Sport Club Corinthians Paulista (futebol feminino)

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Corinthians
Sport Club Corinthians Paulista
Nome Sport Club Corinthians Paulista (futebol feminino)
Alcunhas
Torcedor/Adepto corintiano[nota 1]
fiel
Mascote Mosqueteiro
Principal rival Palmeiras
São Paulo
Santos
Ferroviária
Fundação 08 de novembro de 1997 (24 anos) (Seção de Futebol Feminino)

27 de janeiro de 2016 (6 anos) (Reabertura do Departamento de Futebol Feminino)

Estádio Estádio Alfredo Schürig

Neo Química Arena

Capacidade 18 500[2]

49 250[3]

Localização São Paulo, Brasil
Presidente Duílio Monteiro Alves[4]
Treinador Arthur Elias[5]
Patrocinador Spani Atacadista
Material (d)esportivo Nike
Competição Campeonato Paulista
Copa Libertadores
Campeonato Brasileiro
Supercopa do Brasil
Ranking nacional Aumento 1.º lugar, 10 792
Website corinthians.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo

O Corinthians Feminino é a equipe de futebol feminino do Corinthians, clube multiesportivo localizado na cidade de São Paulo. Atua normalmente como mandante no Estádio Alfredo Schürig.

A equipe, iniciada em 1997 e desativada por alguns anos, foi restabelecida em 2016 numa parceria com o Audax. Ressumiu gestão própria a partir de 2018, tendo sido, desde então, uma das principais forças do futebol feminino nacional. Conquistou 3 vezes a Copa Libertadores da América, 3 vezes o Campeonato Brasileiro Feminino, 1 vez a Copa do Brasil e 3 vezes o Campeonato Paulista.

História[editar | editar código-fonte]

Primórdios[editar | editar código-fonte]

Fundada em 1997, a equipe de futebol feminino do Sport Club Corinthians Paulista é uma das mais bem sucedidas da América latina da atualidade. Porém, ela passou por diversos períodos de instabilidade, operando de forma irregular, e sendo desativada no biênio 2008-09. Uma das principais jogadoras do período inicial da equipe foi a Milene Domingues, conhecida como a rainha das embaixadinhas, que ficou no clube de 1997 até 2001, quando se transferiu para o futebol europeu.

Parceria[editar | editar código-fonte]

A modalidade ficou paralisada por sete anos até 2016, e durante esse período outras equipes dos futebol paulista como o Santos e o São José se mantiveram competitivas e bem sucedidas com títulos nacionais e internacionais. Com o sucesso dos rivais e o potencial da modalidade a ser explorado, o Corinthians anunciou o retorno à categoria no dia 27 de janeiro de 2016, através de uma parceria com o Grêmio Osasco Audax.[6][7] A parceria durou dois anos e estabeleceu as primeiras grandes conquistas do time. Em 2016, a equipe foi campeã da Copa do Brasil pela primeira vez[8][9] e garantiu a classificação para a Copa Libertadores de 2017, na qual foi campeã de forma invicta ao vencer o Colo-Colo nos pênaltis, com grande atuação da goleira Lelê.[10][11] Com o título, o Corinthians igualou o Santos ao ser campeão tanto da Libertadores Masculina como da Feminina.[12] No fim do mesmo ano, a parceria com o Audax se encerra e o time feminino do Corinthians passou a ter gestão própria.[13]

Gestão própria[editar | editar código-fonte]

Após o fim da parceria em 2017, a gestão da equipe a partir de 2018 ficou a cargo da diretora Cris Gambaré, ex-conselheira do clube, assumindo a responsabilidade continuar a evolução da modalidade. Logo no início do ano, Cris deixou o cargo de conselheira para se dedicar ao cargo de diretora do futebol feminino. Em entrevista ao ESPN, Cris comenta que “foi pedido para mim em 2015 a formatação do contexto do futebol e aí nós fizemos a parceria com o Audax. Mas como gestão própria, eu sai do conselho para assumir 100%”.[14] O Corinthians perdeu o direito de disputar a Copa Libertadores de 2018, cuja vaga ficou com o Audax.[15] Todavia, a comissão técnica comandada por Arthur Elias e boa parte do elenco foram mantidos, incluindo jogadoras de destaque na campanha do ano anterior como Pardal, Grazi, Gabi Nunes e Lelê. O time se reforçou com as chegadas de Gabi Zanotti, Adriana, Érika e Diany. Outra novidade foi o retorno da ex-jogadora Milene Domingues, agora como embaixadora do futebol feminino do clube. Os reforços aumentaram a competitividade do time e foram primordiais na conquista do Campeonato Brasileiro de 2018, batendo o Rio Preto nas finais com placar agregado de 4 à 0.[16][17][18] O futebol ofensivo do time foi um dos pontos fortes da equipe. Ao todo, foram 15 vitórias, 4 empates e apenas 1 derrota no torneio.[19][20] A equipe também chegou a final do estadual de 2018, mas perdeu a final para o Santos.[21] No fim da temporada, o Corinthians inaugurou o memorial destinado ao futebol feminino no Parque São Jorge, para expor as conquistas da modalidade.[22]

Para a temporada de 2019, o time manteve a maior parte do elenco, mas perdeu a meio-campista Ana Vitória e a lateral-esquerda Yasmim. A fim de fortalecer o elenco, o Corinthians contratou mais jogadoras. O clube trouxe a lateral-esquerda Tamires, a zagueira Mônica, a atacante Giovanna Crivelari, e as meias Maiara e Victoria Albuquerque. Contudo, a equipe teve baixas importantes, perdendo Gabi Nunes, Diany e Adriana em função de lesões. A zagueira Mônica, contratada junto aos demais reforços no começo do ano, rescindiu o contrato e deixou o Corinthians após quatro meses de contrato.[23][24][25][26] Ao longo da temporada, o time conseguiu uma sequência de 34 vitórias seguidas, feito nunca antes alcançado no futebol (masculino ou feminino), chegando assim nas finais do campeonato brasileiro feminino,[27] do paulista feminino[28] e da Libertadores[29]. No nacional, o time ficou com o vice campeonato, após perder o título para a Ferroviária, nos pênaltis, após dois empates.[30][31] Por outro lado, na competição continental, o Corinthians se sagrou bicampeão da Libertadores, ao bater a mesma Ferroviária, pelo placar de 2 à 0.[32] No estadual, o time bateu o São Paulo pelo placar agregado de 4 à 0, e conquistou o título pela primeira vez em sua história[33]. No segundo jogo da final, realizado na Arena Corinthians, foi batido o recorde de público de um jogo de futebol feminino no Brasil: 28.609.[33]

Em 2020, o Corinthians anunciou que todas as jogadoras do seu time feminino teriam seus contratos profissionalizados[34][35][36][37], sendo o primeiro clube da América do Sul a fazer tal feito. Segundo o diretor jurídico do clube, Fábio Trubilhano, o Corinthians busca trazer "padronização e equidade no tratamento jurídico e contratual do futebol profissional feminino e masculino".[37] Com o possível fortalecimento no ano, o Corinthians não mediu esforços para manter o time de 2019 e trazer mais reforços para continuar competitivo na modalidade. O grande destaque foi a contratação de Andressinha, meia que estava no Portland Thorns FC dos Estados Unidos.[38] O clube também trouxe a lateral da seleção brasileira Poliana, que estava no São José[39], as atacantes Gabi Portilho e Pamela, que estavam no 3B da Amazônia e Yunnan Hengjun Belian respectivamente.[40][41] Apesar dos esforços para manter o elenco, o clube perdeu a atacante Millene para o Wuhan Xinjiyuan, da China. Ela chegou a retornar ao clube paulista durante a pandemia de Covid-19 através de empréstimo, mas como os campeonatos nacionais permaneceram paralisados e o clube chinês solicitou o retorno da jogadora no dia 16 de junho, a atleta não teve tempo para jogar novamente pelo Corinthians.[42][43] Após o jogo contra o São Paulo pelo Campeonato Brasileiro, o clube pararilisou as atividades no dia 17 de março em função do alto número de casos de Covid-19, adiando assim o jogo contra a Ferroviária na fazendinha.[44] As atividades permaneceram suspensas até o fim de julho, retornando a partir do dia 29 com testes em todo o elenco e comissão técnica.[45] Após uma temporada no Benfica, a lateral Yasmim retorna ao clube no dia 10 de agosto.[46] Desfalques durante boa parte do ano anterior em virtude de lesões, a volante Diany e as atacantes Adriana e Gabi Nunes reforçam a equipe nesta temporada. Assim como em 2019, a equipe volta a fazer uma ótima campanha na primeira fase do Campeonato Brasileiro, com 14 vitórias e apenas uma derrota. No decorrer da competição, o Corinthians deixou para trás Grêmio e Palmeiras para enfrentar o Avaí/Kindermann na final, empatando o primeiro jogo em 0 à 0 e vencendo o segundo por 4 à 2, tornando-se, ao lado da Ferroviária, bicampeão da competição. O título também foi celebrado por ser o primeiro conquistado na Neo Química Arena, antiga Arena Corinthians.[47] Em dezembro, a equipe conquistou o inédito bicampeonato estadual, ao bater a Ferroviária na final por 8 à 1 no agregado.[48]

No ano de 2021, o Corinthians teve um começo avassalador, terminando em primero lugar na classificação geral da primeira fase do Campeonato Brasileiro, com apenas uma derrota. Na fase mata a mata, foram incríveis 6 vitórias em 6 partidas, contra Avái Kindermann (quartas), Ferroviária (Semifinal) e Palmeiras (final), conseguindo assim o bicampenato consecutivo e o tricampeonato do clube na história do torneio. O clube também conquistou a terceira Libertadores e o terceiro estadual, obtendo assim a inédita tríplice coroa.[49][50]

Em 2022, a equipe conquistou o inédito título da Supercopa do Brasil e foi eleito como o 7° melhor clube do mundo em 2021 pela IFFHS.[51][52]

Recordes[editar | editar código-fonte]

Em 18 de Setembro de 2019, a equipe alcançou o feito de 34 vitórias consecutivas, um recorde mundial, entre times masculinos e femininos. Antes, o recorde mundial pertencia ao time masculino The New Saints, do País de Gales, com 27 vitórias consecutivas. No futebol brasileiro, o recorde pertencia anteriormente ao time masculino do Coritiba, foram 24 resultados positivos em 2011.[53][54]

O feito foi reconhecido momentaneamente pelo Guinness World Records.[55][56] No entanto, uma sequência anterior da equipe feminina do Olympique Lyonnais, com 48 vitórias consecutivas não havia sido reconhecida.[55] O clube francês detém o atual recorde do Guinnees.[57] Apesar da sequência de vitórias ter sido interrompida, o clube permaneceu 48 jogos sem perder; contudo, a invencibilidade da equipe terminou após um revés para o São Paulo em 29 de fevereiro de 2020.[58]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Participações em 2022
Competição Temporadas Melhor campanha Anos disputados
São Paulo Campeonato Paulista Feminino 9 Campeão (2019, 2020 e 2021) 1997, 2001, 2008-2009, 2016-2021
Brasil Série A1 6 Campeão (2018, 2020 e 2021) 2016-2021
Copa do Brasil Feminina 2 Campeão (2016) 2008, 2016
Supercopa do Brasil 1 Campeão (2022) 2022
Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América de Futebol Feminino 4 Campeão (2017, 2019 e 2021) 2017, 2019-2021

Títulos[editar | editar código-fonte]

HONRARIAS
Competição Títulos Temporadas
Heraldic Royal Crown (Common).svg Tríplice Coroa 1 2021
IFFHS (HD logo).png 7º Lugar - Ranking Mundial de Clubes IFFHS 1 Condecoração outorgada em 2022 pela IFFHS de março de 2021 a fevereiro de 2022.[59]
CONTINENTAIS
Competição Títulos Temporadas
CopaLibertadores1960-.png Copa Libertadores da América 3 2017Cscr-featured.png, 2019Cscr-featured.png e 2021Cscr-featured.png
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasileiro Feminino A1 Troféu (2016-).png
Campeonato Brasileiro 3 2018, 2020 e 2021
Troféu Copa do Brasil Feminina.png Copa do Brasil 1 2016
COPA 3 BR.png Supercopa do Brasil 1 2022Cscr-featured.png
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
0-esp.png
Campeonato Paulista 3 2019Cscr-featured.png, 2020 e 2021

Categorias de Base[editar | editar código-fonte]

NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
Brasil Campeonato Brasileiro Sub-16 1 2021Cscr-featured.png

Outras conquistas[editar | editar código-fonte]

  • Argentina Rosario Cup: 2018

Cscr-featured.png Título invicto

Desempenho no Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Temporada Equipes Classificação na

Temporada Regular

Playoffs Classificação

Final

2016 20 Qualificado para os Playoffs
2017 16
2018 16
2019 16
2020 16
2021 16

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

Soccerball current event.svg Última atualização: 28 de junho de 2022.

Elenco atual do Sport Club Corinthians Paulista (Futebol feminino)[60] [61] [62]
N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome N.º Pos. Nome
1 G Brasil Tainá Lesionado 11 M Colômbia Liana Salazar 23 G Brasil Paty
2 LD Brasil Katiuscia Lesionado 12 G Brasil Lelê Lesionado 28 G Brasil Rillary
3 Z Brasil Tarciane 14 Z Brasil Andressa 30 A Brasil Jaqueline
4 Z Brasil Giovanna Campiolo 15 A Brasil Miriã 37 LE Brasil Tamires
5 V Brasil Luana 16 A Brasil Adriana 71 LE Brasil Yasmim
6 LE Brasil Juliete 17 M Brasil Victoria 77 A Brasil Bianca Gomes
7 V Brasil Grazi Capitão 18 A Brasil Gabi Portilho 99 Z Brasil Érika Lesionado
8 V Brasil Diany 19 A Brasil Mylena - G Brasil Kemelli Lesionado
9 A Brasil Jheniffer 20 M Brasil Mariza - A Brasil Ellen Lesionado
10 M Brasil Gabi Zanotti 21 LD Brasil Paulinha

Técnico: Brasil Arthur Elias


Legenda

  • Capitão: Capitã
  • Lesionado: Jogadora lesionada

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Desde 2006, a diretoria do Corinthians resolveu adotar a alcunha "corinthiano", com a letra "h". No entanto, a forma vai contra a Reforma Ortográfica de 1943, que eliminou a letra "h" de uma série de palavras, como exemplo, "Christo", "triumpho", "pharmácia", "Nitheroy", "athético". Uma exceção foi "Bahia", que não mudou para preservar a tradição, embora o adjetivo (que não é nome próprio) não goza da mesma prerrogativa e teve que seguir o padrão da nova norma culta da língua, ou seja, quem nasce na "Bahia" é "baiano(a)", sem h. O mesmo princípio vale para o gentílico do clube de futebol Corinthians, ou seja, "corintiano(a)", sem "h". Embora não exista "th" na língua portuguesa, é permitido o seu uso em nomes próprios (como "Thiago", "Thomaz", "Theresa", etc), bem como o nome próprio "Corinthians" é válido, porém, qualquer palavra derivada dele - corintiano, corintianismo etc - deve seguir a norma culta, ou seja, sem a letra "h". Os meios de comunicação e a comunidade acadêmica adotam a norma culta e a Reforma Ortográfica de 1943.


Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Esportes Terra. «Dados gerais sobre o Corinthians». Google. Consultado em 6 de fevereiro de 2009 
  2. CDN.CBF.com.br. «CNEF-Cadastro Nacional de Estádios de Futebol» (PDF). Consultado em 13 de julho de 2015 
  3. CDN.CBF.com.br. «CNEF-Cadastro Nacional de Estádios de Futebol» (PDF). Consultado em 17 de novembro de 2020 
  4. «Duílio toma posse como novo presidente do Corinthians». 21 de janeiro de 2020. Consultado em 6 de fevereiro de 2020 
  5. «Como Arthur Elias levou o futebol feminino do Corinthians ao topo». esportes.yahoo.com. Consultado em 6 de novembro de 2019 
  6. «Futebol feminino no Corinthians». web.archive.org. 30 de setembro de 2017. Consultado em 2 de julho de 2019 
  7. «História do futebol feminino do Corinthians». Rede NINJA. Consultado em 3 de julho de 2019 
  8. «VÍDEO: Corinthians/Audax conquista título inédito da Copa do Brasil Feminina». Lance!. Lance!. 28 de outubro de 2016. Consultado em 17 de junho de 2019 
  9. «Corinthians - Futebol Feminino Vencemos a Copa do Brasil». Instagram. Sport Club Coritnhians. Consultado em 17 de junho de 2019 
  10. «Corinthians/Audax bate Colo-Colo nos pênaltis e fatura Libertadores feminina». Gazeta Esportiva. Gazeta Esportiva. 22 de outubro de 2017. Consultado em 17 de junho de 2019 
  11. «Corinthians é campeão da Libertadores feminina de 2017». www.radioesportesnet.com.br. Consultado em 17 de junho de 2019 
  12. «Lelê brilha nos pênaltis, e Corinthians/Audax conquista a Libertadores feminina». Globoesporte. Consultado em 2 de julho de 2019 
  13. «Corinthians - Futebol Feminino no Instagram: "Comunicado: O Sport Club Corinthians Paulista confirma o fim da parceria no futebol feminino com o Grêmio Osasco Audax e, assim, terá…"». Instagram. Consultado em 2 de julho de 2019 
  14. «Conheça a grande mulher responsável por elevar o nível do time feminino do Corinthians». 8 de março de 2020. Consultado em 17 de agosto de 2020 
  15. «Corinthians perde o direito de disputar a Libertadores feminina de 2018». 17 de novembro de 2018. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  16. «Corinthians goleia o Rio Preto e é campeão do Brasileirão Feminino A-1». Confederação Brasileira de Futebol. 26 de outubro de 2018. Consultado em 17 de junho de 2019 
  17. «Corinthians - Futebol Feminino no Instagram: "Bom dia, Fiel! Para começar o sabadão, vamos acompanhar os gols que garantiram o título brasileiro feminino de 2018. Eles foram marcados…"». Instagram. Sport Club Corinthians. 27 de outubro de 2018. Consultado em 17 de junho de 2019 
  18. «Corinthians campeão brasileiro feminino: veja fotos e vídeos da festa do título». Torcedores.com. 27 de outubro de 2018. Consultado em 17 de junho de 2019 
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  20. Barlem, Cintia (15 de março de 2019). «Atual campeão, Corinthians não abre mão de estilo ofensivo para o Brasileiro feminino; técnico fala sobre Seleção». Globoesporte. Consultado em 17 de junho de 2019 
  21. «Santos marca no fim e fatura o título do paulista 2018». 6 de outubro de 2018. Consultado em 15 de agosto de 2020 
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  23. «Zagueira da seleção, Mônica, deixa o Corinthians». 18 de agosto de 2019. Consultado em 18 de agosto de 2020 
  24. «Adriana tem lesão confirmada». 17 de maio de 2019. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  25. «Gabi Nunes sofre lesão no joelho pela terceira vez». 15 de julho de 2019. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  26. «Volante Diany rompe ligamento do joelho». 30 de julho de 2019. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  27. Magri, Diogo (17 de setembro de 2019). «Corinthians e Ferroviária, o duelo da final do Brasileirão feminino». EL PAÍS. Consultado em 5 de outubro de 2019 
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  41. «Corinthians fez a "maior" contratação do mercado». 12 de janeiro de 2020. Consultado em 17 de agosto de 2020 
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  48. «Corinthians goleia a Ferroviária e é bicampeão paulista». 20 de dezembro de 2020. Consultado em 21 de dezembro de 2020 
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