Campos Gerais do Paraná

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Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a região geográfica e socioeconômica. Para a região fitogeográfica, veja Campos Gerais do Paraná (fitogeografia).

A Região dos Campos Gerais, ou Região dos Campos Gerais do Paraná, é uma região localizada no centro-leste do estado do Paraná, no Brasil. É uma região que leva em consideração critérios históricos, culturais, econômicos e sociopolíticos, que une municípios, com uma dinâmica territorial sem uma limitação única.[1]

É também conhecida como área de influência de Ponta Grossa,[1] estando em sua maior parte inserida no Segundo Planalto Paranaense. A expressão "Campos Gerais do Paraná" foi consagrada por Reinhard Maack (1948), que a definiu originalmente como uma zona fitogeográfica natural, com campos limpos e matas galerias ou capões isolados de floresta ombrófila mista. Nessa definição, a região é ainda limitada à área de ocorrência desta vegetação que a caracteriza situada sobre o Segundo Planalto Paranaense, no reverso da Escarpa Devoniana, a qual o separa do Primeiro Planalto.[1]

A identidade histórica e cultural da região dos Campos Gerais do Paraná remonta ao século XVIII.[1] O tropeirismo, que se estendeu até ao início do século XX, tem forte influência na cultura e costumes na região, cuja população preserva muitos hábitos herdados dos tropeiros. Entretanto, no âmbito cultural mescla heranças da cultura indígena nativa, da colonização luso-brasileira, respaldo da cultura africana e da diversidade cultural de imigrantes que colonizaram a região.[1] Contudo, a cultura da região dos Campos Gerais torna-se muito diversificada, destacando-se características caboclas, faxinalenses, tropeiras, eslavas e germânicas.[1]

Mais recentemente, outras definições têm sido adotadas para os Campos Gerais, atendendo a objetivos e interesses diversos, resultando em delimitações também diferentes.[1] De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 2017, a região é parte da Região Geográfica Intermediária de Ponta Grossa, que compreende em uma divisão geográfica regional do país para fins de planejamento e estimativas.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Monumento aos tropeiros, na cidade da Lapa, Paraná.

Antes da chegada dos europeus, o território da região dos Campos Gerais era habitado por povos indígenas da grande nação Tupi.[3]. A ocupação do território da região dos Campos Gerais iniciou-se na primeira década do século XVIII por colonos portugueses que estabeleceram fazendas e sítios.[4] A partir da segunda metade do século XVIII, tropeiros vindos do Estado do Rio Grande do Sul, e que iam para as feiras no Estado de São Paulo passaram pela região.[5]

Museu do Tropeiro, na cidade de Castro.

Em 1760 foram realizados os primeiros registros do contato entre indígenas e latifundiários nos Campos Gerais. Entretanto, antes mesmo deste período, os jesuítas construíram uma igreja no lugar que ficou denominado Igreja Velha, próximo ao Guartelá.[4] Provavelmente os religiosos católicos pretendiam realizar a catequização dos índios Coroados que habitam a região.[4]

Até meados do século XVIII vários pedidos para concessão de sesmarias nos Campos Gerais foram efetuados, motivados por um interesse na exploração do comércio pecuário.[4] Entretanto, isso não indicava necessariamente, até então, a intenção dos sesmeiros em estabelecer residência na região. Em 1772 o recenseamento indicou a existência de 50 grandes fazendas e 125 sítios na região dos Campos Gerais.[4] As primeiras sesmarias dos Campos Gerais, que eram concedidas pela Coroa portuguesa, foram disponibilizadas a vários integrantes da família de Pedro Taques de Almeida. O latifúndio compreendia as áreas dos atuais municípios de Jaguariaíva, Piraí do Sul, Castro e parte de Ponta Grossa.[4]

As fazendas dos Campos Gerais estavam voltadas principalmente para a pecuária, envolvidas com o criatório e a invernagem do gado trazido do sul, sendo que a invernagem sobressaiu-se em relação a atividade de criação.[4] A invernagem consistia-se basicamente na engorda do gado em campos alugados, primeiramente durante os meses de inverno, passando depois a ser realizada durante todo o ano. As atividades nas fazendas eram realizadas pela família proprietária (quando esta ali residia), pelos agregados e, sobretudo, pelos escravos, força de trabalho que incluía negros, índios e até mesmo ou seus mestiços.[4]

Depois dos tropeiros, diversos grupos de imigrantes, principalmente alemães, holandeses, italianos, russos, japoneses, poloneses, ucranianos e sírio-libaneses, estabeleceram-se na região dos Campos Gerais do Paraná. Alguns grupos se estabeleceram em cidades e outros em propriedades rurais, enquanto outros fundaram inúmeras comunidades, conhecidas como colônias, como por exemplo: as alemãs Lago, Quero-Quero, Terra Nova, Santa Bárbara, Santa Leopoldina e Witmarsum; as holandesas Carambeí, Castrolanda, Monte Alegre e Arapoti; as russas Santa Cruz I, II e III;[1][6][7] a italiana Colônia Cecília; colônias de russos-alemães do Volga, como Octavio (Ponta Grossa), Papagaios Novos (Palmeira), Pugas (Palmeira), Sinimbú (Palmeira), Johannesdorf (Lapa), Marienthal (Lapa) e Virmond (Lapa). [8][9]

Municípios[editar | editar código-fonte]

Ponta Grossa, a maior cidade da região dos Campos Gerais.

Os municípios desta região podem ter entre si ligações tanto geográfica como também cultural, histórica, política e econômica. A região pode compreender tanto municípios que estão inseridos na área fitogeográfica como também municípios que estão politicamente interligados. Originalmente, em uma perspectiva mais amplificada, a região englobava até municípios que hoje se encontram na Região Metropolitana de Curitiba, como Campo do Tenente, Campo Largo e Lapa. Com o passar dos anos e com o desenvolvimento das organizações institucionais, alguns municípios se aproximaram mais dos municípios da região de Ponta Grossa. Neste sentido, antes, estavam mais ligados ora com a região Centro-Sul do Paraná, ora mais com a região dos Campos Gerais, como Guamiranga e Ivaí, e ora com o Norte Pioneiro do estado e ora com os Campos Gerais, como é o caso de Curiúva, Arapoti e São José da Boa Vista. Os municípios que historicamente fazem parte desta região são:

Destes municípios, dezenove estão congregados atualmente na AMCG (Associação dos Municípios dos Campos Gerais), criando assim entre esses uma forte ligação sociopolítica. Os municípios da AMCG são: Arapoti, Carambeí, Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.[10]

Economia[editar | editar código-fonte]

Área de campos cultiváveis na região de Ponta Grossa.

A economia se apresenta-se de forma diversificada,[11] destacando os setores madeireiros,[12] metalmecânico e agropecuário. As cidades dos Campos Gerais são recordistas nacionais em vários segmentos do agronegócio. Na região está instalada a maior e melhor bacia leiteira e o maior produtor de trigo do Brasil. Algumas das principais empresas que atuam na região, do setor da primário, secundário e terciário, são: Ambev,[13][14] Bunge,[15] BrasPine,[16] Cargill,[15] Castrolanda,[17] CCR Rodonorte,[17] Continental,[18] Copel,[19] Kemira,[20][21][22] Klabin,[23][17] Lactalis,[24][25] JBS,[25] Heineken,[15][26] Hübner,[27] Incorpore,[17] BO Paper,[28][29] Arauco do Brasil,[30][31] Princesa dos Campos,[17][32] Rumo Logística,[33] Swedish Match,[34] Tetra Pak,[15] Madero,[35][17] Makita[36][15] e Louis Dreyfus.[15][17]

Características econômicas[editar | editar código-fonte]

  • Aproximadamente 1 milhão de hectares de lavouras anuais de milho, soja, trigo, feijão, batata;
  • Região com a melhor produtividade de milho no Brasil.
  • Um dos maiores pólos esmagadores de soja da América Latina.
  • Vasta área de florestas plantadas com fins madeireiros, papeleiros e energéticos.
  • Produção agropecuária, destacando a produção de leite, suínos e aves.
  • Reconhecida bacia leiteira de excelência com a maior produção e melhor produtividade de leite do Brasil.
  • Produção de 1,07 milhões de litros de leite por dia.
  • Produção diversificada com mais de 160 produtos agropecuários.
  • Sistema de cooperativas agropecuárias consolidado com faturamento de R$ 1,5 bilhões.
  • Setor industrial voltado para o processamento de produtos rurais locais que agregam valor e geram emprego e renda para a região.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Paisagem típica em Tibagi.

O turismo é um importante setor econômico para o Paraná. Assim como em outras regiões do estado, a região dos Campos Gerais mantém também um turismo consolidado, gerando renda e emprego. A região dos Campos Gerais é contemplada com uma vasta diversidade turística, compreendendo destinos históricos, culturais, recreativos, gastronômico, religiosos, ecológicos e industriais.[37]

Diante de uma iniciativa governamental o estado foi dividido em regiões turísticas e a região dos Campos Gerais ficou classificada como a 3ª região turística do Paraná (RT-03), denominada Região Turística Campos Gerais, com onze municípios pertencentes à essa regionalização.[38][39] Os municípios são: Carambeí, Castro, Jaguariaíva, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Sengés, Telêmaco Borba e Tibagi. Mais tarde foi adicionado à região turística também os municípios de Arapoti e Ipiranga. Com o interesse municipal aumentando, à região poderá futuramente integrar ainda mais municípios nessa iniciativa de promover essa regionalização turística.[38][39]

A Rota dos Tropeiros é uma das rotas turísticas mais conhecida na região e faz menção ao Caminho das Tropas e ao Tropeirismo no Paraná.[37] Com o objetivo de reunir cultura, tradições e história entre os municípios paranaenses, promove principalmente o turismo e a integração da região. Desde a sua criação a rota passa por Arapoti, Balsa Nova, Campo do Tenente, Campo Largo, Carambeí, Castro, Jaguariaíva, Lapa, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Rio Negro, Sengés, Telêmaco Borba e Tibagi.

Já o Roteiros dos Imigrantes é um roteiro turístico para promover a Rota Holandesa que inclui Arapoti, Carambeí e Castrolanda.[37][40]

Os principais pontos turísticos da região são:

Parques e belezas naturais[editar | editar código-fonte]

Museus[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Possui boa infraestrutura de referência, principalmente nas áreas de saúde e educação.

Saúde[editar | editar código-fonte]

  • Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais Wallace Thadeu de Mello e Silva - Universidade Estadual de Ponta Grossa (HURCG-UEPG) - Ponta Grossa;
  • Hospital Regional de Telêmaco Borba (HRTB) - Telêmaco Borba;
  • Santa Casa de Misericórdia - Ponta Grossa
  • Hospital Bom Jesus - Ponta Grossa;
  • Hospital Instituto Dr. Feitosa (IDF) - Telêmaco Borba
  • Hospital São Camilo - Ponta Grossa
  • Hospital Municipal Ana Fiorilo Menarim - Castro
  • Hospital Geral Unimed (HGU) - Ponta Grossa
  • Hospital Municipal Carolina Lupion (HMCL) - Jaguariaíva
  • Hospital Evangélico - Ponta Grossa
  • Hospital Luísa Borba Carneiro (HLBC) - Tibagi
  • Hospital Municipal Dr. Amadeu Puppi - Ponta Grossa
  • Hospital Municipal 18 de Dezembro - Arapoti
  • Hospital Vicentino - Ponta Grossa
  • Hospital Moura - Telêmaco Borba

Educação[editar | editar código-fonte]

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), instituição de ensino "símbolo" dos Campos Gerais do Paraná.
Ensino profissionalizante, técnico e superior
Particular
Pública
  • Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - campus Ponta Grossa;
  • Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - campi Ponta Grossa e Telêmaco Borba;
  • Instituto Federal do Paraná (IFPR) - campi Jaguariaíva e Telêmaco Borba;
  • Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola Getúlio Vargas - Palmeira;
  • Centro Estadual de Educação Profissional de Arapoti (CEEP-Arapoti) - Arapoti;
  • Centro Estadual de Educação Profissional de Ponta Grossa (CEEPPG) - Ponta Grossa;
  • Centro Estadual de Educação Profissional Olegário Macedo - Castro;
  • Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas (CAAR) - Ponta Grossa;
  • Instituto de Educação Professor Cesár Prieto Martinez - Ponta Grossa;

Transporte[editar | editar código-fonte]

A região é privilegiada por agregar um dos maiores entroncamentro rodoferroviário do sul do Brasil.

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Principais rodovias que cortam a região dos Campos Gerais:

Aeroviário[editar | editar código-fonte]

Entrada do Aeroporto Sant'ana, em Ponta Grossa.
Aeroportos[editar | editar código-fonte]
Teleférico[editar | editar código-fonte]

Energia[editar | editar código-fonte]

Usinas hidrelétricas[editar | editar código-fonte]

Usinas termelétricas[editar | editar código-fonte]

  • Usina Termelétrica Klacel - Ortigueira;
  • Usina Termelétrica Monte Alegre - Telêmaco Borba;[45]
  • Central Termelétrica Piraí - Centrais Elétricas Salto Correntes Ltda. - Piraí do Sul;[45][46]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h Os Campos Gerais do Paraná Dicionário Histórico e Geográfico - UEPG
  2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 5 de junho de 2017. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2017 
  3. Notícias: Aconteceu! Os índios dos Campos Gerais. Prefeitura Municipal de Tibagi, 16 de abril de 2010. Consultado em 8 de dezembro de 2018
  4. a b c d e f g h Ocupação dos Campos Gerais - Dicionário Histórico e Geográfico dos Campos Gerais. UEPG. Consultado em 20 de julho de 2017
  5. Você conhece a história da região dos Campos Gerais?. Diário dos Campos, 28 de abril de 2017. Consultado em 28 de julho de 2017
  6. Paraná: abrigo para mais de 20 etinas. Tribuna do Paraná, 24 de dezembro de 2014. Consultado em 23 de julho de 2017
  7. Imigrantes puros de origem. Gazeta do Povo, 24 de outubro de 2013. Consultado em 23 de julho de 2017
  8. Departamento de História da UEPG. «Russos-Alemães do Volga». Dicionário Histórico e Geográfico dos Campos Gerais. Consultado em 5 de junho de 2019 
  9. Pollianna Milan (28 de dezembro de 2012). «Uma longa viagem dos alemães até o Paraná». Gazeta do Povo. Consultado em 26 de junho de 2017 
  10. «Municípios da Associação dos Municípios dos Campos Gerais». AMCG. Consultado em 5 de junho de 2019 
  11. «Prefeitura reconhece as quarenta maiores empresas de Ponta Grossa na próxima semana». Diário dos Campos. 29 de novembro de 2018. Consultado em 5 de junho de 2019 
  12. Fernando Rogala (8 de novembro de 2016). «Região se destaca como o 2° maior polo madeireiro». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  13. Cibelle Bouças (6 de maio de 2016). «Ambev inaugura cervejaria em Ponta Grossa». Valor Econômico. Consultado em 5 de junho de 2019 
  14. Millena Sartori (11 de maio de 2019). «Cervejarias geram um PIB de R$ 1,3 bilhão em PG». Diário dos Campos. Consultado em 5 de junho de 2019 
  15. a b c d e f Fernando Rogala (8 de novembro de 2018). «Cargill e Tetra Pak puxam exportações de PG em 2018». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  16. «Estudo da UEPG aponta Jaguariaíva como destaque na geração de empregos». Folha Extra. 6 de maio de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  17. a b c d e f g «Empresas da região estão entre as 500 maiores do Sul». A Rede. 13 de novembro de 2018. Consultado em 5 de junho de 2019 
  18. Patrícia Antunes (12 de dezembro de 2011). «Continental investirá mais R$ 15 milhões em PG». Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. Consultado em 5 de junho de 2019 
  19. Fernando Rogala (27 de julho de 2017). «Copel consolida investimento de R$ 63 mi na região». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  20. «Kemira's new production plant in Ortigueira, Brazil successfully started up» (em inglês). Kemira Oyj. 8 de abril de 2016. Consultado em 5 de junho de 2019 
  21. «Kemira comemora o início de sua produção na nova fábrica em Ortigueira-Paraná». Celulose Online. 5 de junho de 2019. Consultado em 22 de fevereiro de 2019 
  22. Fernando Rogala (2 de junho de 2017). «Atraídas pela Klabin, empresas satélites têm interesse na região». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  23. «Paraná recebe investimento de R$ 9,1 bilhões da Klabin». Agência Estadual de Notícias. 16 de abril de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  24. Daniela Barbosa (13 de setembro de 2016). «Conheça a Lactalis, nova dona da Batavo e Elegê, em números». Exame. Consultado em 5 de junho de 2019 
  25. a b Giorgio Dal Molin (11 de março de 2018). «Antiga Batavo foi uma 'herança de mãe' dividida entre três multinacionais». Gazeta do Povo. Consultado em 5 de junho de 2019 
  26. Gabriel Sartini (3 de agosto de 2016). «Heineken inaugura ampliação de fábrica em Ponta Grossa». Massa News. Consultado em 5 de junho de 2019 
  27. «Prefeitura reconhece as quarenta maiores empresas de Ponta Grossa na próxima semana». Agência de Notícias. 26 de abril de 2012. Consultado em 5 de junho de 2019 
  28. Fernando Rogala (5 de abril de 2016). «Stora Enso conclui venda e fábrica de papel passa a se chamar BO Paper». Folha Paranaense. Consultado em 5 de junho de 2019 
  29. Fernando Rogala (11 de outubro de 2017). «Grupo BO projeta consolidar R$ 50 mi em aportes até 2018». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  30. «Arauco fecha acordo para comprar empresa com fábrica em Ponta Grossa por US$ 102,8 milhões». Gazeta do Povo. 11 de setembro de 2017. Consultado em 5 de junho de 2019 
  31. Raquel Stenzel (16 de novembro de 2017). «Cade aprova compra da Masisa do Brasil pela chilena Arauco». Exame. Consultado em 5 de junho de 2019 
  32. Agência EFE (4 de novembro de 2011). «Klabin e Arauco compram 107 mil hectares no Paraná». G1. Consultado em 5 de junho de 2019 
  33. «Parceria entre Klabin e Rumo faz crescer o transporte ferroviário de Ponta Grossa a Paranaguá». Mundo Logístico. 10 de outubro de 2016. Consultado em 5 de junho de 2019 
  34. «Fiat Lux vai investir R$ 10 milhões no País». Folha de Londrina. 28 de janeiro de 1997. Consultado em 5 de junho de 2019 
  35. «Madero confirma investimentos de R$ 600 milhões no Paraná». Agência Estadual de Notícias. 29 de maio de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  36. «Makita vai inaugurar fábrica em 8 de junho». Diário dos Campos. 28 de maio de 2010. Consultado em 5 de junho de 2019 
  37. a b c «Campos Gerais do Paraná». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  38. a b «Aonde você gostaria de ir no Paraná?». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  39. a b «Regiões Turísticas do Estado». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  40. Turismo com sotaque holandês nos Campos Gerais. Tribuna do Paraná, 4 de maio de 2005. Consultado em 10 de junho de 2019
  41. Ecoinvest (12 de abril de 2005). «Projeto de Pequena Central Hidrelétrica» (PDF). Pesqueiro Energia S/A. Consultado em 5 de junho de 2019 
  42. A Rede (31 de janeiro de 2019). «Usinas investem R$ 270 milhões em Jaguariaíva». Folha Extra. Consultado em 5 de junho de 2019 
  43. «Usina Velha começa a gerar energia em Jaguariaíva». Folha de Londrina. 3 de maio de 2017. Consultado em 5 de junho de 2019 
  44. «História da Energia no Paraná». COPEL. Consultado em 5 de junho de 2019 
  45. a b ANEEL. «Usinas Termelétricas de Energia, potência gerada, municípios, combustível, classe de combustível e proprietários - Paraná - 2009.». Ipardes. Consultado em 5 de junho de 2019 
  46. «REA - Resolução Autorizativa 297/2005». Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. 31 de agosto de 2005. Consultado em 5 de junho de 2019 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Behling, H., 1997. Late Quaternary vegetation, climate and fire history in the Araucaria forest and campos region from Serra Campos Gerais, Paraná State (South Brazil). Rev. Palaeobot. Palynol. 97, 109-121., [1].
  • Imaguire, N. 1980. Contribuição ao estudo florístico e ecológico da fazenda experimental do setor de ciências agrárias da Universidade Federal do Paraná. Parte 2. O porquê da existência dos campos e matas no primeiro e segundo planaltos paranaenses. Acta Biol. Par. 8/9: 47-72, [2].
  • Moro, R.S. (org.). Biogeografia do Cerrado nos Campos Gerais. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2012.
  • Moro, R. S.; Carmo, M.R.B. A vegetação campestre nos Campos Gerais. In: Mel, M.S.; Moro, R.S.; Guimarães, G.B. (org.). Patrimônio natural dos Campos Gerais do Paraná. 1ed. Ponta Grossa: Editora da UEPG, 2007, v. 1, p. 93-98. link.
  • Ritter, L. M. O. Composição florística e aspectos físicos do cerrado nos Campos Gerais, Paraná. Tese de Doutorado. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, 2008. link.
  • Silva, A.R. et al . Florística e fitossociologia em três diferentes fitofisionomias campestres no Sul do Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 43, n. 3, p. 325-347. link.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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