Oeiras (Portugal)

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Oeiras
Brasão de Oeiras Bandeira de Oeiras
Brasão Bandeira
Palácio dos Arcos.JPG
Palácio dos Arcos em Oeiras
Localização de Oeiras
Gentílico Oeirense
Área 45,88 km2
População 172 120 hab. (2011)
Densidade populacional 3 751,53 hab./km2
N.º de freguesias 5
Presidente da
Câmara Municipal
Paulo Vistas (Independente)
Fundação do município
(ou foral)
1759 (256 anos)
Região (NUTS II) Lisboa
Sub-região (NUTS III) Grande Lisboa
Distrito Lisboa
Antiga província Estremadura
Orago Nossa Senhora da Purificação
Feriado municipal 7 de junho (Atribuição do foral)
Sítio oficial www.cm-oeiras.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Oeiras é uma vila portuguesa e uma divisão administrativa da Grande Lisboa. Este pequeno município com apenas 45,88 km²[1] tem uma elevada densidade populacional, com 172 120 habitantes (2011).[2] [3] Situa-se na zona mais atlântica do Estuário do Tejo, em redor de uma pequena baia na margem direita. É limitado a norte pelos municípios de Sintra e Amadora, a leste por Lisboa, a oeste por Cascais e a sul pela costa, situando-se frente ao município de Almada. Insere-se na Costa do Estoril e Sintra, beneficiando de um clima temperado marítimo adequado a atividades ao ar livre e utilização dos seus atrativos jardins, parques e praias. Tornando-se assim um local urbano muito atrativo.

Oeiras constitui-se como um polo económico autónomo, é um dos concelhos mais desenvolvidos e ricos da Península Ibérica e mesmo da Europa.[4] Com maior rendimento per capita em Portugal, sendo também 2º concelho com maior poder de compra e o 2º maior concelho a arrecadar impostos em Portugal. O nível económico está diretamente ligado com os estudos e essa relação mostra que Oeiras é também o concelho em Portugal com maior concentração de população com estudos superiores e a área de Portugal com a mais baixa taxa de população sem estudos.[5] No seu território encontram-se instaladas muitas multinacionais[6] , e cerca de 30% da capacidade científica do país[7] , sendo um dos principais pólos de I&D da Europa. Posiciona-se como um destino de excelência para investimentos que criem valor acrescentado para a região. Por essas razões, Oeiras é apelidada como o Silicon Valley da Europa, principalmente devido ao grande dinamismo do seu tecido empresarial. Com numa política de desenvolvimento sustentável, Oeiras apresenta atualmente um dos mais elevados índices de qualidade de vida em Portugal

A Vila de Oeiras sede do município, com cerca de 33 820 habitantes, é uma das vilas mais populosas de Portugal mas permanece ainda oficialmente vila. Demograficamente é a quarta vila mais populosa em Portugal, após Algueirão-Mem Martins, Corroios e Rio de Mouro[carece de fontes?].

História[editar | editar código-fonte]

Mais de 4000 anos de Povoados[editar | editar código-fonte]

O clima ameno, a abundância de água, a qualidade dos solos e a posição geográfica privilegiada oferecidas pela zona ribeirinha do estuário do Tejo foram desde a Pré-história factores determinantes para a fixação da população neste local[8] . A existência, no interior, de alguns "cabeços" ou altos, é propícia à exploração agrícola. Deu-se então o estabelecimento de alguns castros agro-pastoris, como é exemplo a Gruta da Ponte da Laje ocupada desde o Paleolítico à Idade do Ferro, e a Jazida de Outurela datada da Idade do Ferro[8] . Mas o mais importante de todos é o Castro de Leceia, (classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1963[8] ) cujas escavações arqueológicas realizadas mostram um conjunto de estruturas habitacionais e defensivas do Calcolítico Inicial[8] . Este Castro foi habitado até às populações que antecederam a chegada dos romanos. Do Período Romano podem encontrar-se vestígios em vários locais do concelho, destacando-se o mosaico romano existente na Rua das Alcássimas, no Centro Histórico de Oeiras e a Ponte Romana.

Muito embora se registe uma ocupação efetiva desde a pré-história, é no século XII (1147) que se datam as origens de um povoado chamado Oeiras, topónimo que viríamos a herdar.

Todo o período Medieval continua a caracterizar-se por povoados, naturalmente ligados à exploração agrícola e à caça, espalhados pelo território. Aljez (Algés) era nesta época um povoado muçulmano estabelecido numa parte elevada da encosta (hoje Algés de Cima). Da influência muçulmana chegaram até hoje algumas marcas, nomeadamente alguns topónimos como: Alcássimas, Algés, Alpendroado, Quinta da Moura, etc[8] . Tercena provavelmente virá da palavra árabe Torgena que, no século XIII dava nome ao local que hoje conhecemos com a nomenclatura de Tercena.

Era das Navegações[editar | editar código-fonte]

No século XV, início da Era das Descobertas, instalam-se novas atividades industriais e comerciais e a região assume as funções de celeiro de Lisboa e de centro industrial. É aqui que começa a real interação administrativa entre Oeiras, Aljez e Barquerena, que teriam agora sido elevados à categoria de reguengo, ou seja terra que pertencia à coroa. Há um documento de 1448 que confirma este estatuto, através de uma carta de privilégio concedido aos lavradores: “enquanto durarem ceifas e debulhes os trabalhadores residentes nos reguengos de Oeiras, Aljez e Barquerena não vão trabalhar para fora destes” (mais tarde D. Manuel I confirmou as prerrogativas desta carta em 1497). Surgem as primeiras Quintas, onde se sabe que a nobreza também utilizaria para a caça, e destaca-se a Quinta de Paço de Arcos por lhe ser construído um palácio. Já no século XVI dá-se em Paço de Arcos a exploração das pedreiras e a construção dos Fornos da Cal, e em Barcarena surge a Fábrica da Pólvora Negra destinada à manipulação de pólvora e fabrico de armas. Também neste século o Reguengo de Algés cresce para sul e ocupa toda a encosta até à Ribeira de Algés, tendo-se edificado um Convento na Quinta de São José de Ribamar.

Para além deste convento, foi do século XVI ao XVIII, que foram erguidos grande parte dos edifícios religiosos de Oeiras, como o Convento da Cartuxa. E também durante os mesmos séculos que foram construídas as fortificações ao longo da orla marítima de modo a defender a costa e controlar o movimento de navios na entrada da Barra do Tejo, como o Forte de S. Julião da Barra e o Forte de S. Lourenço do Bugio. Começam agora a surgir mais quintas com palácios ou solares, destinadas ao recreio e à exploração agrícola (principalmente de cultura cerealífera e vinícola constituindo importantes fontes de abastecimento de Lisboa). Por exemplo: Quinta da Terrugem, Quinta Real de Caxias, Quinta dos Aciprestes, Quinta de Nossa Senhora da Conceição, Quinta de Nossa Senhora do Egipto, Quinta de São José de Ribamar e Quinta do Marquês de Pombal.

Oeiras - Estabelecimento do Concelho[editar | editar código-fonte]

Palácio do Marquês de Pombal

Foi no Reguengo de Oeiras, junto aos terrenos férteis da Ribeira da Laje, que Sebastião José de Carvalho e Melo também conhecido por Conde de Oeiras e Marquês de Pombal, mandou construir a sua residência oficial. Uma quinta formada através da incorporação de vários casais e quintas com um solar típico do século XVIII e uns magníficos jardins que são símbolo do Iluminismo (ver Palácio do Marquês de Pombal). O Palácio do Egipto perderia então o título de edifício mais importante e nobre do reguengo. Em Carta Régia de 7 de Junho de 1759 a jurisdição das terras é atribuída pelo Rei D. José I ao seu Primeiro-ministro sendo agora o 1º Conde de Oeiras, elevando Oeiras à categoria de Vila. E o concelho de Oeiras é constituído um mês depois, em Carta Régia de 13 de Julho de 1759.[8] De acordo com o Foral, o concelho passou a ter os seguintes limites: a nascente o Rio Jamor, rio acima até à ponte do Jamor; a norte atingia o limite do Casal da Veiga (já pertencente a Barcarena), seguia em direcção à Ermida de Nossa Senhora do Socorro (Leião) e daqui até ao Lugar de Talaíde; a poente a Ribeira da Laje, descendo essa ribeira até à Vila de Oeiras e ao Forte do Areeiro; a sul o Tejo. O Marquês conceber a autonomia deste território, proporcionou-lhe desenvolvimento a nível económico e social ao apostar na inovação e no aproveitamento das condições fornecidas pelo Estuário do Tejo. Em 1770 ordenou a realização da 1ª Feira Agrícola e Industrial realizada em Portugal, e porventura na Europa. Apesar desta feira ter permitido um destaque a nível nacional, a sua obra municipal passa igualmente pela criação de um porto de abrigo para pescadores, uma alfândega e feitoria, entre outras obras. Destaca-se também neste século o Aqueduto de Carnaxide, mandado construir também pelo rei D. José I.

Industrialização[editar | editar código-fonte]

Durante o século XIX a atividade agrícola entra em declínio paralelamente ao aparecimento de novas indústrias. Surgem as grandes unidades fabris sendo as mais importantes nesta época a Fábrica do Papel, a Fundição de Oeiras, a Lusalite e os Fermentos Holandeses. Começam também a crescer também as atividades de lazer e Oeiras torna-se num local privilegiado de "banhos" para a elite portuguesa. Edificam-se agora uma série de palácios e quintas, agora unicamente destinados a atividades de lazer, como o Palácio dos Anjos, a Quinta dos Sete Castelos, a Quinta das Torres, as quintas do Jamor, a reestruturação do Palácio Ribamar no casino The Splendid Foz Garden seguida da progressiva transformação do Convento de S. José de Ribamar em Palácio Foz. Contudo a meados do século XIX, principalmente a partir do reinado de D. Luís I, Cascais começa a ganhar protagonismo. A Grande Lisboa precisou de se adaptar à nova realidade industrial, por isso este século é também marcado por reformas administrativas. É quando finalmente a freguesia de Carnaxide se une ao Concelho de Oeiras a 6 de Novembro de 1836, e a freguesia de Barcarena a 18 de Julho de 1855. Em 1889 é inaugurada a Linha de Caminho-de-ferro Lisboa-Cascais, com o comboio a vapor. E depois assiste-se à efémera extinção do concelho por 4 anos, extinto em 1894 e reestabelecido a 13 de Janeiro de 1898, perdendo definitivamente Carcavelos a favor de Cascais e adquiriu uma parte da freguesia de Benfica (Lisboa) representada pela Amadora.[8] Nesse mesmo ano é inaugurado o Aquário Vasco da Gama.

Até ao princípio do século XX as praias da linha eram muito frequentadas, especialmente pelas classes sociais mais altas, que aqui se dirigiam por indicação médica, já que se considerava que o ar e a água das praias do concelho tinham efeitos medicinais.[8] Em 1926 Oeiras teve a segunda localidade elevada à categoria de vila, a Vila de Paço de Arcos.

Nasce a 1936 a Estação Agronómica Nacional, uma das principais heranças da época da Quinta do Marquês de Pombal, tendo a propriedade sido fracionada: a Quinta de Cima foi vendida ao Estado, a parte da exploração agrícola que veio a constituir uma estação agrícola experimental onde hoje se situam alguns dos mais importantes institutos portugueses na área das Biociências; e a Quinta de Baixo foi adquirida pela Fundação Calouste Gulbenkian, onde se encontram os jardins, o palácio e as dependências agrícolas (adega e o celeiro).

A Grande Ocupação Urbana[editar | editar código-fonte]

As primeiras carreiras de eléctrico entre Algés e o Cais do Sodré começaram a funcionar nos primeiros anos do século XX, associado à abertura de avenidas na baixa de Algés. A Estrada Marginal é inaugurada em 1940, vem para servir as praias e constituir um elemento de urbanização e turismo da Costa do Sol. Com a construção da Estrada Marginal, ligando Lisboa a Cascais, e a disponibilidade dos novos meios de transporte acentua-se a dinâmica balnear e turística de cariz mais popular e consequentemente expandem-se os centros urbanos no sentido da costa, surgindo na zona litoral pequenos "chalets" e moradias de recreio. Em simultâneo, aumenta a concentração das actividades económicas em Lisboa, o que desencadeia fortes correntes de migrações internas de todas as regiões do país em direcção a Lisboa e concelhos vizinhos, como foi o caso de Oeiras que dispunha de fáceis acessos à capital. Em 1944 é também inaugurado o Estádio Nacional e o troço Lisboa-Estádio Nacional a primeira autoestrada portuguesa e uma das primeiras a nível mundial (essa via que na altura se denominada oficialmente como Estada Nacional nº 7, viria a receber a denominação de A 5 quando as autoestradas passaram a ter uma numeração separada). Mas nas décadas seguintes, o Concelho de Oeiras é fortemente influenciado pelo crescimento da capital, funcionando como local de passagem entre esta e Cascais e torna-se num subúrbio do tipo dormitório com o aparecimento de bairros degradados, urbanizações ilegais e bairros de barracas, destacando-se o Alto do Montijo e o Alto dos Barronhos. E posteriormente a Pedreira dos Húngaros, a Quinta dos Salregos, o Alto de Santa Catarina, a Prisão de Caxias, Linda-a-Pastora, o Casal da Choca e Leceia, atingindo o período crítico na década de 70, que regista um crescimento de 81000 indivíduos. Esta pressão urbana sobre o território deveu-se quer ao êxodo rural, quer ao retorno de população residente nos territórios das ex-colónias, após 1974. A magnitude e a rapidez do crescimento urbano teve consequências graves na ocupação do território concelhio, e na incapacidade de resposta das redes de infra-estruturas básicas de apoio à população, gerando-se uma progressiva e desordenada explosão urbana. Daqui resultou consequentemente uma desqualificação dos espaços públicos, uma redução na qualidade ambiental e uma deficiente conservação do património cultural. Deste modo o concelho de Oeiras tornou-se num subúrbio, habitado por uma população maioritariamente desenraizada, sem qualidade urbana nem modo de vida autónomo. Após este período de forte crescimento populacional, o ritmo de crescimento médio anual abrandou drasticamente na década seguinte. Até à década de 1980 o Concelho entrou numa fase de dependência e ausência de perspetivas. Só a partir de 1981 é que se verifica um decréscimo populacional generalizado das freguesias.

Globalização e Planeamento[editar | editar código-fonte]

Arquiparque Business Park

É em 1980 que a Câmara Municipal de Oeiras mandou elaborar um plano geral de urbanização do concelho. E a partir de finais dos anos 1980, Oeiras constituiu-se como polo económico autónomo na Área Metropolitana de Lisboa, apostando no desenvolvimento de atividades terciárias ligadas à Ciência e Investigação e às Tecnologias de Informação e Comunicação. É também no final da década de 80 que arranca o prolongamento da A 5, tendo a obra sido concluída até Cascais em 1991. Em 1994 foi construída também a A 9  - Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL). As autoestradas passaram a dividir Oeiras em parte ocidental e parte oriental, parte norte e parte sul. Em 1991 são elevadas a Vila de Algés, a Vila de Linda-a-Velha e a Vila de Carnaxide. Em 1993 a Vila de Queijas e a 1997 a Vila de Caxias. É neste momento que Oeiras revela o seu caráter inovador com uma multiplicidade de centralidades. Em 1994 é ratificado o Plano Director Municipal de Oeiras, com um horizonte de 10 anos. Estabeleceu como objectivos fundamentais uma maior qualificação dos seus núcleos urbanos (destacando-se as infra-estruturas e habitação social), bem como um reforço da economia concelhia, metas concretizáveis através de uma aposta na atracção de empresas, organismos e mão-de-obra ligados fundamentalmente a funções superiores (i.e. terciário, ciência e ensino). Recorreu a uma componente estratégica inovadora no contexto dos PDM de primeira geração, através da implementação de sete Programas Estratégicos: Parque de Ciência e Tecnologia, Centro de Lagoas, Quinta da Fonte, Norte de Oeiras, Parque Urbano da Serra de Carnaxide, Parque de Santa Cruz e Alto da Boa Viagem. Estes eram definidos pela sua área, usos propostos e índice de utilização máximo, abrangendo aproximadamente 700 hectares, cerca de 15% da área do concelho. Posteriormente é realizado um enquadramento da concretização dos Programas Estratégicos face ao paradigma actual de desenvolvimento sustentável, tendo em conta as orientações dos documentos PROT-AML e Agenda21+, emanadas respectivamente ao nível regional e municipal e a componente ambiental passa a ter maior peso na estratégia municipal futura.[9] Atualmente o concelho apresenta um dos mais elevados índices de qualidade de vida em Portugal, tendo deixado de ser considerado apenas como local de passagem entre Lisboa e Cascais e assumindo-se como a sede de importantes empresas ligadas às novas tecnologias (são exemplo disso o Taguspark, maior parque de Ciência e Tecnologia de Portugal, e o Lagoas Park) e à prestação de serviços. Os elevados padrões de qualidade de vida e trabalho são reconhecidos pelos sucessivos prémios que esta autarquia tem ganho nos últimos anos, nomeadamente:"Melhor Concelho para trabalhar", "Município de excelência", "European Entreprise Awards" e o"ECOXXI".

Já no século XXI, destacam-se os centros históricos como Paço de Arcos e o Centro Histórico de Oeiras que foram reativados para atividades de lazer, turismo e comércio. Em 2013, no âmbito da reforma territorial autárquica, Oeiras passou a ter apenas 5 freguesias. Em 2015 foi inaugurado um projeto urbanístico de excelência, o Parque dos Poetas.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Topografia[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Oeiras.

O concelho de Oeiras está subdividido em 5 freguesias.[10] :

Porto Salvo

Parques[editar | editar código-fonte]

No concelho de Oeiras prevalece uma preocupação ambiental e paisagística que se traduz no planeamento, criação, manutenção e diversificação dos espaços verdes. Neste sentido, existe a possibilidade dos moradores deste município solicitarem a plantação gratuita de plantas na sua residência. Os Espaços Verdes de Oeiras são essenciais para a consciência e relação ambiental dos seus habitantes, proporcionando-lhes uma qualidade de vida destacável para uma zona urbana. São também ótimos espaços de meditação, desporto, lazer e recreio. São a herança contemporânea das antigas Quintas de Recreio de Oeiras. Destacam-se os grandes Parques de Oeiras, que são:

O parque urbano de Miraflores tem ainda passagem pedonal para o Parque do Monsanto, o maior parque da Grande Lisboa.

Praias e Passeio Marítimo[editar | editar código-fonte]

Passeio marítimo junto à Praia de Santo Amaro de Oeiras

Além dos jardins, Oeiras possui um Passeio Marítimo ao longo de 3500 metros da orla marítima e no qual é possível passear ou fazer desporto. O Porto de Recreio permite também a prática de desportos náuticos, tendo 282 amarrações em molhado e 150 lugares em seco. A Piscina Oceânica, situa-se igualmente junto à costa e possui pranchas de saltos e uma piscina para crianças, ambas alimentadas com água salgada. As Praias de Oeiras com águas de boa qualidade são[11] :

(A Praia do Dafundo e a Praia de Algés aguardam requalificação)

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

À porta do mar - Nave visionista, obra pública em Oeiras de Luís Vieira-Baptista que pretende invocar as aventuras portuguesas no plano das descobertas e no plano cientifico.

O litoral de Oeiras é influenciado pela proximidade das praias, com o predomínio de edifícios baixos. Enquanto que o interior, com um caracter mais empresarial, tem edifícios de maiores dimensões. Destaca-se a requalificação das antigas e várias localidades que compuseram Oeiras. Estes complexos de arquitetura histórica têm vindo assim a ser integrados na contemporaneidade. No sudoeste de Oeiras encontra-se o Centro Histórico de Oeiras, Paço de Arcos e Caxias.

O Centro Histórico de Oeiras tem como principal atração o Palácio do Marquês de Pombal. Dentro da Quinta de Cima, atual Estação Agronómica Nacional, pode ser visitada a Casa da Pesca. Também o Palácio do Egipto, que era a principal casa nobre de Oeiras antes do Marquês construir a sua residência. E a Igreja Matriz de Oeiras cujas referências remontam ao século XVI embora só no século XVIII se tenham iniciado as obras de ampliação. A fachada principal mantém duas torres sineiras e na porta consta a data de 1744. O interior tem uma só nave e os altares são revestidos com mármores e retábulos.

É em Paço de Arcos - que se destaca como polo turístico e de comércio de rua - que encontramos o nobre Palácio dos Arcos do final do século XV. A Capela do Senhor Jesus dos Navegantes que pertence à paróquia de Paço de Arcos e é o centro de manifestação religiosas da população. A construção deste pequeno templo é anterior a 1698, sendo que em 1782 a capela era propriedade do Hospital São José que a reedificou em 1877. Atualmente realiza-se na ultima semana de Agosto uma procissão em honra do Senhor Jesus dos Navegantes.

A caminho de Caxias pode ser encontrada a Quinta da Terrugem com o Palácio Flor da Murta e o Palácio Bessone junto à praia.

Caxias destaca-se pela arquitetura dos jardins do Paço dos Infantes, na Quinta Real de Caxias, e a norte o Convento da Cartuxa, em Laveiras foi fundado no século XVIII, sendo que o pequeno claustro foi mandado construir pelo Cardeal D. Luís de Sousa. O templo primitivo terá sido destruído na sequência de uma ampliação do Convento em 1736. Este é, juntamente com o de Convento da Cartuxa (Évora), um dos dois únicos conventos cartuxos portugueses.

Percorrendo o Passeio Marítimo vamos encontrando ao longo da costa várias fortificações marítimas construídas para defender e controlar a entrada da Barra do Tejo. Incluindo no meio da água o Forte de São Lourenço do Bugio, mesmo à entrada do Estuários do Tejo. Começando de Oeste para Este: Forte de São Julião da Barra; Bateria da Feitoria; Forte de Nossa Senhora das Mercês de Catalazete; Forte de Santo Amaro do Areeiro; Forte de São João das Maias; Forte de São Pedro de Paço de Arcos; Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo (ou Forte da Giribita); e Forte de São Bruno de Caxias. Já em Algés podem ser encontrados os vestígios do Forte de Nossa Senhora da Conceição integrados na arquitetura contemporânea do Empreendimento Forte Algés, junto à Marginal.

No Este de Oeiras, em torno do Parque do Jamor, destaca-se Queijas, onde está Casa de Cesário Verde e o Santuário de Nossa Senhora da Rocha. Carnaxide destaca-se por toda a sua área comercial. Em Linda-a-Velha encontra-se o Palácio dos Aciprestes, e descendo para Algés o Palácio do Ribamar, o Convento de S. José de Ribamar, e o Palácio Anjos. Com a Baixa de Algés que se destaca como polo de comércio de rua, onde se encontra o Mercado de Algés.

Da mesma forma, outras Igrejas e Ordens Religiosas foram importantes para a evolução do concelho uma vez que foi em volta destas que as populações se foram instalando. Destacam-se igualmente as seguintes:

  • Capela de Nossa Senhora das Merçês
  • Capela de Santo Amaro de Oeiras
  • Capela de Nossa Senhora de Porto Salvo
  • Igreja de S. Pedro de Barcarena
  • Capela de S. Sebastião
  • Igreja de S. Romão

Mercados[editar | editar código-fonte]

- Mercado de Oeiras

- Mercado de Paço de Arcos

- Mercado de Carnaxide

- Mercado de Queijas

- Mercado de Algés

- Mercado de Tercena

- Mercado de Linda-a-Velha

- Mercado de Leceia

- Mercado de Porto Salvo

- Mercado de Levante

- Mercado de Caxias

Centros Comerciais[editar | editar código-fonte]

O centro comercial Oeiras Parque abriu em Abril de 1998. Estão previstas obras de ampliação para este centro comercial. Em 2008 foi inaugurado um novo centro comercial na zona industrial de Carnaxide, o Alegro Alfragide, resultante da expansão do antigo Jumbo de Alfragide. O centro histórico de Paço de Arcos tem sido alvo de intervenções que fomentam comércio e serviços.[12] [13]

- Centro Comercial Palmeiras - Oeiras e São Julião da Barra

- Galerias Alto da Barra - Oeiras e São Julião da Barra

- Oeiras Parque - Paço de Arcos

- Dolce Vita Miraflores - Algés

- Dolce Vita Central Park - Linda-a-Velha

- Alegro Alfragide - Carnaxide

Demografia[editar | editar código-fonte]

A maior expansão demográfica do concelho de Oeiras, assim como a de outros concelhos vizinhos, deu-se na transição da primeira para a segunda metade do século XX Atendendo a esse crescimento e com o objectivo de controlar o ordenamento do território é publicado, em 1948, o Plano de Urbanização da Costa do Sol (P.U.C.S.), o qual ficou em vigor até à publicação do Plano Director Municipal, em 1994.

Actualmente, 52,6% dos habitantes são do sexo feminino, enquanto que 47,4% são homens. A maioria dos habitantes tem entre 25 e 64 anos (92.978 hab), seguida pela faixa etária dos 65 ou mais anos (24.153) e pela faixa dos 0 aos 14 anos (22.685).[14]

População do concelho de Oeiras (1801 – 2011)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011
6 069 5 072 10 447 29 440 94 255 149 328 151 342 162 128 172 120

Política[editar | editar código-fonte]

Administração municipal[editar | editar código-fonte]

O município de Oeiras é administrado por uma câmara municipal, composta por um presidente e dez vereadores. Existe uma assembleia municipal, que é o órgão legislativo do município, constituída por 38 deputados (dos quais 33 eleitos diretamente).

O cargo de Presidente da Câmara Municipal é atualmente ocupado por Paulo Vistas, eleito nas eleições autárquicas de 2013 por um grupo de cidadãos independentes que concorreu às eleições com o nome Isaltino Oeiras Mais à Frente, tendo maioria relativa de vereadores na câmara (5). Existem ainda três vereadores eleitos pelo PSD, dois pelo PS e um pela CDU. Na Assembleia Municipal, o partido mais representado é novamente o grupo de cidadãos independentes "Isaltino Oeiras Mais à Frente", com doze deputados eleitos e 4 presidentes de Juntas de Freguesia (maioria relativa), seguindo-se o PS (7; 1), o PSD (7; 0), a CDU (4; 0), o Bloco de Esquerda, o CDS-PP e o Partido pelos Animais e pela Natureza, com um deputado cada. O Presidente da Assembleia Municipal é Domingos Pereira dos Santos, do grupo de cidadãos "Isaltino Oeiras Mais à Frente".

Eleições de 2013
Órgão Isaltino, Oeiras Mais à Frente PSD PS PCP-PEV CDS-PP BE PAN
Câmara Municipal 5 3 2 1 0 0 0
Assembleia Municipal 16 7 8 4 1 1 1
dos quais: eleitos directamente 12 7 7 4 1 1 1

Juntas de Freguesia:

  • Algés (IOMAF)
  • Barcarena (IOMAF)
  • Carnaxide (IOMAF)
  • Oeiras e S.Julião da Barra (IOMAF)
  • Porto Salvo (PS)

Resultados nas eleições autárquicas[editar | editar código-fonte]

Partidos % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M % M
1976 1979 1982 1985 1989 1993 1997 2001 2005 2009 2013
PS 35,2 5 22,7 2 26,8 3 15,7 2 28,5 3 33,1 4 29,5 4 23,7 3 15,6 2 25,8 3 18,3 2
FEPU/APU/CDU 29,2 4 27,7 3 29,7 3 27,0 3 18,5 2 15,8 2 12,3 1 10,1 1 7,9 1 7,3 1 9,2 1
CDS-PP 13,0 1 5,4 6,2 4,2 3,5 1,4 3,8
PPD/PSD 12,5 1 44,4 5 43,6 6 39,1 5 48,3 6 55,0 7 30,5 4 19,2 3
PSD-CDS-PPM 45,3 4 39,8 5 16,4 2
PRD 9,5 1 0,4
IND 34,1 4 41,5 5 33,5 5

Cidades Geminadas[editar | editar código-fonte]

Oeiras é, atualmente geminada com:[15]

Economia[editar | editar código-fonte]

Lagoas Park. Oeiras é o lar de muitas das sedes de empresas multinacionais que operam em Portugal.

Oeiras é um dos concelhos mais desenvolvidos e ricos da península Ibérica e mesmo da Europa.[4] No seu território encontram-se instaladas muitas multinacionais.[6]

O concelho concentra ainda cerca de 30% da capacidade científica do país[7] sendo um dos principais pólos de I&D da Europa.

Em 2003 o volume de negócios de empresas sediadas no concelho de Oeiras atingiu cerca de 18 000 milhões de euros.[16] Actualmente pensa-se que esse valor tenha crescido entre 40% a 60%.

Actualmente o concelho posiciona-se como um destino de excelência para investimentos que criem valor acrescentado para a região. Alguns dos novos projectos a ser desenvolvidos são o "Lisbon Medical Park", o "Arquiparque II", a "Torre de Monsanto II", o "Parque das Cidades (Office Park)" e o projecto de renovação urbana da Fundição de Oeiras.

Por essas razões, Oeiras é apelidada como o Silicon Valley da Europa, principalmente devido ao grande dinamismo do seu tecido empresarial. Ainda recentemente a americana MIPS Technologies adquiriu a Chipidea num negócio que elevou ainda mais a exposição internacional do concelho.[17]

Os indicadores económicos são números que mostram como Oeiras é um dos mais importantes concelhos em Portugal. Começando por ser o concelho com maior independência financeira em Portugal (81% de receitas próprias). Oeiras é o concelho com maior rendimento per capita em Portugal sendo também 2º concelho com maior poder de compra e o 2º maior concelho a arrecadar impostos em Portugal. O nível económico está diretamente ligado com os estudos e essa relação mostra que Oeiras é também o concelho em Portugal com maior concentração de população com estudos superiores (26%) e a área de Portugal com a mais baixa taxa de população sem estudos (5%).[5]

Empresas[editar | editar código-fonte]

No seu território encontram-se instaladas muitas multinacionais como a Nestlé, a McDonald's, a Netjets, a General Electric, a HP, a Unisys, a Samsung, a BMW, a Toshiba, a Philips, a Glaxo Smith Kline, a LG, a Canon, a FCA (Fiat Chrysler Automobiles), a Oracle, entre muitas outras.[6]

Entre os parques empresariais presentes neste Concelho estão:

  • Taguspark
  • Lagoas Park
  • Arquiparque I
  • Arquiparque II
  • Quinta da Fonte
  • Parque Suécia
  • Parque Holanda
  • Neopark

Media[editar | editar código-fonte]

Oeiras acolhe as duas estações de televisão privadas em Portugal, a SIC e a TVI.

Perspetivas Futuras[editar | editar código-fonte]

No futuro espera-se que Oeiras continue a atrair cada vez mais multinacionais, cimentando a sua posição no contexto Ibérico e Europeu. Para isso irá contribuir a partilha de sinergias entre universidades e empresas o que irá permitir aumentar know-how da região.

A Investigação & Desenvolvimento será um dos potenciadores deste novo ciclo de desenvolvimento que pretende a criação de grupos tecnológicos fortes com origem em Oeiras e que possam competir no mercado globalizado.

Um dos exemplos desse novo modelo é a assinatura de protocolos com o Massachusetts Institute of Technology e a Universidade Harvard para a partilha de sinergias com o tecido empresarial do concelho.[18]

Infraestruturas[editar | editar código-fonte]

SATU a percorrer o viaduto

Transportes[editar | editar código-fonte]

Em termos de estradas, Oeiras está rodeada de bons acessos, entre os quais se destacam a auto-estrada A5, a Estrada Marginal ou a Estrada Nacional 149-3. Possui uma linha ferroviária que faz a ligação de Lisboa a Cascais e uma rede de autocarros regulares que ligam Oeiras às áreas envolventes.

Até final de Maio de 2015 funcionou do concelho o SATU (Sistema Automático de Transporte Urbano), que consiste num monocarril elétrico suspenso totalmente automático, ecológico e que liga o centro histórico de Paço de Arcos (Estação dos Navegantes) ao centro comercial Oeiras Parque (Estação do Fórum). O SATU e a sua implementação têm sido tudo menos pacíficos. As vantagens a ele inerentes não evitaram a formulação de críticas e processos judiciais por parte dos moradores do bairro da tapada do mocho, reportadas ao ruído por este emitido, bem como pelo facto de a linha do SATU estar junto a janelas, rente a edifícios de habitação preexistentes, sombra criada sobre os edifícios e perda de vistas para o mar, destruição de espaços verdes e praga de pombos que usam a estação como refúgio, tratando-se ainda de um meio de transporte sem utilizadores, sendo já conhecido como 'comboio-fantasma'. A isso juntam-se também os protestos dos vereadores da oposição pelos elevados custos de manutenção aliados às baixas taxas de ocupação. Devido a todas estas situações, o serviço foi suspenso indefinidamente, não estando para já previsto qualquer futuro para esta infraestrutura.

Educação[editar | editar código-fonte]

Ensino Superior[editar | editar código-fonte]

Investigação[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Museus e Galerias[editar | editar código-fonte]

Festivais[editar | editar código-fonte]

Teatros e Auditórios[editar | editar código-fonte]

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

Da gastronomia desta localidade destacam-se os cacetes de Paço de Arcos, os Palitos do Marquês, os Mimosos ou a já famosa Queijada de Oeiras.

Oeiras é também região demarcada do vinho licoroso de Carcavelos que ainda hoje é produzido no concelho, nomeadamente na Estação Agronómica Nacional, tendo a Câmara Municipal estabelecido com esta entidade um protocolo que visa a cooperação na produção e recuperação do vinho, e da adega. É considerado um VLQPRD - vinho licoroso de qualidade produzido em região demarcada - com denominação de origem controlada (DOC). O estágio deve durar pelo menos dois anos, de modo a adquirir as seguintes características : vinho licoroso, de cor topázio, delicado, aveludado, com aroma amêndoado, adquirindo um perfume característico com o envelhecimento. As castas recomendadas são - tintas - castelão (periquita), preto martinho (trincadeira) e - brancas - galego dourado, ratinho e arinto (pedemã).[20]

Sushi Fest é o primeiro evento de sushi a nível europeu. Decorreu em Julho de 2015 nos Jardins do Palácio do Marquês de Pombal.

Desporto[editar | editar código-fonte]

Oeiras tem a fama de acolher um conjunto de instituições ligadas ao desporto, principalmente no cenário nacional. A mata do Jamor, junto à Estação da Cruz Quebrada, concentra vários parques ligados ao desporto e atividades ao ar livre, assim como a Faculdade de Motricidade Humana. Do Complexo Desportivo do Jamor faz parte o Estádio de Honra. Não muito longe localiza-se também sede da Federação Portuguesa de Triatlo e está a ser construída a sede da Federação Portuguesa de Futebol. Muito sucesso em Oeiras tem também o Golfe e o Surfe (principalmente nas praias mais junto ao Atlântico).

Principais eventos desportivos:

Usualmente em Junho, o Grupo de Serenatas da FMH - GSFMH organiza a Noite de Tunas de Oeiras, em parceria com o Município de Oeiras, integrado nas Festas do Concelho. Este evento, iniciado em 1994, tem entrada livre por tradição e localiza-se na Estação Agronómica Nacional - Casa da Pesca. No ano de 2010 foi também realizado o 1º E'TMIST, Encontro de Tunas Mistas do Instituto Superior Técnico no pólo do Taguspark, com a presença de várias tunas importantes no meio tunante, e organizado pela TMIST (Tuna Mista do Instituto Superior Técnico).

Referências

  1. Instituto Geográfico Português (2013). Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013 (XLS-ZIP) Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013 Direção-Geral do Território. Visitado em 28/11/2013.
  2. INE. Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Lisboa. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística, 2012. p. 96. ISBN 978-989-25-0185-7 ISSN 0872-6493 Página visitada em 15/04/2014.
  3. INE (2012). Quadros de apuramento por freguesia (XLSX-ZIP) Censos 2011 (resultados definitivos) Instituto Nacional de Estatística. Visitado em 27/07/2013. "Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_LISBOA""
  4. a b Portugal: Um retrato territorial 2005, Instituto Nacional de Estatística, Lisboa, 2007 - Estatísticas do Ganho Médio Mensal
  5. a b Oeiras: Indicadores Estatísticos
  6. a b c Sites das respectivas empresas
  7. a b Oeiras constrói primeira residência para cientistas
  8. a b c d e f g h Ribeiro, Aquilino (1993). Oeiras. Queluz: Câmara Municipal de Oeiras (3ª edição)
  9. [run.unl.pt/bitstream/10362/5475/1/Tese_Miguel_Final.pdf Plano Director Municipal de Oeiras].
  10. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  11. Praias www.cm-oeiras.pt. Visitado em 2015-08-01.
  12. [1]
  13. [2]
  14. "Oeiras: Factos e Números". Câmara Municipal de Oeiras, Julho 2003 [3] Dados do Concelho
  15. Câmara Municipal de Oeiras. Geminações » Plano Internacional.
  16. FUE do INE, Instituto Nacional de Estatística
  17. Press Release da Chipidea
  18. Oeiras: Universidade inicia colaboração com Harvard e MIT
  19. [4]
  20. Sobre o Vinho de Carcavelos
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Oeiras (Portugal)
  • Diversos panfletos com informação sobre o concelho - Posto de Turismo da Câmara Municipal de Oeiras
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