Clube Atlético Carlos Renaux

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Carlos Renaux
CA Carlos Renaux.png
Nome Clube Atlético Carlos Renaux
Alcunhas Tricolor ou Vovô
Mascote Vovô do Futebol Catarinense
Fundação 14 de setembro de 1913 (103 anos)
Estádio Augusto Bauer
Capacidade 6.000
Localização Brasão Brusque.jpgBrusque Santa CatarinaSC BrasilBrasil
Presidente Renato Petruscky
Patrocinador Unifebe, RenauxView, Irmãos Fischer, Multiplos,
Website Clube Atlético Carlos Renaux
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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Uniforme
alternativo
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Uniforme
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O Clube Atlético Carlos Renaux, conhecido simplesmente por Carlos Renaux, é um clube de futebol brasileiro,situado na cidade de Brusque, em Santa Catarina. Foi fundado em 14 de setembro de 1913, sob o nome de Sport Club Brusquense. Suas cores oficiais são azul, vermelho e branco. Em 2017 disputa o campeonato da Liga Blumenauense de Futebol na categoria adulto.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Fundado em 14 de setembro de 1913 sob o nome Sport Club Brusquense, por Arthur Olinger, (ex-jogador do Novo Hamburgo) e Guilherme Diegoli. Arthur Olinger trabalhava num curtume em Novo Hamburgo (RS) e Guilherme Diegoli construía vagões em Paranaguá (PR). Entretanto, ambos decidiram retornar a Brusque. Na bagagem de Olinger, havia uma bola de futebol. Realizaram uma partida contra o Clube Caça e Tiro Araújo Brusque. Após o jogo se organizaram. Assim surge o primeiro clube profissional de futebol de Santa Catarina, daí o slogan "Vovô do Futebol Catarinense".

O Primeiro presidente foi Guilherme Fernandes. Sua primeira partida oficial foi um 0x0 contra o Tijuquense em 22 de agosto de 1914. O primeiro gol surgiu na vitória de 1 a 0 sobre o Itajaí FC, marcado por Willie Rish.

Primeiros anos: décadas de 1920 e 30[editar | editar código-fonte]

O Sport Clube Brusquense teve sua primeira temporada no Campeonato Catarinense em 1929, disputando a Zona Blumenau/Brusque. Em partida única, contra o Brasil de Blumenau, a equipe perdeu por 10x2 e foi eliminada da competição [1]

Em 1930, o Brusquense voltaria a disputar o Campeonato Catarinense no ano seguinte, que seria disputada entre quatro clubes: Avaí, o próprio Brusquense, Brasil de Tijucas e Marcílio Dias. O Brusquense se classificou direto para as semi-finais, pegando o vencedor de Brasil de Tijucas e Marcílio Dias. Com a vitória do Marcílio Dias por 1x0, ficou-se definido então o adversário do Brusquense. A partida foi realizada no dia 11 de janeiro de 1931. O Marcílio Dias venceu a partida pelo placar de 3x1 e o Brusquense foi mais uma vez eliminado em sua primeira partida. [2]

Ainda em 1930, o clube conquistaria a Taça Telephonica Catharinense.

Até 1931, o clube alugava o campo da Sociedade Desportiva Bandeirantes, clube da cidade de São Bento do Sul, para mandar seus jogos, pois não possuía um estádio próprio. O Estádio Augusto Bauer, que pertence ao Carlos Renaux foi inaugurado em 7 de junho de 1931 em amistoso contra o Marcílio Dias (0x1). Entre 1950 e 1960 foram construídos arquibancadas, aterro, ampliado o campo, alambrado e sistema de refletores. Foi o primeiro time catarinense a possuir alambrado e iluminação em seu estádio próprio.

O clube dedicou-se também a grandes eventos sociais, bailes, teatros, festas juninas, tricolor-mini-copa, além de vôlei, basquete, bolão, bocha e atletismo. A maioria dos torcedores é composta de descendentes de italianos, enquanto seu rival, Paysandu tem em sua maioria alemães.

Década de 1940: mudança de nome[editar | editar código-fonte]

Depois da disputa da edição do campeonato de 1930, o clube só voltaria a disputar o Campeonato Catarinense em 1941. O time ficou na Zona Itajaí-Blumenau-Brusque. E novamente em jogo único ele voltaria a enfrentar o Brasil de Blumenau. Realizado no dia 25 de Agosto de 1941 e se classificou para a final da Zona Sul. A decisão da Zona Sul foi definida entre Brusquense e Figueirense em jogo único no dia 05 de Setembro de 1941. Com a vitória de 2x1, o Figueirense se classificou para a decisão do torneio. O Brusquense terminou o campeonato em terceiro lugar [3]

Em 1942, o clube novamente disputa o Campeonato Catarinense, porém já na primeira partida perdeu para o América de Joinville e foi eliminado da competição. Em 1943 novamente foi eliminado no primeiro jogo, após perder para o Blumenauense por 5x3.

Em 1944, um decreto de lei federal vedou qualquer clube ter denominação relacionada a países, estados, municípios e regiões em decorrência da Segunda Guerra Mundial. Muitos clubes foram afetados com essa resolução, incluindo o Palestra Itália, que mudou o seu nome para Palmeiras, e o próprio Brusquense, que por possuir o nome relacionado a cidade de Brusque, teria que alterar o seu nome. Com isso o clube passou a se chamar Clube Atlético Carlos Renaux em 19 de março de 1944.

Década de 1950: auge e bicampeonato catarinense[editar | editar código-fonte]

O ano de 1950 ficou marcado para o torcedor do Carlos Renaux por ter acontecido a primeira conquista do Campeonato Catarinense. Com a final disputada em dois jogos contra o Figueirense, o Carlos Renaux ganhou as duas partidas por 1x0, a primeira no dia 27/05/51 no Estádio Cônsul Carlos Renaux, em Brusque. O juiz da partida foi o Artur Paulo Lange de Santa Catarina. A segunda partida ocorreu no dia 03/06/51 no Estádio Adolfo Konder, em Florianópolis. O juíz da partida foi Manoel Machado, do Rio de Janeiro. [4]

O ano de 1953 também foi marcante para o torcedor do Vovô. O ano já começou com a primeira partida do Carlos Renaux contra um grande do futebol brasileiro. No dia 13 de janeiro de 1953, durante as festividades de inauguração de sua arquibancada social, o Carlos Renaux convidou o Flamengo para disputar um amistoso. O jogo terminou 3x0 para o Flamengo.

Já o Campeonato Catarinense de 1953 não poderia ter começado melhor, a equipe caiu na fase qualificatória contra o União de Ibirama, e aplicou logo de cara duas goleadas históricas, 9x3 e 7x2. Nas quartas de final outra goleada histórica, 7x1 em cima do Cruzeiro. O placar foi tão elástico que a equipe do Cruzeiro decidiu não comparecer ao jogo de volta.

Nas semi finais outra goleada, 6x2 sobre o Baependi, e com mais 2x0 no jogo de volta a equipe se classificou para a final.A final foi contra o América de Joinville, e após duas vitórias apertadas, 4x3 e 3x2, o Carlos Renauxc conquistou o título de forma invicta pela primeira vez em sua história. Com isso eles se tornaram bicampeões catarinenses.

Outro grande acontecimento que marcou a história do Renaux ocorreu no dia 22 de janeiro de 1954. A vitória sobre a forte Seleção Gaúcha. A própria Federação Catarinense de Futebol reconhece oficialmente que esta partida foi a principal conquista de um time catarinense em todos os tempos, juntamente com a conquista da Copa do Brasil pelo Criciúma, em 1991. O Carlos Renaux foi o time convidado pela FCF para ir a Porto Alegre representar Santa Catarina. Toda a imprensa noticiava uma vitória fácil da seleção gaúcha, então campeã nacional, mas o Renaux venceu a partida por 2x1, gols de Julinho Hildebrand e Otávio Bolognimi. Este jogo causou uma imensa repercussão a nível jornalístico em todo país.

Em 1958, aquele que foi considerado o maior jogo já disputado em solo catarinense. Com Garrincha, Nilton Santos, Zagallo, Quarentinha e outros craques que eram base da seleção brasileira, o Botafogo veio a Brusque enfrentar o Atlético Renaux. No primeiro tempo o Renaux disparou incríveis 5x1 de vantagem. No segundo tempo, com melhor preparo físico, os cariocas conseguiram empatar. Placar final 5x5.

Década de 1960, 1970 e 1980: decadência[editar | editar código-fonte]

Em 1978, o Carlos Renaux disputaria três amistosos contra três clubes grandes do Rio de Janeiro, Fluminense, Botafogo e Vasco da Gama. Em 1982, o Carlos Renaux realizou um amistoso contra a "Seleção do Uruguai" vencendo implacavelmente por 4 a 1 para o 'Vovô. O último jogo oficial na primeira divisão catarinense foi disputado em 3 de agosto de 1984, 1x1 contra o Figueirense.

Enchentes[editar | editar código-fonte]

A 4 de agosto de 1984 abateu-se grande enchente sobre a cidade de Brusque, causando danos imensos ao Estádio Augusto Bauer, obrigando o Renaux a licenciar-se do futebol profissional e do Campeonato Catarinense, onde disputava a primeira divisão. Retornou em 1985 e 1986 nas categorias de base. Em 1987 sagrou-se Campeão da Liga Brusquense de Futebol.

Neste momento, em virtude de grande enchente que assolou Santa Catarina o campeonato foi interrompido por 24 dias. Em 29/08 o Renaux jogaria contra o Criciúma em Criciúma, entretanto o clube com seu estádio totalmente atingido pelas cheias, pediu licença na FCF, tendo assim a entidade considerando, para efeitos de tabela, derrota por WO em todos os últimos seis jogos do CACR.

Este foi o ultimo campeonato do Renaux na primeira divisão de profissionais de SC, onde disputou 25 jogos, 8 vitorias, 9 empates, 8 derrotas, 25 pontos ganhos, 50% de aproveitamento, principal artilheiro centroavante Rodinaldo 5 gols.

Licença e fusão[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 1987 licenciou-se na Federação Catarinense. Sem condições de jogar devido as enchentes, o clube se fundiu com o Clube Esportivo Paysandu para dar origem ao Brusque Futebol Clube. Durante o período que se integrou a esta associação, como também fez o Paysandú, manteve CGC, estatutos em vigor, retirou-se da parte esportiva, emprestando seu estádio para jogos do clube fundado em 1987. O Carlos Renaux sempre existiu durante este período, mantendo seu patrimônio, apenas não tinha representatividade. O mesmo aconteceu com o Paysandú.

Décadas de 1990 e 2000: reativação do clube e fim da fusão[editar | editar código-fonte]

Clássico[editar | editar código-fonte]

Em agosto de 1996 foi realizado um jogo entre veteranos do Carlos Renaux e Paysandú. Partida realizada no estádio Augusto Bauer, que terminou num empate em 2 a 2. O público de 6.500 pessoas lotou o estádio numa noite festiva para o futebol brusquense. Este jogo foi um dos grandes responsáveis pelo acendimento da chama nos corações de todos os atleticanos e paysanduanos, pelo retorno dos dois tradicionais clubes à ativa. Ao final da partida, o público não deixava o estádio após o apito final (coisa rara no futebol), devido a tamanha emoção. Muitas pessoas choravam na arquibancada ao ouvirem o hino do clube e reverem o tradicional uniforme do Renaux de volta aos gramados.

A reativação do clube e fim da fusão[editar | editar código-fonte]

Em 1997 era grande o apelo de torcedores para o retorno do Vovô, sonho de Leopoldo Bauer. Neste ano, uma matéria do repórter Toni Nicolas Bado ganhou capa no jornal "Diário Brusquense" sob a manchete "Brusquenses querem a volta do Carlos Renaux!" despertando a partir dalí o coração de torcedores e ex-dirigentes do clube. Dois mil adesivos com o distintivo do clube foram confeccionados e tiveram saída instantânea entre os atleticanos que colavam os mesmos nos seus carros. O próximo passo foi um encontro informal em 18 de março de 1997, na Sociedade Esportiva Bandeirante. Treze pessoas compareceram. Uma semana depois, novo encontro, o número de presentes duplica. Sete dias após, um terceiro encontro e o número triplica. Eis que em 8 de abril, também no Bandeirante, é aprovada a formalização de uma Comissão Provisória para representar o clube e tentar evitar o desejo do Brusque FC em vender o estádio (que já havia ido a leilão) que não pertencia ao mesmo, mas sim ao Carlos Renaux, conforme comprovam as escrituras e demais documentos.

A comissão foi composta por José Carlos Loos, Antônio Abelardo Bado, Aníbal Schulemberg, Toni Nicolas Bado, Abraão Souza e Silva, Augusto Diegolli, Rogério Wippel, Leonardo Loos, Klaus Peter Loos, Nilo Debrassi, Roberto Kormann e Jair Boetnner. Mais de 30 adeptos se integraram a comissão, entre eles, Nildo Teixeira de Mello, o Teixeirinha, maior craque de futebol catarinense.

Após gestões mal sucedidas, acúmulo de dívidas e depredação dos patrimônios (chegando ao ponto de os refletores e cadeiras cativas serem penhoradas para pagamento de dívidas do Brusque FC), ameaças de penhora do estádio, para pagamento de rifas não-entregues e até mesmo um ex-dirigente do Brusque, que tinha a intenção de vender os dois patrimônios para a especulação imobiliária, os dois clubes entraram com pedido de dissolução da "fusão" em 1997. O Brusque FC entrou na justiça, alegando que os patrimônios pertenciam a eles, mas perdeu em todas as instâncias, tendo que devolver os patrimônios aos seus verdadeiros donos. A comissão foi legalizada, registrada em cartório e já realizou em 1997, a confecção de adesivos e camisas oficiais do Vovô, além de desfilar em 4 de agosto, aniversário da cidade, promover grande festa no restaurante da Mini-Fazenda Colcci, homenagenado os 84 anos de existência.

Em 3 de fevereiro de 1998, em Assembleia Geral, realizada nas dependências do Centro Esportivo Roland Renaux (Iresa) os novos dirigentes foram eleitos e empossados, reconstituindo definitivamente o clube. Antônio Abelardo Bado (Presidente), José Carlos Loos (Vice), Rogério L Wippel (Diretor Administrativo), Roberto Kormann (Tesoureiro), Aderbal Schaefer (Orador). Comissão de Futebol: Roberto Luis Pereira, Valdir Belz, Anselmo Boos e Arno Mosimann. Comissão Social: Nair Gracher, Célis Muller, Maria do Carmo Muller e Licir Bologmini. Conselho Deliberativo: Leonardo Loos (Presidente), Aníbal Schulemburg (Vice), Klaus Peter Loos (Secretário). Conselheiros: Nildo Teixeira de Mello, Onildo Muller, João Paulo, James Crews, Gilberto Rau, Nélson José Penk, Vinícius José Bado, Augusto César Diegoli, Paulico Coelho, Ivo Barni, Edilberto da Silva, Juliano Belli, Alessandro Simas, Israel Duarte, Márcio Muller, Ivan Evaristo e Rafael Walendowsky. Para ser o presidente de Honra, foi aclamado por unanimidade o ex-craque Teixeirinha

Retorno ao estádio[editar | editar código-fonte]

Em 2003, após vários anos perdidos com a briga judicial, Carlos Renaux e Paysandu puderam reaver legalmente seus patrimônios e iniciar suas reestruturações. O primeiro ato foi pintar totalmente o estádio nas tradicionais cores do clube, azul, vermelha e branco, e colocar a bandeira do Carlos Renaux no alto do topo das torres de refletores. Os estádios voltaram das mãos do Brusque FC totalmente depredados, com até mesmo interruptores de luz e maçanetas das portas desaparecidas. Diversos troféus do Renaux e documentos foram jogados fora, alguns no rio por dirigentes do Brusque FC e desapareceram. Neste ano de 2003, o Renaux voltou ao futebol, disputando o Campeonato Regional da Liga Brusquense, com 12 equipes, e dois clássicos com o Paysandú puderam novamente serem disputados, os quais terminaram em 2x3 e 1x2 para o Paysandú.

Volta ao futebol profissional[editar | editar código-fonte]

No ano seguinte, 2004, o Carlos Renaux passou a alugar o seu estádio para o Brusque FC poder continuar as suas atividades, já que este não possui patrimônio próprio. Retornou às competições oficiais disputando em 2004 o Campeonato Catarinense da Segunda Divisão de Profissionais - Divisão especial (B1). O presidente era Jair Vargas. O diretor de futebol, Toni Bado, e o gerente de futebol Rudney Schulemburg, montaram uma equipe prestigiando jogadores da região de Brusque, como era o plano da diretoria entre os quais destacando-se brusquenses Fabiano Appel (goleiro), Clésio, Graciel, Claudecir (zagueiros), Chimbica e Edgar (atacantes). Obteve o quinto lugar entre os 12 participantes, sagrando-se campeão o Juventus de Jaraguá do Sul. Participou novamente da Segundona de Profissionais em 2005.

Em 2006, um "empresário" português, Carlos Andrade, conseguiu iludir a diretoria do clube, prometendo uma gestão profissional. Fez um contrato longo e deixou dívidas enormes. O próprio desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Até mesmo o nome do clube foi mudado para "Sport Clube Brusquense" (primeiro nome do clube na sua fundação). Este empresário, sublocou o estádio Augusto Bauer ao Brusque FC por 5 anos, com direito total de uso do estádio. Até a secretaria do Brusque FC voltou para o Augusto Bauer. Contrato este que terminou em 31/12/2011. A diretoria do Carlos Renaux conseguiu reduzir este contrato na justiça, pagou dívidas e findo o prazo legal reativou amplamente suas categorias de base, onde treinam mais de 200 jovens, proporcionando atividades esportivas e sociais para centenas de crianças, jovens e adolescentes, revelando jogadores para clubes da região. Após a reativação do clube, em 1997, foram presidentes: Antônio Abelardo Bado (97-2003), Jair Antonio Vargas (2004), Nelson Klabunde (2005-09), José Carlos Loos (2009-2013) e Renato Petruscky (2014)

Em 2010, a diretoria conseguiu recursos junto ao governo do estado, patrocínio com empresas da cidade, investimento de dirigentes e realizou diversas melhorias no estádio. A soma total investida na modernização do patrimônio passou de R$ 400 mil reais. Foram colocados novos alambrado, gramado, cadeiras sociais, cabines de rádio, refletores, cobertura da arquibancada, vestiários, para-ráios, drenagem pluvial do campo e bancos de reserva nos padrões exigidos pela CBF, ficando assim como o "estádio mais moderno" da atualidade em Santa Catarina.

Atualidade[editar | editar código-fonte]

Atualmente o clube vem fazendo futebol não profissional. Reativou amplamente suas categorias de base, onde treinam mais de 200 jovens, proporcionando atividades esportivas e sociais para centenas de crianças, jovens e adolescentes, revelando jogadores para clubes da região. Desde 2011, o Carlos Renaux voltou a disputar o Campeonato Regional de Futebol Amador, além de disputar diversas competições e torneios nas categorias dente de leite, mirim, infantil, juvenil e juniores.

O jornalista brusquense Victor Fernando Pereira realizou um documentário sobre o Carlos Renaux. O vídeo pode ser visto no YouTube. Procure pela palavra chave "Carlos Renaux".

A Diretoria do Carlos Renaux recebeu camisas e adesivos do clube, que estão a venda na Secretaria (segundo andar) e também no bazar que fica ao lado da bilheteria do estádio.

Em 7 de agosto de 2011, mais um amistoso entre os veteranos do Carlos Renaux e do Paysandu foi realizado, evento que fez parte do calendário oficial da "Semana de Brusque". O jogo terminou em 0x0. Foi realizado no estádio Cônsul Carlos Renaux (Paysandu).

Centenário do clube[editar | editar código-fonte]

Durante todo ano de 2013 o Carlos Renaux realizou diversos eventos. Bingos, sorteios de carros, jantares comemorativos, amistosos, torneios, culminando como ponto alto dos 100 ANOS DO CLUBE um grandioso jantar social de gala que ocorreu nas dependências da Sociedade Esportiva Bandeirante. Atleticanos, empresários, industriais, ex-jogadores, e grande parte da sociedade brusquense prestigiou a noite festiva, que teve como orador o radialista Dirlei Silva. Famílias de ex-jogadores, ex-dirigentes e o presidente da Federação Catarinense, Delfim Peixoto, foram homenageados.

No sábado a tarde, dia 14 de Setembro de 2013, um grande amistoso foi realizado no remodelado Estádio Augusto Bauer, o resultado do jogo foi Carlos Renaux 1x2 Seleção Brasileira Sub-20. O Renaux foi representado por jogadores integrantes dos dez clubes da Série A do Campeonato Catarinense, que envergaram a tradicional camisa tricolor. A Seleção foi comandada pelo treinador Alexandre Gallo, ex-volante de Santos FC, São Paulo e outros clubes.

Foi a primeira vez que a Seleção Brasileira jogou na cidade de Brusque.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Cscr-featured.png Campeão Invicto


ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Santa Catarina Campeonato Catarinense 2 1950, 1953 Cscr-featured.png
MUNICIPAIS
Competição Títulos Temporadas
Blumenau bandeira.jpg Campeonato Blumenauense 5 1950, 1952, 1953, 1954, 1958
Blumenau bandeira.jpg Torneios Início de Blumenau 4 1951, 1952, 1954, 1957
Bandeira Brusque SantaCatarina Brasil.jpg Campeonato Brusquense 2 1961, 1987
Bandeira Brusque SantaCatarina Brasil.jpg Torneio Início de Brusque 1 1959
SantaCatarina Metro ValedoItajai.svg Campeonatos do Vale do Itajaí 5 1922, 1941, 1942, 1943, 1945
SantaCatarina Metro ValedoItajai.svg Torneio Início do Vale do Itajaí 3 1940, 1941, 1943
TORNEIOS AMISTOSOS
Competição Títulos Temporadas
Santa Catarina Taça Telephonica Catharinense 1 1930
Santa Catarina Torneio Norte-Sul 1 1954
Santa Catarina Troféu Sociedade Esportiva Floresta 1 1978

Jogadores/treinadores notáveis e ídolos[editar | editar código-fonte]

Legenda:

Farm-Fresh award star gold 2.png Jogadores/Treinadores que só jogaram/treinaram pelo Carlos Renaux

Farm-Fresh award star silver 2.png Jogadores/Treinadores que, no Brasil, só jogaram/treinaram pelo Carlos Renaux

Farm-Fresh award star bronze 2.png Jogadores/Treinadores que, em Santa Catarina, só jogaram/treinaram pelo Carlos Renaux

EstrelaÍdolo.png Grande Ídolo

Goleiros
Defensores
Meio-Campos
Atacantes
Brasil Teixeirinha EstrelaÍdolo.png
Técnicos

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

Bandeira de BrasilSoccer icon Este artigo sobre clubes brasileiros de futebol é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.