Telecom Italia

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Telecom Italia
Tipo Empresa de capital aberto
Indústria Telecomunicações, comunicação de massa, eletrônicos
Fundação 1994
Sede Milão,  Itália
Áreas servidas Europa a América Latina
Presidente Marco Patuano
Empregados 83,134 (2012)[1]
Subsidiárias Telecom Italia Mobile, Telecom Italia Media, Olivetti
Valor
de mercado
€77.5 bilhões(2012)[1]
Lucro €29.50 bilhões (2012)[1]
Página oficial Telecom Italia

Telecom Italia (NYSETI) é a maior empresa de telecomunicações da Itália. Foi fundada em 1994 pela junção de várias empresas de telecomunicações do estado, sendo a mais importante a Società Italiana per l'Esercizio Telefonico p.A. (conhecida como SIP). É mais conhecida por seu braço de telefonia móvel, a Telecom Italia Mobile, a maior do mercado italiano e segunda no Brasil. Também possui operações na Argentina (Telecom Argentina), na Bolívia (Entel), em Cuba (ETECSA) além da sua operação na Itália.

Antes uma empresa estatal, a Telecom Italia foi privatizada em 1999 em meio a altas dívidas. Dois anos depois, a empresa teve seu controle primário adquirido em 2001 pela Pirelli e a família Benetton, que compraram 23% da subsidiária Olivetti.[2] Em 2007, a Pirelli decidiu largar da companhia vendendo sua parte do conglomerado Olimpia para o consórcio Telco - que incluía a empresa de telefonia espanhola Telefónica, os bancos italianos Intesa Sanpaolo e Mediobanca, a seguradora Assicurazioni Generali e a investidora dos Benneton Sintonia.[3] [4] Dois anos depois a Benetton pagou para sair da Telco.[5] [6] Em 2013, com Mediobanca e Generali desejando sair da Telco,[7] [8] a Telefónica expressou interesse em se tornar proprietária única da Telco, e indiretamente maior acionista da Telecom Italia.[9] Mas as negociações esbarram em uma ação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica brasileiro, visto que Telefónica e Telecom Italia dominam o mercado de celulares no Brasil com Vivo e TIM Brasil.[10] O egípcio Naguib Sawiris expressou interesse em investir na Telecom Italia, possivelmente comprando a TIM Brasil, para resolver o impasse.[11] Sawiris considera investir até US$ 2 bilhões na empresa.[12] Em setembro de 2014, a Telefónica vendeu 5,7% da Telecom Italia para a francesa Vivendi em troca do braço brasileiro da GVT.[13]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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