Sines

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Sines
Brasão de Sines Bandeira de Sines
Brasão Bandeira
Sines houses.JPG
Vista parcial de Sines
Localização de Sines
Gentílico siniense
Área 203,30 km2
População 14 238 hab. (2011 INE)
Densidade populacional 70,03 hab./km2
N.º de freguesias 2
Presidente da
Câmara Municipal
Nuno Mascarenhas (Partido Socialista)
Fundação do município
(ou foral)
1362
Região (NUTS II) Alentejo
Sub-região (NUTS III) Alentejo Litoral
Distrito Setúbal
Antiga província Baixo Alentejo
Feriado municipal 24 de Novembro
Código postal 7520 Sines
Sítio oficial www.sines.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Sines é uma cidade portuguesa do distrito de Setúbal, região do Alentejo e sub-região do Alentejo Litoral, com cerca de 18 298 habitantes (2015 INE). Encontre a maior e a primeira área portuária de Portugal e a principal Cidade da industrial logística portuária em Portugal e a terra natal do Vasco da Gama.

É sede de um município com 203,30 km² de área[1] e 14 238 habitantes (2011 INE),[2][3] subdividido em 2 freguesias.[4] O município é limitado a norte e leste pelo município de Santiago do Cacém, a sul por Odemira e a oeste tem litoral no Oceano Atlântico. O litoral do município, para sul de São Torpes, faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

População[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes [5]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
3 148 3 363 3 580 3 988 4 808 5 586 7 666 8 859 9 534 8 866 7 550 12 075 12 347 13 577 14 238

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [6]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 0 0 2 037 2 626 3 077 2 887 2 304 1 805 3 018 2 542 2 108 2 068
15-24 Anos 0 0 1 003 1 649 1 723 1 984 1 572 1 060 1 755 1 782 1 990 1 587
25-64 Anos 0 0 2 328 3 099 3 644 4 100 4 374 4 040 6 144 6 500 7 382 8 079
= ou > 65 Anos 0 0 229 310 367 519 616 645 1 158 1 523 2 097 2 504
> Id. desconh 0 0 16 11 37

(Obs: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

História[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: História de Sines

A história de Sines tem sido enformada pelo mar. Da Pré-História aos dias de hoje foram o mar e os seus recursos que definiram a economia, a cultura, a composição e até o caráter das suas gentes.

Há evidências da existência de populações humanas na área no concelho desde a Pré-História. Vestígios de alguns desses povoamentos estão hoje a descoberto em estações arqueológicas como a Palmeirinha e a Quitéria.

Os Celtas e Púnicos também terão andado por Sines. A presença celta é apenas uma hipótese, mas a púnica é uma certeza: é púnico o Tesouro do Gaio, descoberto numa herdade do concelho em 1966 e atualmente à guarda do Museu de Sines.

Com os Romanos, o concelho define-se pela primeira vez como centro portuário e industrial. A baía de Sines é o porto da cidade de Miróbriga. O canal da Ilha do Pessegueiro está ligado a Arandis (Garvão). Sob o poder de Roma, Sines e a Ilha são polos "industriais", com complexos de salgas de peixe. A segunda hipótese de etimologia de Sines é também romana: "sinus" - baía ou "sinus" - seio, que é a configuração do cabo de Sines visto do Monte Chãos.

A Alta Idade Média, em que a região teve ocupação por Visigodos e Mouros, é o período mais obscuro da história de Sines. Há no Museu de Sines cantarias visigóticas que atestam a existência de uma basílica do século VII. Durante a ocupação árabe do sul da península, Sines é praticamente abandonada.

Povoação da Ordem de Santiago a partir o século XIII, Sines adquire autonomia administrativa em 24 de novembro de 1362. Dom Pedro I concede carta de elevação de Sines a vila interessado na sua função defensiva da costa, colocando como condição a construção do Castelo.

A Escola Naval Italiana em Sines em nos séculos XV/XVI, a formação de engenheira naval de construção de embarcações para o serviço do reino, a formação engenheiros para os outros reinos da Europa porque a razão a criada a Escola em Sines as razões de políticas da igreja, a terra natal do Vasco da Gama abriu a porta os novos mundos para a , a igreja tinhas a dívida moral para o Vasco da Gama, a tecnicamente geográfica da baía para a construção e para a segurança de embarcações poder a fazer os textos e a escola fecho de nobres de capital do reino não a gostava a ideia de escola naval estar em Sines, o inicio o centralização de Lisboa no século XVI esta o anti-desenvolvimento geoestratégica de Sines, os nobres a capital do reino a ser reconhece internacionalmente estar no centro do mundo conhecido e actualmente a continuou a ser si.

A vida do município na Idade Moderna continua a ser marcada pelas funções marítimas. A fundação de Porto Covo, por Jacinto Bandeira, acontece no final do século XVIII, no pressuposto de aí virem a ser construídos dois portos.

Houve acordo de aliança dos Reinos de Portugal e de Inglaterra no século XIX em altura de Rainha Victoria, o acordo era os senhores ingleses a ocupar os terrenos do território de Sines, de Santiago do Cacém e de Odemira, com a divisão dos terrenos de mais de numa área dois campos de futebol em actualmente ainda na cidade e no arretares de Sines e de Porto Côvo, fui a forma a iniciar a produtividade de agricultura, de animais e de cortiça em território no Litoral Alentejano e o desenvolvimento das vilas de Sines, de Santiago do Cacém, de Odemira, de Santo André e de Milfontes e das aldeias de Porto Côvo, de Melides, de Abela e de Grândola.

A industrial mais produtividade para os senhores ingleses fui a cortiça, com as oito fabricas em Sines os produtos de cortiça saiu na via marítima e até no inicio de século XX e na década 30.

No século XIX, com o Liberalismo, o concelho deixa de pertencer à Ordem de Santiago e acaba mesmo por ser extinto, em 1855. Mas a segunda metade do século é, paradoxalmente, de crescimento.

Em meados do século XIX, um jovem médico algarvio escreve a primeira monografia de Sines conhecida, "Breve Notícia de Sines". A Sines de Francisco Luís Lopes é uma vila com problemas, mas aberta e tolerante.

O século XX começa praticamente com a restauração do município, em 1914. A indústria da cortiça, a pesca e alguma agricultura e turismo constituem a base da vida de Sines até ao final da década de 60, quando, além da proximidade do mar, Sines pouco se distingue do resto do Alentejo.

O grande complexo industrial criado pelo governo de Marcello Caetano em Sines, em 1970, muda o concelho. A população explode e diversifica-se, a paisagem ganha novas configurações e a comunidade luta para manter a sua integridade e a qualidade de vida, mitigando os impactes negativos da instalação das novas unidades e aproveitando os positivos.

A razão do ideal do projecto de construção da cidade de raiz, Vila Nova de Santo André para a migração do populacional da Vila de Sines, era para o desaparecido do povoado de Sines, era para a transformação de ocupação do tudo território da sede do Município do complexo industrial - portuário de Sines, o ideal era então errado de eliminação do povoado de Sines no inicial da década 70 a da década 90, na década 90 de expansionismo da Vila de Sines até chegar a cidade de Sines a continuidade a limitada o expansionismo de cidade e de industrial, nas razões da burocracia processual estadual e local e as escolhas politicas económicas e reindustrialização do país no longo anos errada, para a estratégica do país para a globalização a continuidade do atrasado desenvolvo de cidade portuária - industrial de Sines, para o centralizo de financeiro do Funchal, de politico da Lisboa, de industrial e de económico do Porto e como um problema consciência da sociedade Portuguesa para da cultura a económica e o industrial.

Mas hoje pelo porto de águas profundas de Sines já passa mais de metade do tráfego portuário em Portugal, sobretudo de contentores. E o alargamento do canal do Panamá poderá dar um grande impulso a Sines, desde que seja finalmente construída uma adequada ligação ferroviária a Espanha e Europa Central.


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Demografia[editar | editar código-fonte]

População do concelho de Sines (1801 – 2011)
 
 
 
 
 
1766
 
 
 
 
 
2632
 
 
 
 
 
[1]
 
 
 
 
 
7666
 
 
 
 
 
8866
 
 
 
 
 
12075
 
 
 
 
 
12347
 
 
 
 
 
13577
 
 
 
 
 
14238
[1] Integrado em Santiago do Cacém


Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Sines.

As freguesias de Sines são as seguintes:

Economia[editar | editar código-fonte]

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No concelho predominam as actividades ligadas aos sectores secundário e terciário, seguidos pelo primário. Sines é um centro industrial, o que se traduz pela localização, neste concelho, de uma refinaria de petróleo, indústrias da petroquímica, de construção de polímeros, de metalomecânica e de produção de vagões, facto promovido pela proximidade do porto comercial, cuja importância tem vindo a crescer desde o início do novo milénio.

A aliança 2M, que irá reunir os armadores Maersk e MSC de contentores já escolheu Sines para operar em Portugal os seus serviços de transhipment (transbordo) de contentores no terminal de contentores do porto de Sines e como a ligar de ferroviária de mercadorias entre do porto de Sines - Madrid - Paris - Europa em 2021, os outros navios de cinco continentes, como as novas rotas comerciais do porto de Sines estar no centro das rotas e o inicio a operar totalmente do canal de ligação dos oceanos Pacífico - Atlântico em no Canal de Panamá vai o porto de Sines a ganhar a maior importação navegação marítima entre oceano Atlântico de exportação e de importação da União Europeia, a ser a porta entrada da China, dos Estados Unidos da América para a União Europeia e o porto de Sines como as previsões de estudos de Organização Mundial do Comércio (OMC) a dar o maior crescimento no mercado de contentores no futuro.

O porto de Sines é o primeiro maior porto artificial de Portugal e um porto de águas profundas, de fundos naturais até −28 m ZH, com terminais especializados que permitem o movimento de diferentes tipos de mercadorias e de Transshipment "Transbordo" e Hinterland Nacional e Fronteiriço ou rede de Trans-Europa. Para além de ser o principal porto na fachada atlântica de Portugal, devido às suas características geofísicas, é a principal porta de entrada de abastecimento energético de Portugal: contentores, gás natural, carvão, petróleo e seus derivados (Características, 2007).

A sua construção teve início em 1973 e entrou em exploração em 1978. A 14 de Dezembro de 1977 foi criada a Administração do Porto de Sines (APS) (30º, 2007). O porto opera 365 dias por ano, 24 horas por dia, disponibilizando serviços tais como: controlo de tráfego marítimo; pilotagem, reboque e amarração; controlo de acessos e vigilância; água potável e bancas; combate a acidentes/poluição; reparações a bordo ou em terra (Serviços, 2007). O porto de Sines situa-se a 37º 57' de latitude Norte e a 08º 52´ de longitude Oeste, a 58 milhas marítimas a Sul de Lisboa (Localização, 2007).

Sines também passou por algumas vicissitudes nas décadas iniciais. Desde problemas na construção do porto até excesso de optimismo quanto a certas indústrias petroquímicas (não a refinaria), foram vários os contratempos. Mas hoje pelo porto de águas profundas de Sines já passa mais de metade do tráfego portuário em Portugal, sobretudo de contentores. E o alargamento do canal do Panamá poderá dar um grande impulso a Sines, desde que seja finalmente construída uma adequada ligação ferroviária a Espanha e Europa Central.

No que respeita ao hinterland, existem ótimas ligações diretas do Terminal XXI às redes nacionais rodoviária e ferroviária, estando estas integradas na Rede Transeuropeia de Transportes. Por outro lado, para dar resposta às projeções de crescimento, encontra-se em implementação um ambicioso plano de evolução e expansão das acessibilidades rodo-ferroviárias, que permitirão garantir a correta intermodalidade para as ligações nacionais e ao interior de Espanha, particularmente à região de Madrid.

A pesca, o turismo e os serviços são as restantes actividades com relevância no concelho.

Figuras com destaque nacional[editar | editar código-fonte]

Património histórico[editar | editar código-fonte]

O Castelo de Sines com a estátua de Vasco da Gama.
A Praia de São Torpes, em Sines, foi o local onde deu à costa o corpo do santo mártir.

Militar[editar | editar código-fonte]

Religioso[editar | editar código-fonte]

Estátuas[editar | editar código-fonte]

Outros[editar | editar código-fonte]

Equipamentos públicos[editar | editar código-fonte]

Principais eventos[editar | editar código-fonte]

Desportivos[editar | editar código-fonte]

Porto de Pesca de Sines (vista do castelo)

Acessibilidade[editar | editar código-fonte]

Rodoviária[editar | editar código-fonte]

Autoestrada[editar | editar código-fonte]

Estrada[editar | editar código-fonte]

  • N120-1
  • CM1972

Portuária[editar | editar código-fonte]

Porto de Sines[editar | editar código-fonte]

Ferroviária[editar | editar código-fonte]

Linha de Sines[editar | editar código-fonte]

  • RAMAL DE TERMINAL MULTIPURPOSE
  • RAMAL DE TERMINAL DE CONTENTORES
 "1990-01-01: Supressão "Processo fonológico que consiste na queda de um segmento em inicio (aférese), meio (síncope) ou fim (apócope) de palavra" do tráfego ferroviário de passageiros e substituição "Colocação de pessoa ou coisa no lugar de outra e troca" por serviço rodoviário na ligação do ramal de Sines." "Fonte: SAPO"                                                                                                                             "2000-10: Concluída a ligação em tração elétrica entre os quatro principais portos do país (Sines, Setúbal, Lisboa e Leixões)."                      "2009-06-15: Início dos trabalhos de modernização da estação da Raquete, na Linha de Sines, que integra o programa de investimentos definido para o desenvolvimento do corredor ferroviário de mercadorias Sines/Elvas."                                 "2009-09-28: Início dos trabalhos de modernização do troço Bombel e Vidigal a Évora, nas Linhas do Alentejo e Vendas Novas, Corredor Ferroviário Sines/Elvas."                                                                                             "2010-05-31: Conclusão da modernização da Estação da Raquete, na Linha de Sines."                                                "Fonte: REFER"

Aeroportuária[editar | editar código-fonte]

Acessibilidade até Madrid[editar | editar código-fonte]

Rodoviária[editar | editar código-fonte]

Autoestrada[editar | editar código-fonte]

"O tempo de viagem de 5 horas e 59 minutos entre Sines a Madrid em Autoestrada (668 Km)"

Estrada[editar | editar código-fonte]

  • IC1
  • N253
  • N4
  • E-90
"O tempo de viagem de 8 horas entre Sines a Madrid em Estrada (686 Km)"

Acessibilidade até Lisboa[editar | editar código-fonte]

Rodoviária[editar | editar código-fonte]

Autoestrada[editar | editar código-fonte]

"O tempo de viagem de 1 horas e 39 minutos entre Sines a Lisboa em Autoestrada (165 Km)"

Estrada[editar | editar código-fonte]

"O tempo de viagem de 2 horas e 29 minutos entre Sines a Lisboa em Estrada (205 Km)"

Serviços no Portuário Ibérico[editar | editar código-fonte]

 "No espaço da Península Ibérica com mais de 60 milhões consumidores entre os dois Países "Espanha e Portugal", no espaço da União Europeia com mais de 500 milhões consumidores, no espaço da América do Norte com mais de 800 milhões consumidores e etc...."      "Os Acordos de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento para a União Europeia - América do Norte e Mercosul "América do Sul e América Central [?]"."

Médias[editar | editar código-fonte]

Rádio[editar | editar código-fonte]

Jornal[editar | editar código-fonte]

Online[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28/11/2013. 
  2. INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Alentejo (PDF) (Lisboa: Instituto Nacional de Estatística). p. 95. ISBN 978-989-25-0182-6. ISSN 0872-6493. Consultado em 27/07/2013. 
  3. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_ALENTEJO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27/07/2013. 
  4. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  5. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  6. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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