Campos Gerais do Paraná

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Este artigo é sobre a região geográfica e socioeconômica. Para a região fitogeográfica, veja Campos Gerais do Paraná (fitogeografia).
Imagem da região dos Campos Gerais, quando da visita de Jean-Baptiste Debret, em 1827.

Os Campos Gerais do Paraná, ou Região dos Campos Gerais, é uma região localizada no centro-leste do estado do Paraná, no Brasil. É uma região que leva em consideração critérios históricos, culturais, econômicos e sociopolíticos, que une municípios, com uma dinâmica territorial sem uma limitação única.[1]

É também conhecida como área de influência de Ponta Grossa,[1] estando em sua maior parte inserida no Segundo Planalto Paranaense. A expressão "Campos Gerais do Paraná" foi consagrada por Reinhard Maack (1948), que a definiu originalmente como uma zona fitogeográfica natural, com campos limpos e matas galerias ou capões isolados de floresta ombrófila mista. Nessa definição, a região é ainda limitada à área de ocorrência desta vegetação que a caracteriza situada sobre o Segundo Planalto Paranaense, no reverso da Escarpa Devoniana, a qual o separa do Primeiro Planalto.[1]

A identidade histórica e cultural da região dos Campos Gerais do Paraná remonta ao século XVIII.[1] O tropeirismo, que se estendeu até ao início do século XX, tem forte influência na cultura e costumes na região, cuja população preserva muitos hábitos herdados dos tropeiros. Entretanto, no âmbito cultural mescla heranças da cultura indígena nativa, da colonização luso-brasileira, respaldo da cultura africana e da diversidade cultural de imigrantes que colonizaram a região.[1] Contudo, a cultura da região dos Campos Gerais torna-se muito diversificada, destacando-se características caboclas, faxinalenses, tropeiras, eslavas e germânicas.[1]

Mais recentemente, outras definições têm sido adotadas para os Campos Gerais, atendendo a objetivos e interesses diversos, resultando em delimitações também diferentes.[1] De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 2017, a região é parte da Região Geográfica Intermediária de Ponta Grossa, que compreende em uma divisão geográfica regional do país para fins de planejamento e estimativas.[2]

História[editar | editar código-fonte]

Monumento aos tropeiros, na cidade da Lapa, Paraná.
Museu do Tropeiro, na cidade de Castro.

Antes da chegada dos europeus, o território da região dos Campos Gerais era habitado por povos indígenas da grande nação Tupi.[3]. A ocupação do território da região dos Campos Gerais iniciou-se na primeira década do século XVIII por colonos portugueses que estabeleceram fazendas e sítios.[4] A partir da segunda metade do século XVIII, tropeiros vindos do Estado do Rio Grande do Sul, e que iam para as feiras no Estado de São Paulo passaram pela região.[5]

Em 1760 foram realizados os primeiros registros do contato entre indígenas e latifundiários nos Campos Gerais. Entretanto, antes mesmo deste período, os jesuítas construíram uma igreja no lugar que ficou denominado Igreja Velha, próximo ao Guartelá.[4] Provavelmente os religiosos católicos pretendiam realizar a catequização dos índios Coroados que habitam a região.[4]

Até meados do século XVIII vários pedidos para concessão de sesmarias nos Campos Gerais foram efetuados, motivados por um interesse na exploração do comércio pecuário.[4] Entretanto, isso não indicava necessariamente, até então, a intenção dos sesmeiros em estabelecer residência na região. Em 1772 o recenseamento indicou a existência de 50 grandes fazendas e 125 sítios na região dos Campos Gerais.[4] As primeiras sesmarias dos Campos Gerais, que eram concedidas pela coroa portuguesa, foram disponibilizadas a vários integrantes da família de Pedro Taques de Almeida. O latifúndio compreendia as áreas dos atuais municípios de Jaguariaíva, Piraí do Sul, Castro e parte de Ponta Grossa.[4]

Casa da Memória, espaço cultural em referência aos imigrantes holandeses em Carambeí.

As fazendas dos Campos Gerais estavam voltadas principalmente para a pecuária, envolvidas com o criatório e a invernagem do gado trazido do sul, sendo que a invernagem sobressaiu-se em relação a atividade de criação.[4] A invernagem consistia-se basicamente na engorda do gado em campos alugados, primeiramente durante os meses de inverno, passando depois a ser realizada durante todo o ano. As atividades nas fazendas eram realizadas pela família proprietária (quando esta ali residia), pelos agregados e, sobretudo, pelos escravos, força de trabalho que incluía negros, índios e até mesmo ou seus mestiços.[4]

Depois dos tropeiros, diversos grupos de imigrantes, principalmente alemães, holandeses, italianos, russos, japoneses, poloneses, ucranianos e sírio-libaneses, estabeleceram-se na região dos Campos Gerais do Paraná. Alguns grupos se estabeleceram em cidades e outros em propriedades rurais, enquanto outros fundaram inúmeras comunidades, conhecidas como colônias, por exemplo: as alemãs Lago, Quero-Quero, Santa Bárbara e Witmarsum, em Palmeira; Terra Nova e Santa Leopoldina, em Castro; as holandesas Carambeí, Castrolanda, Monte Alegre e Arapoti; as russas Santa Cruz I, II e III;[1][6][7] a italiana Colônia Cecília; colônias de russos-alemães do Volga, como Octavio, em Ponta Grossa; Papagaios Novos, Pugas e Sinimbú, em Palmeira; Johannesdorf, Marienthal e Virmond, na Lapa.[8][9]

Municípios[editar | editar código-fonte]

Ponta Grossa, a maior cidade da região dos Campos Gerais.
Telêmaco Borba, segunda maior cidade da região dos Campos Gerais.

Os municípios desta região podem ter entre si ligações tanto geográfica como também cultural, histórica, política e econômica. A região pode compreender tanto municípios que estão inseridos na área fitogeográfica como também municípios que estão politicamente interligados. Originalmente, em uma perspectiva mais amplificada, a região englobava até municípios que hoje se encontram na Região Metropolitana de Curitiba, como Campo do Tenente, Campo Largo e Lapa. Com o passar dos anos e com o desenvolvimento das organizações institucionais, alguns municípios se aproximaram mais dos municípios da região de Ponta Grossa. Neste sentido, antes, estavam mais ligados ora com a região Centro-Sul do Paraná, ora mais com a região dos Campos Gerais, como Guamiranga e Ivaí, e ora com o Norte Pioneiro do estado e ora com os Campos Gerais, como é o caso de Curiúva, Arapoti e São José da Boa Vista.

Os municípios que historicamente fazem parte desta região são: Ponta Grossa, Castro, Palmeira, Lapa, Arapoti, Campo do Tenente, Cândido de Abreu, Ipiranga, Jaguariaíva, Ortigueira, Piraí do Sul, Porto Amazonas, Reserva, Telêmaco Borba, Tibagi, Balsa Nova, Campo Largo, Carambeí, Curiúva, Imbaú, Ivaí, Guamiranga, Rio Negro, São João do Triunfo, São José da Boa Vista, Teixeira Soares, Sengés, Ventania e Imbituva.

Destes municípios, dezenove estão congregados atualmente na AMCG (Associação dos Municípios dos Campos Gerais), criando assim entre esses uma forte ligação sociopolítica. Os municípios da AMCG são: Arapoti, Carambeí, Castro, Curiúva, Imbaú, Ipiranga, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Reserva, São João do Triunfo, Sengés, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.[10]

Economia[editar | editar código-fonte]

Unidade Monte Alegre da Klabin S.A., em Telêmaco Borba.
Área de campos cultiváveis na região de Ponta Grossa.
Swedish Match Unidade Piraí do Sul, em 2010.

A economia se apresenta-se de forma diversificada,[11] destacando os setores madeireiros,[12] metalmecânico e agropecuário. As cidades dos Campos Gerais são recordistas nacionais em vários segmentos do agronegócio. Na região está instalada a maior e melhor bacia leiteira e o maior produtor de trigo do Brasil. Algumas das principais empresas que atuam na região, do setor da primário, secundário e terciário, são: Ambev,[13][14] Bunge,[15] BrasPine,[16] Cargill,[15] Castrolanda,[17] CCR Rodonorte,[17] Continental,[18] Copel,[19] Kemira,[20][21][22] Klabin,[23][17] Lactalis,[24][25] JBS,[25] Heineken,[15][26] Hübner,[27] Incorpore,[17] BO Paper,[28][29] Arauco do Brasil,[30][31] Princesa dos Campos,[17][32] Rumo Logística,[33] Swedish Match,[34] Tetra Pak,[15] Madero,[35][17] Makita[36][15] e Louis Dreyfus.[15][17]

Algumas características econômicas da região: Aproximadamente 1 milhão de hectares de lavouras anuais de milho, soja, trigo, feijão e batata; Região com a melhor produtividade de milho no Brasil; Um dos maiores pólos esmagadores de soja da América Latina; Vasta área de florestas plantadas com fins madeireiros, papeleiros e energéticos; Produção agropecuária, destacando a produção de leite, suínos e aves; Reconhecida bacia leiteira de excelência com a maior produção e melhor produtividade de leite do Brasil; Produção de 1,07 milhões de litros de leite por dia; Produção diversificada com mais de 160 produtos agropecuários; Sistema de cooperativas agropecuárias consolidado com faturamento de 1,5 bilhões de reais; Setor industrial voltado para o processamento de produtos rurais locais que agregam valor e geram emprego e renda para a região.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Paisagem típica em Tibagi.
Paisagem rural no município de Jaguariaíva.

O turismo é um importante setor econômico para o Paraná. Assim como em outras regiões do estado, a região dos Campos Gerais mantém também um turismo consolidado, gerando renda e emprego. A região dos Campos Gerais é contemplada com uma vasta diversidade turística, compreendendo destinos históricos, culturais, recreativos, gastronômico, religiosos, ecológicos e industriais.[37][38]

Diante de uma iniciativa governamental o estado foi dividido em regiões turísticas e a região dos Campos Gerais ficou classificada como a 3ª região turística do Paraná (RT-03), denominada Região Turística Campos Gerais,[38] com onze municípios pertencentes à essa regionalização.[39][40] Os municípios são: Carambeí, Castro, Jaguariaíva, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Sengés, Telêmaco Borba e Tibagi. Mais tarde foi adicionado à região turística também os municípios de Arapoti e Ipiranga. Com o interesse municipal aumentando, à região poderá futuramente integrar ainda mais municípios nessa iniciativa de promover essa regionalização turística.[39][40]

A Rota dos Tropeiros é uma das rotas turísticas mais conhecida na região e faz menção ao Caminho das Tropas e ao Tropeirismo no Paraná.[37] Com o objetivo de reunir cultura, tradições e história entre os municípios paranaenses, promove principalmente o turismo e a integração da região. Desde a sua criação a rota passa por Arapoti, Balsa Nova, Campo do Tenente, Campo Largo, Carambeí, Castro, Jaguariaíva, Lapa, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Rio Negro, Sengés, Telêmaco Borba e Tibagi. Já o Roteiros dos Imigrantes é um roteiro turístico para promover a Rota Holandesa que inclui Arapoti, Carambeí e Castrolanda.[37][41][38]

Os principais pontos turísticos da região são os parques e as belezas naturais como: a Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana; a Floresta Nacional de Piraí do Sul; o Cânion do Rio Jaguaricatu; o Parque Ecológico Samuel Klabin; o Parque Estadual de Caxambu; o Parque Estadual de Vila Velha; o Parque Estadual do Cerrado; o Parque Estadual do Guartelá - Cânion do Guartelá; o Parque Estadual do Vale do Codó - Cânion do Rio Jaguariaíva; e o Parque Nacional dos Campos Gerais - Buraco do Padre.[38]

Festas e eventos[editar | editar código-fonte]

Apresentação do Grupo de Danças Gaúchas Poncho Crioulo, na Expo Telêmaco.

Diversas festividades e eventos são realizados na região. Em Ponta Grossa os destaques são a Festa Nacional do Chope Escuro, conhecida como Münchenfest,.[42][43][44] a Festa da Uva e o Festival Universitário da Canção. Em Piraí do Sul o principal evento é a Festa de Nossa Senhora das Brotas, que é realizada desde 1880, com procissões e celebrações religiosas que atraem à cidade milhares de pessoas todos os anos.[45][46] Em Tibagi o principal evento é o carnaval,[47][48] além de outros eventos como a Festa da Santinha, em louvor a Santa Pastorina;[47][49][50][51][52] a Festa de Ação de Graças pela Colheita;[47][53][54][55] a Festa de Nossa Senhora dos Remédios;[47][56][57][58] e o Festival de Inverno.[47][59] Em Telêmaco Borba acontece a Expo Telêmaco, festa em comemoração do aniversário do município;[60][61] o Festival Gomarábica;[62][63][64] e a Festa da Padroeira, em louvor a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.[65][66] Em Carambeí é realizada a Festa dos Imigrantes[67][68] e o Festival das Tortas.[69]

Patrimônio cultural, museus e bibliotecas[editar | editar código-fonte]

Teatros[editar | editar código-fonte]

Cineteatro Ópera, em Ponta Grossa.

No âmbito teatral, a região possui diversos espaços destinados para as apresentações e espetáculos, com destaque para a cidade de Ponta Grossa com o Cineteatro Ópera, o Teatro Municipal Álvaro Augusto Cunha Rocha e o Teatro Marista. Em Telêmaco Borba está o teatro do Centro Cultural Eloah Martins Quadrado.[62] Em Tibagi o Teatro Municipal Tia Inália.[73][74] Em Castro o Teatro Bento Mossurunga.[75][76] Em Palmeira o Cine Teatro Municipal.[77][78] Em Jaguariaíva o Cine Teatro Municipal Valéria Luercy.[79][80]

Culinária[editar | editar código-fonte]

Pierogi com recheio de batata, um dos pratos típicos da região.
Entrevero de pinhão, prato típico de Telêmaco Borba.

A culinária dos Campos Gerais tem como tradição as carnes, o pinhão e as influências herdadas pela imigração no Brasil. Os principais pratos da cozinha regional tem origem da interação entre tropeiros e indígenas. Já os africanos trouxeram à região como legado, por exemplo, a feijoada e a cachaça. Posteriormente os Campos Gerais recebeu influências de imigrantes alemães, italianos, ucranianos, poloneses, holandeses, árabes, sírio-libaneses e japoneses. A diversidade étnica e cultural na região contribuiu para formar a culinária dos Campos Gerais.[81][82][83][84][85][86]

O pinhão é a semente da araucária, árvore símbolo do Paraná e pode ser consumido de várias maneiras. É saboroso com sal, assado nas brasas ou simplesmente cozido em água. Muitos pratos são feitos a base desse ingrediente como, por exemplo, o entrevero de pinhão, comum nos Campos Gerais, é o prato típico de Telêmaco Borba.[87] A paçoca de carne, que servia como refeição aos tropeiros, é feita com carne desfiada e temperada, socada no pilão com farinha.[88][89] Pode ser encontrada na região, principalmente em Tibagi.[90][91][88] O biscoito de polvilho é um produto típico de algumas regiões do Paraná, sendo levemente salgado e crocante, amplamente consumido e encontrado nos estabelecimentos comerciais.[88][92] O polvilho é bastante comum na região e pode ser inserido de várias formas, como também no tradicional bolinho frito de polvilho, encontrado em Tibagi.[93][90][94][88][95][96] Em Castro, Piraí do Sul e Ventania pode ser encontrado os tradicionais virados, típicos dos municípios. Em Jaguariaíva o prato típico é a quirera com carne de porco.[85][82][86]

Restaurante asiático em Telêmaco Borba.
Uvas em uma pequena propriedade rural em Ortigueira.

A culinária germânica deixou uma herança em diversas cidades da região, como em Castro, Palmeira e Ponta Grossa. O pão no bafo é uma iguaria trazida pelos imigrantes russos-alemães, que leva pão, repolho e carne suína. Em 2015, o prato típico de Palmeira, foi tombado pela prefeitura como patrimônio cultural.[97] Em Carambeí o marco da culinária local é a influência holandesa, com as tradicionais tortas e o bolinho Oliebol.[98][99] É comum encontrar na região a cozinha eslava, hábitos herdados da culinária polonesa e ucraniana, como em Ivaí, Ponta Grossa e Reserva. O Pierogi, prato típico da região, é um tipo de pastel cozido ainda bastante feito. A comida árabe é muito comum nos centros urbanos da região, como em redutos da comunidade árabe em Ponta Grossa.[86] Já a culinária asiática do Extremo Oriente, como coreanos e chineses, é ainda recente, e é concentrada mais nas grandes cidades da região, como em Ponta Grossa.

A região apresenta uma variedade de bebidas típicas, que vão além do café e do chimarrão.[87] A região se consolidou como uma grande produtora de cevada e cerveja, e produz ainda uvas destinadas a produção de sucos e vinhos coloniais.[100] Já uma bebida a base de vinho, denominada Cabriúva, é a bebida típica do município de Piraí do Sul.[87] É uma bebida tradicional servida principalmente nas festividades locais.[87] A bebida é preparada com água, cravo, canela, açúcar e vinho tinto seco, sendo servida quente com gemada e glacê de claras em neve.[87][101][101][102] O quentão de vinho de origem paulista também é muito consumido, principalmente nos dias frios, preparado sempre nas festividades dos meses de junho e julho.[103][104][105][106][107]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Possui boa infraestrutura de referência, principalmente nas áreas de saúde e educação.

Saúde[editar | editar código-fonte]

Unidade do SAMU em Telêmaco Borba.

A região dos Campos Gerais possui diversos estabelecimentos de saúde, destacando-se hospitais de grande porte e clínicas especializadas. Os hospitais de Ponta Grossa são: o Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais Wallace Thadeu de Mello e Silva - Universidade Estadual de Ponta Grossa (HURCG-UEPG); a Santa Casa de Misericórdia; o Hospital Bom Jesus; o Hospital São Camilo; o Hospital Geral Unimed (HGU); o Hospital Municipal Dr. Amadeu Puppi; o Hospital Vicentino; o Hospital Evangélico; Em Telêmaco Borba: o Hospital Regional de Telêmaco Borba (HRTB); o Hospital Instituto Dr. Feitosa (IDF); o Hospital Moura; Em Castro: o Hospital Municipal Ana Fiorilo Menarim; Em Jaguariaíva: o Hospital Municipal Carolina Lupion (HMCL); Em Tibagi: o Hospital Luísa Borba Carneiro (HLBC); Em Arapoti: o Hospital Municipal 18 de Dezembro.

Educação[editar | editar código-fonte]

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), instituição de ensino "símbolo" dos Campos Gerais do Paraná.
Instituto Federal de Educação (IFPR), campus de Telêmaco Borba.
Ensino profissionalizante, técnico e superior
Particular

No cenário privado a região conta com diversas instituições de ensino profissionalizante, técnico e superior. Destacam-se faculdades como: o Centro de Ensino Superior dos Campos Gerais (Cescage);[108] a Faculdades da Indústria; a Faculdade de Telêmaco Borba (Fateb);[109][110] a Faculdade Sagrada Família (Fasf);[111] a União Latino-Americana de Tecnologia (ULT);[112] a Faculdade Educacional de Arapoti (Fati); o Instituto Educacional de Castro/Faculdade de Castro (INEC/FACASTRO); o Instituto Superior de Educação Sant'Ana e Faculdade Sant'Ana; o Centro Universitário de Maringá (UniCesumar); o Centro Universitário Campos de Andrade - Uniandrade; o Centro Universitário Leonardo da Vinci - Uniasselvi; o Centro Universitário Santa Amélia (UniSecal);[113][114] a Universidade Anhanguera-Uniderp - Uniderp; a Universidade do Norte do Paraná (Unopar); a Universidade Positivo (UP).

Pública

A região conta ainda com instituições públicas e gratuitas de ensino, como: a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - campus Ponta Grossa; a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - campi Ponta Grossa e Telêmaco Borba;[115][116] o Instituto Federal do Paraná (IFPR) - campi Jaguariaíva e Telêmaco Borba;[117] o Instituto de Educação Professor Cesár Prieto Martinez - Ponta Grossa; o Centro Estadual de Educação Profissional Agrícola Getúlio Vargas - Palmeira; o Centro Estadual de Educação Profissional de Arapoti (CEEP-Arapoti) - Arapoti; o Centro Estadual de Educação Profissional de Ponta Grossa (CEEPPG) - Ponta Grossa; o Centro Estadual de Educação Profissional Olegário Macedo - Castro; o Colégio Agrícola Estadual Augusto Ribas (CAAR) - Ponta Grossa.

Transporte[editar | editar código-fonte]

A região é privilegiada por agregar um dos maiores entroncamentro rodoferroviário do sul do Brasil.

Rodoviário[editar | editar código-fonte]

Na região há importante rodovias, formando um importante corredor rodoviário no sul do Brasil. As rodovias estaduais que cortam os Campos Gerais: PR-090; PR-092; PR-151; PR-160 - Rodovia do Papel; PR-239; PR-340. Já as rodovias federais são: BR-376 - Rodovia do Café; BR-153 - Transbrasiliana; BR-277; BR-373.

Aeroviário[editar | editar código-fonte]

Entrada do Aeroporto Sant'ana, em Ponta Grossa.
Aeroporto Monte Alegre (aeroporto de Telêmaco Borba).
Aeroportos[editar | editar código-fonte]

Na região há dois aeroportos comerciais: Aeroporto de Ponta Grossa e Aeroporto de Telêmaco Borba. Há ainda outros aeroportos locais como o Aeroporto de Arapoti e o Aeroporto de Castro.

Teleférico[editar | editar código-fonte]

O Bonde Aéreo de Telêmaco Borba, comumente denominado bondinho, é o único teleférico da região e está localizado em Telêmaco Borba.[118] Construído na década de 1950 por uma empresa alemã, visando o transporte de pessoas, tinha como objetivo ligar as localidades de Cidade Nova e Harmonia. Chegou a transportar mais de sete mil pessoas por dia e hoje é também uma das principais atrações turísticas da região.[119][120]

Energia[editar | editar código-fonte]

Importantes empreendimentos para a geração de energia elétrica estão instalados na região, contribuindo para o abastecimento elétrico local, regional e nacional. As principais geradoras de energia são hidrelétricas e termelétricas.

Usinas hidrelétricas

A maior usina em funcionamento nos Campos Gerais é a Usina Hidrelétrica Governador Jayme Canet Júnior, localizada entre Ortigueira e Telêmaco Borba. As demais usinas em atividade são: Usina Hidrelétrica Pesqueiro, em Jaguariaíva;[121][122] Usina Hidrelétrica Presidente Vargas, em Telêmaco Borba; Usina Hidrelétrica São Jorge, em Ponta Grossa; Usina Hidrelétrica Tibagi Montante, em Tibagi;[123][124] Usina Velha, em Jaguariaíva.[125][126] Além dessas, está em fase de construção a Usina Hidrelétrica Santa Branca, em Tibagi.[127]

Usinas termelétricas

Há também na região instalações industriais visando a geração de energia elétrica a partir da energia produzida em usinas termelétricas. Em Ortigueira está localizada a Usina Termelétrica Klacel;[128][129][130][131] Em Telêmaco Borba está a Usina Termelétrica Monte Alegre;[132] E a Central Termelétrica Piraí - Centrais Elétricas Salto Correntes Ltda. está em Piraí do Sul;[132][133]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g h Os Campos Gerais do Paraná Dicionário Histórico e Geográfico - UEPG
  2. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 5 de junho de 2017. Cópia arquivada em 17 de agosto de 2017 
  3. Notícias: Aconteceu! Os índios dos Campos Gerais. Prefeitura Municipal de Tibagi, 16 de abril de 2010. Consultado em 8 de dezembro de 2018
  4. a b c d e f g h Ocupação dos Campos Gerais - Dicionário Histórico e Geográfico dos Campos Gerais. UEPG. Consultado em 20 de julho de 2017
  5. Você conhece a história da região dos Campos Gerais?. Diário dos Campos, 28 de abril de 2017. Consultado em 28 de julho de 2017
  6. Paraná: abrigo para mais de 20 etinas. Tribuna do Paraná, 24 de dezembro de 2014. Consultado em 23 de julho de 2017
  7. Imigrantes puros de origem. Gazeta do Povo, 24 de outubro de 2013. Consultado em 23 de julho de 2017
  8. Departamento de História da UEPG. «Russos-Alemães do Volga». Dicionário Histórico e Geográfico dos Campos Gerais. Consultado em 5 de junho de 2019 
  9. Pollianna Milan (28 de dezembro de 2012). «Uma longa viagem dos alemães até o Paraná». Gazeta do Povo. Consultado em 26 de junho de 2017 
  10. «Municípios da Associação dos Municípios dos Campos Gerais». AMCG. Consultado em 5 de junho de 2019 
  11. «Prefeitura reconhece as quarenta maiores empresas de Ponta Grossa na próxima semana». Diário dos Campos. 29 de novembro de 2018. Consultado em 5 de junho de 2019 
  12. Fernando Rogala (8 de novembro de 2016). «Região se destaca como o 2° maior polo madeireiro». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  13. Cibelle Bouças (6 de maio de 2016). «Ambev inaugura cervejaria em Ponta Grossa». Valor Econômico. Consultado em 5 de junho de 2019 
  14. Millena Sartori (11 de maio de 2019). «Cervejarias geram um PIB de R$ 1,3 bilhão em PG». Diário dos Campos. Consultado em 5 de junho de 2019 
  15. a b c d e f Fernando Rogala (8 de novembro de 2018). «Cargill e Tetra Pak puxam exportações de PG em 2018». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  16. «Estudo da UEPG aponta Jaguariaíva como destaque na geração de empregos». Folha Extra. 6 de maio de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  17. a b c d e f g «Empresas da região estão entre as 500 maiores do Sul». A Rede. 13 de novembro de 2018. Consultado em 5 de junho de 2019 
  18. Patrícia Antunes (12 de dezembro de 2011). «Continental investirá mais R$ 15 milhões em PG». Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. Consultado em 5 de junho de 2019 
  19. Fernando Rogala (27 de julho de 2017). «Copel consolida investimento de R$ 63 mi na região». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  20. «Kemira's new production plant in Ortigueira, Brazil successfully started up» (em inglês). Kemira Oyj. 8 de abril de 2016. Consultado em 5 de junho de 2019 
  21. «Kemira comemora o início de sua produção na nova fábrica em Ortigueira-Paraná». Celulose Online. 5 de junho de 2019. Consultado em 22 de fevereiro de 2019 
  22. Fernando Rogala (2 de junho de 2017). «Atraídas pela Klabin, empresas satélites têm interesse na região». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  23. «Paraná recebe investimento de R$ 9,1 bilhões da Klabin». Agência Estadual de Notícias. 16 de abril de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  24. Daniela Barbosa (13 de setembro de 2016). «Conheça a Lactalis, nova dona da Batavo e Elegê, em números». Exame. Consultado em 5 de junho de 2019 
  25. a b Giorgio Dal Molin (11 de março de 2018). «Antiga Batavo foi uma 'herança de mãe' dividida entre três multinacionais». Gazeta do Povo. Consultado em 5 de junho de 2019 
  26. Gabriel Sartini (3 de agosto de 2016). «Heineken inaugura ampliação de fábrica em Ponta Grossa». Massa News. Consultado em 5 de junho de 2019 
  27. «Prefeitura reconhece as quarenta maiores empresas de Ponta Grossa na próxima semana». Agência de Notícias. 26 de abril de 2012. Consultado em 5 de junho de 2019 
  28. Fernando Rogala (5 de abril de 2016). «Stora Enso conclui venda e fábrica de papel passa a se chamar BO Paper». Folha Paranaense. Consultado em 5 de junho de 2019 
  29. Fernando Rogala (11 de outubro de 2017). «Grupo BO projeta consolidar R$ 50 mi em aportes até 2018». A Rede. Consultado em 5 de junho de 2019 
  30. «Arauco fecha acordo para comprar empresa com fábrica em Ponta Grossa por US$ 102,8 milhões». Gazeta do Povo. 11 de setembro de 2017. Consultado em 5 de junho de 2019 
  31. Raquel Stenzel (16 de novembro de 2017). «Cade aprova compra da Masisa do Brasil pela chilena Arauco». Exame. Consultado em 5 de junho de 2019 
  32. Agência EFE (4 de novembro de 2011). «Klabin e Arauco compram 107 mil hectares no Paraná». G1. Consultado em 5 de junho de 2019 
  33. «Parceria entre Klabin e Rumo faz crescer o transporte ferroviário de Ponta Grossa a Paranaguá». Mundo Logístico. 10 de outubro de 2016. Consultado em 5 de junho de 2019 
  34. «Fiat Lux vai investir R$ 10 milhões no País». Folha de Londrina. 28 de janeiro de 1997. Consultado em 5 de junho de 2019 
  35. «Madero confirma investimentos de R$ 600 milhões no Paraná». Agência Estadual de Notícias. 29 de maio de 2019. Consultado em 5 de junho de 2019 
  36. «Makita vai inaugurar fábrica em 8 de junho». Diário dos Campos. 28 de maio de 2010. Consultado em 5 de junho de 2019 
  37. a b c «Campos Gerais do Paraná». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  38. a b c d Viaje Paraná (2019). «Campos Gerais». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 27 de setembro de 2019 
  39. a b «Aonde você gostaria de ir no Paraná?». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  40. a b «Regiões Turísticas do Estado». Paraná Turismo. Consultado em 10 de junho de 2019 
  41. Turismo com sotaque holandês nos Campos Gerais. Tribuna do Paraná, 4 de maio de 2005. Consultado em 10 de junho de 2019
  42. Giovani Ferreira (26 de novembro de 1999). «Começa em Ponta Grossa a Festa do Chope Escuro». Folha de Londrina. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  43. «Ponta Grossa realiza 24ª edição da festa nacional do chope escuro». Diário do Transporte. 9 de dezembro de 2013. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  44. «Primeiro dia da 28ª Münchenfest, a Festa Nacional do Chope Escuro, em Ponta Grossa». Paraná Shop. 4 de dezembro de 2017. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  45. G1 (26 de dezembro de 2013). «Moradores de Piraí do Sul celebram dia de Nossa Senhora das Brotas». Consultado em 28 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2014 
  46. Gisele Rossi (14 de dezembro de 2005). «Nascimento de Jesus motiva as celebrações religiosas do mês». Gazeta do Povo. Consultado em 28 de outubro de 2019. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2014 
  47. a b c d e «Aspectos característicos do município de Tibagi». Docplayer. 2015. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  48. «Eventos Tibagi». Prefeitura Municipal de Tibagi. 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  49. «Atrativos Religiosos». Prefeitura Municipal de Tibagi. 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  50. «Tibagi prepara Festa da Santinha». Prefeitura Municipal de Tibagi. 15 de julho de 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  51. «119ª edição da Festa da Santinha reúne milhares de romeiros em Tibagi». G1. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  52. «Festa da Santinha atrai romeiros de todo o Estado». Correio dos Campos. 26 de julho de 2018. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  53. «Festa de ação de graças acontece neste final de semana em Tibagi». Bem Paraná. 29 de julho de 2008. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  54. «Festa de Ação de Graças reúne cerca de duas mil pessoas». Correio dos Campos. 7 de agosto de 2017. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  55. «Festa de Ação de Graças celebra a fé e agradece pela colheita farta». Prefeitura Municipal de Tibagi. 5 de agosto de 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  56. «Plano de Manejo - Área de Proteção Ambiental da Escarpa Devoniana». Instituto Ambiental do Paraná. Junho de 2004. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  57. «Festa à Padroeira Nossa Senhora dos Remédios». Prefeitura Municipal de Tibagi. 30 de outubro de 2009. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  58. «Tibagi celebra padroeira neste domingo». Diário dos Campos. 13 de novembro de 2011. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  59. «Festival de Inverno de Tibagi tem competição de música sertaneja». G1. 27 de junho de 2016. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  60. «ExpoTelêmaco 2018 - Confira a Programação Oficial». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 6 de março de 2018. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  61. «Telêmaco Borba dá início à programação de aniversário nesta terça». Diário dos Campos. 18 de março de 2018. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  62. a b «Abertas até 21 de outubro as inscrições para XIV Festival Gomarábica». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 4 de outubro de 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  63. «Telêmaco Borba abre inscrições para XIV Festival Gomarábica». A Rede. 7 de outubro de 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  64. «V Femint - Festival de Música e Interpretação movimenta TB». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 10 de agosto de 2011. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  65. «27 de junho - Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Padroeira do Município)». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 28 de junho de 2011. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  66. «Católicos celebram Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Padroeira de Telêmaco Borba». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 28 de junho de 2019. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  67. 8ª Festa dos Imigrantes em Carambeí espera reunir 12 mil pessoas. G1, 29 de maio de 2015. Consultado em 28 de outubro de 2019
  68. VI Festa dos Imigrantes começa hoje em Carambeí. Diário dos Campos, 4 de abril de 2013. 28 de outubro de 2019
  69. «Gastronomia em Carambeí». O Paraná. 5 de outubro de 2013. Consultado em 28 de outubro de 2019 
  70. a b c d e f g h i j k l m n o Governo do Estado do Paraná. «Associação dos Municípios da Região dos Campos Gerais - AMCG». Coordenação do Sistema Estadual de Museus. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  71. FUNPAR - Fundação da Universidade Federal do Paraná. «Plano Diretor - Produto 5.1 - Revisão do Plano Diretor Municipal de Telêmaco Borba.» (PDF). Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  72. Marcio Luiz de Andrade (19 de setembro de 2017). «Telêmaco Borba participa da 11ª Primavera dos Museus». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  73. «Teatro Municipal Tia Inália recebe evento para comemorar o Dia da Dança». Prefeitura Municipal de Tibagi. 28 de abril de 2015. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  74. «Começa a revitalização do Teatro Tia Inália». Prefeitura Municipal de Tibagi. 19 de julho de 2019. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  75. «'Clownssicos' leva arte circense ao teatro Bento Mossurunga, em Castro». G1. 21 de agosto de 2015. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  76. «Diretoria de Cultura promove mostra de dança em Castro». A Rede. 9 de setembro de 2019. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  77. «Prefeitura e Cine Teatro Municipal». Prefeitura Municipal de Palmeira. 16 de outubro de 2013. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  78. «Obras para reforma geral do Cine Teatro Municipal já foram iniciadas». Folha. 30 de março de 2019. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  79. «Cine Teatro Municipal Valéria Luercy divulga nova programação». Prefeitura Municipal de Jaguariaíva. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  80. «Cine Teatro de Jaguariaíva altera programação de filmes». A Rede. 6 de maio de 2019. Consultado em 11 de novembro de 2019 
  81. «Cultura Paranaense». The Cities. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  82. a b Viaje Paraná (2019). «O Paraná». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  83. WONS, Iaroslaw (1993). Geografia do Paraná. Curitiba: Ensino Renovado. p. 93 
  84. WONS, Iaroslaw (1994). Geografia do Paraná. Curitiba: Ensino Renovado. p. 95 
  85. a b «Calendário fortalece a gastronomia estadual e promove o turismo de experiência». Retur - Rede de Turismo Regional. 2 de março de 2018. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  86. a b c «Etnias: O Paraná é um dos estados com a maior diversidade étnica do Brasil.». Paraná Turismo. 2 de março de 2018. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  87. a b c d e Michele Pavoni (21 de abril de 2018). «Sabores dos Campos Gerais: receitas típicas para fazer em casa». Diário dos Campos. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  88. a b c d «Turismo Gastronômico na região Campos Gerais do Paraná». Secretaria do Esporte e do Turismo. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  89. «Tibagi e Ventania ganham exposição em Vila Velha». Diário dos Campos. 20 de novembro de 2007. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  90. a b Governo do Paraná. «A cidade do diamante e das mais belas paisagens naturais». Viaje Paraná. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  91. «Tibagi apresenta seus "Sabores"». Associação dos Municípios dos Campos Gerais - AMCG. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  92. «Campos Gerais têm natureza, tropeirismo e cultura europeia». Agência de Notícias do Paraná. 31 de agosto de 2019. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  93. «Tibagi oferece diversas opções de turismo de aventura». Prefeitura Municipal de Tibagi. 8 de fevereiro de 2019. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  94. «Tibagi faz degustação de pratos típicos para dirigentes da AMCG». Prefeitura Municipal de Tibagi. 29 de novembro de 2017. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  95. «Trilha da Dona Julia». Tibagi Turismo. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  96. «Diamantes no Tibagi - Parte 2 - Na cidade, a riqueza apenas passou». Folha de Londrina. 26 de outubro de 2004. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  97. «'Pão no bafo' é tombado como patrimônio cultural de Palmeira». G1. 7 de agosto de 2015. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  98. «Festival de Tortas de Carambeí». festival de Tortas. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  99. «Da Holanda para o Paraná, uma receita que dá sorte ao Ano Novo». Caminhos do Campo - Rede Globo. 28 de dezembro de 2014. Consultado em 30 de setembro 2019 
  100. «Cerveja e Vinho». Governo do Paraná. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  101. a b «Justificativa do anteprojeto de lei nº 033/2015» (PDF). Prefeitura Municipal de Piraí do Sul. 21 de abril de 2018. Consultado em 29 de setembro de 2019 
  102. «Assuntos do Plenário 10-08-2015». Câmara Municipal de Piraí do Sul. 19 de agosto de 2015. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  103. «Quentão é opção para esquentar dias mais frios; veja como fazer a bebida». G1. 16 de junho de 2015. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  104. Livia Amaral. «Receita de Quentão paranaense». Comida e Receitas. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  105. «Quentão, perfeito para o inverno». Adega Curitibana. 28 de junho de 2017. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  106. «Curiosidades sobre o quentão». Jacomar Supermercados. 19 de agosto de 2015. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  107. «Feiras de Inverno começam nesta quarta com pinhão, quentão e artesanato». Prefeitura Municipal fe Curitiba. 11 de junho de 2019. Consultado em 30 de setembro de 2019 
  108. «Administração do Cescage volta para as mãos de ex-sócios». A Rede. 4 de agosto de 2014. Consultado em 18 de ouutbro de 2019  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  109. «Cidade Entrevista - Paula Regina Pontara e Flávia Regina Pontara». Rede Massa. 1 de dezembro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  110. «Fateb apresenta plano para novo Curso de Medicina na região». Associação dos Municípios dos Campos Gerais - AMCG. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  111. «Prefeitura e Faculdade Sagrada Família assinam convênio de desconto para servidores municipais». Prefeitura Municipal de Ponta Grossa. 18 de abril de 2019. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  112. «Coordenadores de cursos de Engenharia e Agronomia se reúnem em Ponta Grossa». CREA-PR. 7 de junho de 2013. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  113. «MEC eleva status da Secal para Centro Universitário». A Rede. 23 de outubro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  114. «UniSecal anuncia novo Campus com mais de 6.500m² no centro de PG». Diário dos Campos. 10 de junho de 2019. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  115. João Vitor Rezende (27 de novembro de 2018). «Campus da UEPG em Telêmaco Borba completa 35 anos». A Rede. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  116. «Reitor da UEPG participa do ato de 35 anos do Campus de TB». Prefeitura Municipal de Telêmaco Borba. 28 de novembro de 2018. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  117. «Histórico - Campus de Telêmaco Borba». IFPR. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  118. «Plano Diretor de Desenvolvimento de Telêmaco Borba» (PDF). Consultado em 5 de dezembro de 2019. Arquivado do original (PDF) em 24 de setembro de 2015 
  119. «Telêmaco Borba». Paraná Turismo. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  120. Viaje Paraná (2019). «Telêmaco Borba». Secretaria de Comunicação Social do Paraná. Consultado em 5 de dezembro de 2019 
  121. Ecoinvest (12 de abril de 2005). «Projeto de Pequena Central Hidrelétrica» (PDF). Pesqueiro Energia S/A. Consultado em 5 de junho de 2019 
  122. A Rede (31 de janeiro de 2019). «Usinas investem R$ 270 milhões em Jaguariaíva». Folha Extra. Consultado em 5 de junho de 2019 
  123. «Potencial energético do Tibagi gera debate». Folha de Londrina. 9 de outubro de 2018. Consultado em 22 de outubro de 2019 
  124. «Comitiva da Prefeitura visita obras da UHE Tibagi Energia». Prefeitura Municipal de Tibagi. 16 de abril de 2019. Consultado em 22 de outubro de 2019 
  125. «Usina Velha começa a gerar energia em Jaguariaíva». Folha de Londrina. 3 de maio de 2017. Consultado em 5 de junho de 2019 
  126. «História da Energia no Paraná». COPEL. Consultado em 5 de junho de 2019 
  127. Vitor Ogawa (9 de outubro de 2018). «Nossa preocupação é trabalhar antes do início das obras». Folha de Londrina. Consultado em 22 de outubro de 2019 
  128. Agência Nacional de Energia Elétrica (18 de agosto de 2015). «Alteração do cronograma de implantação da Usina Termelétrica - UTE Klabin Celulose, localizada no município de Ortigueira, no estado do Paraná, outorgada à empresa Klabin S.A.» (PDF). ANEEL. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  129. «Alep aprova em segunda votação construção de termelétrica em Ortigueira». Gazeta do Povo. 26 de novembro de 2012. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  130. Assessoria de Imprensa da 1ª Secretaria da Alep (26 de novembro de 2012). «Assembleia dá aval para termoelétrica na região». Alep - Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  131. Assessoria de Imprensa da 1ª Secretaria da Alep (26 de novembro de 2012). «Assembleia aprova o projeto que autoriza construção de usina termoelétrica em Ortigueira». Alep - Assembleia Legislativa do Estado do Paraná. Consultado em 18 de outubro de 2019 
  132. a b ANEEL. «Usinas Termelétricas de Energia, potência gerada, municípios, combustível, classe de combustível e proprietários - Paraná - 2009.». Ipardes. Consultado em 5 de junho de 2019 
  133. «REA - Resolução Autorizativa 297/2005». Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. 31 de agosto de 2005. Consultado em 5 de junho de 2019 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Behling, H., 1997. Late Quaternary vegetation, climate and fire history in the Araucaria forest and campos region from Serra Campos Gerais, Paraná State (South Brazil). Rev. Palaeobot. Palynol. 97, 109-121., [1].
  • Imaguire, N. 1980. Contribuição ao estudo florístico e ecológico da fazenda experimental do setor de ciências agrárias da Universidade Federal do Paraná. Parte 2. O porquê da existência dos campos e matas no primeiro e segundo planaltos paranaenses. Acta Biol. Par. 8/9: 47-72, [2].
  • Moro, R.S. (org.). Biogeografia do Cerrado nos Campos Gerais. Ponta Grossa: Editora UEPG, 2012.
  • Moro, R. S.; Carmo, M.R.B. A vegetação campestre nos Campos Gerais. In: Mel, M.S.; Moro, R.S.; Guimarães, G.B. (org.). Patrimônio natural dos Campos Gerais do Paraná. 1ed. Ponta Grossa: Editora da UEPG, 2007, v. 1, p. 93-98. link.
  • Ritter, L. M. O. Composição florística e aspectos físicos do cerrado nos Campos Gerais, Paraná. Tese de Doutorado. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, 2008. link.
  • Silva, A.R. et al . Florística e fitossociologia em três diferentes fitofisionomias campestres no Sul do Brasil. Hoehnea, São Paulo, v. 43, n. 3, p. 325-347. link.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre Geografia do Brasil é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.