Montijo

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Montijo
Brasão de Montijo Bandeira de Montijo
Portugal - Montijo - Church (83456425).jpg
Centro do Montijo: Vista da Praça da República, com a Igreja Matriz ao fundo
Localização de Montijo
Gentílico - Montijense
- Aldeano (popular)
- Aldegalense (em desuso)
Área 348,62 km²
População 51 222 hab. (2011)
Densidade populacional 146,9  hab./km²
N.º de freguesias 5
Presidente da
câmara municipal
Nuno Canta (PS)
Fundação do município
(ou foral)
15 de Setembro de 1514
Região (NUTS II) Região de Setúbal
Sub-região (NUTS III) Península de Setúbal
Distrito Setúbal
Província Ribatejo
Orago Divino Espírito Santo
Feriado municipal 29 de Junho
Código postal 2870 Montijo
Sítio oficial http://www.mun-montijo.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Montijo é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Setúbal, região de Lisboa e sub-região da Península de Setúbal, com cerca de 35 000 habitantes.[1] Até 1930, e apesar do seu estatuto de vila, denominava-se Aldeia Galega do Ribatejo ou, simplesmente, Aldeia Galega ou Aldegalega[2], passando deste então a ter o seu nome atual, «que melhor condiz com as suas tradições históricas».[3]

É sede de um município com 348,62 km² de área[4] e 51 222 habitantes (2011),[5][6] subdividido em 5 freguesias.[7] É um dos poucos municípios de Portugal territorialmente descontínuos, sendo aquele que o é de forma mais evidente.[8] A porção principal, onde se situa a cidade sede do município, é a mais pequena (348,6 km²) e é limitada a norte e a leste pelo município de Alcochete, a sudeste por Palmela, a sul pela Moita e a oeste pelo estuário do Tejo. A porção secundária, cerca de 15 km a leste, é limitada a norte por Coruche, a leste por Montemor-o-Novo e Vendas Novas, a sul e sudoeste por Palmela e a noroeste por Benavente.

A Ponte Vasco da Gama, inaugurada em março de 1998, e o transporte fluvial Transtejo, asseguram a ligação entre Montijo e Lisboa.

Montijo celebra a 29 de junho as Festas Populares de São Pedro, padroeiro das gentes do mar, e é conhecida por terra de touradas, boa comida e fados.

População[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes [9]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
6 325 7 342 9 094 10 504 11 105 12 466 14 832 17 688 25 887 30 217 42 180 36 849 36 038 39 168 51 222

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [10]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 3 450 3 774 3 676 4 559 5 332 6 907 7 400 8 465 8 534 6 451 5 879 8 506
15-24 Anos 2 078 2 052 2 443 2 925 3 153 5 028 5 047 6 290 5 243 5 486 5 104 4 993
25-64 Anos 4 603 4 843 5 656 6 560 8 120 12 442 15 918 24 635 19 147 19 101 21 393 29 154
= ou > 65 Anos 416 444 658 772 924 1 375 1 852 2 790 3 925 5 000 6 792 8 569
> Id. desconh 26 22 28 26 67

(Obs: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Montijo.

O concelho de Montijo está dividido em 5 freguesias:

* Freguesias situadas no exclave.

História[editar | editar código-fonte]

Montijo tem a sua história intimamente ligada ao Rio Tejo, pois grande parte da sua área geográfica é delimitada pelo mesmo. A presença humana fez-se sentir naquela região desde muito cedo (pelo menos desde o Paleolítico, segundo vestígios arqueológicos encontrados), devido, muito provavelmente, às excelentes condições naturais.[11]

Nos alvores da nacionalidade (século XII), os coutos e herdades que existiam na atual área do concelho de Montijo foram doados por D. Sancho I, em 1186, aos Cavaleiros da Ordem de Santiago. Mais tarde, por aqui passaria D. Paio Peres Correia, Mestre daquela Ordem.

O núcleo populacional, habitado principalmente por pescadores e salineiros, muitos deles vindos das Rías Galegas e do litoral norte de Portugal (fruto do processo de repovoamento decorrente da reconquista cristã), começou a desenvolver-se desde que, na menoridade de D. Afonso V, o regente D. Pedro e o Mestre da Ordem de Santiago, o infante D. João, ambos tios do monarca, mandaram desassorear o esteiro de Alhos Vedros, construindo para o efeito uma estacada.

Em 1385, D. João I confirma os privilégios dados por D. Sancho. Mais tarde, em 1445, por carta régia de D. Afonso V, os coutos e terras de Aldeia Gallega são afetos ao património da rainha D. Isabel de Avis.[12]

No primeiro quartel do século XIV, os agricultores e fazendeiros de Aldeia Gallega, sob a proteção da Ordem de Santiago, erguem a Ermida de São Sebastião, que terá sido matriz da localidade até à construção da Igreja do Divino Espírito Santo, no século XVI.

Em março de 1498 D. Manuel I parte para Toledo a fim de ser jurado príncipe herdeiro de Castela e Leão, ao passar por Aldeia Gallega e ouvir as suas gentes, ordena a construção de um poço público junto à velha Albergaria, onde funcionava o Hospital da Caridade.

O mesmo rei D. Manuel outorgou foral à vila a 15 de setembro de 1514, desanexando-a da antiga freguesia de Santa Maria de Sabonha. No ano seguinte, a 17 de janeiro de 1515, renovou o foral, num diploma único para as duas vilas de Aldeia Gallega do Ribatejo e Alcochete.

Em 1520 é fundada a Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Gallega do Ribatejo e, em 1571, por carta régia de D. Sebastião, é construída a Igreja da Misericórdia (classificada em 2009 como Imóvel de Interesse Público pelo IPPAR)[13][14]

O correio-mor, D. Luís Afonso, fez de Aldeia Gallega do Ribatejo, em 1533, a sede da Posta nas comunicações com o Sul de Portugal, e iniciam-se os trabalhos de melhoramentos e arranjos da Estrada Real (atual Estrada Nacional 4) que liga Lisboa a Badajoz, tornando a povoação ponto de passagem obrigatória para quem se dirigia à capital do Reino ou dela provinha. Desta forma a vila conheceu grande desenvolvimento e abastança, em particular durante a dinastia filipina, dado o crescente tráfego entre Lisboa, Toledo, Madrid e restante Espanha. Também do período filipino é a aprovação da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, em 1608, constituída por mareantes; bem como obras e melhoramentos na Igreja Matriz e na Vila.

Foi na então Aldeia Gallega do Ribatejo que o duque de Bragança, aclamado rei em Lisboa como D. João IV, em virtude do êxito da revolução de 1 de Dezembro de 1640, ao dirigir-se de Vila Viçosa para Lisboa, reuniu o primeiro Conselho Régio de que saíram nomeados os seus ministros e a constituição do Conselho de Guerra Permanente, bem como expedidas as primeiras ordens para as fronteiras do reino. Neste Conselho Régio, que se realizou no Palácio dos Condes de São Miguel, estiveram presentes D. Francisco de Melo, marquês de Ferreira; D. Francisco Álvares Botelho, Conde de São Miguel; Jorge de Melo, General das galés; D. Pedro de Mendonça Furtado, alcaide-mor de Mourão e "muitos fidalgos e clérigos idos de Lisboa".[15]

Em outubro de 1843 Aldeia Gallega recebeu, com pompa e circunstância, os reis D. Maria II e D. Fernando, o infante D. Luís, Duque do Porto, o Presidente do Conselho de Ministros Duque da Terceira e restante comitiva. Do programa oficial destaca-se a receção no Cais das Faluas onde foi erguido um arco triunfal em madeira; o Te Deum celebrado na Igreja Matriz e as cerimónias protocolares nas quais foram entregues a D. Maria II, por mão do Presidente do Senado Municipal, as "Chaves da Vila", tendo a rainha proferido um emocionado discurso. Após o banquete oferecido pelo Senado Municipal (que contou com a presença dos Condes de São Miguel, do proprietário agrícola João Ferreira Prego, 1º Barão de Samora Correia, e de ilustres montijenses), a família real realizou um passeio noturno pelo centro da vila piscatória, tendo pernoitado nos Paços do Concelho.[16][17]

As visitas Reais e o crescimento económico e demográfico da Vila no século XIX reafirmaram a importância de Aldeia Gallega. A 25 de maio de 1879 foi inaugurado (no atual edifício dos Paços do Concelho) o novo Tribunal e Cadeia Comarcã, contando com a presença do Presidente do Conselho de Ministros, Fontes Pereira de Melo, do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Andrade Corvo, entre outros destacados membros do Governo e da Corte.

Em 1901 é aprovada, por Decreto do Governo, a substituição da iluminação pública a petróleo pela iluminação elétrica. Contudo, por diversas dificuldades e demoras, somente a 1 de maio de 1911 é que Aldeia Gallega inaugurou a luz elétrica, com grande festa na Vila e com a presença do Ministro do Interior e do Governador Civil.

Entre 1907 e 1908 foi construído o Ramal de Aldeia Gallega, financiado exclusivamente pela autarquia sem recorrer ao Fundo Especial de Caminhos de Ferro. O Ramal de Montijo foi encerrado em 1989 sob o XI Governo Constitucional.

O associativismo esteve sempre muito presente no espírito de Aldeia Gallega e dos montijenses. Assim, em 1854 foi fundada a Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro; em 1872 a Associação Fraternal do Montepio de Aldegalega; em 1909 a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Aldeia Gallega; em 1913 a Sociedade Cooperativa União Piscatória Aldegalense (SCUPA); em 1914 a Banda Democrática 2 de Janeiro; em 1937 a União Mutualista de Nossa Senhora da Conceição; em 1939 o Ateneu Popular de Montijo; em 1948 a Tertúlia Tauromáquica e o Clube Desportivo de Montijo, entre tantas outras associações e grémios.

Até 6 de junho de 1930, a sede de concelho era chamada de Aldeia Gallega do Ribatejo (ou simplesmente Aldeia Gallega), passando, a partir de então, a intitular-se Montijo, denominação assumida também pelo próprio concelho.

Ainda na década de 1930, logo no princípio da Segunda Guerra Mundial, foi instalado na península de Montijo, o Centro de Aviação Naval "Comandante Sacadura Cabral" que, a 12 de junho de 1954, foi incorporado na Força Aérea Portuguesa como Base Aérea n.º 6.[18]

Em 1942, Montijo, então Vila, beneficiou de profundas obras de "melhoramentos locais", nomeadamente com a instalação da rede pública de abastecimento de água e o melhoramento e expansão da rede de iluminação elétrica. Ao longo da década seguinte (1950) a cidade inaugurou o novo Palácio da Justiça (sede do Tribunal da Comarca de Montijo), a nova estação de correios, o Hospital Distrital, o Mercado Municipal, o Cine-Teatro Joaquim de Almeida, o Estabelecimento Prisional de Montijo (que vinha substituir a Cadeia Comarcã, inaugurada em 1879), a Praça de Touros Amadeu Augusto dos Santos (que substituiria a velha Praça de Touros construída em 1888), entre outros equipamentos. Inaugurou, também, dentro dos limites do concelho, a novíssima Colónia Agrícola de Pegões[19], aí instalada pela Junta de Colonização Interna e que viria a constituir, por desanexação de áreas pertencentes às freguesias de Canha e Marateca, a freguesia de Santo Isidro de Pegões.

Em 1985 a Vila de Montijo foi elevada à categoria de cidade. Nesse mesmo ano foram criadas as freguesias de Atalaia, Pegões, Alto Estanqueiro - Jardia e, em 1989, a freguesia de Afonsoeiro.

Em 2002 foi inaugurado o novo Terminal Fluvial do Seixalinho, a mais de 2 km da cidade, assegurando a continuidade da travessia Lisboa-Montijo. A opção pela localização deste equipamento foi objeto de uma discussão polémica que ainda não está consensualizada na sociedade montijense.

Património[editar | editar código-fonte]

Descontinuidade territorial[editar | editar código-fonte]

O concelho de Montijo é um dos três municípios de Portugal territorialmente descontínuos, estando geograficamente dividido em duas partes:

  • Parte ocidental – constituída até 2013 pelas seguintes freguesias: Montijo, Afonsoeiro, Atalaia, Sarilhos Grandes e Alto Estanqueiro - Jardia, com uma área aproximada de 56,3 km². A partir de 2013 as freguesias de Montijo e Afonsoeiro foram juntas por agregação passando a denominar-se União das fregusias de Montijo e Afonsoeiro e foram igualmente juntas por agregação as freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro Jardia passando a denominar-se União das freguesias de Atalaia e Alto Estanqueiro-Jardia ;
  • Parte oriental – constituída até 2013 pelas seguintes freguesias: Santo Isidro de Pegões, Canha e Pegões, com uma área aproximada de 291,7 km².A partir de 2013 as freguesias de Santo Isidro de Pegões e de Pegões foram juntas por agregação passando a denominar-se União das freguesias de Pegões.

A parte ocidental é formada basicamente pelo território do antigo Concelho de Aldeia Gallega do Ribatejo, ao qual foi concedido foral em 1514 por D. Manuel I. A Parte Este formou-se a partir do território do antigo Concelho de Canha, extinto pela primeira vez a 6 de Novembro de 1836, altura em que foi integrado no Concelho de Montemor-o-Novo. A 2 de Janeiro de 1838 o Concelho de Canha volta a ser de novo restabelecido para, no entanto, ser definitivamente extinto no dia 17 de Abril do mesmo ano e integrar o Concelho de Aldeia Gallega do Ribatejo.[20]

A nordeste da freguesia de Montijo encontra-se o concelho de Alcochete e a sudoeste o concelho da Moita, os quais historicamente já fizeram parte do concelho da então Aldeia Gallega do Ribatejo. Este facto deveu-se à vitória das forças liberais sobre as forças miguelistas que, em 1834, acabaram com centenas de antigos municípios existentes no país.

Heráldica[editar | editar código-fonte]

Brasão de Montijo.

Os elementos heráldicos que compõem o brasão da cidade de Montijo, em uso desde 1930, são: o escudo de prata com um pequeno monte de verde, realçado de negro, movente dos flancos e assente num contra-chefe de cinco faixetas ondadas de prata e azul; em chefe, Cruz de Santiago de vermelho, acompanhada de dois lemes de negro com ferragens de ouro adossados, o da dextra posto em banda e o da sinistra em barra de dois molhos de espigas de trigo de ouro, folhadas de verde e atadas de vermelho. Coroa mural de cinco Torres de prata. Listel branco, com letras a negro “Cidade de Montijo”.

Bandeira gironada de amarelo e verde, cordão e borlas de ouro e verde. Haste e lança de ouro.[21]

Administração municipal[editar | editar código-fonte]

O município de Montijo é administrado por uma Câmara Municipal composta por 7 vereadores. O cargo de Presidente da Câmara é atualmente ocupado por Nuno Miguel Caramujo Ribeiro Canta, engenheiro agrónomo, eleito nas eleições autárquicas de 2013 pelo Partido Socialista, com 28% de votos. A curta distância ficou Carlos Jorge de Almeida, candidato da CDU, que obteve 26% de votos e dois eleitos para o executivo camarário, e Maria das Mercês Borges, candidata do Partido Social Democrata (Portugal), que obteve 25 % de votos e dois eleitos para o executivo camarário. A composição atual do executivo da câmara municipal resulta da menor diferença de resultados eleitorais entre as três forças partidárias.

Presidentes da Câmara Municipal de Aldeia Galega / Montijo:

Política[editar | editar código-fonte]

Resultados eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições autárquicas[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M
1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009 2013
PS 37,9 3 31,4 2 32,7 2 48,7 4 23,4 2 23,6 2 45,3 4 53,4 5 42,2 4 48,7 4 28,6 3
FEPU/APU/CDU 37,7 3 43,5 4 44,6 4 46,6 3 35,9 3 37,6 3 31,2 2 19,1 1 19,9 1 15,9 1 26,0 2
PPD/PSD 13,0 1 21,4 1 15,8 1 29,2 2 31,2 2 15,7 1 18,2 1 25,8 2 25,2 2
PSD-CDS 25,7 2

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Partido %
1976 1979 1980 1983 1985 1987 1991 1995 1999 2002 2005 2009 2011 2015
PCP/APU/CDU 38,70 41,25 37,89 39,95 32,73 26,46 19,39 18,41 18,67 14,06 14,19 14,23 14,02 13,41
PS 34,55 24,00 25,74 33,70 18,99 18,96 26,56 43,69 46,14 41,39 46,82 35,15 25,59 34,07
PPD/PSD 9,21 15,24 19,59 38,45 42,12 23,32 21,42 29,81 19,26 19,77 30,40
CDS-PP 5,94 5,07 3,14 2,17 2,96 8,29 6,75 7,17 5,32 9,99 13,53
UDP 2,31 3,23 2,08 1,33 1,73 1,03 0,86
AD 25,48 27,38
PRD 19,59 7,79 0,98
PSN 1,55 0,14 0,17
B.E. 2,51 3,53 8,93 14,06 6,96 13,09
PAN 1,42 1,80
PàF 27,84

Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Cinema Teatro Joaquim de Almeida
  • Museu Municipal de Montijo - Casa Mora
  • Galeria Municipal
  • Museu do Pescador (Montijo)
  • Museu Agrícola a Atalaia (Atalaia)
  • Museu Etnográfico (Canha)
  • Moinho de Maré do Cais de Montijo

Educação[editar | editar código-fonte]

Escola Conde de Ferreira, Avenida dos Pescadores, Montijo.
  • Escola EB1/Jardim de Infância de Montijo
  • Escola EB1/Jardim de Infância do Afonsoeiro
  • Escola EB1/Jardim de Infância do Bairro do Areias
  • Escola EB1/Jardim de Infância do Bairro da Caneira
  • Escola EB1/Jardim de Infância do Bairro da Liberdade
  • Escola EB1 n.2
  • Escola EB1 n.3
  • Escola EB1 n.4
  • Escola EB2 D. Pedro Varela
  • Escola Integrada do Esteval Areias
  • Escola Profissional de Montijo
  • Escola Secundária Jorge Peixinho
  • Escola Secundária Poeta Joaquim Serra [1]
  • CERCIMA [2]

Associativismo[editar | editar código-fonte]

Personalidades Montijenses[editar | editar código-fonte]

Panorama[editar | editar código-fonte]

Montijo - Panorama 2013-11-09.jpg

Geminações[editar | editar código-fonte]

Montijo tem protocolos internacionais de amizade e cooperação com:

Referências

  1. INE (2013). Anuário Estatístico da Região Lisboa 2012 (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 27. ISBN 978-989-25-0216-8. ISSN 0872-8984. Consultado em 29 de novembro de 2014 
  2. O passado nunca passa: Catálogo da colecção José Santos Fernandes (PDF). [S.l.]: Peres-Soctip – Industrias Gráficas, S.A. p. 19–20. ISBN 978-972-637-219-6 
  3. «Decreto n.º 18434». Paços do Governo da República: Ministério do Interior - Direcção Geral de Administração Política e Civil. Diário do Govêrno n.º 131/1930. I Série (131). 6 de junho de 1930 
  4. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2013 
  5. INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Lisboa (PDF). Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. p. 98. ISBN 978-989-25-0185-7. ISSN 0872-6493. Consultado em 15 de abril de 2014 
  6. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_LISBOA". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27 de julho de 2013 
  7. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  8. Instituto Geográfico do Exército (cartografia): Limites do concelho de Montijo
  9. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  10. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  11. "Montijo apresentou Carta Arqueológica do Paleolítico ao Romano" - RTP
  12. http://www.monumentos.gov.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=28129
  13. Carlos Dinis da Fonseca, "História e actualidade das misericórdias", Editora Inquérito, 1996, ISBN 972-670-268-2
  14. http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71694/
  15. Chegada de D. Joao IV - Fresco no Palácio de Justiça de Montijo
  16. Aldegalega, "Capital" do Império por um dia.
  17. Resenha Histórica
  18. Força Aérea Portuguesa - Base Aérea de Montijo
  19. Colónia Agrícola de Pegões
  20. Câmara Municipal de Montijo
  21. Brasão, Bandeira e Selo da C.M.M.
  22. http://www.mun-montijo.pt/NR/rdonlyres/895A7812-080B-4067-88B9-AFC5F308544A/47743/Acta081021deAbril.pdf
Concelhos do Distrito de Setúbal Mapa do distrito de Setúbal
Alcácer do Sal
Alcochete
Almada
Barreiro
Grândola
Moita
Montijo
Palmela
Santiago do Cacém
Seixal
Sesimbra
Setúbal
Sines
Alcácer do Sal
Alcochete
Almada
Barreiro
Grândola
Moita
Montijo
Palmela
Santiago do Cacém
Seixal
Sesimbra
Setúbal
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