Sousa (Paraíba)

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Município de Sousa
"Cidade Sorriso"
"Cidade dos Dinossauros"
"Cidade de Frei Damião"
Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios

Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Remédios
Bandeira de Sousa
Brasão de Sousa
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1766 (251 anos)
Gentílico sousense
Lema LABORE INVICTUM
"Trabalho invencível"
Padroeiro(a) Nossa Senhora dos Remédios
Prefeito(a) Fábio Tyrone Braga de Oliveira (PSB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Sousa
Localização de Sousa na Paraíba
Sousa está localizado em: Brasil
Sousa
Localização de Sousa no Brasil
06° 45' 39" S 38° 13' 51" O06° 45' 39" S 38° 13' 51" O
Unidade federativa  Paraíba
Mesorregião Sertão Paraibano IBGE/2008 [1]
Microrregião Sousa IBGE/2008 [1]
Região metropolitana Sousa
Municípios limítrofes Norte: Vieirópolis, Lastro e Santa Cruz;
Sul: Nazarezinho e São José da Lagoa Tapada;
Leste: São Francisco e Aparecida;
Oeste: Marizópolis e São João do Rio do Peixe.
Distância até a capital 438 km[2]
Características geográficas
Área 738,547 km² [3]
População 69 196 hab. (PB: 6º) –  IBGE/2016[4]
Densidade 93,69 hab./km²
Altitude 220 m[5]
Clima semiárido
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,668 (PB: 9º) – médio PNUD/2010 [6]
PIB R$ 676,600 mil IBGE/2012[7]
PIB per capita R$ 10,181 02 IBGE/2012[7]
Página oficial
Prefeitura www.sousa.pb.gov.br

Sousa é um município brasileiro localizado no interior do estado da Paraíba. Pertence à mesorregião do Sertão Paraibano e à microrregião de Sousa, distante 438 quilômetros a oeste de João Pessoa, capital estadual. Ocupa uma área de 738,547 km², dos quais 3,0220 km² estão em perímetro urbano. Sua população, estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2016, é de 69 196 habitantes, sendo o sexto mais populoso do estado, o primeiro de sua microrregião e o segundo da mesorregião (somente atrás de Patos).

A cidade de Sousa polariza oito municípios da 10ª Região Geoadministrativa da Paraíba: Aparecida, Lastro, Marizópolis, Nazarezinho, Santa Cruz, São Francisco, São José da Lagoa Tapada e Vieirópolis. É o principal polo do Noroeste estadual, tal como o principal polo de lacticínios industrializados do oeste do estado e principal sítio zooarqueológico. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,668 (2010), considerando como médio pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Situada às margens do rio do Peixe, Sousa foi primeiramente batizada "Jardim do Rio do Peixe".[8] Fundada pelo padre Bento Freire de Sousa e pelo capitão-mor José Gomes de Sá, ambos originários de Sousa, Portugal, batizaram-na segundo o que preconizava a Carta Régia de 22 de junho de 1766 — que os administradores de vilas denominassem as novas localidades com nomes de lugarejos e cidades de Portugal —, o que deixa clara a origem do atual nome.[8]

História[editar | editar código-fonte]

O início da colonização do oeste da Paraíba, da região das margens do rio do Peixe, por colonos vindos da Bahia, Pernambuco e São Paulo, ocorreu no fim do século XVII, após conquistarem a amizade dos índios Icós.[8] O desbravamento dos sertões nos séculos XVI e XVII foi gradativo, exigindo dos exploradores sertanistas empreenderem um grande esforço para dominar terras menos conhecidas e mais distantes do litoral. Um deles, o sertanista Sargento Mor Antônio José da Cunha em 1691, descobriu um riacho denominado "Peixe" habitado pela nação indígena Icó Pequeno. Em 1708, José da Cunha pleiteou uma sesmaria sendo atendido pelo então governador João da Maia da Gama para, posteriormente, outros sertanistas ali se instalarem com suas fazendas. Coube ao franciscano Frei João de Matos Serra, nos idos do ano de 1700, aldear os índios sobreviventes dando os primeiros passos para a organização da futura Vila.

Em 1723, chegaram os sacerdotes Francisco e Teodósio de Oliveira Ledo, passaram o território para a Casa da Torre da Bahia, e se tornaram senhores dos vales constituídos pelos rios do Peixe e Piranhas. O processo de habitação aconteceu vagarosamente com os moradores das ribeiras dos rios e dos paulistas que iam chegando para situarem suas fazendas com rebanhos e agricultura. Já nessa época, o lugarejo contava com uma população de 780 habitantes.

A fertilidade atraiu moradores interessados no cultivo das terras, Nesta região Bento Freire de Sousa e José Gomes de Sá também situaram as suas fazendas. Assim, o povoado desenvolvia-se e, em 1730, contava com 1.468 habitantes, segundo informações do Cabido de Olinda. Esse crescimento chamou a atenção de Bento Freire que, residindo na Fazenda Jardim, tomou a iniciativa de organizar um povoado. Bento Freire pleiteou uma concessão, deslocando-se à Bahia a fim de obter da Casa da Torre a doação da sesmaria cujas terras seriam patrimônio de Nossa Senhora dos Remédios. Conquistado o pleito, coube a Bento Freire erguer a primeira capela em louvor a Nossa Senhora dos Remédios - atual Igreja do Rosário dos Pretos. Bento Freire tornara-se o primeiro administrador do patrimônio da "Freguesia de Nossa Senhora dos Remédios do Jardim do Rio do Peixe elevando-o a povoado.

As terras do antigo Jardim do Peixe pertenciam ao Coronel Francisco Dias D'Ávila e sua mãe D. Inácia D'Araújo Pereira, família fidalga da Casa da Torre da Bahia, que as doaram ao patrimônio de Nossa Senhora dos Remédios em 1740 por solicitação de Bento Freire. Porém, o processo estendeu-se até 1756 com muitas idas e vindas de Bento Freire à Bahia quando, finalmente em 1760, obteve a sentença que legalizou, em definitivo, a constituição do patrimônio de Nossa Senhora dos Remédios. Bento Freire administrou o Patrimônio até 1765, coroando com sucesso um esforço de quase meio século de lutara para erguer o que viria a ser o município de Sousa.

O povoado do Jardim do Rio do Peixe, nome primeiro do habitat, foi elevado à categoria de Vila por decisão do Reino, expressa por força de autoridade da Carta-Régia de 22 de Julho de 1766. Mesmo ostentando a condição de distrito, permaneceu o povoado com o seu nome primitivo. Em 1784, a Matriz de Nossa Senhora dos Remédios foi desmembrada da Nossa Senhora do Bom Sucesso de Pombal.

No dia 4 de junho de 1800, o Ouvidor Geral José da Silva Coutinho, instala oficialmente, a Vila Nova de Sousa através da Resolução do então Governador de Pernambuco, data de 26 de março de 1800 após pleito da comunidade através de requerimento encabeçado por Patrício José de Almeida, Matias de Figueiredo Rocha e Pe. Manoel Vieira da Silva. Um dia antes, o Capitão Alexandre Pereira de Sousa fez uma doação de terras para o patrimônio do crescente povoado. Foi através da Lei Provincial de nº 28, de 10 de Julho de 1854 que a Vila de Sousa foi elevada à categoria de cidade passando, na oportunidade, a denominar-se SOUSA, conhecida hoje por "Cidade Sorriso".

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sousa está localizado na microrregião homônima e mesorregião do Sertão Paraibano, no oeste do estado da Paraíba,[1] distante 438 km de João Pessoa, capital estadual,[2] e 1 806 km de Brasília, capital federal.[9] Ocupa uma área de 738,547 km²,[3] e se limita com os municípios de Vieirópolis, Lastro e Santa Cruz a norte, Nazarezinho e São José da Lagoa Tapada a sul, São Francisco e Aparecida a leste, Marizópolis e São João do Rio do Peixe a oeste.[5]

O relevo do município está incluído na chamada Depressão Sertaneja-São Francisco, constituída de elevações alongadas e alinhadas residuais, com pediplanos arrasados.[10] O tipo de solo predominante é o podzolítico vermelho amarelo equivalente eutrófico, cujas características são o alto nível de fertilidade; textura média, formada ou não por cascalho; drenagem acentuada e relevo suave.[10] Há também o vertissolo, o neossolo ou solo litólico eutrófico e o luvissolo, também chamado de "bruno não cálcico vértico".[11]

Rio do Peixe em época de cheias

O município encontra-se com toda sua área territorial inserida na sub-bacia do Rio do Peixe, pertencente à bacia hidrográfica do Rio Piranhas-Açu, cujos rios principais cortam a zona urbana do município. O principal açude é o São Gonçalo, situada no distrito homônimo, com capacidade para 44,6 milhões de metros cúbicos de água. Também se destacam os açudes Juá, dos Patos e Velho, além das lagoas da Estrada, de Forno e da Vereda.[10]

A vegetação predominante em Sousa é constituída pela caatinga hiperxerófila, sem folhas na estação seca, com a abundância de cactáceas e plantas de pequeno porte. Há também a floresta caducifólia, cujas espécies apresentam folhas pequenas e caducas.[10]

O clima sousense é tropical semiárido (do tipo Bsh na classificação climática de Köppen-Geiger),[12] com temperatura média anual é de 26,7 ºC e precipitação média de 872 milímetros (mm) anuais, concentrados entre janeiro e abril, sendo março o mês de maior precipitação (227 mm).[13] Durante a estação úmida podem ocorrer alagamentos em algumas áreas da zona urbana.[14] É em Sousa, mais exatamente no distrito de São Gonçalo, que o Sol mais brilha no Brasil,[15] com aproximadamente 3 200 horas anuais de insolação.[16]

Dados climatológicos para Sousa
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 32,8 32,1 31,4 31 30,8 30,4 31,4 32,6 33,6 34,1 34,7 33,5 32,4
Temperatura média (°C) 27,2 26,9 26,6 26,3 25,7 25,1 25,5 26,3 27,2 27,7 28,4 27,7 26,7
Temperatura mínima média (°C) 21,7 21,7 21,9 21,6 20,6 19,8 19,6 20,1 20,8 21,4 22,2 22 21,1
Precipitação (mm) 98 169 227 183 81 35 17 5 4 9 11 33 872
Fonte: Climate Data.[13]

Política[editar | editar código-fonte]

Prédio da justiça federal

O poder executivo do município de Sousa é representado pelo prefeito, auxiliado pelo seu gabinete de secretários. O atual prefeito municipal é Fábio Tyrone Braga de Oliveira, do Partido Socialista Brasileiro (PSB), eleito nas eleições municipais de 2008 e novamente eleito em 2016 com 52,93% dos votos válidos, tendo como vice Zenildo Rodrigues de Oliveira (Partido Social Democrático).[19] O poder legislativo, por sua vez, é exercido pela Câmara Municipal, formada por quinze vereadores.[20] Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao executivo, especialmente o orçamento municipal (conhecido como Lei de Diretrizes Orçamentárias).

Existem ainda alguns conselhos municipais em atividade: alimentação escolar,[21] assistência social,[22] cultura,[23] direitos da criança e do adolescente,[24] defesa civil,[25] direitos da pessoa com deficiência,[24] direitos do idoso,[24] direitos da mulher,[26] educação,[21] FUNDEB,[21] meio ambiente,[27] saúde[28] segurança alimentar,[29] e tutelar.[30] Sousa se rege pela sua lei orgânica, promulgada em 1995,[31] e abriga uma comarca do poder judiciário estadual, de segunda entrância, com sede no Fórum Dr. José Mariz, cujos termos são Aparecida, Lastro, Marizópolis, Nazarezinho, Santa Cruz, São Francisco e Vieirópolis.[32][33] Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, Sousa possuía, em novembro de 2016, 43 561 eleitores, 1,510% do total da Paraíba,[34] distribuídos em duas zonas eleitorais (35ª e 63ª).[35]

Prefeitura de Sousa, sede do poder executivo.
Câmara Municipal, sede legislativa.
Fórum Dr. José Mariz, que abriga a comarca de Sousa, do poder judiciário da Paraíba.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Bairros da zona urbana[editar | editar código-fonte]

  • Alto Capanema
  • Alto do Cruzeiro
  • André Gadelha
  • Angelim
  • Areias
  • Assis Garrido
  • Augusto Braga (Mutirão)
  • Bancários
  • Boa Vista
  • Centro
  • Dr. Zezé
  • Estação
  • Estreito
  • Frei Damião
  • Gato Preto
  • Guanabara
  • Jardim Bela Vista
  • Jardim Brasília
  • Jardim Iracema
  • Jardim Sant'ana
  • Jardim Sorrilândia I
  • Jardim Sorrilândia II
  • Jardim Sorrilândia III
  • Jardins
  • José Lins do Rêgo
  • Maria Rachel
  • Nossa Senhora de Fátima
  • Projeto Mariz
  • Várzea da Cruz
  • São José
  • Quilombo
  • Lagoa dos Patos
  • Sousa 1

Economia[editar | editar código-fonte]

Fábrica de iogurte da Isis
Visão de alguns edifícios do bairro Gato Preto.
Crescimento do PIB de Sousa
Ano PIB
2002 174,113 milhões
2003 194,133 milhões
2004 227,623 milhões
2005 232,783 milhões
2006 285,489 milhões
2007 333,016 milhões
2008 467,909 milhões
2009 531,249 milhões
2010 586,365 milhões
2012 676,600 milhões
2013 807,574 milhões
2017 926,413 milhões

A economia da cidade é bastante diversificada, embora tenha o setor de serviços o maior responsável pela arrecadação de impostos no município. A cidade se destaca também na produção de coco,produz a melhor água de coco do Brasil. Mas a produção de coco da cidade contribui apenas em 1% da produção nacional gerando uma receita bruta de R$ 5.700.000,00 reais, o que situa Sousa na 15ª posição entre as regiões produtoras de coco do Brasil.

Ainda no ramo agrícola, o projeto do Perímetro Irrigado das Várzeas de Sousa, conta com inovação produtiva no setor biodinâmico, em projetos de grande e pequeno porte, com destaque à recente retomada da cultura algodoeira no estado, através do Grupo Santana, empresa potiguar proprietária de mais de 1000 hectares do perímetro[36].

No Ramo industrial Sousa se destaca como uma das cidades mais industrializadas da Paraíba, com pouco mais de 164 indústrias.

Transportes[editar | editar código-fonte]

Frota de Veículos (IBGE - 2010)[editar | editar código-fonte]

Tipo de Veículo Quantidade
Automóvel 4766
Caminhão 606
Caminhão Trator 35
Caminhonete 948
Camioneta 155
Micro-ônibus 30
Motocicleta 9154
Motoneta 2287
Ônibus 50
Utilitário 51
Outros 115
TOTAL 18197

Cultura[editar | editar código-fonte]

Sousa conta com o Centro Cultural Banco do Nordeste, um grande equipamento financiado pelo Banco do Nordeste, que se compara ao dos grandes centros e conta com biblioteca, biblioteca virtual, teatro e cinema.

Esporte e clubes[editar | editar código-fonte]

Times de futebol[editar | editar código-fonte]

Sousa Esporte Clube

  • Fundado em 10 de julho de 1991 (mesmo dia de aniversário da cidade de Sousa), o Sousa Esporte Clube começou a competir profissionalmente na Série B estadual do mesmo ano, consagrando-se campeão do certame.
  • Ficou por 2 anos com participações razoáveis na Série A. Esteve prestes a não disputar o Campeonato Paraibano de Futebol de 94. Conseguiu se arrumar na última hora e foi recompensado com o título do ano, tornando-se a primeira equipe do sertão a conquistar o Paraibano, fora da ligação João Pessoa-Campina Grande. Em 1995, foi vice-campeão paraibano, perdendo para o Santa Cruz-PB da cidade de Santa Rita, na região metropolitana de JP, time esse que viria a se tornar bicampeão em 1996. O Sousa ainda disputou a Copa do Brasil de 1995, sendo eliminado (mas com dignidade) pelo Flamengo-RJ. Perdeu os dois jogos por 1 a 0.
  • Depois disso, o Sousa amargou disputas para fugir do rebaixamento. Na primeirona, o time chegou ao "fundo do poço" em 2005, quando venceu apenas 3 partidas de 14 disputadas. No ano seguinte melhorou um pouco: venceu 5 partidas de 16 disputadas.
  • A partir de 2007 o Sousa fez as pazes com as grandes campanhas, chegando à final do 1º turno e à semifinal do 2º, garantindo o 3º lugar.

Em 2008 disputou a Copa do Brasil, sendo eliminado pelo Vitória pelo placar de 4 a 1 em casa.

  • Ficou em terceiro mais uma vez no estadual, chegando às finais dos dois turnos e perdendo para Treze e Campinense. Venceu os dois clássicos contra o Atlético de Cajazeiras: 3 a 1 em Cajazeiras e 1 a 0 em Sousa. Fez um primeiro turno impecável, com 8 vitórias, 4 empates e apenas 1 derrota. No segundo turno, apareceram 2 derrotas, mas nada que impedisse o avanço da equipe. Na somatória geral, foram 26 partidas, com 15 vitórias, 6 empates e 5 derrotas.
  • Em 2009, a equipe finalmente chegou ao bicampeonato, vencendo o Treze na final, garantindo assim uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro do mesmo ano, torneio este que preferiu não participar, cedendo assim sua vaga ao Treze Futebol Clube. Com o título, conquistou ainda a vaga na Copa do Brasil de 2010 onde enfrentou o Vasco da Gama na primeira fase, tendo de mandar seu jogo, mais uma vez, no estádio "O Almeidão", em João Pessoa onde saiu derrotado por 2x1, depois de estar vencendo, com gol do meia "Ribinha", garantindo assim o jogo de volta em São Januário, jogo este que terminou empatado por 0x0.
  • No ano de 2015 sagrou-se campeão do Segundo turno do campeonato Paraibano, vencendo o Campinense Clube na decisão, no entanto na finalíssima do campeonato, perdeu para o mesmo Campinense, ficando com o vice campeonato, o que lhe assegurou a vaga no Campeonato Brasileiro da série D daquele ano.
  • Sociedade Esportiva de Sousa

Feriados[editar | editar código-fonte]

Em Sousa há dois feriados municipais, além de oito feriados nacionais e três pontos facultativos. Os feriados municipais são o dia 10 de julho, data de aniversário do município, e o dia 8 de setembro, dia da padroeira.[37]

Vale dos Dinossauros[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Vale dos Dinossauros

Localiza-se no Sítio Passagem das Pedras, a seis quilômetros do Centro da cidade, o mais importante registro de um dos mais importantes sítios paleontológicos existentes, o Vale dos Dinossauros, onde registra-se a maior incidência de pegadas de dinossauros do mundo. Abrangendo uma área de 1.730 km², em mais de 30 localidades no Alto Sertão Paraibano, encontram-se pegadas fossilizadas de mais de 80 espécies distintas de dinossauros,que variam entre 5 e 40 cm de comprimento, a maioria de dinossauros carnívoros.

Entrada do Vale dos Dinossauros

Referências

  1. a b c «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  2. a b «Distância entre Sousa/PB e João Pessoa/PB». Google Maps. Consultado em 17 de maio de 2014 
  3. a b «Área Territorial Brasileira - Consulta por Município». Resolução da Presidência do IBGE de n° 1, de 15 de janeiro de 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 17 de maio de 2014. Cópia arquivada em 17 de maio de 2014 
  4. «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 17 de dezembro de 2016 
  5. a b «Paraíba». Embrapa. Consultado em 19 de julho de 2011 
  6. «Paraíba » Sousa » índice de desenvolvimento humano municipal - idhm». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 15 de janeiro de 2017 
  7. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 5 jan. 2013 
  8. a b c José Roberto de Alencar Moreira (2000). «História da família Seixas de Alencar» (PDF). Genealogia Pernambucana. Consultado em 17 de setembro de 2015 
  9. «Distância entre Sousa/PB e Brasília/DF». Google Maps. Consultado em 17 de maio de 2014 
  10. a b c d Ministério de Minas e Energia. «DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO DE SOUSA» (PDF). CPRM. Consultado em 15 de julho de 2011 
  11. «Mapa exploratório - reconhecimento de solos do município de Sousa - PB». Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte. Consultado em 5 de agosto de 2014 
  12. «Municípios localizados no Semi-árido». Banco do Brasil. Consultado em 22 de junho de 2014 
  13. a b «Clima: Sousa». Climate Data. Consultado em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014 
  14. Alisson Correia (12 de março de 2014). «Chuvas provocam alagamentos e destruição em cidades do Sertão da Paraíba». Portal Correio UOL. Consultado em 5 de agosto de 2014 
  15. «Vale dos Dinossauros - São Gonçalo». Portal Vale dos Dinossauros. Consultado em 17 de maio de 2014. Cópia arquivada em 17 de maio de 2014 
  16. «Insolação Total (horas)». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014 
  17. «Clima: Lagoa dos Estrelas». Climate Data. Consultado em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014 
  18. «Clima: Massapê dos Dias». Climate Data. Consultado em 5 de agosto de 2014. Cópia arquivada em 5 de agosto de 2014 
  19. «Em Sousa, Tyrone e Zenildo são eleitos com mais de 50% dos votos». 2 de outubro de 2016. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2016 
  20. «Câmaras aumentam número de vereadores na PB». 18 de novembro de 2011. Consultado em 28 de junho de 2013. Cópia arquivada em 5 de novembro de 2011 
  21. a b c «3.5 Conselhos municipais da área de educação». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2014. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  22. «7.4 Apoio técnico, plano, conselho e fundo municipal de assistência social». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  23. «6.2 Conselho municipal de cultura e de preservação do patrimônio». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  24. a b c «5.4 Conselhos municipais». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2014. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  25. «6.4 Conselho municipal de defesa civil». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2014. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  26. «8.2 Plano municipal de políticas para mulheres, Parcerias em programas/projetos/ações, Conselho municipal de direitos da mulher». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2013. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  27. «7.2 Conselho municipal de meio ambiente». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2013. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  28. «4.3 Conselho, conferência, fundo e plano municipal de saúde». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2014. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  29. «8.3 Conselho municipal de segurança alimentar e nutricional». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  30. «9.3 Conselhos». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2012. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  31. «3.2 Instrumentos de planejamento municipal». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2005. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  32. «Fórum Dr. José Mariz». Tribunal de Justiça da Paraíba. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2017 
  33. «COMARCAS E OS RESPECTIVOS TERMOS» (PDF). Ministério Público da Paraíba. Consultado em 5 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2014 
  34. «Quantidade de eleitores por município/região». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 5 de janeiro de 2017 
  35. «Estatísticas do eleitorado – Consulta por município/zona». Tribunal Superior Eleitoral. Consultado em 5 de janeiro de 2017 
  36. [1]
  37. «Paraíba – Feriados Municipais». Calendários e feriados. Consultado em 21 de maio de 2011 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Baci-4s.jpg O município possui sítio arqueológico (arte rupestre brasileira) de interesse histórico e turístico!