário, eles teriam que ficar em um abrigo", detalhou a conselheira. Os jovens indicaram um número de conta bancária onde eram feitos os depósitos das taxas.

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