Tibagi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Município de Tibagi
Vista do Canyon Guartelá, área rural de Tibagi.

Vista do Canyon Guartelá, área rural de Tibagi.
Bandeira de Tibagi
Brasão de Tibagi
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 18 de março
Fundação 1794 (225 anos)[1]
Emancipação 18 de março de 1872 (147 anos)
Gentílico tibagiense[2]
Prefeito(a) Rildo Emanoel Leonardi (PMDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Tibagi
Localização de Tibagi no Paraná
Tibagi está localizado em: Brasil
Tibagi
Localização de Tibagi no Brasil
24° 30' 32" S 50° 24' 50" O24° 30' 32" S 50° 24' 50" O
Unidade federativa Paraná
Mesorregião Centro Oriental Paranaense IBGE/2008 [3]
Microrregião Telêmaco Borba IBGE/2008 [3]
Municípios limítrofes Ventania, Piraí do Sul, Castro, Carambeí, Ponta Grossa, Ipiranga, Ivaí, Reserva, Imbaú e Telêmaco Borba
Distância até a capital 226 km
Características geográficas
Área 2 951,567 km² [4]
População 20 522 hab. estimativa populacional — IBGE/2019[5]
Densidade 6,95 hab./km²
Altitude 748 m
Clima Subtropical Cfa
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,686 médio PNUD/2000 [6]
PIB R$ 489 953 mil IBGE/2012[7]
PIB per capita R$ 25 148 99 IBGE/2012[7]

Tibagi[nota 1] é um município brasileiro localizado na região dos Campos Gerais do estado do Paraná, a 200 km da capital, Curitiba, sendo a cidade fundada em 1872. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 20 522 habitantes.[5][8]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O termo é referência ao rio Tibagi, que nasce nos Campos Gerais, corta o território municipal e joga suas águas no Rio Paranapanema. Etimologicamente é denominação de origem Tupi, "Tibagy": o rio do pouso, o rio da parada.

História[editar | editar código-fonte]

A história registra que bem antes da povoação da região, o Rio Tibagi foi objeto de passagem de numerosas expedições e bandeiras, que levavam os intrépidos aventureiros sertão a dentro.

A notícia de que o rio Tibagi era rico em ouro e pedras preciosas atraiu, para a região, milhares de pessoas com o pensamento de fácil enriquecimento. Depois das "entradas" dos paulistas, por ali estiveram muitos curitibanos, mas nada se efetivou em termos de povoamento.

Segundo o mapa histórico e geográfico da Província de Misiones (1585-1896), os padres jesuítas implantaram diversas "reduções" na então República do Guairá, atual Estado do Paraná, e que pertencia à Espanha por força do Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 por Espanha e Portugal. Algumas dessas reduções foram implantadas às margens do rio Tibagi, e o objetivo dos padres era aldear os povos indígenas e doutriná-los. Fizeram história as reduções de San José (1626), San Javier (1622) e Encarnacion (1625).

Os primitivos moradores de Tibagi procediam de São Paulo, e seu estabelecimento na região foi lento e durou vários anos, até que fosse definitivamente escolhida a localização do povoado.

O grande pioneiro do núcleo, que gerou o atual município de Tibagi, foi Antonio Machado Ribeiro, paulista que chegou à região acompanhado de sua família. Foi compadre e capataz do grande proprietário de terras da região José Felix da Silva Passos,casado com a jovem Onistarda. José Felix, teve os dedos da mão esquerda decepadas e foram cortados três dedos da mão direita, além de ferimentos na perna o que lhe fez ficar coxo de uma perna. José Félix tinha sido vítima de um atentado engendrado pela esposa, que o odiava terrivelmente. A mulher foi sentenciada como criminosa, em processo criminal que aconteceu na cidade de Castro. Em 1808, contudo, foi lavrada uma escritura de “perdão”, a pedido do marido. Suas terras se estendiam para além do Rio Alegre, passando pelo rio Tibagi até a cidade Castro. Era dono das fazendas Monte Alegre, Fortaleza, Bela Vista e outras. Amargo e infeliz, o fazendeiro era, contudo, um homem ativo. Em Castro atuou como juiz ordinário, juiz de conselho, ajudante de milícias e capitão de ordenanças em Piraí e Furnas. Por volta de 1796, um amigo de José Félix foi visitá-lo na Fazenda Fortaleza, 17 km da atual cidade de Tibagi. Brígido Álvares recusou escolta do amigo fazendeiro para voltar para Castro. No dia seguinte, com uma flecha em cada olho, sua cabeça foi espetada num dos portões da Fazenda de José Félix. Em represália, o fazendeiro ordenou a seu capataz, Antônio Machado Ribeiro que fosse a busca dos índios Caingangues, que sempre habitaram aquelas terras. Uma carta do século XVIII, cita o ocorrido como a “Chacina do Tibagi”. A matança generalizada dos índios ocorreu nas margens do mesmo Rio Tibagi, uns 50 km mais ao Norte. Aquela colina ficaria conhecida nos séculos seguintes como "Mortandade”, até que Luba Klabin mudasse o nome do local, em 1941. Ali foram construídos um hospital e um hotel, muito próximos de onde hoje se encontra a maior fabricante de papel da América Latina e uma das 7 maiores do mundo: a Klabin do Paraná. Desde então, a sede da Fazenda Monte Alegre do Tibagi, deixou de ser a Fazenda Velha de José Félix da Silva para se transformar na Harmonia.

Antonio Machado Ribeiro como recompensa recebeu de José Felix uma extensa área de terras que ia do Rio Pinheiro Seco até a barra do Rio Santa Rosa. Bastante idoso, Antônio Machado Ribeiro faleceu e deixou, em forma de herança, a propriedade a seus filhos Manoel das Dores Machado e Ana Beja Machado. A família pioneira doou, com o objetivo de se construir uma capela, uma área de 12 mil m² a Nossa Senhora dos Remédios, além da casa em que morava Antonio Machado Ribeiro. Muito tempo depois da construção do templo religioso, a Câmara de Castro, que tinha jurisdição sobre a vila de Tibagi, autorizou a vinda do frei capuchinho, o italiano Gaudêncio, de Gênova, que ali ficou como pároco até a data do seu falecimento.

O povoado de Tibagi foi elevado à categoria de freguesia através da Lei Provincial n° 15, de 6 de março de 1846. Pela Lei Provincial n° 302, de 18 de março de 1872 foi criada a Vila de Tibagi, com território desmembrado do município de Castro, sendo instalada no dia 10 de janeiro do ano seguinte. Foi elevada à categoria de cidade através da Lei Estadual nº 259, de 27 de dezembro de 1897, cuja instalação deu-se nesta mesma data.

O maior nome da política local e um dos maiores do Estado foi Telêmaco Augusto Enéas Morosini Borba, que entrou na vida pública em 1882 elegendo-se alternadamente prefeito municipal de Tibagi e deputado provincial, defendendo as cores do Partido Liberal. Com leis eleitorais na República Velha, Telêmaco Borba conseguiu permanecer no cargo de prefeito por 22 anos, cargo que em vários períodos exerceu ao mesmo tempo com o mandato de deputado estadual. Um recorde na época. Por ocasião da Revolução Federalista, em 1894, obrigou-se ao exílio, mas, ao ser anistiado retomou as lides políticas, elegendo-se deputado pela União Republicana Paranaense, posteriormente recupera o poder municipal, como prefeito. Segundo o historiador Túlio Vargas chamavam-no de "...prefeito vitalício e deputado crônico". Telêmaco Borba também notabilizou-se como sertanista e defensor das causas indígenas, faleceu na cidade de Tibagi, em 23 de novembro de 1918, vitima da gripe espanhola.

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município tem uma área total de 2.951,567 km²[4], representando 1,5597% do estado, 0,5516% da região e 0,0366% de todo o território brasileiro.[4] É o segundo maior município do Paraná em área territorial. O município está dividido em três distritos administrativos: Tibagi (sede), Alto do Amparo e Caetano Mendes.[8]

Divisão territorial[editar | editar código-fonte]

Na sede municipal destacam-se os bairros centro, Vila São José, Vila Vicentina, Conjunto Habitacional Manoel Ferreira Ribas, Conjunto Habitacional João Francisco de Souza, Conjunto Habitacional Rio Capivari, Conjunto Habitacional Santa Rita, Residencial Divina Providência, Residencial Viverti,[9] Moradia Solimões, Moradias Solidariedade, Loteamento Santa Paula, Risseti, Sagrada Família (Nequinho),[10] Bom Pastor, Beira Rio, Dezoito de Março.[11][12][13] Aos arredores da sede há localidades rurais, como São Domingos, Guartelá,[14] Santo Amaro, Lavras, Conceição,[15] Pinheiro Seco,[16] Barreiro, Rancho Alegre, Santa Rosa (vila rural) e Rincão[17][18][19]

Tibagi apresenta muitas outras localidades rurais, distribuídas por todo o território. São bairros, vilas e povoados que formam diversas comunidades, como, por exemplo, na região de Caetano Mendes, a Vila Isabel, Vila Constantino, Vila Amirta,[20] Arroio Grande, Barra Mansa, Boa Vista, Campina Alta, Cerrado Grande, Faxinal dos Mendes, Cachoeirão, Capivari, Limeira, Espigão, Gaias, Morro Chato, Obelisco, Santa Pastorina (vila rural), Vila Salomão e Assentamento Menino Jesus.[21][22][23] Já na região de Alto do Amparo, o Faxinal dos Empossados, Agudos, Cachoeira, Estiva, Penha, Iapará, Beraldos, Bom Jardim, Campina, Coreanos, Descalvado, Paiol, Penha, Poços, Santa Maria, São Pedro, Vasto Horizonte, Marabá, Xaxim e Assentamento Dona Tonia.[17][24]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município está situado na Bacia Hidrográfica do rio Tibagi, sendo que a sede da cidade situa-se à sua margem esquerda. O rio Tibagi é um tributário do rio Paranapanema, que por sua vez é afluente da margem esquerda do rio Paraná. Destacam-se entre os principais afluentes do município os rios: Tibagi, Iapó, Fortaleza, Imbaú, Capivari, Capivari-Mirim, Pinheiro Seco e Santa Rosa. Além dos arroios: das Antas,[25][26] do Passo, Ingrata, São Domingos e dos Macacos.[25]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A vegetação do município é caracterizada, por uma combinação de cerrado, campo, matas ciliares e floresta de araucárias (floresta ombrófila mista).[27] Muitas áreas foram substituídas por pastagens, que ocupam quase metade do território tibagiano. Verifica-se também vegetação exótica, sobretudo o cultivo florestal de pinus e eucalipto para obtenção de madeira.[27]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Em 2010, de acordo com o censo, a população total do município era de 19 344 habitantes, sendo 11 668 habitantes na área urbana e 7 676 habitantes na área rural. Deste total, 9 804 eram do sexo masculino e 9 540 do sexo feminino.[28][8] No âmbito da Justiça Eleitoral, sedia o cartório da 17ª zona eleitoral. Havia 13 974 eleitores no município em agosto de 2019, o que representava 0,174% do total do estado do Paraná.[29]

Em 2010, segundo dados do censo daquele ano, a população residente no município era composta por 12 351 brancos (63,85%); 6,154 pardos (31,81%); 729 pretos (3,76%); 109 amarelos (0,58%) e nenhum indígena declarado.[8] Tibagi conta atualmente com três comunidades negras tradicionais localizadas na área rual (Conceição, São Damásio e Guartelá).[15]

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,686

  • IDH-M Renda: 0,615
  • IDH-M Longevidade: 0,668
  • IDH-M Educação: 0,774

Religião[editar | editar código-fonte]

De acordo com o censo de 2010 existe diversas comunidades religiosas no município, predominantemente cristãs.[30] Entre a população residente, o censo mostrou 15 058 pessoas que declararam-se católicas apostólica romana, 3 427 pessoas que declararam-se evangélicas, 29 pessoas que declararam-se espíritas.[30] Ainda mostrou 13 pessoas que declararam ter religião oriental, 51 Testemunhas de Jeová, 19 de outras religiosidades cristãs, 58 de religiões não determinadas, 687 pessoas que declararam não ter religião e nenhuma pessoa declarou ter religião de tradições indígenas.[30]

Dentre as principais instituições religiosas destacam-se a Igreja Católica Apostólica Romana,[17] Igreja Adventista do Sétimo Dia, Igreja Luterana, Igreja Batista, Igreja Presbiteriana do Brasil, Igreja Pentecostal Deus é Amor, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo, Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil, Igreja Evangélica Reformada,[31] entre outras.[30]

Turismo[editar | editar código-fonte]

Cachoeira da Ponte de Pedra no Parque Estadual do Guartelá, em 2014.

Atrativos naturais[editar | editar código-fonte]

Atrativos culturais[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

No setor primário de Tibagi, recebe destaque as culturas temporárias, como a produção de soja, milho, trigo e feijão.[27] Já em relação as culturas permanentes, destacam-se a produção de banana, maracujá, tangerina, laranja, limão e pêssego.[27]

Usinas hidrelétricas

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Em 2019, o município possuía 22 estabelecimentos de saúde entre hospitais, pronto-socorros, postos e serviços odontológicos, sendo 10 públicos municipais e 12 privados. Apresenta cinco unidades Estratégia Saúde da Família (ESF) - Amparo, São José, São Bento, Caetano Mendes e 18 de Março;[24][57][58][59] Na localidade de Cachoeirão possui uma Unidade Básica de Saúde (UBS).[60] Tibagi apresenta uma unidade hospitalar, o Hospital Luiza Borba Carneiro, com 30 leitos.[61][62]

Educação[editar | editar código-fonte]

Transporte[editar | editar código-fonte]

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Tibagi possui várias retransmissoras de emissoras de televisão, que conta com os seguintes canais:

Canais abaixo sintonizados apenas na sede do município
  • 58 - TV Evangelizar - Curitiba / PR
  • 54 - Rede TV - São Paulo / SP
  • 48 - TV Aparecida - Aparecida / SP
  • 44 - RICTV (RecordTV) - Curitiba / PR
  • 41 - RPC TV (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR
  • 40 - TV Esporte Interativo - Rio de Janeiro / RJ
  • 38 - TV Verdade (TV Alterosa) Belo Horizonte / MG
  • 35 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 33 - TV Educativa (TV Cultura) - Ponta Grossa / PR
  • 29 - TV Novo Tempo - Jacareí/ SP
  • 27 - TV Canção Nova - Cachoeira Paulista / SP
  • 22 - Rede Mercosul (Record News) Curitiba / PR
  • 17 - TV Bandeirantes - Curitiba / PR
  • 15 - Rede Vida - São José do Rio Preto / SP
Canais sintonizados no Distrito de Caetano Mendes (Porteira Grande)
  • 12 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 10 - RPC / TV Esplanada (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR
Canais sintonizados no Distrito de Alto Amparo (São Bento)
  • 12 - TV Guará (Rede Massa / SBT) - Ponta Grossa / PR
  • 10 - RPC / TV Esplanada (Rede Globo) - Ponta Grossa / PR

Rádio[editar | editar código-fonte]

Jornais semanais e diários[editar | editar código-fonte]

Jornal de Tibagi
  • A Gazeta de Tibagi (extinto)
  • Folha da Cidade - edição Tibagi
  • Folha da Redação

Internet[editar | editar código-fonte]

Provedores de Internet via rádio
  • Tibagi Digit@l (Serviço gratuito fornecido pela prefeitura)

Cultura[editar | editar código-fonte]

Artesanato[editar | editar código-fonte]

O município conta com a Associação Tibagiana de Artesanato, onde são produzidos, expostos e comercializados artigos diversos feitos com matéria-prima local.[27]

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

  • Paçoca de carne[64]
  • Biscoito de polvilho[64]

Eventos[editar | editar código-fonte]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. Emanoelle Wisnievski (24 de junho de 2010). «Aconteceu! Fundação de Tibagi foi em 28 de junho de 1794». Prefeitura Municipal de Tibagi. Consultado em 25 de julho de 2018 
  2. «Gentílico - tibagiense». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 10 de dezembro de 2018 
  3. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  4. a b c «Área Territorial Brasileira - TIBAGI». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2016. Consultado em 14 de setembro de 2017 
  5. a b «estimativa_dou_2019.xls». ibge.gov.br. Consultado em 28 de agosto de 2019 
  6. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  7. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2012». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2014 
  8. a b c d Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (IPARDES) (setembro de 2019). «Caderno estatístico - município de Tibagi». Consultado em 18 de setembro de 2019 
  9. «Caixa e Prestes garantem execução das obras do Viverti em Tibagi». Diário dos Campos. 11 de junho de 2016. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  10. «'Nequinho' o bairro de muitos nomes». Prefeitura Municipal de Tibagi. 25 de maio de 2012. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  11. «Ruas dos bairros Risseti e Bom Pastor ganham pavimentação». Prefeitura Municipal de Tibagi. 18 de junho de 2018. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  12. «Novas Academias de Saúde são instaladas em bairros e comunidades». Câmara Municipal de Tibagi. 11 de maio de 2016. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  13. «Prefeitura e Defesa Civil prestam atendimento à famílias afetadas por temporal». Prefeitura Municipal de Tibagi. 31 de maio de 2019. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  14. a b «Fiéis preparam peregrinação em Tibagi». A Rede. 10 de abril de 2017. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  15. a b «Comunidades Quilombolas e comunidades negras tradicionais» (PDF). MPPR. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  16. «"Conversa com o prefeito" visita bairro Pinheiro Seco». Blog do Johnny. 19 de setembro de 2017. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  17. a b c «Paróquia Nossa Senhora dos Remédios». Diocese de Ponta Grossa. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  18. «Provopar de Tibagi realiza série de serviços». Prefeitura Municipal de Tibagi. 9 de agosto de 2019. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  19. «Produtores de Tibagi recebem resfriadores de leite». Política em Destaque. 28 de novembro de 2014. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  20. «Assembléias apresentam projeto de regularização fundiária para moradores». Prefeitura Municipal de Tibagi. 1 de agosto de 2018. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  21. João Aparecido Pereira Garcia; Nicolas Floriani (2016). «Etnocartografia do Distrito de Caetano Mendes no município de Tibagi-PR» (PDF). Secretaria da Educação do Paraná. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  22. «Atendimento vai até as comunidades tibagianas». Prefeitura Municipal de Tibagi. 23 de março de 2015. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  23. «Projeto Político Pedagógico - Colégio Estadual João Francisco da Silva-Ensino Fundamental e Médio» (PDF). Colégio Estadual João Francisco da Silva-Ensino Fundamental e Médio. 2010. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  24. a b «Lei nº 2342 de 27 de maio de 2011» (PDF). Prefeitura Municipal de Tibagi. 2011. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  25. a b c d e «Caracterização da Reserva Particular do Patrimônio Natural Itáytyba» (PDF). IAP. 2009. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  26. «Caminhos, arenitos e cachoeiras de Itáytyba» (PDF). Itáytyba Ecoturismo. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  27. a b c d e f g h i «Aspectos característicos do município de Tibagi». Docplayer. 2015. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  28. IBGE (2010). «Censo - Sinopse». Consultado em 18 de setembro de 2019 
  29. Tribunal Superior Eleitoral (TSE) (agosto de 2019). «Estatísticas do eleitorado – Consulta por município/zona eleitoral». Consultado em 18 de setembro de 2019 
  30. a b c d «Censo - Amostra Religião». IBGE. 2010. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  31. «Comemoração dos 40 anos da IER - Igreja Evangélica Reformada». Prefeitura Municipal de Tibagi. 19 de maio de 2019. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  32. a b c d «Unidades de Conservação Estaduais» (PDF). IAP - Instituto Ambiental do Paraná. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  33. a b c d e f g h i j k l «Tibagi». Paraná Turismo. 2019. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  34. a b c d e f g h i Secretaria Municipal de Turismo - Setur (2019). «Atrativos Naturais». Prefeitura Municipal de Tibagi. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  35. a b «Mapa de Unidades de Conservação» (PDF). IAP - Instituto Ambiental Do Paraná. Setembro de 2003. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  36. a b «Listagem das RPPN no Estado do Paraná, Reconhecidas pelo IAP - Instituto Ambiental Do Paraná». IAP - Instituto Ambiental Do Paraná. 2009. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  37. «Cachoeira das Andorinhas - Cânion Guartelá». Wikiloc. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  38. «Pousada Fazenda Guartelá». Férias Brasil. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  39. «Cachoeira das Andorinhas». Alugue Pousadas. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  40. «Cachoeira das Andorinhas». Pousada Fazenda Guartelá. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  41. «Prefeitura investe R$ 140 mil em reformas e revitalização de espaços públicos». Correio dos Campos. 22 de agosto de 2018. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  42. «Tibagi participa do dia mundial da limpeza». Diário dos Campos. 5 de setembro de 2018. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  43. Isonel Sandino Meneguzzo; Edu Silvestre de Albuquerque (2009). «A política ambiental para a região dos campos gerais do Paraná». Revista Ra'e Ga - O Espaço Geográfico em Análise. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  44. a b c d e Secretaria Municipal de Turismo - Setur (2019). «Atrativos Culturais». Prefeitura Municipal de Tibagi. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  45. «Ministro do Esporte inspeciona parque em Tibagi». A Rede. 25 de maio de 2018. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  46. «Prefeitura abre licitação para concessão no Parque Linear». Prefeitura Municipal de Tibagi. 25 de janeiro de 2019. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  47. Gilmar Arruda (2008). «A natureza dos rios: história, memória e territórios». Editora UFPR. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  48. «Arquivos do Museu paranaense, Volumes 4-5». Museu Paranaense. 1945. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  49. «Salto da Cotia - Tibagi/PR». Wikiloc. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  50. «Fenda do Nick: conhecendo o inacreditável!». Rodas no Pé. 21 de fevereiro de 2018. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  51. «Trilha do Ermitão, Tibagi-PR». 2007. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  52. «Biblioteca Municipal completa 53 anos». Prefeitura Municipal de Tibagi. 15 de outubro de 2015. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  53. a b c d «Atrativos Religiosos». Prefeitura Municipal de Tibagi. 2019. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  54. «Peregrinação de São João de Maria atrai 200 fiéis em Tibagi». A Rede. 23 de abril de 2019. Consultado em 16 de setembro de 2019 
  55. «Teatro Municipal Tia Inália recebe evento para comemorar o Dia da Dança». Prefeitura Municipal de Tibagi. 28 de abril de 2015. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  56. «Começa a revitalização do Teatro Tia Inália». Prefeitura Municipal de Tibagi. 19 de julho de 2019. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  57. «Saúde comemora "Agosto Dourado", mês de incentivo à amamentação». Prefeitura Municipal de Tibagi. 9 de agosto de 2019. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  58. «Unidades de Saúde passam por avaliação». Prefeitura Municipal de Tibagi. 12 de julho de 2018. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  59. «Comunidade do Amparo recebe ambulância». Prefeitura Municipal de Tibagi. 22 de maio de 2019. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  60. «Prefeitura inaugura novo consultório odontológico e unidade de saúde». Prefeitura Municipal de Tibagi. 23 de março de 2018. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  61. «Hospital de Tibagi celebra 50 anos de história». Diário dos Campos. 15 de outubro de 2010. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  62. «Hospital de Tibagi recebe R$ 1,2 milhão para obras de melhorias». Diário dos Campos. 3 de abril de 2015. Consultado em 18 de setembro de 2019 
  63. «Fateb Unidade Tibagi». Ministério da Educação. 2019. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  64. a b «Turismo Gastronômico na região Campos Gerais do Paraná». Secretaria do Esporte e do Turismo. Consultado em 12 de janeiro de 2015 
  65. «Eventos Tibagi». Prefeitura Municipal de Tibagi. 2019. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  66. «Tibagi prepara Festa da Santinha». Prefeitura Municipal de Tibagi. 15 de julho de 2019. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  67. «119ª edição da Festa da Santinha reúne milhares de romeiros em Tibagi». G1. Consultado em 17 de setembro de 2019 
  68. «Festa da Santinha atrai romeiros de todo o Estado». Correio dos Campos. 26 de julho de 2018. Consultado em 17 de setembro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Tibagi
Ícone de esboço Este artigo sobre municípios do estado do Paraná é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.