Bitola ibérica

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde maio de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Troço ferroviário em bitola ibérica, na comunidade de Castela e Leão, em Espanha.

História[editar | editar código-fonte]

A bitola ferroviária adoptada na Espanha era originalmente de seis pés castelhanos (1672 mm); em Portugal foi inicialmente 1435 mm (mais tarde adoptada internacionalmente como bitola padrão), posteriormente convertida para cinco pés portugueses (1664 mm) — esta conversão foi concretizada no terreno pela deslocação dos carris para o antigo parafuso/tirefond exterior). Posteriormente, em 1955, procedeu-se à uniformização dos standards dos dois países numa bitola comum de 1668 mm — a bitola ibérica.

Pensava-se que uma bitola mais larga permitiria locomotivas maiores, logo mais potentes, e a bitola mais estreita curvas mais fechadas, ideais para montanhas. Durante muitos anos esta diferença entre a bitola ibérica e a do resto da Europa foi uma barreira nas comunicações ferroviárias entre a Península Ibérica e os demais países europeus.

Após a Guerra Civil Espanhola, a gestão das linhas férreas de Espanha passou a ser feita pelo Estado, que para esta finalidade criou a RENFE (Red Nacional de Ferrocarriles Españoles). Por este motivo, a bitola ibérica também é conhecida como “bitola RENFE”.

Bitolas ferroviárias em uso na Península Ibérica[editar | editar código-fonte]

Portugal[editar | editar código-fonte]

Espanha[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre transporte ferroviário é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.