Ir para o conteúdo

Unidos da Tijuca

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Unidos da Tijuca
Fundação 31 de dezembro de 1931 (93 anos) [1][2]
Cores
Símbolo Pavão[2][3]
Bairro Tijuca[1][2]
Presidente Fernando Horta[4]
Desfile de 2026
Enredo Carolina Maria de Jesus
Site oficial
«www.unidosdatijuca.com.br» 

Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca (ou simplesmente Unidos da Tijuca) é uma escola de samba brasileira da cidade do Rio de Janeiro, sediada no Morro do Borel, no bairro da Tijuca. A escola foi fundada em 31 de dezembro de 1931, sendo uma das mais antigas que ainda estão em atividade no Brasil. A agremiação foi criada a partir da fusão de quatro blocos carnavalescos existentes nos morros da Casa Branca, Formiga, Borel e Ilha dos Velhacos. Entre seus fundadores estão Bento Vasconcelos, Leandro Chagas, Alcides de Moraes (Tatão), Jorge Vasconcelos, Pacífico Vasconcelos, João de Almeida, Ismael de Moraes, Alfredo Gomes, Tertuliano Chagas, Armando dos Santos, Turíbio dos Santos, Jacinto Ribeiro, Tarquínio Ramos, Orlando Godinho, Waldemar Gargalhada, João Cascorão, José Mamede D´Ávila, Álvaro, Dedé, Regina Vasconcelos, Marina Silva, Zeneide Oliveira, Margarida Santos, Hilda Chagas, Ely Chagas, Elza Gomes, Doralice Caldeira, Hermínia Vasconcelos, Dora de Almeida e Helena de Souza.[3]

A escola tem como cores oficiais o azul e o amarelo, geralmente referidos pela própria agremiação como "amarelo-ouro" e "azul-pavão". Desde 1984, adota como símbolo o pavão, comumente representado em seus desfiles. Os torcedores da agremiação são chamados de "tijucanos". Durante muitos anos a escola teve sua sede no Morro do Borel. No final dos anos 1980, estabeleceu uma quadra comercial de ensaios no antigo Clube dos Portuários, na Avenida Francisco Bicalho, no bairro do Santo Cristo, onde permaneceu até 2025, quando ganhou da Prefeitura do Rio uma quadra definitiva em seu nome, na Rua Rivadávia Correa, número 227, em frente ao barracão da escola na Cidade do Samba, no bairro da Gamboa. Na sede do Morro do Borel, funciona o Instituto de Cidadania da Unidos da Tijuca, criado em 2006, que oferece projetos sociais de vários segmentos. A Tijuca também tem uma escola de samba mirim, a Tijuquinha do Borel, fundada em 2002.[5]

A Tijuca possui quatro títulos de campeã do carnaval carioca, conquistados nos anos de 1936, 2010, 2012 e 2014, ocupando a posição de sexta maior vencedora no ranking de campeãs do carnaval carioca. Também foi campeã da segunda divisão em 1980, 1987 e 1999. Ao longo dos anos, coleciona prêmios e homenagens. Em 2024, a escola foi declarada como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro.[6] Sua bateria, apelidada de "Pura Cadência", também foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Rio em 2024.[7]

A agremiação participou do primeiro desfile das escola de samba do Rio de Janeiro, no carnaval de 1932. Após a conquista do título de 1936, ficou por quase duas décadas no segundo grupo, conseguindo se firmar na primeira divisão após a chegada do empresário português Fernando Horta à presidência da escola, na década de 1980, período em que a agremiação ficou marcada por apresentar enredos de cunho social, como "Delmiro Gouveia" (1980), "Macobeba" (1981) e "Lima Barreto" (1982). A década de 2000 marcou uma guinada na história da Tijuca com a chegada do carnavalesco Paulo Barros, que moldou uma nova identidade para a escola com desfiles interativos e de fácil leitura, com destaque para o histórico vice-campeonato do carnaval de 2004, quando foi apresentado o icônico "carro do DNA"; além do aclamado desfile de 2010, comumente adjetivado por especialistas como "histórico" e "arrebatador". Entre os clássicos sambas da escola estão "O Dono da Terra" (1999), que também rendeu um aclamado desfile na segunda divisão; "Agudás" (2003); e "De Gama a Vasco, a Epopéia da Tijuca" (1998), que virou canto da torcida vascaína.[8]

Fundação

[editar | editar código]
No quintal da casa da Família de Bento Vasconcelos, no Morro da Casa Branca, anos 1930. Destaca- se a origem preta da escola, fundada pela família baiana migrada para o Rio de Janeiro.

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca foi fundado em 31 de dezembro de 1931, sendo a quinta escola de samba a ser fundada (depois de Deixa Falar, Portela, Mangueira e União de Vaz Lobo).[3][9] A agremiação foi criada a partir da fusão de quatro blocos carnavalescos existentes nos morros da Casa Branca, Formiga, Borel e Ilha dos Velhacos: o Bloco do Velho Ismael Francisco e Dona Blandira (da família Moraes); o Bloco do Velho Pacífico (da família Vasconcelos); o Bloco do Caroço (da Ilha dos Velhacos) e o Bloco de Dona Amélia (do Morro da Formiga).[10][11] Apesar de abrigar terreiros de samba e blocos carnavalescos, o bairro da Tijuca não possuía uma escola de samba.[12] Com isso, sambistas e foliões da região se reuniram no terreiro da Família Vasconcelos, na subida da Rua São Miguel, número 130, casa vinte, e decidiram criar a primeira escola de samba da localidade.[3][12]

Dona Regina, uma das fundadoras da Tijuca, no desfile de 1993.

A escola foi fundada por Bento Vasconcelos, Leandro Chagas, Alcides de Moraes (Tatão), Jorge Vasconcelos, Pacífico Vasconcelos, João de Almeida, Ismael de Moraes, Alfredo Gomes, Tertuliano Chagas, Armando dos Santos, Turíbio dos Santos, Jacinto Ribeiro, Tarquínio Ramos, Orlando Godinho, Waldemar Gargalhada, João Cascorão, José Mamede D´Ávila, Álvaro, Dedé, Regina Vasconcelos, Marina Silva, Zeneide Oliveira, Margarida Santos, Hilda Chagas, Ely Chagas, Elza Gomes, Doralice Caldeira, Hermínia Vasconcelos, Dora de Almeida e Helena de Souza.[3][13] Em sua origem, a maioria de seus componentes eram operários da Fábrica de Cigarros Souza Cruz, da Fábrica de Tecidos Maracanã, do Lanifício Alto da Boa Vista, da Fábrica de Tecidos Covilhã e de outras fábricas de menor porte localizadas no bairro da Tijuca.[14][15]

Nome, cores e símbolo

[editar | editar código]
O pavão, símbolo da Tijuca, no carro abre-alas do carnaval de 2019.

O nome "Unidos da Tijuca" faz referência à união de blocos da Tijuca para fundar a primeira escola de samba da localidade.[16] Inicialmente, o símbolo da agremiação consistia em duas mãos entrelaçadas e circundadas por dois ramos, um de café (em referência à época em que a Tijuca era conhecida como "área do café", no Século XIX) e outro de fumo (referência à fábrica de cigarros da região); e a inscrição "UT" (abreviação de Unidos da Tijuca).[3][17] A partir de 1984, a escola adotou o pavão como símbolo. Desde sua fundação, a escola tem como cores oficiais o azul e o amarelo, constantemente referidos pela própria agremiação como "amarelo-ouro" e "azul-pavão". Ambas escolhas são atribuídas à Bento Vasconcelos, um dos fundadores da escola.[3]

Há duas versões para a escolha das cores. Uma versão sustenta que foram adotadas as cores utilizadas pela Grande Fábrica de Cigarros, Fumos e Rapé de Borel & Cia, localizada no Morro do Borel, para embalar seus produtos. A outra versão aponta para uma inspiração na Casa de Bragança. As cores usadas pela Corte Imperial significavam prova de bom gosto em suas vestimentas. Também há duas versões para a escolha do símbolo. A primeira também sustenta uma inspiração na Fábrica dos Irmãos Borel, que teria as embalagens de seus produtos nas cores azul e amarelo-ouro, além da impressão de um pavão real. A segunda versão indica que, durante os preparativos para o carnaval de 1984, o pavão era utilizado como símbolo do enredo nas camisetas dos componentes, quando o compositor Carlinhos Melodia sugeriu ao então presidente da escola, Luis Carlos Cruz, que fosse colocado o pavão no carro abre-alas do desfile. A sugestão foi aceita e, a partir de então, o animal se tornou o símbolo maior da agremiação tijucana.[3]

A bandeira da escola tem forma retangular. A versão, utilizada desde 1988, possui 16 raios de cores intercaladas (oito azuis e oito amarelos) partindo do centro do pavilhão em direção às extremidades, em formação similar à siemens star. O centro da bandeira possui uma circunferência amarela, onde, dentro, encontram-se as inscrições "G.R.E.S." (na parte superior) e "UNIDOS DA TIJUCA" (na parte inferior). No centro da circunferência, localiza-se o desenho de um pavão. Abaixo da circunferência, próximo à borda inferior do pavilhão, está inscrito o ano de confecção do mesmo. A versão anterior da bandeira, utilizada até o desfile de 1987, não apresentava o desenho do pavão, e sim o logo anterior da escola, um aperto mãos e ramos de louro e café.[18]

História

[editar | editar código]
Desfile da Unidos da Tijuca de 1960. Arquivo Nacional

Primeiros anos

[editar | editar código]

Em 1936, a escola foi a grande campeã do carnaval carioca, com o enredo Sonhos delirantes. Naquele desfile, realizado na Praça Onze, a Tijuca trouxe uma inovação, apresentando alegorias aludindo o enredo. De 1960 a 1980, enfrentou um período muito difícil, desfilando no segundo grupo e sem conseguir subir. Neste período, somente uma vez chegou perto de voltar ao grupo das grandes.

Década de 1980

[editar | editar código]

Na década de 1980, a Tijuca oscilou entre o primeiro e o segundo grupo até a chegada do empresário português Fernando Horta à presidência da escola, em 1987, quando a agremiação conseguiu se firmar no primeiro grupo. A década também foi marcada por enredos de cunho social dos carnavalescos Renato Lage e Sílvio Cunha.

  • 1980: "Delmiro Gouveia"
Início do desfile campeão da Tijuca no carnaval de 1980.

Para o carnaval de 1980, a AESCRJ tomou a polêmica decisão de abolir os quesitos Mestre-Sala e Porta-Bandeira e Comissão de Frente com a justificativa de que eles estavam se tornando onerosos, visto que as escolas estavam negociando financeiramente os melhores profissionais. Apesar de não estarem sendo julgados, a apresentação dos segmentos foi mantida como obrigatória. A Tijuca foi a última das doze agremiações que se apresentaram pelo Grupo 1B. A escola desfilou com o dia claro, iniciando sua apresentação por volta das oito horas e trinta minutos da manhã da terça-feira de carnaval. A escola homenageou o industrial Delmiro Augusto da Cruz Gouveia. O cearense criou a Usina Hidrelétrica de Angiquinho, a primeira do Nordeste e segunda do Brasil. Também é o criador do que é tido como o primeiro centro comercial brasileiro, o Mercado Modelo Coelho Cintra, e liderou o mercado de linhas de costura no Brasil, gerando incômodo na multinacional britânica Machine Cotton, que detinha o monopólio da fabricação de linhas de costura no país. Por motivos políticos e disputas de terras, Delmiro entrou em conflito com vários coronéis alagoanos, até ser misteriosamente assassinado em 1917. O enredo foi assinado por Paulo César Cardoso; enquanto as alegorias e fantasias do desfile foram confeccionadas pelo carnavalesco Renato Lage. A Tijuca tinha ainda Neguinho da Beija-Flor como intérprete oficial e Laíla na direção de harmonia.

Especialistas elogiaram o desfile, apontando a escola como favorita ao título. Segundo o jornal O Globo, "suas fantasias, carros alegóricos, alas e samba-enredo, equiparou-se à maior parte das escolas que desfilou no primeiro grupo. Ao longo da Rua Marquês de Sapucaí, a escola foi saudada com entusiasmo e seu samba cantado por todos".[19] O samba-enredo do desfile é considerado por especialistas com um dos melhores da discografia da escola.[20] Confirmando a expectativa, a Tijuca foi campeã do Grupo 1B, conquistando seu retorno à elite do carnaval, 21 anos após seu rebaixamento em 1959. A Tijuca conseguiu a nota máxima na maioria dos quesitos, com exceção de Bateria, que perdeu um ponto.[21]

  • 1981: "Macobeba - O que Dá pra Rir, Dá pra Chorar"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1981.

De volta ao primeiro grupo, a Tijuca manteve o carnavalesco Renato Lage, que desenvolveu mais um enredo de cunho social, dessa vez, criticando a influência estrangeira no Brasil. O enredo foi inspirado no livro "Manuscrito Holandês" (1959), do romancista Manuel Cavalcanti Proença, retratando a batalha de Mitavaí, um vaqueiro do sertão brasileiro, contra o polvo Macobeba, que representava a invasão das empresas multinacionais. O enredo também era uma metáfora sobre a Ditadura Militar Brasileira, onde o herói Mitavaí representava o povo oprimido e Macobeba simbolizava as forças opressoras.[22] A Tijuca foi a primeira escola a se apresentar pelo Grupo 1A do carnaval de 1981. Especialistas elogiaram o desfile, destacando o enredo e a criatividade das alegorias.[23][24] Sem dispor dos mesmos recursos financeiros que outras escolas, Renato Lage utilizou materiais alternativos como sucata. A alegoria que representava o monstro Macobeba foi confeccionada com milhares de copos plásticos, enquanto os olhos do monstro eram dois aparelhos de televisão. O desfile marcou a estreia do intérprete Sobrinho na escola.[25] A Tijuca recebeu o prêmio Estandarte de Ouro de melhor enredo do ano. Uma das fundadoras da escola, Dona Regina Vasconcelos recebeu o Estandarte de personalidade feminina; enquanto o diretor Laíla recebeu o Estandarte de personalidade masculina.[26] Com o desfile, a Tijuca se classificou em oitavo lugar, garantindo sua permanência no grupo de elite do carnaval. O único quesito em que a escola conseguiu a pontuação máxima foi Comissão de Frente, que voltou a ser avaliada.[27]

  • 1982: "Lima Barreto, Mulato Pobre, mas Livre"
Desfile da Tijuca em 1982.

Para o carnaval de 1982, Renato Lage desenvolveu um enredo sobre o jornalista e escritor brasileiro Lima Barreto, morto em 1922, encerrando a trilogia de "enredos sociais" iniciada em 1980. A Tijuca foi a sétima das doze escolas que se apresentaram pelo Grupo 1A. Segundo o Jornal do Brasil, "a escola desenvolveu de forma coerente um enredo difícil, mas não foi muito feliz nas fantasias, principalmente por questões financeiras".[28] Com o desfile, a Tijuca se classificou em nono lugar, se mantendo no grupo de elite do carnaval. A Comissão de Frente, formada por filhos e sobrinhos de fundadores da escola, foi o único quesito que conseguiu nota máxima dos jurados. O quesito mais despontuado foi Samba-enredo, com a perda de cinco pontos.[29] O casal de Mestre-sala e Porta-bandeira voltou a ser avaliado, porém, valendo menos pontos do que os demais quesitos. Passado o carnaval, Renato Lage deixou a Tijuca após três anos, se transferindo para o Império Serrano. O diretor Laíla também se desligou da agremiação após três anos na escola.[30]

  • 1983: "Brasil: Devagar com o Andor que o Santo É de Barro"

Quarta escola a se apresentar pelo Grupo 1A do carnaval de 1983, a Tijuca realizou um desfile sobre o artesanato de barro da região Nordeste do Brasil.[31] O enredo foi assinado pelo diretor de carnaval, Paulo César Cardoso; enquanto as alegorias e fantasias ficaram sob responsabilidade do carnavalesco Yarema Ostrog.[32] Em sua análise, o Jornal do Brasil escreveu que a escola desfilou "animada, sambando e cantando um belo samba" e apresentou "lindas alegorias com cerâmica".[33] Os jurados do prêmio Estandarte de Ouro elogiaram a qualidade das esculturas de Yarema, mas apontaram que a escola corria risco de rebaixamento.[34] A Tijuca se classificou em décimo (penúltimo) lugar entre as onze agremiações concorrentes. O único quesito em que a escola conseguiu a pontuação máxima foi Bateria; enquanto o quesito mais despontuado foi Fantasias, com a perda de seis pontos. Nenhuma escola foi rebaixada devido a uma pane elétrica que causou um apagão durante o desfile da Caprichosos de Pilares. Com isso, a Tijuca garantiu sua permanência no primeiro grupo.[35]

  • 1984: "Salamaleikum - A Epopeia dos Insubmissos Malês"

O carnaval de 1984 foi o primeiro realizado no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, inaugurado no mesmo ano.[36][37] Pela primeira vez, o desfile da primeira divisão foi dividido em duas noites. A ideia, sugerida pela AESCRJ, foi acatada pela Riotur devido a grande quantidade de escolas de samba. Ficou definido que uma escola seria campeã da primeira noite de desfiles (iniciada no domingo) e outra escola venceria a segunda noite (iniciada na segunda-feira), sendo que os dois desfiles teriam comissões julgadoras diferentes.[38] A Tijuca foi a primeira escola a desfilar na noite de domingo. Os carnavalescos Ilvamar Magalhães e Luiz Carlos Cruz desenvolveram um enredo sobre os Malês, negros muçulmanos escravizados, que se notabilizaram no Brasil pela participação na Revolta dos Malês, que ocorreu em 1835, na Bahia, onde eram mais numerosos. O enredo foi dividido em três partes: Arábia, África e Brasil.[39] A escola enfrentou problemas em seu desfile. A Comissão de Frente, que seria formada por integrantes do afoxé Filhos de Gandhy, não recebeu as fantasias e precisou ser substituída às pressas por um grupo de mulatas. No carro abre-alas, um problema hidráulico impediu o pavão, símbolo da escola, de subir dez metros, mexer a cabeça e bater as asas, conforme o previsto. A escola teve ainda outros problemas com fantasias dos componentes.[40] Com o desfile a Tijuca se classificou na última colocação entre as sete agremiações que disputaram a primeira noite de desfiles, sendo rebaixada para a segunda divisão após quatro anos consecutivos na elite do carnaval.[41][42]

  • 1985: "Mas o que Foi que Aconteceu?"

No carnaval de 1985, a Tijuca teve como carnavalesco Sílvio Cunha (Silvinho), que desenvolveu um enredo crítico, lamentando o aumento da violência e o descuido com o meio ambiente na cidade do Rio de Janeiro; e relembrando o Rio de antigamente, destacando ícones como o bonde, o homem do realejo e o Cassino da Urca. A Tijuca foi a quinta das dez agremiações que se apresentaram pelo Grupo 1B. Especialistas elogiaram o desfile, apontando a escola como favorita ao título.[43][44] Confirmando a expectativa, a Tijuca foi vice-campeã da segunda divisão, garantindo seu retorno à elite do carnaval. A escola somou a mesma pontuação final que a campeã, Unidos da Ponte, mas ficou com o vice-campeonato no critério de desempate, Samba-enredo, onde teve nota menor.[45][46]

  • 1986: "Cama, Mesa e Banho de Gato"

O carnaval de 1986 foi o primeiro após o final da ditadura militar brasileira. Sem precisar da aprovação dos censores militares, as escolas experimentaram enredos mais permissivos. De volta ao primeiro grupo, a Tijuca contratou o carnavalesco Wany Araújo, que desenvolveu um enredo sobre a influência da luxúria sobre os demais pecados capitais, satirizando conflitos humanos como traição, ciúmes e casamento.[47][48] O samba-enredo do desfile, com linguagem politicamente incorreta e figuras de linguagem associadas ao sexo, recebeu críticas de setores conservadores da sociedade e de sambistas tradicionalistas como Dona Zica.[49] A Tijuca foi a primeira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo 1A. Especialistas criticaram o desfile, apontando a escola como favorita ao rebaixamento. Além da polêmica causada pelo enredo e pelo samba, a agremiação ainda teve um problema com a segunda alegoria, "Motel dos Prazeres", que quebrou antes de entrar no Sambódromo, prejudicando a evolução da escola. O desfile marcou a estreia de Nêgo como intérprete oficial no carnaval.[50] A Tijuca se classificou na última colocação, com um ponto de diferença para a penúltima colocada, sendo rebaixada de volta para a segunda divisão.[51][52]

  • 1987: "As Três Faces da Moeda"
Desfile campeão da Tijuca no carnaval de 1987.

O carnaval de 1987 marcou a chegada de Fernando Horta à presidência da Tijuca. O empresário português frequentava a escola desde 1984, inclusive contribuindo financeiramente para os desfiles. Após o rebaixamento de 1986, Horta decidiu atender aos pedidos dos componentes e se candidatou à presidência da agremiação, sendo eleito em março de 1986.[53][54] Para 1987, o carnavalesco Sílvio Cunha retornou à escola com mais um enredo crítico, sobre o dinheiro, satirizando a política econômica da Nova República. Histórico diretor de bateria da Portela, Mestre Marçal fez sua estreia no comando da bateria tijucana. A Tijuca foi a sétima das nove escolas que se apresentaram pelo Grupo 2, iniciando seu desfile com o dia claro, na manhã do sábado de carnaval.[55] Especialistas elogiaram o desfile, apontando a escola como favorita ao título.[56] Segundo o jornal O Globo, a Tijuca realizou "uma apresentação digna das maiores escolas do primeiro grupo. Com um carnaval bem feito, enredo bem explicado, luxuosas alegorias e todos os componentes cantando e sambando no pé". A escola recebeu gritos de "já ganhou" do público presente no Sambódromo.[57] A Tijuca foi premiada com o Estandarte de Ouro de melhor escola do segundo grupo.[58] Confirmando a expectativa, a Tijuca foi a campeã do Grupo 2, garantindo seu retorno à primeira divisão. A Tijuca somou a mesma pontuação final que a vice-campeã, Tradição, conquistando o título no critério de desempate, Samba-enredo, onde teve nota maior.[59]

  • 1988: "Templo do Absurdo - Bar Brasil"

De volta ao primeiro grupo, a Tijuca manteve o carnavalesco Sílvio Cunha, que desenvolveu um enredo sobre conversas de botequim. Mantendo o estilo de críticas políticas do carnaval anterior, o enredo de Cunha fez referências à situação econômica do Brasil como o fracasso do Plano Cruzado, o congelamento dos preços no mercado e o valor do salário mínimo.[60] A Tijuca foi a primeira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo 1 do carnaval de 1988. Especialistas elogiaram o desfile. Segundo o jornal O Globo, a Tijuca surpreendeu pela riqueza e teve um dos sambas mais cantados pelos foliões.[61] Para o Jornal do Brasil, o desfile se destacou pela "beleza dos carros alegóricos" e pelo "enredo comunicativo".[62] Apesar dos elogios, a Tijuca perdeu pontos em todos os quesitos, mas conseguiu se manter na elite do carnaval, se classificando na décima primeira colocação entre as quatorze escolas do grupo. O melhor desempenho da agremiação foi no quesito Mestre-sala e Porta-bandeira, defendido por Bagdá e Irene.[63]

  • 1989: "De Portugal a Bienal no País do Carnaval"

Para o carnaval de 1989, a Tijuca contratou o carnavalesco Mário Monteiro, que desenvolveu um enredo sobre as artes plásticas no Brasil. O tema foi dividido em quatro partes: a chegada de D. João VI ao Brasil, a Missão Artística Francesa, a Semana de Arte Moderna e a Bienal de São Paulo.[64] A Tijuca foi a terceira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo 1. Fantasias e alegorias fizeram referência à obra de artistas como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Carybé, Hélio Oiticica e Heitor dos Prazeres.[65] O jornal O Globo elogiou o desfile, apontando que a Tijuca "foi uma das escolas de mais bom gosto, mas que havia um problema: o intelectualismo do enredo".[66] A ala de crianças, que homenageou a obra da pintora Djanira, ganhou o prêmio Estandarte de Ouro.[67] Com o desfile, a Tijuca se classificou em oitavo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Harmonia, Enredo e Alegorias. O quesito mais despontuado foi Evolução, com a perda de três pontos.[68]

Década de 1990

[editar | editar código]
Bateria da Tijuca em 1990.

Na década de 1990, a Tijuca não conseguiu bons resultados, flertando com o rebaixamento em diversas oportunidades. O descenso foi consumado no carnaval de 1998, após onze anos consecutivos na elite do carnaval. Mas a escola logo voltou ao primeiro grupo, vencendo a segunda divisão de 1999, com o elogiado desfile "O Dono da Terra".

  • 1990: "E o Borel Descobriu, Navegar Foi Preciso"

Penúltima escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial (antigo Grupo 1), a Tijuca realizou um desfile sobre Portugal e sua influência no Brasil. O enredo foi desenvolvido pelos carnavalescos Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares a partir de uma ideia do presidente da escola, o português Fernando Horta.[69] O desfile abordou a formação do país português, as grandes viagens marítimas, a língua portuguesa, religião, cultura e culinária da região, e o clube de futebol Vasco da Gama.[70] Paulo Roberto e Juju Maravilha formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, enquanto Carlinhos de Jesus coreografou a Comissão de Frente. Com o desfile, a Tijuca se classificou em nono lugar no carnaval de 1990. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Enredo, Samba-enredo, Comissão de Frente e Mestre-sala e Porta-bandeira.[71]

  • 1991: "Tá na Mesa, Brasil"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1991.

Para o carnaval de 1991, a Tijuca contratou o carnavalesco Oswaldo Jardim, que desenvolveu um enredo sobre a culinária brasileira, narrado pela figura do Rei Momo e utilizando outros personagens característicos do carnaval, como se estivessem num grande banquete.[72] A Tijuca foi a terceira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial.[73] Em sua análise, o Jornal do Brasil escreveu que a escola "misturou folia, culinária e até rock and roll. A plateia fria foi outro destempero na proposta da escola. Os carros oscilavam em beleza. O samba cresceu na avenida, ajudado pelo puxador Nêgo. A bateria foi um dos destaques".[74] Nêgo recebeu o Estandarte de Ouro de melhor intérprete do ano.[75] Com o desfile, a Tijuca se classificou em oitavo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Harmonia, Mestre-sala e Porta-bandeira e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de três pontos.[76]

  • 1992: "Guanabaram, o Seio do Mar"
Ala de crianças da Tijuca no carnaval de 1992 com fantasias de estrelas do mar.

A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial de carnaval de 1992. O carnavalesco Oswaldo Jardim desenvolveu um enredo sobre a Baía de Guanabara, localizada no estado do Rio de Janeiro. O Jornal do Brasil destacou a Comissão de Frente, que desfilou fantasiada de caramujos, e escreveu que "a escola fez um carnaval para se manter no Grupo Especial, mas não para disputar campeonato".[77] A Tijuca desfilou entre os dois melhores desfiles do ano: a Estácio, campeã com "Pauliceia Desvairada" e a Mocidade, vice-campeã com "Sonhar não Custa Nada".[78][79] Com o desfile, a Tijuca repetiu a colocação do ano anterior, se classificando em oitavo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Mestre-sala e Porta-bandeira, defendido por Paulo Roberto e Juju Maravilha. O quesito mais despontuado foi Alegorias, com a perda de cinco pontos.[80]

  • 1993: "Dança, Brasil"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1993.

Cantor de apoio da escola desde 1986 e compositor dos sambas de 1988, 1989 e 1990, Vaguinho foi promovido ao posto de intérprete oficial, substituindo Nêgo.[81] Marco Aurélio e Nice formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, substituindo Paulo Roberto e Juju Maravilha. O carnavalesco contratado, Shangai Fernandes, desenvolveu um enredo sobre as danças brasileiras, desde antes da descoberta do Brasil até final do século XX.[82] A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial do carnaval de 1993. Segundo especialistas, o desfile não empolgou o público presente na Sapucaí, e a escola foi prejudicada por desfilar depois do Salgueiro, que apresentou o icônico "Peguei Um Ita no Norte".[83][84] A Tijuca foi a antepenúltima colocada, se classificando na décima segunda colocação entre as quatorze agremiações do grupo. A escola não conseguiu a pontuação máxima em nenhum quesito. Alegorias foi o quesito mais despontuado, com a perda de cinco pontos. Os quesitos mais bem avaliados foram Comissão de Frente e Conjunto, onde a escola perdeu um ponto em cada.[85]

  • 1994: "Só Rio... É Verão"
Baianas da Tijuca no carnaval de 1994.

A Tijuca promoveu diversas mudanças em sua equipe para o carnaval de 1994. Mestre Silvão (Silvio Grande) assumiu o comando da bateria tijucana. Carlinhos de Pilares foi o intérprete oficial. Ronaldinho e Tidinha formaram o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. Carlinhos de Jesus coreografou a Comissão de Frente. De volta à escola, o carnavalesco Sílvio Cunha desenvolveu um enredo sobre o verão carioca. A Tijuca foi a terceira agremiação a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Especialistas criticaram o desfile, apontando que a escola disputaria as últimas colocações.[86][87] Assim como no ano anterior, a Tijuca foi a antepenúltima colocada, se classificando em décimo quarto lugar entre as dezesseis agremiações do grupo.[88] A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Bateria. O quesito mais despontuado foi Harmonia, com a perda de 6,5 pontos.[89]

  • 1995: "Os Nove Bravos do Guarany"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1995.

Para o carnaval de 1995, a Tijuca contratou o intérprete Paulinho Mocidade. Zé Luíz e Nicinha formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola. O carnavalesco Oswaldo Jardim retornou à agremiação após dois anos afastado. Segunda escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre as nove óperas do compositor brasileiro Carlos Gomes, morto em 1896. Músicos de várias orquestras cariocas desfilaram em uma das alegorias e outros três violinistas fizeram o acompanhamento do samba-enredo no alto do carro de som.[90] O desfile foi prejudicado pela quebra da antepenúltima alegoria em frente à cabine dos jurados. A escola ficou cerca de dez minutos parada enquanto diretores tentavam resolver o problema. Alas que vinham atrás da alegoria tiveram que passar à frente, prejudicando a narrativa do enredo.[91] O carro foi empurrado com muita dificuldade até o final do desfile. A alegoria seguinte também quebrou, precisando de muitos empurradores para levá-la até o final da apresentação.[92] Com o desfile, a Tijuca se classificou no décimo segundo lugar entre as dezoito agremiações do grupo. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Comissão de Frente e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de três pontos.[93]

  • 1996: "Ganga - Zumbi, Expressão de Uma Raça"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1996.

A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial do carnaval de 1996. A escola contratou o carnavalesco Lucas Pinto, que desenvolveu um enredo sobre Zumbi dos Palmares, cuja morte completou trezentos anos em 1995. O desfile marcou a estreia de Fábia Borges, filha da porta-bandeira Juju Maravilha, como rainha de bateria da escola. A Tijuca realizou um desfile caótico, onde três alegorias tiveram problemas. O carro abre-alas teve um princípio de incêndio rapidamente controlado pelos bombeiros. A terceira alegoria teve o eixo de direção quebrado e teve muita dificuldade para entrar no Sambódromo, paralisando a evolução da escola até que o problema fosse resolvido. A quinta alegoria quebrou e sequer participou do desfile. Novamente a evolução da escola ficou parada enquanto diretores tentavam, sem sucesso, resolver o problema.[94] Ao final da apresentação, os componentes precisaram acelerar o passo para não ultrapassar o tempo limite de desfile.[95] Como resultado, a Tijuca se classificou em décimo quarto lugar, uma posição acima da zona de rebaixamento. A escola somou a mesma pontuação final que a Caprichosos de Pilares, que foi rebaixada no quesito de desempate, Bateria, onde a Tijuca conseguiu a pontuação máxima, enquanto a Caprichosos perdeu meio ponto.[96]

  • 1997: "Viagem Pitoresca pelos Cinco Continentes num Jardim"
Desfile da Tijuca em 1997.

Após quase ser rebaixada, a Tijuca fez diversas mudanças em sua equipe para o carnaval de 1997. Serginho do Porto assumiu o posto de intérprete oficial. Paulo Roberto e Juju Maravilha formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola. O coreógrafo argentino Juan Carlos Berardi dirigiu a Comissão de Frente. Sergio Murilo Gomes assumiu a Direção de Carnaval e Sidney Machado (Chopp) assumiu a Direção de Harmonia. Mantido no cargo, o carnavalesco Lucas Pinto desenvolveu um enredo sobre o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.[97] A Tijuca foi a segunda escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Um helicóptero sobrevoou a Marquês de Sapucaí, jogando pétalas de rosas sobre o desfile, empolgando o público presente do Sambódromo. Segundo a Folha de S.Paulo, "a escola apresentou harmonia e evolução de alta qualidade, uma vez que intérprete e bateria se entenderam muito bem".[98] Para o Jornal do Brasil, "a escola evoluiu bem, a bateria tijucana deu um show, os componentes cantaram o samba, mas o acabamento dos carros e fantasias foi piorando à medida em que a escola ia passando".[99] O jornal O Globo classificou o desfile como "razoável".[100] A Tijuca se classificou em décimo primeiro lugar, duas posições acima da zona de rebaixamento. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Enredo, perdendo muitos pontos nos demais quesitos.[101]

  • 1998: "De Gama a Vasco, a Epopéia da Tijuca"
Detalhe do carro abre-alas da Tijuca no carnaval de 1998.

A Tijuca promoveu diversas mudanças em sua equipe para o carnaval de 1998. O carnavalesco Oswaldo Jardim retornou à escola após dois anos afastado. Mestre Ciça assumiu o comando da bateria. Vanderli assumiu o posto de primeiro mestre-sala, dançando com Juju Maravilha. O primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio, Marcelo Misailidis, fez sua estreia no carnaval como coreógrafo de Comissão de Frente. Paulo Varelli assumiu a Direção de Carnaval e Vlaudemir Candimba assumiu a Direção de Harmonia. Penúltima das sete escolas que se apresentaram na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre o navegador português Vasco da Gama e sobre o Club de Regatas Vasco da Gama, que completava cem anos em 1998.[102] O desfile começou relembrando a viagem marítima de Vasco à Índia, que completou quinhentos anos em 1998; e na segunda parte homenageou o clube de futebol carioca. Participaram do desfile os ídolos vascaínos Roberto Dinamite e Edmundo, além de Zagallo, do técnico Antônio Lopes e vários jogadores do time campeão brasileiro de 1997. O então vice-presidente de futebol do clube, Eurico Miranda, atrapalhou a evolução da escola ao brigar no meio da pista com fotógrafos e cinegrafistas, causando uma confusão em frente a cabine de jurados.[103] Uma alegoria foi decorada com troféus de verdade conquistados pelo Vasco, incluindo o condor do Sul-Americano de 1948. Seguranças armados desfilaram no carro, fazendo a escolta dos troféus. Especialistas elogiaram o desfile. Tanto o Jornal do Brasil, quanto O Globo, destacaram que a escola fez sua melhor apresentação dos últimos anos.[104][105]

Apesar dos elogios, a Tijuca se classificou em penúltimo lugar, sendo rebaixada para a segunda divisão, após onze anos consecutivos no Grupo Especial. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Bateria. O quesito mais despontuado foi Harmonia, com a perda de 5,5 pontos. O resultado causou revolta em Eurico Miranda, que declarou que o carnaval "é um esquema absolutamente corrompido" e que "Foi o voto da dor de cotovelo que cometeu essa injustiça. O voto de quem ainda não engoliu a conquista do Campeonato Brasileiro do ano passado". Para torcedores e especialistas, incluindo o então presidente tijucano, Fernando Horta, o comportamento de Eurico Miranda atrapalhou a escola e influenciou o resultado.[106] O principal legado deixado pelo desfile foi o seu samba-enredo. Muito tocado nas rádios durante o carnaval de 1998, a obra virou hino da torcida vascaína, sendo comumente cantado nos jogos do Vasco da Gama.[107][108] O desfile foi o último da porta-bandeira Juju Maravilha, que faleceu em janeiro de 1999, aos 64 anos de idade, após sofrer um derrame cerebral.[109][110]

  • 1999: "O Dono da Terra"
Desfile da Tijuca no carnaval de 1999.

Para o carnaval de 1999, David do Pandeiro assumiu o posto de intérprete oficial. Paulo Roberto e Gleice Simpatia formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola. Na Tijuca desde os treze anos de idade, Mestre Celinho assumiu o comando da bateria. O carnavalesco Oswaldo Jardim e o coreógrafo Marcelo Misailidis foram mantidos no cargo. Sexta escola a se apresentar pelo Grupo A, a Tijuca realizou um desfile sobre os indígenas brasileiros, abordando lendas, costumes, tradições e a relação com a natureza desde antes da descoberta do Brasil. A escola foi saudada pelo público presente no Sambódromo com gritos de "campeã". O desfile foi aclamado por especialistas, que apontaram a escola como favorita ao título. Segundo o jornal O Globo, "a escola fez um desfile luxuoso, que levantou o público nas arquibancadas".[111] Para o Jornal do Brasil, a escola "esbanjava luxo, animação e trazia, na garganta, um samba de primeiríssima linha, sem dúvida o melhor do carnaval de 1999".[112] Em sua crônica, o jornal Extra escreveu que a escola "fez um desfile de campeã" e "emocionou a plateia com a beleza do seu samba-enredo".[113]

O samba-enredo do desfile recebeu os prêmios Estandarte de Ouro e S@mba-Net, sendo comumente listado entre os melhores da discografia da escola.[114] A Tijuca ainda recebeu os prêmios S@mba-Net de melhor desfile, melhor Comissão de Frente, e de melhor intérprete para David do Pandeiro.[115][116] Confirmando as expectativas, a Tijuca foi campeã do Grupo A, garantindo seu retorno ao Grupo Especial. A escola recebeu nota máxima de todos os julgadores.[117]

Década de 2000

[editar | editar código]

A década de 2000 marcou uma guinada na história da Tijuca. A chegada do carnavalesco Paulo Barros moldou uma nova identidade da escola com desfiles interativos e de fácil leitura. A escola virou uma das protagonistas da festa, disputando títulos e colecionando prêmios. Mesmo com a saída de Barros, após o carnaval de 2006, a Tijuca manteve o estilo consagrado pelo carnavalesco, conquistando bons resultados em 2007 e 2008.[8]

  • 2000: "Terra dos Papagaios… Navegar Foi Preciso!"
Detalhe do carro abre-alas da Tijuca no carnaval de 2000.

Em comemoração ao aniversário de quinhentos anos da descoberta do Brasil pelos portugueses, a LIESA decidiu que os enredos das escolas abordariam períodos específicos do país. A própria Liga forneceu 21 opções temáticas para as agremiações. Cada escola recebeu uma quantia extra de quinhentos mil reais da Prefeitura do Rio de Janeiro para confeccionar os desfiles.[118] De volta ao Grupo Especial, a Tijuca contratou o carnavalesco Chico Spinoza, que desenvolveu um enredo sobre a expedição que resultou na descoberta do Brasil e a primeira semana dos navegadores portugueses no país.[119] Dias antes do desfile, a polícia, a pedido da Arquidiocese do Rio de Janeiro, apreendeu um painel com uma pintura de Nossa Senhora da Boa Esperança e uma cruz de madeira que seriam usados no carro abre-alas da escola. A alegoria representava a celebração da primeira missa no Brasil. O carnavalesco Chico Spinoza chegou a ser detido, acusado de crime de vilipêndio.[120] O caso foi parar na Justiça, que liberou a utilização dos símbolos religiosos.[121] Em acordo com a Arquidiocese, a escola decidiu manter a cruz, mas modificar o painel com a imagem da santa.[122] A Tijuca foi a primeira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do carnaval de 2000.[123] Com o desfile, a Tijuca se classificou em quinto lugar, conquistando sua melhor colocação no carnaval desde 1953. Também foi a primeira vez que a escola se classificou para o Desfile das Campeãs. A Tijuca conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Comissão de Frente e Mestre-sala e Porta-bandeira. Os quesitos mais despontuados foram Alegorias e Enredo, com a perda de 1,5 pontos em cada.[124] O mestre-sala Paulo Roberto recebeu o prêmio Estandarte de Ouro.[125]

  • 2001: "A Tijuca Apresenta Nelson Rodrigues pelo Buraco da Fechadura"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2001.

A Tijuca foi a terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial do carnaval de 2001. O enredo, desenvolvido pelo carnavalesco Chico Spinoza, prestou um tributo ao jornalista e escritor pernambucano Nelson Rodrigues, morto em 1980. Três alegorias tiveram dificuldade para entrar no Sambódromo, o que provocou uma lentidão na evolução da escola.[126] Um dos pneus do carro abre-alas furou na saída do Sambódromo e a alegoria precisou ser empurrada pelos próprios componentes. Ao final da apresentação, os integrantes precisaram acelerar o passo para não ultrapassar o tempo limite de desfile.[127] A família de Rodrigues, incluindo a viúva Elza Bretanha, participou do desfile.[128] Também desfilaram o ator Cláudio Marzo interpretando Nelson Rodrigues; Miguel Falabella representando o "anjo pornográfico"; o carnavalesco Milton Cunha interpretando o árbitro de futebol Margarida; e a atriz Alessandra Negrini.[129] Wantuir assumiu o posto de intérprete oficial, substituindo David do Pandeiro. Com o desfile, a Tijuca se classificou em nono lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria e Comissão de Frente. O quesito mais despontuado foi Fantasias, com a perda de 3,5 pontos.[130]

  • 2002: "O Sol Brilha Eternamente Sobre o Mundo de Língua Portuguesa"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2002.

Para o carnaval de 2002, a Tijuca contratou o carnavalesco Milton Cunha, que desenvolveu um enredo sobre as oito nações que, na época, integravam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP): Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Rogerinho Dornelles e Lucinha Nobre formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola, substituindo Paulo Roberto e Gleice Simpatia. A Tijuca foi a terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial. Um dos destaques da apresentação foi a Comissão de Frente, de Marcelo Misailidis, onde uma reprodução, em tamanho gigante, da primeira página de Os Lusíadas (poema épico do escritor português Luís de Camões) era transformada em num barquinho de papel.[131] O desfile foi prejudicado pela sexta alegoria que, muito larga, teve dificuldade para entrar no Sambódromo. O desfile ficou parado por cerca de vinte minutos até que os diretores conseguissem colocar o carro na pista. Para recuperar o tempo perdido, os componentes precisaram acelerar o passo, mas não conseguiram finalizar o desfile no tempo limite, ultrapassando em dois minutos o tempo máximo permitido, o que gerou uma penalização de dois pontos pra escola.[132][133] Com o desfile, a Tijuca se classificou em décimo lugar. O único quesito em que a escola conseguiu a pontuação máxima foi Comissão de Frente. Conforme esperado, por causa dos problemas, os quesitos mais despontuados foram Harmonia e Evolução.[134] A Tijuca recebeu três prêmios do Estandarte de Ouro: melhor enredo, melhor Comissão de Frente e melhor Ala de Baianas.[135]

  • 2003: "Agudás, os que Levaram a África no Coração, e Trouxeram para o Coração da África, o Brasil"
Baianas da Tijuca no carnaval de 2003.

A Tijuca realizou mudanças em sua equipe para o carnaval de 2003. Nêgo assumiu o posto de intérprete oficial, substituindo Wantuir. O bailarino e coreógrafo Nino Giovanetti substituiu Marcelo Misailidis no comando da Comissão de Frente. Luiz Carlos Bruno assumiu a Direção de Carnaval e Ricardo Fernandes assumiu a Direção de Harmonia. A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial. Milton Cunha desenvolveu um enredo sobre os agudás, descendentes de escravizados libertos no Brasil, que voltaram para a África. O desfile ficou marcado pelo acidente com a atriz Neusa Borges, que caiu da quarta alegoria da escola, de uma altura de aproximadamente quatro metros, sofrendo inúmeras fraturas. A atriz foi submetida a cirurgias de reconstrução de bacia e implantação de próteses, parafusos e placas. Neusa processou a escola e, em 2011, o Tribunal de Justiça do Rio condenou a Tijuca a pagar uma indenização de mais de setecentos mil reais à atriz.[136] A escola ainda teve outros problemas em seu desfile de 2003. A última alegoria teve o eixo de direção quebrado antes de entrar na Sapucaí e não participou do desfile. Dois integrantes da Comissão de Frente se apresentaram com figurinos incompletos.[137][138]

O samba-enredo do desfile, elogiado por especialistas como um dos melhores do ano, foi cantado por Nêgo num tom acima do normal e não rendeu o esperado. Especialistas apontaram que o samba foi prejudicado por um cavaquinho desafinado e pela bateria, que estava com andamento acelerado.[139] Apesar dos problemas, o samba-enredo recebeu o prêmio Estandarte de Ouro, sendo comumente listado entre os melhores da discografia da escola. A Tijuca ainda recebeu o Estandarte de melhor enredo e de melhor porta-bandeira para Lucinha Nobre.[140] Com o desfile, a Tijuca se classificou em nono lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas no quesito Mestre-sala e Porta-bandeira, perdendo muitos décimos nos demais quesitos. O samba-enredo perdeu dois décimos. O quesito mais despontuado foi Conjunto, com a perda de 2,7 pontos.[141] Após o carnaval, Milton Cunha e o intérprete Nêgo foram desligados da escola.[142]

  • 2004: "O Sonho da Criação e a Criação do Sonho: a Arte da Ciência no Tempo do Impossível"
O icônico "carro do DNA" foi um dos destaques do desfile vice-campeão do carnaval de 2004.

Para o carnaval de 2004, o intérprete Wantuir retornou à escola após um ano afastado. A Tijuca também contratou o carnavalesco Paulo Barros, que havia realizado um elogiado desfile no Paraíso do Tuiuti em 2003. O desfile de 2004 marcou a estreia de Barros no Grupo Especial, após várias passagens pelo grupo de acesso.[143] Terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um enredo sobre a Ciência, desenvolvido em parceria com a Casa da Ciência da UFRJ.[144] O desfile teve a participação do físico brasileiro Marcelo Gleiser e do químico polonês-estadunidense Roald Hoffmann, vencedor do Prêmio Nobel de Química de 1981.[145] O destaque da apresentação foi o "carro do DNA", como ficou conhecida a alegoria formada por uma estrutura de ferro, em forma de cone, onde 123 pessoas, com o corpo todo pintado de purpurina azul, faziam movimentos sincronizados simbolizando a estrutura em dupla hélice da molécula de DNA. A alegoria é constantemente referenciada como uma das imagens mais marcantes do carnaval contemporâneo e inaugurou uma nova concepção de carros alegóricos, que influenciou o trabalho de outros carnavalescos nos anos seguintes.[146][147][148][149] Especialistas elogiaram o desfile, apontando que a escola empolgou o público presente do Sambódromo.[150][151][152] O desfile foi tema de um artigo na revista científica britânica Nature.[153] A Tijuca recebeu o Estandarte de Ouro de melhor enredo e de Revelação para Paulo Barros.[154] Lucinha Nobre e Rogerinho receberam o Tamborim de Ouro.[155] A Tijuca foi vice-campeã do carnaval, com oito décimos de diferença para a bicampeã Beija-Flor, conquistando seu melhor resultado desde 1948. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Alegorias, Enredo, e Mestre-sala e Porta-bandeira. O quesito mais despontuado foi Harmonia, com a perda de seis décimos.[156] O desfile é tema de um dos capítulos do livro Por que perdeu? (2018), do jornalista Marcelo de Mello, que lista dez desfiles derrotados que fizeram história no carnaval carioca.[157]

  • 2005: "Entrou por um Lado, Saiu pelo Outro… Quem Quiser que Invente Outro!"
Abre-alas da Tijuca no desfile vice-campeão do carnaval de 2005.

A Tijuca foi a quinta agremiação a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial do carnaval de 2005. A escola realizou um desfile sobre lugares e personagens imaginários. Ubirajara Claudino, o Bira, assumiu o posto de primeiro mestre-sala da Tijuca, substituindo Rogerinho Dornelles. Almir Frutuoso assumiu a Direção de Harmonia, substituindo Ricardo Fernandes. O carnavalesco Paulo Barros repetiu o sucesso do "carro do DNA" do ano anterior, criando várias "alegorias vivas" ou "humanas", como ficaram conhecidos os carros alegóricos com centenas de componentes coreografados.[158][159] A escola finalizou sua apresentação recebendo gritos de "campeã" do público presente na Sapucaí.[160][161] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título.[162] Pela primeira vez em sua história, a Tijuca recebeu o Estandarte de Ouro de melhor escola. A agremiação ainda recebeu os prêmios de melhor enredo e de melhor intérprete para Wantuir.[163] Lucinha Nobre e Bira receberam o troféu Tamborim de Ouro.[164] Assim como no ano anterior, a Tijuca conquistou o vice-campeonato, perdendo o título para a Beija-Flor, que foi tricampeã. Dessa vez, a diferença foi de apenas um décimo.[165] A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos. O quesito mais despontuado foi Harmonia, com a perda de três décimos.[166]

  • 2006: "Ouvindo Tudo o Que Vejo, Vou Vendo Tudo o Que Ouço"
Alegoria em alusão ao filme E.T. O Extraterrestre, no elogiado desfile de 2006.

O carnaval de 2006 foi o primeiro confeccionado na Cidade do Samba, inaugurada em setembro de 2005.[167] Sérgio Lobato assumiu a Comissão de Frente da Tijuca, substituindo Nino Giovanetti, que estava na escola há três anos. Segunda agremiação a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre as sensações causadas pelo som e pela imagem. Alas e alegorias fizeram referência à músicas de sucesso como "Fuscão Preto", representada numa alegoria com diversos fuscas empilhados; e imagens icônicas como a clássica cena do filme E.T. O Extraterrestre, em que Elliot e o ET voam numa bicicleta. A escola recebeu gritos de "campeã" do público tanto no início quanto no final de sua apresentação.[168][169] O desfile foi aclamado por especialistas, que listaram a agremiação entre as favoritas ao título de campeã.[170][171][172] A Tijuca recebeu três prêmios do Estandarte de Ouro: melhor escola; melhor bateria; e melhor porta-bandeira para Lucinha Nobre.[173] Também recebeu o Tamborim de Ouro de melhor enredo e de melhor Comissão de Frente.[174] Apesar da aclamação, a Tijuca se classificou apenas na sexta colocação. O resultado é contestado por especialistas e torcedores. A escola foi despontuada em quesitos inesperados como Alegorias, onde perdeu oito décimos, e Fantasias, onde perdeu sete décimos após receber uma nota 9,3. A escola só conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Enredo, Samba-enredo e Mestre-sala e Porta-bandeira.[175][176][177] No Desfile das Campeãs, alguns componentes desfilaram com faixas e narizes de palhaço em protesto contra o resultado.[178] Após o carnaval, Paulo Barros deixou a Tijuca, se transferindo para a Viradouro. Depois de onze anos como Rainha de Bateria da escola, Fábia Borges foi dispensada do cargo. A modelo, que morava na Espanha, frequentava pouco a agremiação, gerando descontentamento na direção da Tijuca.[179]

  • 2007: "De Lambida em Lambida, a Tijuca Dá Um Click na Avenida"
Alegoria da Tijuca pegando fogo durante o Desfile das Campeãs do carnaval de 2007.

Para o carnaval de 2007, a Tijuca formou uma dupla de carnavalescos com Luiz Carlos Bruno, ex-assistente de Paulo Barros, e Lane Santana, que vinha do grupo de acesso. Gabriel Cortez assumiu a direção da Comissão de Frente. A apresentadora e empresária Adriane Galisteu foi coroada Rainha de Bateria.[180] Segunda escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre a fotografia. Especialistas elogiaram a apresentação, destacando a criatividade das fantasias e alegorias.[181][182] Os carnavalescos mantiveram o estilo de alegorias coreografadas e fantasias divertidas consagrado pelo ex-carnavalesco Paulo Barros.[183] A Tijuca recebeu três prêmios do Estandarte de Ouro: melhor enredo; melhor intérprete para Wantuir; e melhor porta-bandeira para Lucinha Nobre.[184] Lucinha e Bira ainda receberam o troféu Tamborim de Ouro.[185] Com o desfile, a Tijuca se classificou em quarto lugar, à frente de Paulo Barros, que ficou em quinto lugar com a Viradouro. A Tijuca conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Enredo e Samba-enredo. O quesito mais despontuado foi Comissão de Frente, com a perda de oito décimos.[186] Durante o Desfile das Campeãs, uma escultura de demônio, no abre-alas da Tijuca, pegou fogo. O incêndio foi rapidamente controlado e não houve vítimas.[187] Após o carnaval, Lane Santana se desligou da escola. Enfrentando problemas de saúde, Mestre Celinho também se afastou da agremiação após nove anos no comando da bateria Pura Cadência.[188]

  • 2008: "Vou Juntando o Que Eu Quiser, Minha Mania Vale Ouro. Sou Tijuca, Trago a Arte Colecionando o Meu Tesouro"
Alegoria dos pinguins de geladeira e Baianas "colecionadoras de bonecas" no desfile de 2008.

A Tijuca foi a segunda escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial do carnaval de 2008. O desfile marcou a estreia de Casagrande como mestre de bateria após mais de vinte anos como ritmista e diretor da Pura Cadência.[189] Também foi a estreia dos bailarinos do Teatro Municipal do Rio, Priscilla Mota e Rodrigo Negri, como coreógrafos da Comissão de Frente tijucana. A escola desfilou com um enredo do carnavalesco Luiz Carlos Bruno sobre o ato de colecionar.[190] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título.[191][192][193] A Tijuca recebeu o Estandarte de Ouro de melhor escola, sendo o terceiro em quatro anos.[194] A escola ainda recebeu o Troféu Andarilho de melhor enredo e de melhor intérprete para Wantuir;[195] e o Troféu Rádio Manchete de melhor enredo e de melhor Comissão de Frente.[196] Apesar dos elogios, a Tijuca se classificou na quinta colocação. Os quesitos mais bem avaliados foram Fantasias, Alegorias e Conjunto, com a perda de um décimo em cada. O quesito mais despontuado foi Harmonia, com a perda de 1,4 pontos.[197] Após o carnaval, o intérprete Wantuir se transferiu para a Grande Rio numa polêmica negociação mediada pelo prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis.[198]

  • 2009: "Tijuca 2009: Uma Odisseia sobre o Espaço"
Alegoria dos Jetsons no carnaval de 2009.

A Tijuca realizou mudanças em sua equipe para o carnaval de 2009. Bruno Ribas assumiu o posto de intérprete oficial. Rogerinho retomou sua parceria com Lucinha Nobre, substituindo o mestre-sala Bira. Fernando Costa assumiu a Direção de Harmonia. Última escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre a relação do homem com o espaço sideral, abordando aspectos científicos e mitológicos, além de relembrar filmes, personagens e outras histórias fictícias sobre o tema.[199] A escola teve problemas de evolução por causa da terceira alegoria, que demorou para ser acoplada e teve dificuldade para se locomover pela pista de desfile. Ao final, os componentes precisaram acelerar o passo para não ultrapassar o tempo limite de desfile.[200] A escola finalizou sua apresentação com o dia amanhecendo.[201] O presidente da escola, Fernando Horta, e a porta-bandeira, Lucinha Nobre, reclamaram de desfilar com a pista molhada pela Beija-Flor, que desfilou antes, com um enredo sobre o banho, espalhando água pela pista.[202] Perdendo décimos em todos os quesitos, a Tijuca se classificou em nono lugar, ficando de fora do Desfile das Campeãs após cinco anos consecutivos na festa. O quesito mais bem avaliado pelos jurados foi Harmonia, com a perda de apenas um décimo. O quesito mais despontuado foi Alegorias e Adereços, com a perda de 1,9 pontos.[203] Após o resultado, a escola demitiu o carnavalesco Luiz Carlos Bruno.[204]

Década de 2010

[editar | editar código]

Paulo Barros retornou à Tijuca, conquistando três títulos para a escola (2010, 2012 e 2014), acabando com o longo jejum de 74 anos sem vitórias da agremiação. Sem Barros, a escola ainda teve bons desempenhos em 2015 e 2016, mas no carnaval de 2017 realizou um trágico desfile, marcado pelo desabamento de uma alegoria. A Tijuca finalizou a década sem a mesma competitividade do início.

A histórica Comissão de Frente com troca de roupas no desfile campeão de 2010.

Paulo Barros retornou à Tijuca para o carnaval de 2010. A escola dispensou o casal de mestre-sala e porta-bandeira Rogerinho e Lucinha Nobre e contratou Marquinhos e Giovanna Justo, que estavam na Mangueira desde 1995. Ricardo Fernandes assumiu a Direção de Carnaval.[205][206] Terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre os grandes mistérios da humanidade e da natureza; pessoas e personagens misteriosos, como os super-heróis; além de truques de mágica e ilusionismo.[207] O desfile foi amplamente elogiado pela crítica especializada, ganhando adjetivos como "histórico" e "arrebatador"; e o trabalho de Paulo Barros foi classificado como "revolucionário".[208][209][210] A escola foi saudada pelo público presente no Sambódromo com gritos de "campeã".[211]

Paulo Barros (ao centro) junto com a Comissão de Frente do carnaval de 2010.

Um dos destaques do desfile foi a Comissão de Frente, coreografada por Priscilla Mota e Rodrigo Negri, em que bailarinas trocavam de roupa em segundos através de truques de ilusionismo. Vencedora de todos os prêmios do ano, a Comissão é considerada antológica e um marco que influenciou o quesito nos anos seguintes.[212] O sucesso da Comissão rendeu diversos contratos para seus integrantes se apresentarem em shows e eventos.[213] A Tijuca ainda recebeu a maioria dos prêmios de melhor escola, incluindo o Estandarte de Ouro.[214] Confirmando a expectativa, a Tijuca foi campeã do carnaval de 2010, conquistando seu segundo título na folia carioca, quebrando o longo jejum de 74 anos sem vencer na elite do carnaval.[215][216] Dos cinquenta julgadores do carnaval, apenas cinco não deram nota máxima pra escola, sendo que, quatro dessas notas foram descartadas seguindo o regulamento do concurso. Com isso, a escola perdeu apenas um décimo, no quesito Bateria, vencendo o carnaval com cinco décimos de vantagem sobre a vice-campeã, Grande Rio.[217]

  • 2011: "Esta Noite Levarei Sua Alma"
Truque de ilusionismo na Comissão de Frente do desfile vice-campeão de 2011.

Mantendo toda a equipe campeã, a Tijuca realizou um desfile sobre o medo no cinema. No enredo proposto por Paulo Barros, Caronte (personagem mitológico que carregava as almas dos recém-mortos) leva o expectador para um passeio no cinema, exibindo filmes de terror e suspense, mas a visita deixa o expectador confiante a encarar seus medos e acaba não sendo tão aterrorizante quanto Caronte planejava.[218] A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial de 2011.[219] Assim como no ano anterior, a Comissão de Frente foi um dos destaques do desfile, realizando um truque de ilusionismo onde os componentes "desprendiam" a cabeça do pescoço.[220] José Mojica Marins, o Zé do Caixão, desfilou na última alegoria, homenageando o cinema brasileiro.[221] A escola foi aclamada pelo público presente no Sambódromo com gritos de "bicampeã". Paulo Barros também foi ovacionado na Sapucaí.[222] Especialistas elogiaram a criatividade do desfile, listando a escola entre as favoritas ao título, mas apontaram que o enredo "perdeu o foco" ao abordar filmes que não eram de terror.[223][224]

Alegoria em referência ao filme Tubarão.

A Tijuca recebeu o prêmio Estrela do Carnaval de melhor desfile do ano.[225] A escola também teve a Comissão de Frente e o casal de mestre-sala e porta-bandeira mais premiados do ano. Com o desfile, a escola conquistou o vice-campeonato do carnaval de 2011, perdendo o título para a Beija-Flor, que homenageou o cantor Roberto Carlos. A Tijuca conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Alegorias, Bateria, Comissão de Frente e Fantasias. Enredo foi o quesito mais despontuado, perdendo quatro décimos.[226] O presidente da Tijuca, Fernando Horta, reclamou da diferença de 1,4 pontos entre as duas primeiras colocadas.[227] Enquanto Paulo Barros ironizou a derrota, dizendo que em 2012 faria um desfile sobre Neguinho da Beija-Flor para "só ganhar notas dez".[228] O desfile marcou a despedida de Adriane Galisteu do posto de Rainha de Bateria após cinco carnavais na agremiação.

Ala "Bonecos de Barro", premiada com o Estandarte de Ouro.
O "Homem-mola" na premiada Comissão de Frente do desfile campeão de 2012.

Quinta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial de 2012, a Tijuca prestou um tributo a Luiz Gonzaga, morto em 1989. O ano de 2012 marcou o centenário de nascimento do cantor pernambucano. No enredo desenvolvido por Paulo Barros, a realeza de todo o mundo chegava ao Brasil para a festa de coroação de Luiz Gonzaga como o "Rei do Sertão". Entre os reis e rainhas representados no desfile estavam o "Rei do futebol", Pelé; o "Rei do Pop", Michael Jackson; o "Rei do Rock", Elvis Presley; o "Rei" Roberto Carlos; o Rei D. João VI; e a Rainha Elizabeth.[229] Assim como nos anos anteriores, a Comissão de Frente foi um dos destaques do desfile, contando com a participação do ginasta romeno Ioan Veniamin, que se movimentava dentro de uma espécie de "mola maluca", simbolizando a "alma da sanfona".[230] A apresentação recebeu aplausos e gritos de "é campeã" do público presente no Sambódromo.[231] A bateria de Mestre Casagrande realizou bossas no ritmo de forró. Gracyanne Barbosa desfilou como Rainha de Bateria.[232] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título junto com Vila Isabel e Salgueiro.[233] A Tijuca recebeu o Troféu Tupi de melhor escola do ano.[234] A Comissão de Frente recebeu os prêmios Gato de Prata e Troféu SRzd.[235][236] A escola ainda recebeu o Estandarte de Ouro de melhor ala para os "Bonecos de Barro".[237] A Tijuca foi a campeã do carnaval de 2012 com dois décimos de vantagem sobre o vice-campeão, Salgueiro, conquistando seu terceiro título na elite da folia carioca.[238] A escola conseguiu a pontuação máxima em quase todos os quesitos, perdendo apenas um décimo em Alegorias e Adereços.[239]

  • 2013: "Desceu num Raio, É Trovoada. O Deus Thor Pede Passagem para Mostrar nessa Viagem a Alemanha Encantada"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2013.

Tentando o bicampeonato consecutivo, Paulo Barros elaborou um enredo sobre a Alemanha, uma vez que em 2013 foi celebrado o "Ano da Alemanha no Brasil".[240] A Tijuca foi a terceira escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial do carnaval de 2013. Especialistas elogiaram a criatividade do desfile, mas apontaram diversos problemas que deixariam a escola de fora da disputa direta pelo título.[241][242] O carro abre-alas bateu na grade do Setor 1 e teve uma pequena parte danificada. O mesmo carro teve dificuldade para deixar a pista após o desfile e precisou ser serrado para liberar a passagem dos outros carros. A segunda alegoria teve um princípio de incêndio controlado pelos bombeiros. Na mesma alegoria, vários componentes passaram mal devido ao calor e também foram socorridos pelos bombeiros, que permaneceram no carro durante todo o desfile. Os problemas causaram aberturas de "buracos" (espaços vazios) entre as alas. Entre os destaques do desfile estava a Comissão de Frente, onde componentes, fantasiados de Deus Thor, simulavam a levitação de machados, que, na verdade, estavam presos por fios de náilon transparentes.[243] A atriz Juliana Alves fez sua estreia como Rainha de Bateria, recebendo diversas premiações como Gato de Prata;[244] Troféu Tupi;[245] e Prêmio Veja.[246] Apesar dos problemas, a Tijuca se classificou em terceiro lugar, conseguindo a pontuação máxima na maioria dos quesitos. O quesito mais despontuado foi Samba-enredo, com a perda de três décimos.[247] Após o carnaval, a escola dispensou o intérprete Bruno Ribas; o diretor Ricardo Fernandes; e o casal Marquinhos e Giovanna.[248]

Comissão de Frente da Tijuca, com uma réplica da McLaren de Ayrton Senna, no desfile campeão de 2014.

Para o carnaval de 2014, a Tijuca contratou o intérprete Tinga e o casal de mestre-sala e porta-bandeira Julinho Nascimento e Rute Alves. Os três estavam na Unidos de Vila Isabel, onde foram campeões do carnaval de 2013.[249][250] Fernando Costa assumiu a Direção de Carnaval; enquanto Paulinho Haiti assumiu a Direção de Harmonia. No ano em que se completaram duas décadas da morte do piloto brasileiro Ayrton Senna, a Tijuca prestou um tributo ao tricampeão mundial de Fórmula 1, morto em 1994. O enredo, desenvolvido por Paulo Barros, simulou uma corrida disputada e vencida por Senna contra competidores inusitados como o velocista jamaicano Usain Bolt; animais rápidos como o Leopardo; invenções do Homem como o trem bala e a internet; personagens do desenho animado Corrida Maluca como Penélope Charmosa e Dick Vigarista; além de outros como Sonic, The Flash e Ligeirinho.[251][252]

Juliana Alves e Tinga entre outros componentes da Tijuca com o troféu de campeã do carnaval de 2014.

A Tijuca foi a sexta e última escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, encerrando os desfiles de 2014.[253][254] Especialistas classificaram o desfile como "correto", listando a escola entre as favoritas ao título junto com Salgueiro e Portela.[255][256][257] A Tijuca recebeu o Troféu Apoteose de melhor escola do ano.[258] A bateria Pura Cadência foi a mais premiada do ano, recebendo os prêmios Estrela do Carnaval;[259] S@mba-Net;[260] e Troféu Tupi.[261] A Tijuca foi campeã do carnaval de 2014 com um décimo de vantagem sobre o vice-campeão, Salgueiro, conquistando seu quarto título na elite do carnaval, sendo o terceiro título em cinco anos. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos. O criticado samba-enredo, listado por especialistas entre os piores do ano, foi o quesito mais despontuado, com a perda de cinco décimos.[262][263] Após o carnaval, a Tijuca perdeu peças importantes de sua equipe: o carnavalesco Paulo Barros se transferiu para a Mocidade Independente de Padre Miguel;[264] enquanto os coreógrafos Priscilla Mota e Rodrigo Negri foram para a Grande Rio.[265]

  • 2015: "Um Conto Marcado no Tempo - O Olhar Suíço de Clóvis Bornay"
Mestre Casagrande à frente da Pura Cadência no carnaval de 2015. Bateria da Tijuca foi a mais premiada do ano.

Para substituir Paulo Barros, a Tijuca montou uma Comissão de Carnaval formada por Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo, Carlos Carvalho e Hélcio Paim. Annik, Marcus e Hélcio já integravam a equipe da Tijuca. Carlos esteve na Tijuca no desfile campeão de 2010. Os quatro se juntaram a Quintaes, carnavalesco com vasta experiência e passagens por diversas escolas.[266] Alex Neoral assumiu o comando da Comissão de Frente.[267] A Tijuca foi a sexta e última agremiação a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, encerrando os desfiles do carnaval de 2015. A escola realizou um desfile sobre a Suíça, tendo como ponto de partida o carnavalesco Clóvis Bornay, morto em 2005, que era filho de pai suíço.[268][269] Especialistas elogiaram o desfile, listando a escola entre as favoritas ao título e apontando que a agremiação manteve o estilo de alegorias coreografadas e fantasias criativas consagrado pelo ex-carnavalesco Paulo Barros.[270][271] Uma das alegorias tinha uma pista de gelo com patinadores e efeitos especiais simulando neve.[272] O desfile teve patrocínio de empresas suíças, incluindo a Nestlé, que distribuiu chocolates ao público.[273][274] A bateria da Tijuca recebeu quase todos os prêmios do ano, incluindo o Estandarte de Ouro;[275] Gato de Prata;[276] S@mba-Net;[277] Troféu SRzd;[278] e Tamborim de Ouro.[279] A Tijuca se classificou em quarto lugar, garantindo seu retorno ao Desfile das Campeãs. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos. Assim como no ano anterior, a escola teve seu samba-enredo mal avaliado e, novamente, foi o seu quesito mais despontuado, perdendo quatro décimos. A Tijuca terminou à frente de Paulo Barros, que ficou em sétimo lugar com a Mocidade.[280]

  • 2016: "Semeando Sorriso, a Tijuca Festeja o Solo Sagrado"
A premiada Ala de Baianas da Tijuca no desfile vice-campeão do carnaval de 2016.

A Tijuca manteve toda a sua equipe para o carnaval de 2016. A escola encerrou a primeira noite (domingo) do Grupo Especial com um enredo sobre a agricultura no Brasil. A Tijuca esperava conseguir um patrocínio financeiro da cidade matogrossense de Sorriso, conhecida como a "Capital Nacional do Agronegócio", o que não se concretizou.[281] Especialistas elogiaram o desfile, destacando a bateria de Mestre Casagrande e o samba-enredo, que tem entre seus compositores o cantor Dudu Nobre.[282][283] Tinga recebeu os prêmios S@mba-Net e Troféu Sambista de melhor intérprete; enquanto a Ala de Baianas tijucana recebeu o Tamborim de Ouro e o Troféu Sambista.[284][285][286] A Tijuca foi vice-campeã com apenas um décimo de diferença para a campeã Mangueira. A escola conseguiu a pontuação máxima na maioria dos quesitos, perdendo apenas dois décimos em Enredo e um décimo em Mestre-sala e Porta-bandeira.[287]

  • 2017: "Música na Alma, Inspiração de Uma Nação"
Bombeiros socorrem as vítimas do acidente no desfile de 2017. Parte de cima da alegoria desabou.

Sem mudanças em sua equipe, a Tijuca escolheu um enredo sobre a música dos Estados Unidos para o carnaval de 2017. Quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile dramático.[288] Com menos de dez minutos de apresentação, a parte de cima da segunda alegoria desabou ferindo cerca de doze pessoas.[289][290] O carro alegórico ficou parado na entrada da pista enquanto era realizado o resgate das vítimas, o que impossibilitou a passagem das demais alegorias. Alas tiveram que passar à frente, o que desorganizou o roteiro do desfile. Após o atendimento às vítimas, o carro atravessou a Marquês de Sapucaí, seguido dos demais. A escola ultrapassou o tempo máximo de desfile em um minuto, sendo penalizada em um décimo.[291] De acordo com o laudo pericial, a responsável pelo acidente foi uma empresa de equipamentos hidráulicos contratada para cuidar da engrenagem de sustentação da alegoria. A escola foi inocentada.[292] Na primeira noite de desfiles, o Paraíso do Tuiuti também teve um grave acidente com uma alegoria desgovernada que atropelou cerca de vinte pessoas.[293] Devidos aos acidentes, a LIESA decidiu cancelar o rebaixamento, mantendo todas as escola no Grupo Especial em 2018.[294] A Tijuca se classificou em penúltimo lugar, o que garantiria sua permanência no Especial mesmo que o descenso fosse mantido.[295] Tinga foi o intérprete mais premiado do ano, recebendo diversos prêmios como Estrela do Carnaval;[296] Gato de Prata;[297] Prêmio SRzd;[298] S@mba-Net[299] e Tamborim de Ouro.[300] Após o carnaval, Julinho e Rute se desligaram da agremiação após quatro anos na escola.[301]

  • 2018: "Um Coração Urbano: Miguel, Arcanjo das Artes, Saúda o Povo e Pede Passagem"
Miguel Falabella no desfile da Tijuca em sua homenagem no carnaval de 2018.

O carnaval carioca passava por um momento conturbado.[302] Em junho de 2017, a Prefeitura do Rio anunciou o corte de 50% do repasse de verbas públicas para as escolas de samba.[303] A decisão causou polêmica visto que em sua campanha à Prefeitura, Marcelo Crivella prometeu manter o patrocínio às agremiações.[304] Bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, Crivella também foi acusado de ser influenciado pela sua religião ao cortar parte da verba do carnaval.[305] A LIESA ameaçou cancelar os desfiles e sambistas organizaram protestos, mas o Prefeito manteve o corte.[306] Sem dinheiro, a LIESA cancelou os ensaios técnicos realizados no sambódromo, após quinze anos bancando o evento.[307] Mauro Quintaes se desligou da escola, que seguiu com a Comissão de Carnaval formada por Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim. Alex Marcelino e Jackeline Pessanha formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola.[308] Renato Vieira assumiu o comando da Comissão de Frente. Abrindo a segunda noite (segunda-feira) de desfiles do Grupo Especial do carnaval de 2018, a Tijuca homenageou Miguel Falabella, que além de ator, escritor e cineasta, também foi carnavalesco nos anos 90. Participaram do desfile, amigos de Miguel como Arlete Salles, Cissa Guimarães, Claudia Raia e Aracy Balabanian. A atriz Marisa Orth desfilou ao lado da Rainha de Bateria Juliana Alves, interpretando a personagem Magda, do humorístico Sai de Baixo.[309] Miguel desfilou na última alegoria. Especialistas apontaram que a escola conseguiu se recuperar da tragédia do ano anterior, realizando um desfile "correto", mas aquém dos bons momentos do início da década.[310][311] Tinga foi o intérprete mais premiado do ano, recebendo os prêmios Estandarte de Ouro,[312] Troféu Sambista;[313] e Troféu Vai Dar Samba.[314] A Tijuca se classificou em sétimo lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Evolução e Alegorias. O quesito mais despontuado foi Comissão de Frente, com a perda de três décimos.[315] O desfile marcou a despedida de Juliana Alves como Rainha de Bateria após seis carnavais no posto.[316]

  • 2019: "Cada Macaco no Seu Galho. Ó, Meu Pai, Me Dê o Pão que Eu não Morro de Fome!"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2019.

Para o carnaval de 2019, a Tijuca promoveu diversas mudanças em sua equipe. Com a transferência de Tinga para a Unidos de Vila Isabel, Wantuir assumiu o posto de intérprete oficial, retornando à escola após onze anos afastado.[317] Raphaela Caboclo assumiu o posto de primeira porta-bandeira, substituindo Jackeline Pessanha, que se transferiu para o Salgueiro.[318] A escola contratou Laíla e Fran Sérgio para integrar a Comissão de Carnaval, se juntando a Annik Salmon, Marcus Paulo, Hélcio Paim. Laíla se juntou a Fernando Costa na Direção de Carnaval e de Harmonia. A escola ainda contratou Jardel Lemos para coreografar a Comissão de Frente. A apresentadora televisiva Elaine Azevedo assumiu o posto de Rainha de Bateria.[319] Pelo segundo ano consecutivo, o prefeito Marcelo Crivella cortou 50% da verba destinada às escolas que desfilam no Sambódromo.[320] Encerrando a primeira noite (domingo) do Grupo Especial, a Tijuca realizou um desfile sobre o pão, abordando a história e a importância do alimento ao longo dos tempos, além da sua relação com a fome e religiosidade.[321] Especialistas elogiaram o desfile, apontando a escola entre as favoritas ao título.[322][323] O desfile rendeu diversas premiações como o Troféu Explosão in Samba de melhor escola;[324] Estrela do Carnaval de melhor samba-enredo e melhor bateria;[325] S@mba-Net e Tamborim de Ouro de melhor intérprete para Wantuir.[326][327] Apesar dos elogios, a Tijuca repetiu a sétima colocação do ano anterior, ficando de fora do Desfile das Campeãs. A escola conseguiu a pontuação máxima nos quesitos Bateria, Enredo e Alegorias. O quesito mais despontuado foi Samba-enredo, com a perda de quatro décimos.[328]

Década de 2020

[editar | editar código]
  • 2020: "Onde Moram os Sonhos"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2020.

Após dois anos cortando a verba dos desfiles pela metade, o prefeito Marcelo Crivella decidiu cortar toda a subvenção das escolas que desfilam no Sambódromo.[329][330] Para o carnaval de 2020, a Tijuca extinguiu sua comissão de carnaval, oficializando a volta do carnavalesco Paulo Barros, tricampeão com a escola em 2010/2012/2014.[331] Barros desenvolveu um enredo sobre arquitetura e urbanismo.[332] A escola não realizou disputa de samba-enredo, optando por encomendar seu samba aos compositores Jorge Aragão, Fadico, André Diniz, Totonho e Dudu Nobre.[333] Foi a primeira vez que Jorge Aragão compôs um samba-enredo.[334] A cantora Lexa assumiu o posto de rainha de bateria.[335] A Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira) do Grupo Especial.[336] Segundo especialistas, houve uma diferença de narrativa entre o samba-enredo, que focava no urbanismo brasileiro, com destaque para as favelas, e o desfile proposto por Paulo Barros, que abordou a arquitetura mundial.[337][338] O carnavalesco utilizou pequenos tripés em meio às alas, retratando obras arquitetônicas de todo o mundo, o que resultou numa penalização de um décimo à escola por ultrapassar a quantidade máxima de tripés permitida pelo regulamento.[339] Com o desfile, a escola obteve a nona colocação do carnaval.[340]

  • 2021/2022: "Waranã - A Reexistência Vermelha"
Desfile da Tijuca no carnaval de 2022.

Após o carnaval de 2020, Paulo Barros se desligou da escola, sendo substituído por Jack Vasconcelos, oriundo da Mocidade Independente.[341] Jack desenvolveu um enredo sobre a lenda da origem do guaraná e a formação do povo indígena Sateré Mawé.[342] Após a realização de sua disputa de samba-enredo, a escola efetivou Wic Tavares como intérprete oficial, formando dupla com seu pai, Wantuir.[343] Sérgio Lobato assumiu a direção da Comissão de Frente, substituindo Jardel Lemos.[344] Phelipe Lemos e Denadir Garcia formaram o novo primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da escola.[345] Com o retorno de Eduardo Paes à Prefeitura do Rio de Janeiro, a subvenção voltou a ser paga às agremiações.[346] Devido ao avanço da Pandemia de COVID-19 em todo o mundo, o desfile das escolas de samba de 2021 foi cancelado, sendo a primeira vez, desde a criação do concurso, em 1932, que o evento não foi realizado.[347][348] Com o agravamento da pandemia, as escolas paralisaram as atividades presenciais nas quadras e barracões, mas seguiram se programando para o desfile futuro. No final do ano, com a campanha de vacinação contra a COVID e a diminuição de mortes pela doença, as escolas retomaram os ensaios para o carnaval de 2022.[349] Por causa do aumento dos casos de COVID no país, devido ao avanço da variante Ómicron, o desfile das escolas de samba que ocorreriam no carnaval de 2022 foram adiados para abril do mesmo ano, durante o feriado de Tiradentes.[350] A Unidos da Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na segunda noite (sábado) do Grupo Especial de 2022.[351] Apesar de fazer um desfile elogiado por público e crítica, a escola se classificou novamente em nono lugar. Wic Tavares recebeu o Estandarte de Ouro de revelação do ano.[352]

  • 2023: "É Onda que Vai... É Onda que Vem... Serei a Baía de Todos os Santos a Se Mirar no Samba da Minha Terra"
A premiada Comissão de Frente do carnaval de 2023 teve a participação de Juliana Alves.

Para o carnaval de 2023, a escola manteve Jack Vasconcelos, que desenvolveu um enredo sobre a Baía de Todos os Santos, a maior baía do Brasil e a segunda maior do mundo, localizada no estado da Bahia.[353] Com a saída de Phelipe Lemos para a Imperatriz Leopoldinense, a Tijuca promoveu seu segundo mestre-sala, Matheus André, ao posto de primeiro, formando dupla com Denadir Garcia.[354] A Unidos da Tijuca foi a quarta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial.[355] O desfile começou forte, com uma comissão de frente impactante e que chamou a atenção do público e da crítica, porém, em seguida, apresentou alegorias e fantasias aquém do esperado e a Tijuca se viu distante da esperança de título.[356] Na quarta-feira de cinzas, após a apuração, ficou com um tímido nono lugar, repetindo a colocação dos dois últimos anos. A comissão de frente do desfile recebeu os prêmios Estrela do Carnaval, Gato de Prata e Troféu Tupi.[357][358][359] Após o carnaval, a escola dispensou Jack Vasconcelos, a porta-bandeira Denadir Garcia e a dupla de intérpretes Wic e Wantuir.[360][361][362]

  • 2024: "O Conto de Fados"
Abre-alas da Tijuca no carnaval de 2024.

Para o carnaval de 2024, a Tijuca contratou o carnavalesco Alexandre Louzada, que desenvolveu o enredo "O Conto de Fados", sobre lendas e histórias populares de Portugal.[363][364] Ito Melodia assumiu o posto de intérprete oficial.[365] Demitida da Portela, a porta-bandeira Lucinha Nobre retornou a Unidos da Tijuca, formando dupla com Matheus André. A Tijuca foi a quinta escola a se apresentar na primeira noite (domingo) do Grupo Especial.[366][367] Especialistas elegeram a bateria de Mestre Casagrande como o destaque da apresentação e apontaram que o samba-enredo não empolgou o público, propiciando um desfile "morno".[368][369][370] No julgamento oficial do carnaval, a Tijuca perdeu pontos em quase todos os quesitos, com exceção de Bateria e Evolução, que garantiram a pontuação máxima. As maiores perdas foram em Enredo (nove décimos) e Samba-Enredo (sete décimos).[371] A escola se classificou na penúltima colocação, o pior resultado desde o seu retorno ao Grupo Especial, junto com o carnaval de 2017, quando também ficou em penúltimo lugar. A bateria da escola recebeu o prêmio S@mba-Net.[372] Após o carnaval, Alexandre Louzada foi desligado da escola.[373] Os coreógrafos da Comissão de Frente, Sérgio Lobato e Patrícia Salgado, e o diretor de carnaval, Marquinho Marino, pediram demissão.[374][375]

  • 2025: "Logun-Edé - Santo Menino que Velho Respeita"
As premiadas baianas da Tijuca no carnaval de 2025.

Para o carnaval de 2025, a Tijuca contratou o carnavalesco Edson Pereira, que desenvolveu um enredo sobre o orixá Lógun Ẹ̀dẹ.[376][377] Para assumir a Comissão de Frente, foram contratadas as coreógrafas Ariadne Lax e Bruna Lopes.[378] A partir de 2025, o desfile do Grupo Especial passou a ser dividido em três noites, com quatro escolas se apresentando em cada noite.[379] A Tijuca foi a primeira escola a se apresentar na segunda noite (segunda-feira). Especialistas elogiaram a bateria de Mestre Casagrande, a harmonia da escola e o desempenho de Ito Melodia, mas apontaram problemas de evolução e de acabamento nas alegorias.[380][381][382] A Ala de Baianas recebeu os prêmios Estandarte de Ouro e Estrela do Carnaval.[383] Ito Melodia também recebeu o Estandarte de Ouro de melhor intérprete do ano.[384] A escola desfilou sem rainha de bateria em respeito à Lexa, ex-rainha, que perdeu sua filha recém nascida, pouco antes do carnaval.[385] Com o desfile, a Tijuca se classificou em nono lugar. A escola conseguiu a pontuação máxima apenas nos quesitos Bateria, Mestre-sala e Porta-bandeira e Samba-enredo.[386] Após o carnaval, a escola surpreendeu ao demitir Ito Melodia.[387] Em nota, o intérprete se disse "surpreso e desrespeitado" ao saber de sua demissão por meio das redes sociais da escola.[388]

  • 2026: "Carolina Maria de Jesus"

Marquinho Art'Samba assumiu o posto de intérprete oficial; enquanto Elisa Fernandes se juntou a Fernando Costa na Direção de Carnaval.[389][390] Após oito anos como musa da Grande Rio, a influenciadora e empresária maranhense Mileide Mihaile assumiu o posto de Rainha da Bateria Pura Cadência.[391] Para o carnaval de 2026, Edson Pereira elaborou um enredo em homenagem à escritora Carolina Maria de Jesus, morta em 1977 e conhecida por retratar com profundidade a vida nas favelas e as desigualdades sociais.[392] Em entrevista ao Site Carnavalesco, o presidente da agremiação, Fernando Horta, demonstrou confiança no desempenho da agremiação. “Podem esperar um grande carnaval. Estamos nos preparando para fazer um grande desfile. Talvez um dos maiores carnavais da nossa história”.[393]

Carnavais

[editar | editar código]
Legenda:  *  Sem informação disponível
Unidos da Tijuca
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco(a) Ref.
1932 3.º Lugar Grupo Único * * [394]
1933 3.º Lugar Grupo Único "O Mundo do Samba"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
* [394][395]
1934 Vice-campeã Grupo Único * * [394]
1935 5.º Lugar Desfile Oficial * * [394]
1936 Campeã Desfile Oficial "Sonhos Delirantes"
(Compositor do samba: Henrique Mesquita)
* [394][396]
1937 A Polícia não permitiu que a escola desfilasse, pois o evento havia ultrapassado o horário previamente estabelecido [394]
1938 Não foi julgada Desfile Oficial * * [394]
1939 6.º Lugar Desfile Oficial * * [394]
1940 7.º Lugar Desfile Oficial * * [1]
1941 5.º Lugar Desfile Oficial * * [2]
1942 15.º Lugar Desfile Oficial * * [394]
1943 Não foi julgada Desfile Oficial "Monte Castelo"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
* [394][397]
1944 Não desfilou [3]
1945 Não desfilou [4]
1946 8.º Lugar Desfile Oficial "Anjos da Paz" * [394]
1947 8.º Lugar Desfile Oficial "Tijuca e Suas Belezas Naturais" * [394]
1948 Vice-campeã Desfile Oficial "Assinatura da Lei Áurea"
(Compositores do samba: Jaime Portela, Miguel Alves e Nelson de Morais)
* [398][394]
1949 6.º Lugar Grupo 1 "Proclamação da República"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
* [394][399]
1950 3.º Lugar Grupo 1 "Homenagem a Santos Dumont" * [394][400]
1951 6.º Lugar Grupo 1 "Três de Outubro" * [394][401]
1952 Resultado não apurado Grupo 1 "Feira de Nazaré"
(Compositor do samba: Rubem Gerardi)
* [394]
1953 5.º Lugar Grupo 1 "Também Temos Nossos Heróis: Caxias, Barroso e Santos Dumont"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
Miguel Moura [394][402]
1954 11.º Lugar Grupo 1 "400 Anos de Lutas e Glórias - Homenagem ao 4.º Centenário de São Paulo"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
Miguel Moura [394][403]
1955 11.º Lugar Grupo 1 "Inferno Verde"
(Compositor do samba: Nelson de Morais)
* [394][404]
1956 6.º Lugar Grupo 1 "Sinhá Moça"
(Compositor do samba: José dos Reis)
* [394][405]
1957 11.º Lugar Grupo 1 "Sonho de Esmeralda ou Fascinação do Ouro e Diamantes"
(Compositor do samba: Zequinha Reis)
* [394][406]
1958 11.º Lugar Grupo 1 "O Patriarca da Independência"
(Compositor do samba: Darcy Si Menor)
* [394]
1959 16.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1 "Heróis e Heroínas"
(Compositores do samba: Nelson de Morais e Zequinha Reis)
* [394][407]
1960 8.º Lugar Grupo 2 "Sonho de Bravos"
(Compositor do samba: Darcy Si Menor)
* [394]
1961 7.º Lugar Grupo 2 "Leilão de Escravos"
(Compositores do samba: Cici, Mauro Affonso e Urgel de Castro)
* [394][408]
1962 7.º Lugar Grupo 2 "Rio Pitoresco"
(Compositor do samba: Darcy Si Menor)
* [394]
1963 8.º Lugar Grupo 2 "Do Oiapoque ao Chuí"
(Compositores do samba: Flautinho e Totonho)
* [394]
1964 4.º Lugar Grupo 2 "Homenagem ao Rio Grande do Sul"
(Compositor do samba: Antônio dos Santos)
* [394]
1965 5.º Lugar Grupo 2 * * [394]
1966 11.º Lugar Grupo 2 "O Império em Três Atos"
(Compositor do samba: Elias Silva)
* [394]
1967 Não desfilou devido ao falecimento do fundador [394]
1968 3.º Lugar Grupo 2 "Danças do Brasil"
(Compositores do samba: Flautinho e Totonho)
* [394]
1969 8.º Lugar Grupo 2 "Tijuca Sempre Jovem"
(Compositor do samba: Luís Carlos)
* [394][409]
1970 12.º Lugar Grupo 2 "Festas da Bahia"
(Compositor do samba: Nelson Moraes Júnior)
* [394]
1971 10.º Lugar Grupo 2 "Quiva e Laiá, Lenda de Fundação do Itaguaí"
(Compositor do samba: Jorge Machado)
* [394]
1972 10.º Lugar Grupo 2 "Ganga Zumba"
(Compositor do samba: Nelson Moraes Júnior)
* [394]
1973 8.º Lugar Grupo 2 "Bom Dia, Café!"
(Compositor do samba: Jorge Machado)
Clóvis Bornay [394][410]
1974 15.º Lugar Grupo 2 "Petrópolis, Nossa Flor Serrana"
(Compositores do samba: Cassinho, Djalma Rodrigues e Pedrinho da Flor)
* [394][411]
1975 6.º Lugar Grupo 2 "Magia Africana no Brasil e Seus Mistérios"
(Compositor do samba: Jorge Machado)
* [394][412]
1976 4.º Lugar Grupo 2 "Mundo Encantado dos Deuses Afro-Brasileiros"
(Compositores do samba: Milton de Luna, Selym do Leme e Darcy Si Menor)
* [394][413]
1977 9.º Lugar Grupo 2 "Paraíso dos Sonhos"
(Compositores do samba: Ditão, Juquinha, Miguel e Nelson de Moraes)
Júlio Mattos e Poti [394]
1978 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 2 "A Praça dos Sonhos, Amor, Alegria e Fantasia"
(Compositores do samba: Ditão e Nelson de Moraes)
Orlando Pereira [394][414]
1979 3.º Lugar
(Promovida)
Grupo 2-A
(terceira divisão)
"Brasil Canta e Dança"
(Compositores do samba: Adriano Adauto, Clomar e Ronaldo)
Geraldo Sobreira [415][394]
1980 Campeã
(Promovida)
Grupo 1-B
(segunda divisão)
"Delmiro Gouveia"
(Compositores do samba: Adriano Adauto, Clomar e Ronaldo)
Paulo César Cardoso e Renato Lage [394][416]
1981 8.º Lugar Grupo 1-A
(primeira divisão)
"Macobeba - O que Dá pra Rir, Dá pra Chorar"
(Compositores do samba: Azeitona, Buquinha, Celso Trindade, Edmundo Araujo Santos, Ivar, Nêga e Ronaldo)
Renato Lage [394][417]
1982 9.º Lugar Grupo 1-A
(primeira divisão)
"Lima Barreto, Mulato Pobre, mas Livre"
(Compositor do samba: Adriano Adauto)
Renato Lage [394][418]
1983 10.º Lugar Grupo 1-A
(primeira divisão)
"Brasil: Devagar com o Andor que o Santo É de Barro"
(Compositores do samba: Djalma Leite e Eli Dias)
Yarema Ostrog [419][394]
1984 7.º Lugar
(Rebaixado)
Grupo 1-A
(primeira divisão)
"Salamaleikum - A Epopeia dos Insubmissos Malês"
(Compositores do samba: Carlinhos Melodia, Jorge Moreira e Nogueirinha)
Ilvamar Magalhães e Luiz Carlos Cruz [394][420]
1985 Vice-campeã
(Promovida)
Grupo 1-B
(segunda divisão)
"Mas o que Foi que Aconteceu?"
(Compositores do samba: Djalma Leite, Eli Dias, Ivan Bombeiro, Mauro Gaguinho e Nogueirinha)
Sílvio Cunha [421][394]
1986 15.º Lugar
(Rebaixada)
Grupo 1-A
(primeira divisão)
"Cama, Mesa e Banho de Gato"
(Compositores do samba: Azeitona, Carlinhos Anchieta, Manelzinho Poeta e Vicente das Neves)
Wany Araújo [422][423]
1987 Campeã
(Promovida)
Grupo 2
(segunda divisão)
"As Três Faces da Moeda"
(Compositor do samba: Piedade)
Sílvio Cunha [424][394]
1988 11.º Lugar Grupo 1
(primeira divisão)
"Templo do Absurdo - Bar Brasil"
(Compositores do samba: Beto do Pandeiro, Carlos do Pagode, Ivan Bombeiro, Monteiro, Nêgo e Vaguinho Ladeira)
Sílvio Cunha [425][394]
1989 8.º Lugar Grupo 1
(primeira divisão)
"De Portugal a Bienal no País do Carnaval"
(Compositores do samba: Beto do Pandeiro, Gilmar Silva, Ivan Bombeiro, Nêgo, Vaguinho Ladeira e Vicente das Neves)
Mário Monteiro [426][427]
1990 9.º Lugar Especial
(primeira divisão)
"E o Borel Descobriu, Navegar Foi Preciso"
(Compositores do samba: Azeitona, Beto, Ditão, Gilmar Silva, Ivan Bombeiro, Nêgo, Vaguinho Ladeira, Valtinho e Vicente das Neves)
Luiz Fernando Reis e Flávio Tavares [428][394]
1991 8.º Lugar Especial "Tá na Mesa, Brasil"
(Compositores do samba: Antonio C. Conceição, Carlinhos Melodia e Nêgo)
Oswaldo Jardim [429][430]
1992 8.º Lugar Especial "Guanabaram, o Seio do Mar"
(Compositores do samba: Beto do Pandeiro, Gilmar L. Silva e Vicente das Neves)
Oswaldo Jardim [431][432]
1993 12.º Lugar Especial "Dança, Brasil"
(Compositores do samba: Azeitona, Dário Lima, Juan Espanhol e Paulo Ribeiro)
Shanghai [433][394]
1994 14.º Lugar Especial "Só Rio... É Verão"
(Compositores do samba: Beto do Pandeiro, Gilmar L. Silva, Grego e Vicente das Neves)
Sílvio Cunha [434][435]
1995 12.º Lugar Especial "Os Nove Bravos do Guarany"
(Compositores do samba: Dário Lima e Juan Espanhol)
Oswaldo Jardim [436][437]
1996 14.º Lugar Especial "Ganga - Zumbi, Expressão de Uma Raça"
(Compositor do samba: Beto do Pandeiro)
Lucas Pinto [394][438]
1997 11.º Lugar Especial "Viagem Pitoresca pelos Cinco Continentes num Jardim"
(Compositores do samba: Edson Fio e Maurílio Theodoro)
Lucas Pinto [439]
1998 13.º Lugar
(Rebaixada)
Especial
(primeira divisão)
"De Gama a Vasco, a Epopéia da Tijuca"
(Compositores do samba: Adalto Magalha, Serginho do Porto, Márcio Paiva e Adilson Gavião)
Oswaldo Jardim [440]
1999 Campeã
(Promovida)
Grupo A
(segunda divisão)
"O Dono da Terra"
(Compositores do samba: Vicente das Neves, Carlinhos Melodia, Haroldo Pereira, Rono Maia e Alexandre Alegria)
Oswaldo Jardim [441][442]
2000 5.º Lugar Especial
(primeira divisão)
"Terra dos Papagaios… Navegar Foi Preciso!"
(Compositores do samba: Badá, Jacy Inspiração, Edson de Oliveira e David do Pandeiro)
Chico Spinoza [443]
2001 9.º Lugar Especial "A Tijuca Apresenta Nelson Rodrigues pelo Buraco da Fechadura"
(Compositores do samba: Vicente das Neves, Gilmar L. Silva, Douglas, Toninho Gentil e Wantuir)
Chico Spinoza [444]
2002 10.º Lugar Especial "O Sol Brilha Eternamente Sobre o Mundo de Língua Portuguesa"
(Compositores do samba: Haroldo Pereira, Valtinho Júnior e Wantuir)
Milton Cunha [445]
2003 9.º Lugar Especial "Agudás, os que Levaram a África no Coração, e Trouxeram para o Coração da África, o Brasil"
(Compositores do samba: Haroldo Pereira, Valtinho Junior e Wantuir)
Milton Cunha [446]
2004 Vice-campeã Especial "O Sonho da Criação e a Criação do Sonho: a Arte da Ciência no Tempo do Impossível"
(Compositores do samba: Jurandir, Wanderlei, Sereno e Enilson)
Paulo Barros [447]
2005 Vice-campeã Especial "Entrou por um Lado, Saiu pelo Outro… Quem Quiser que Invente Outro!"
(Compositores do samba: Sérgio Alan, Jorge Remédio e Valtinho Jr.)
Paulo Barros [448]
2006 6.º Lugar Especial "Ouvindo Tudo o que Vejo, Vou Vendo Tudo o que Ouço"
(Compositores do samba: Jorge Remédio e Julio Alves)
Paulo Barros [449]
2007 4.º Lugar Especial "De Lambida em Lambida, a Tijuca Dá um Click na Avenida"
(Compositores do samba: Ivinho do Cavaco, Totonho, Silvão e Jorge Remédio)
Lane Santana e Luiz Carlos Bruno [450]
2008 5.º Lugar Especial "Vou Juntando o que Eu Quiser, Minha Mania Vale Ouro. Sou Tijuca, Trago a Arte Colecionando o Meu Tesouro"
(Compositores do samba: Julio Alves, Sereno, Paulo Rios e Beto Lima)
Luiz Carlos Bruno [451]
2009 9.º Lugar Especial "Tijuca 2009: Uma Odisseia sobre o Espaço"
(Compositores do samba: Júlio Alves e Totonho)
Luiz Carlos Bruno [452]
2010 Campeã Especial "É Segredo!"
(Compositores do samba: Júlio Alves, Marcelinho Calil e Totonho)
Paulo Barros [453]
2011 Vice-campeã Especial "Esta Noite Levarei Sua Alma"
(Compositores do samba: Júlio Alves e Totonho)
Paulo Barros [454][455]
2012 Campeã Especial "O Dia em Que Toda a Realeza Desembarcou na Avenida para Coroar o Rei Luiz do Sertão"
(Compositores do samba: Cesinha, Jorge Calado, Josemar Manfredini, Silas Augusto e Vadinho)
Paulo Barros [456]
2013 3.º lugar Especial "Desceu num Raio, É Trovoada. O Deus Thor Pede Passagem para Mostrar nessa Viagem a Alemanha Encantada"
(Compositores do samba: Dudu, Elson Ramires, Julio Alves e Totonho)
Paulo Barros [457]
2014 Campeã Especial "Acelera, Tijuca!"
(Compositores do samba: Gustavinho Oliveira, Fadico, Caio Alves e Tinguinha)
Paulo Barros [458]
2015 4.º Lugar Especial "Um Conto Marcado no Tempo - O Olhar Suíço de Clóvis Bornay"
(Compositores do samba: Josemar Manfredini, Fadico, Carlinhos Careca, Zé Luiz, Gustavinho Oliveira, Caio Alves, Rafael Tinguinha e Cosminho)
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo, Carlos Carvalho e Hélcio Paim [266]
2016 Vice-campeã Especial "Semeando Sorriso, a Tijuca Festeja o Solo Sagrado"
(Compositores do samba: Dudu Nobre, Zé Paulo Sierra, Paulo Oliveira, Claudio Mattos e Gustavo Clarão)
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim [459]
2017 11.º Lugar Especial "Música na Alma, Inspiração de Uma Nação"
(Compositores do samba: Totonho, Fadico, Josemar Manfredini e Dudu)
Mauro Quintaes, Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim [460][461]
2018 7.º Lugar Especial "Um Coração Urbano: Miguel, Arcanjo das Artes, Saúda o Povo e Pede Passagem"
(Compositores do samba: Mart'nália, Totonho, Fadico, Marcelinho Moreira e Dudu)
Annik Salmon, Marcus Paulo e Hélcio Paim [462]
2019 7.º Lugar Especial "Cada Macaco no Seu Galho. Ó, Meu Pai, Me Dê o Pão que Eu não Morro de Fome!"
(Compositores do samba: Márcio André, Júlio Alves, Daniel Katar, Diego Moura, Dr. Jairo, Nego, Elias Lopes e Junior Trindade)
Laíla, Annik Salmon, Marcus Paulo, Hélcio Paim e Fran Sérgio [463]
2020 9.º Lugar Especial "Onde Moram os Sonhos"
(Compositores do samba: Dudu Nobre, Totonho, André Diniz, Fadico e Jorge Aragão)
Paulo Barros [464]
2021 Não houve desfile devido a pandemia de Covid-19 [465]
2022 9.º Lugar Especial "Waranã - A Reexistência Vermelha"
(Compositores do samba: Anderson Benson, Eduardo Medrado e Kleber Rodrigues)
Jack Vasconcelos [466]
2023 9.º Lugar Especial "É Onda que Vai... É Onda que Vem... Serei a Baía de Todos os Santos a Se Mirar no Samba da Minha Terra"
(Compositores do samba: Cláudio Russo, Julio Alves e Tinga)
Jack Vasconcelos [467]
2024 11.º Lugar Especial "O Conto de Fados"
(Compositores do samba: Júlio Alves, Cláudio Russo, Jorge Arthur, Silas Augusto, Chico Alves e D'Sousa)
Alexandre Louzada [363]
2025 9.º Lugar Especial "Logun-Edé - Santo Menino que Velho Respeita"
(Compositores do samba: Anitta, Estevão Ciavatta, Feyjão, Miguel PG, Fred Camacho, Luiz Antônio Simas, Gustavo Clarão e Diego Nicolau)
Edson Pereira [376][377]
2026 Especial "Carolina Maria de Jesus"
(Compositores do samba: Lico Monteiro, Samir Trindade, Leandro Thomaz, Marcelo Adnet, Marcelo Lepiane, Telmo Augusto, Gigi da Estiva e Juca)
Edson Pereira [392]
Títulos da Unidos da Tijuca
Divisão Títulos Carnavais

Primeira Divisão
4 1936, 2010, 2012 e 2014

Segunda Divisão
3 1980, 1987 e 1999

Premiações

[editar | editar código]

A Unidos da Tijuca é vencedora de diversas premiações, como o Estandarte de Ouro (O Globo), considerado o "óscar do carnaval carioca"; Tamborim de Ouro (O Dia); Troféu Tupi (Super Rádio Tupi); S@mba-Net; Estrela do Carnaval; Prêmio SRzd; Gato de Prata; Troféu Sambario; entre outras. Em 2024, a escola foi declarada como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade do Rio de Janeiro.[6] Sua bateria, apelidada de "Pura Cadência", também foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Rio em 2024.[7]

Segmentos

[editar | editar código]
O atual presidente da Unidos da Tijuca, Fernando Horta, na quadra da escola, com o troféu do campeonato de 2014.

Presidentes

[editar | editar código]
Presidentes Mandato Ref.
Antoniel Lima 1932 [468]
Paulo de Souza Filho 1935 [469]
Alfredo Gomes 1948 [398]
Gustavo da Costa Diamante (Quiro) 1966–1986 [470][422]
Fernando Horta 1987–1992 [4][424]
Nelson Nunes Alves 1993–1994 [4]
Jorge Pinto da Silva 1995–1996 [4]
Fernando Horta 1997–1999 [4][471]
João Paredes 2000 [4][472]
Fernando Horta 2001–presente [464]

Intérpretes

[editar | editar código]
Marquinho Art'Samba é o atual intérprete da Unidos da Tijuca.
Intérpretes Carnavais Ref.
Alceu Maranhão 1932-1933 [473]
Jorge Machado (Gambazinho) 1972-1975 [474]
Nogueirinha 1979 [415]
Neguinho da Beija-Flor 1980 [475]
Sobrinho 1981-1984 [476]
Nogueirinha 1985 [421]
Nêgo 1986-1992 [50]
Vaguinho 1993 [477]
Carlinhos de Pilares 1994 [478]
Paulinho Mocidade 1995-1996 [479]
Serginho do Porto 1997-1998 [480]
David do Pandeiro 1999-2000 [481]
Wantuir 2001-2002 [482]
Nêgo 2003 [50]
Wantuir 2004-2008 [482]
Bruno Ribas 2009-2013 [483]
Tinga 2014-2018 [484]
Wantuir 2019-2021 [464]
Wantuir e Wic Tavares 2022-2023 [343][362]
Ito Melodia 2024-2025 [365]
Marquinho Art'Samba 2026- [389]

Comissão de Frente

[editar | editar código]
Priscilla Mota e Rodrigo Negri, ao centro, em meio aos componentes da Comissão de Frente de 2012. Casal marcou época na Tijuca usando truques de ilusionismo nas Comissões, conquistando três campeonatos e diversos prêmios.
Coreógrafos(as) Carnavais Ref.
Carlinhos de Jesus 1990 [428]
Mauro Silva 1991 [485]
Jerônimo da Tijuca 1992-1993 [431][433]
Carlinhos de Jesus 1994-1995 [434][436]
Renatinho 1996 [486]
Juan Carlos Berardi 1997 [487]
Marcelo Misailidis 1998-2002 [488][489]
Nino Giovanetti 2003-2005 [490][491]
Sérgio Lobato 2006 [492]
Gabriel Cortez 2007 [493]
Priscilla Mota e Rodrigo Negri 2008-2014 [494][458]
Alex Neoral 2015-2017 [267]
Renato Vieira 2018 [495]
Jardel Lemos 2019-2020 [464][496]
Sérgio Lobato e Patrícia Salgado 2022-2024 [344][374]
Ariadne Lax e Bruna Lopes 2025-presente [378]

Mestre-sala e porta-bandeira

[editar | editar código]
O atual casal de Mestre-sala e Porta-bandeira da Tijuca, Matheus André e Lucinha Nobre, durante o desfile de 2024.

Primeiro casal

[editar | editar código]
Primeiro casal Carnavais Ref.
Jorge Bossa Nova e Marli 1982 [28]
Jorge Bossa Nova e Irene 1983 [419]
Robertinho e Matilde 1984 [497]
Periquito e Dilacy 1986-1987 [422]
Bagdá e Irene 1988 [425]
Cizinho e Irene 1989 [426]
Paulo Roberto e Juju Maravilha 1990-1992 [428][431]
Marco Aurélio e Nice 1993 [433]
Ronaldinho e Tidinha 1994 [434]
Zé Luíz e Nicinha 1995-1996 [436]
Paulo Roberto e Juju Maravilha 1997 [487]
Vanderli e Juju Maravilha 1998 [488]
Paulo Roberto e Gleice Simpatia 1999-2001 [471][498]
Rogerinho Dornelles e Lucinha Nobre 2002-2004 [489][499]
Bira e Lucinha Nobre 2005-2008 [491][500]
Rogerinho Dornelles e Lucinha Nobre 2009 [501][502]
Marquinhos e Giovanna Justo 2010-2013 [503][457]
Julinho Nascimento e Rute Alves 2014-2017 [458][301]
Alex Marcelino e Jackeline Pessanha 2018 [495]
Alex Marcelino e Raphaela Caboclo 2019-2020 [464][318][504]
Phelipe Lemos e Denadir Garcia 2022 [505][345]
Matheus André e Denadir Garcia 2023 [354]
Matheus André e Lucinha Nobre 2024-presente [506]

Segundo casal

[editar | editar código]
Segundo casal Carnavais Ref.
Marquinhos Simpatia e Cristiane 1989 [507][508]
Cilinho e Nice 1991 [509][510]
Maurício e Janaína 1998 [511]
Marcílio e Renata 2000-2001 [512][513]
William e Bárbara 2002-2003 [514][515]
Carlos Leonardo Batista e Carla Cristina Rocha dos Santos 2004 [516][517]
Marcos Alves da Mota e Carla Cristina Rocha dos Santos 2005 [518][519]
Marcos Alves da Motta e Andréa Alves da Motta 2006-2008 [520][521]
Sandro Avelar e Thayanne Loureiro 2009 [522][523]
Sandro Avelar e Patrícia Cunha 2010 [524][525]
Vinicius Pessanha e Jackeline Pessanha 2011-2016 [526][527]
Matheus André e Lohane Lemos 2017-2022 [528][529]
Rafael Gomes e Lohane Lemos 2023 [529]
Rafael Gomes e Thainá Teixeira 2024 [530]
Diego Jenkins e Thainá Teixeira 2025 [390]
Rafael Gomes e Thayanne Loureiro 2026- [531]
A bateria da Tijuca é conhecida como "Pura Cadência".

A bateria da Unidos da Tijuca é denominada "Pura Cadência". Desde 2008 é comandada por Mestre Casagrande. Possui dois prêmios Estandarte de Ouro, conquistados em 2006 (sob o comando de Mestre Celinho) e 2015 (comandada por Mestre Casagrande), além de diversas outras premiações.[532][533][534]

Mestre Casagrande e a bateria Pura Cadência no desfile campeão do carnaval de 2012.
Mestres de bateria Carnavais Ref.
Pavio 1962 [535]
Daniel 1980 [536]
Paulinho Pistola 1983 [419]
Neném 1984-1985 [497][421]
Claudinho, Marechal e Mazinho 1986 [422]
Marçal 1987-1989 [537]
Paulinho Passista 1990-1992 [428][431]
João 1993 [433]
Silvio Grande (Silvão) 1994-1997 [434][487]
Ciça 1998 [488]
Celinho 1999-2007 [471][494]
Casagrande 2008-presente [464][500]
Rainhas de bateria Carnavais Ref.
Fábia Borges 1996-2006 [179]
Adriane Galisteu 2007-2011 [180]
Gracyanne Barbosa 2012 [232]
Juliana Alves 2013-2018 [316]
Elaine Azevedo 2019 [319]
Lexa 2020-2024 [335]
Mileide Mihaile 2026-presente [391]

Direção de Carnaval

[editar | editar código]
Diretores de carnaval Carnavais Ref.
Laíla 1980-1982 [536][538]
Paulo César Cardoso 1983 [419]
Adalto Correa 1989 [426]
Aygo de Sá 1990 [69]
Mauro Silva 1991 [485]
Roberto Costa 1995 [436]
Sergio Murilo Gomes 1997 [487]
Paulo Varelli 1998 [488]
Vlaudemir Candimba 1999-2000 [471][472]
João Manoel Paredes 2001 [498]
Carlos Alberto 2002 [489]
Luiz Carlos Bruno 2003-2008 [490][500]
Sérgio Professor 2009 [502]
Ricardo Fernandes 2010-2013 [503][457]
Fernando Costa 2014-2018 [458]
Fernando Costa e Laíla 2019 [539]
Fernando Costa 2020-2023 [464]
Marquinho Marino 2024 [375]
Fernando Costa 2025 [540]
Elisa Fernandes e Fernando Costa 2026 [390]

Direção de Harmonia

[editar | editar código]
Diretores de harmonia Carnavais Ref.
Laíla 1980-1982 [536][538]
Ditão, Gerárdio, Jaburu, Roberto, Tinho e Xangô 1988 [425]
Ditão, Jorginho e Renatão 1989 [426]
Alexandre Tuiuti, Ricardo, Vilson, Serginho e Zé Carlos 1995 [436][541]
Sidney Machado "Chopp" 1997 [487]
Vlaudemir Candimba 1998-2001 [488][498]
Ivan Paulo de Freitas 2002 [489]
Ricardo Fernandes 2003-2004 [490][499]
Almir Frutuoso 2005-2008 [491][500]
Fernando Costa 2009-2013 [502][457]
Paulinho Haiti 2014-2015 [458][542]
Fernando Costa 2016-2018 [543]
Fernando Costa e Laíla 2019 [539]
Fernando Costa 2020-2024 [464]
Allan Guimarães 2025-presente [540]

Quadra, sede e barracão

[editar | editar código]

Durante muitos anos, a Unidos da Tijuca esteve sediada no Morro do Borel. Em 1988, devido à violência no morro, a escola mudou sua quadra para o bairro de Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio. Em 2006, o espaço da antiga sede, no Morro do Borel, foi reativado com a criação do Instituto de Cidadania da Unidos da Tijuca, que oferece projetos sociais de vários segmentos.[8]

Fachada da quadra da escola, em imagem de 2016.

Quadra atual

A quadra da Unidos da Tijuca se localiza na Avenida Francisco Bicalho, n.º 47, no bairro de Santo Cristo, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.[544][545] Fica a poucos metros da Rodoviária Novo Rio. A quadra mede cerca de 2.800 metros quadrados e possui camarotes, boutique, clube de uísque para associados e banheiro LGBT.[546] O espaço é alugado para eventos culturais e shows, além de abrigar os ensaios da agremiação.[547][548] Em 2012 foi anunciado que a quadra seria desapropriada, dando lugar ao centro corporativo Trump Towers Rio, projeto do empresário americano Donald Trump, o que acabou não acontecendo. [549][550] Em 2025, a Unidos da Tijuca anunciou a conquista de uma quadra definitiva para a agremiação. "Vamos fazer uma instalação provisória e, depois, em fevereiro, vamos começar a obra", explicou Fernando Horta. [393]

Futura quadra

A nova quadra da Unidos da Tijuca ficará localizada na rua Rivadávia Correa, número 227, em frente ao barracão da escola na Cidade do Samba, no bairro da Gamboa.[551]

Sede

A sede da escola se localiza na Rua São Miguel, n.º 430, na Tijuca, Rio de Janeiro. O local foi por anos a quadra oficial da escola, que desde 1992 se localiza em Santo Cristo.[544][545]

Barracão

O barracão da escola se encontra na Cidade do Samba - juntamente aos das outras escolas do Grupo Especial - na Rua Rivadávia Correa, n.º 60, no bairro carioca Gamboa. A escola ocupa o barracão de n.º 12.[544][545]

Torcida organizada

[editar | editar código]
Com bandeiras e faixas, a Torcida Família Tijucana comemora o título de 2014 na quadra da escola.

Em 19 de março de 2011, foi fundada a Torcida Família Tijucana, a torcida organizada da Unidos da Tijuca.[552][553] A organização tem o objetivo de unir torcedores da escola e apoiar a agremiação em eventos e ensaios.[554][555] O mascote da torcida é um pavão chamado Juca.[556] A Família Tijucana foi homenageada na edição de 2013 do Troféu Gato de Prata.[557] Em 2016, a Torcida foi premiada na primeira edição do Prêmio "Machine - Bastidores do Carnaval Carioca".[558][559]

Escola mirim

[editar | editar código]

Grêmio Recreativo Cultural Escola de Samba Mirim Tijuquinha do Borel é a escola de samba mirim da Unidos da Tijuca. Foi fundada em 19 de junho de 2002 e desde então participa dos desfiles das escolas mirins, sendo que esses desfiles não são competitivos. Suas cores são as mesmas de sua escola madrinha, amarelo-ouro e azul-pavão; e o símbolo, um pavão. A escola alterna entre enredos inéditos e reedições da Unidos da Tijuca.[5]

Bibliografia

[editar | editar código]
  • Amaral, Marly Spinola do (2012). Tijuca!!! : não é segredo eu amar você! 1.ª ed. Rio de Janeiro: Marly Spinola do Amaral. ISBN 978-85-913233-0-2 
  • Bastos, João (2010). Acadêmicos, unidos e tantas mais - Entendendo os desfiles e como tudo começou 1.ª ed. Rio de Janeiro: Folha Seca. ISBN 978-85-87199-17-1 
  • Cabral, Sérgio (2011). Escolas de Samba do Rio de Janeiro 1.ª ed. São Paulo: Lazuli; Companhia Editora Nacional. ISBN 978-85-7865-039-1 
  • Diniz, André (2012). Almanaque do Samba - A história do samba, o que ouvir, o que ler, onde curtir 1.ª ed. Rio de Janeiro: Zahar. ISBN 978-85-37808-73-3 
  • Diniz, André; Cunha, Diogo (2014). Na Passarela do Samba - O Esplendor das Escolas em 30 anos de desfiles de carnaval no Sambódromo 1.ª ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra. ISBN 978-85-7734-445-1 
  • Fabato, Fábio; Farias, Julio Cesar; Simas, Luiz Antonio; Camões, Marcelo; Natal, Vinícius (2014). As Titias da Folia - O brilho maduro de escolas de samba de alta idade 1.ª ed. Rio de Janeiro: Novaterra Editora e Distribuidora LTDA. ISBN 978-85-61893-29-3 
  • Gomyde Brasil, Pérsio (2015). Da Candelária à Apoteose - Quatro décadas de paixão 3.ª ed. Rio de Janeiro: Multifoco. ISBN 978-85-7961-102-5 
  • Neto, Paulo (2011). Espelho Meu - Um estudo sobre a União da Ilha 1.ª ed. Rio de Janeiro: Torre. ISBN 978-85-7961-297-8 

Ver também

[editar | editar código]

Referências

  1. a b «Dados Básicos». Site Galeria do Samba. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  2. a b c «Resultados - Sambas - Histórico». Site Sambario Carnaval. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2017 
  3. a b c d e f g h «História da Unidos da Tijuca». Site Oficial da Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  4. a b c d e f Academia do Samba. «Diretoria». Consultado em 23 de maio de 2013 
  5. a b «Tijuquinha do Borel». Consultado em 14 de maio de 2016 
  6. a b «Declara como patrimônio cultural de natureza imaterial do Povo Carioca o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos da Tijuca». Câmara Municipal do Rio de Janeiro. 17 de setembro de 2024. Cópia arquivada em 17 de setembro de 2025 
  7. a b «Bateria da Unidos da Tijuca é declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Rio». carnavalesco.com. 18 de abril de 2024. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2025 
  8. a b c «Unidos da Tijuca: segredos de uma escola que abalou as estruturas do carnaval». O Globo. 5 de fevereiro de 2015. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 15 de dezembro de 2015 
  9. «Unidos da Tijuca no Dicionário MPB». Site Dicionário MPB. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  10. «Histórico». Site Apoteose. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  11. «Histórico da Unidos da Tijuca». Site Academia do Samba. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 31 de maio de 2004 
  12. a b Fabato, Fábio; Farias, Julio Cesar; Simas, Luiz Antonio; Camões, Marcelo; Natal, Vinícius (2014). As Titias da Folia - O brilho maduro de escolas de samba de alta idade 1.ª ed. Rio de Janeiro: Novaterra Editora e Distribuidora LTDA. pp. 160–164. ISBN 978-85-61893-29-3 
  13. Amaral, Marly Spinola do (2012). Tijuca!!! : não é segredo eu amar você! 1.ª ed. Rio de Janeiro: Marly Spinola do Amaral. pp. 31–32. ISBN 978-85-913233-0-2 
  14. «Ciências dá samba?». Site Casa da Ciência - UFRJ. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  15. «Unidos da Tijuca». Site Oficial da Unidos da Tijuca. Consultado em 9 de abril de 2002. Arquivado do original em 9 de abril de 2002 
  16. Amaral, Marly Spinola do (2012). Tijuca!!! : não é segredo eu amar você! 1.ª ed. Rio de Janeiro: Marly Spinola do Amaral. p. 469. ISBN 978-85-913233-0-2 
  17. «O Café no Brasil». Site Idea Caffè. Consultado em 2 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2017 
  18. Amaral, Marly Spinola do (2012). Tijuca!!! : não é segredo eu amar você! 1.ª ed. Rio de Janeiro: Marly Spinola do Amaral. p. 53. ISBN 978-85-913233-0-2 
  19. «No 1-B, a última, Unidos da Tijuca, foi a melhor». O Globo. 20 de fevereiro de 1980. p. 7. Consultado em 26 de julho de 2019. Arquivado do original em 26 de julho de 2019 
  20. «1980: Desfile épico, sambas históricos e três campeãs num ano de regulamento confuso». Ouro de Tolo. 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2017 
  21. «Portela, Beija-Flor e Imperatriz, as campeãs». O Globo. 22 de fevereiro de 1980. p. 8. Consultado em 26 de julho de 2019. Arquivado do original em 26 de julho de 2019 
  22. Migão, Pedro (8 de setembro de 2011). «Macobeba, o que dá pra rir, dá pra chorar». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 10 de maio de 2025 
  23. «Unidos da Tijuca: Valeu a espera». Jornal do Brasil: 4. 4 de março de 1981. Consultado em 30 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2020 
  24. «Especialistas dizem o que deve mudar em 82». O Globo. 4 de março de 1981. p. 5. Consultado em 26 de julho de 2019. Arquivado do original em 26 de julho de 2019 
  25. «1981: Só deu o imortal Lalá e a Imperatriz Leopoldinense brilhou no palco iluminado». Ouro de Tolo. 23 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2017 
  26. «Júri elege Imperatriz a melhor escola». O Globo. 4 de março de 1981. p. 19. Consultado em 26 de julho de 2019. Arquivado do original em 26 de julho de 2019 
  27. «Notas 1981». Galeria do Samba. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 27 de março de 2016 
  28. a b «Unidos da Tijuca: Pobre, mas livre em sua trilogia social». Jornal do Brasil: 9. 24 de fevereiro de 1982. Consultado em 11 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 11 de outubro de 2020 
  29. «Império Serrano é a campeã das escolas de samba». O Globo. 26 de fevereiro de 1982. p. 8. Consultado em 29 de julho de 2019. Arquivado do original em 29 de julho de 2019 
  30. «1982: Bumbum, paticumbum, prugurundum ecoa no ar e Império contagia a Sapucaí». Ouro de Tolo. 2 de março de 2017. Cópia arquivada em 5 de maio de 2018 
  31. «1983: Estrelas negras superam mãe baiana e índios do Xingu de forma bem polêmica…». Ouro de Tolo. 10 de março de 2017. Cópia arquivada em 24 de maio de 2017 
  32. Guireli, Marcelo. «O inesquecível e polêmico desfile de 1983». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  33. «Unidos da Tijuca: Para ficar, como o barro». Jornal do Brasil: 8. 16 de fevereiro de 1983. Consultado em 13 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2020 
  34. «Ligeiro favoritismo do Império contra a Mocidade e a Imperatriz». O Globo. 16 de fevereiro de 1983. p. 8. Consultado em 30 de julho de 2019. Arquivado do original em 30 de julho de 2019 
  35. «Beija-Flor é a campeã pela quinta vez». O Globo. 18 de fevereiro de 1983. p. 10. Consultado em 30 de julho de 2019. Arquivado do original em 30 de julho de 2019 
  36. Torres, Lívia; Rodrigues, Flávia (25 de fevereiro de 2014). «Títulos, polêmicas e histórias: lembre os 30 anos do Sambódromo do Rio». G1. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  37. «Sambódromo completa 30 anos em 2014: relembre momentos marcantes». O Dia. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2018 
  38. «Prefeito: Desfile das escolas de samba será mesmo em dois dias». acervo.oglobo.globo.com. O Globo. 17 de novembro de 1983. Consultado em 21 de junho de 2021. Arquivado do original em 21 de junho de 2021 
  39. «Tijuca abre o desfile de hoje com duas escolas». Jornal do Brasil: 4. 4 de março de 1984. Consultado em 26 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2020 
  40. «Unidos da Tijuca: Um começo confuso com imenso atraso; União da Ilha: Samba e tema pecam entre muitas cores; Unidos da Ponte: Oferendas para Exu e Iansã; Império da Tijuca: Som pára e Natal ameaça ir à Justiça». Jornal do Brasil: 12. 7 de março de 1984. Consultado em 26 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 26 de outubro de 2020 
  41. Guireli, Marcelo. «Carnaval de 1984 – A Inauguração da Passarela do Samba». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  42. «1984: O brilho de Portela e Mangueira na inauguração». Ouro de Tolo. 9 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  43. «Calor derruba 60, mas Grupo 1-B mostra samba bom». O Globo. 17 de fevereiro de 1985. p. 7. Consultado em 7 de agosto de 2019. Arquivado do original em 7 de agosto de 2019 
  44. «Grupo 1-B foi fraco e monótono». Jornal do Brasil: 9. 17 de fevereiro de 1985. Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  45. «Unidos da Ponte é a campeã do Grupo 1-B». Jornal do Brasil: 9. 21 de fevereiro de 1985. Consultado em 4 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 4 de janeiro de 2021 
  46. «Só hoje a Riotur vai proclamar o o resultado oficial». O Globo. 21 de fevereiro de 1985. p. 6. Consultado em 7 de agosto de 2019. Arquivado do original em 7 de agosto de 2019 
  47. Migão, Pedro. «Samba de Terça – "Cama, Mesa e Banho de Gato"». Ouro de Tolo. Consultado em 12 de agosto de 2018. Cópia arquivada em 10 de março de 2016 
  48. Palhano, Renato (28 de janeiro de 2021). «O polêmico 'Cama, Mesa e Banho de Gato', da Unidos da Tijuca». carnavalesco.com. Cópia arquivada em 18 de maio de 2025 
  49. Ramos, Jorge Renato (11 de junho de 2020). «'Cama, mesa e banho de gato': o polêmico samba da Tijuca e o desafio 'à moral e aos bons costumes'». SRzd. Consultado em 8 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 8 de setembro de 2025 
  50. a b c «Nêgo». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 13 de abril de 2025 
  51. Guireli, Marcelo. «O desfile de 1986». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  52. «1986: Tamborim e samba no pé sacudindo essa galera». Ouro de Tolo. 21 de outubro de 2013. Cópia arquivada em 3 de abril de 2016 
  53. «Um português apaixonado comanda o samba da Unidos». O Globo. 1 de março de 1987. p. 2. Consultado em 12 de agosto de 2019. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019 
  54. Coutinho, Rodrigo (18 de janeiro de 2011). «Fernando Horta sem limites». carnavalesco.com. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2011 
  55. Migão, Pedro (10 de janeiro de 2017). «Samba de Terça: Samba e Economia». Ouro de Tolo. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2020 
  56. «Unidos da Tijuca faz sátira contra Cruzado». Jornal do Brasil: 5. 1 de março de 1987. Consultado em 12 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 12 de janeiro de 2021 
  57. «Unidos da Tijuca é a favorita no Segundo Grupo». O Globo. 1 de março de 1987. p. 14. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019 
  58. «Estandarte de Ouro 1987: Vila Isabel é a melhor escola e Império leva mais troféus». O Globo. 4 de março de 1987. p. 3. Consultado em 12 de agosto de 2019. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019 
  59. «Unidos da Tijuca sobe junto com a Tradição». O Globo. 5 de março de 1987. p. 10. Arquivado do original em 12 de agosto de 2019 
  60. «1988: A Vila 'kizombou' e quem viu, viu!». Ouro de Tolo. 4 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  61. «Salgueiro brilha no primeiro dia». O Globo. 16 de fevereiro de 1988. p. Capa – Segundo Caderno. Consultado em 13 de agosto de 2019. Arquivado do original em 13 de agosto de 2019 
  62. «Tradição, União da Ilha, Império Serrano, Imperatriz e Unidos da Ponte em 1988». Jornal do Brasil: 4. 17 de fevereiro de 1988. Consultado em 16 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 16 de janeiro de 2021 
  63. «Vila Isabel é campeã pela primeira vez». O Globo. 18 de fevereiro de 1988. p. 8. Consultado em 13 de agosto de 2019. Arquivado do original em 13 de agosto de 2019 
  64. Guireli, Marcelo. «O longo e belo desfile de 1989». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 18 de março de 2017 
  65. «1989: No ano que não terminou, foi a Imperatriz que levou». Ouro de Tolo. 11 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  66. «Beija-Flor causa comoção na Sapucaí com nova revolução». O Globo. 8 de fevereiro de 1989. p. 6, 7. Arquivado do original em 14 de agosto de 2019 
  67. «Beija-Flor conquista quatro troféus». O Globo. 8 de fevereiro de 1989. p. 3. Consultado em 14 de agosto de 2019. Arquivado do original em 14 de agosto de 2019 
  68. «Notas 1989». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2021 
  69. a b «Unidos da Tijuca: Quem é do mar não enjooa». Jornal do Brasil: 11. 25 de fevereiro de 1990. Consultado em 22 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 22 de janeiro de 2021 
  70. «1990: Mocidade virou o jogo e todo o povo aplaudiu». Ouro de Tolo. 18 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  71. «Notas 1990». Galeria do Samba. Consultado em 20 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 20 de janeiro de 2021 
  72. Guireli, Marcelo. «Beleza apressada no desfile de 1991». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  73. «1991: Mocidade navega rumo ao bicampeonato». Ouro de Tolo. 26 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  74. «Unidos da Tijuca: Receita boa não rendeu bom banquete». Jornal do Brasil: 7. 13 de fevereiro de 1991. Consultado em 27 de janeiro de 2021. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2021 
  75. «Estandarte fica com a Mocidade». O Globo. 13 de fevereiro de 1991. p. 10. Consultado em 19 de agosto de 2019. Arquivado do original em 19 de agosto de 2019 
  76. «Notas 1991». Galeria do Samba. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2021 
  77. «Tijuca: Comissão de frente foi o destaque». Jornal do Brasil: 8. 4 de março de 1992. Consultado em 1 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2021 
  78. «1992: A exibição inesquecivelmente desvairada da Estácio». Ouro de Tolo. 2 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  79. Guireli, Marcelo. «O Desfile de 1992». Sambario Carnaval. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  80. «O Desfile de 1992». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  81. «1993: Na maior felicidade, Salgueiro explodiu a Sapucaí». Ouro de Tolo. 9 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  82. Guireli, Marcelo. «Carnaval de 1993 – O Salgueiro explodiu de alegria». Sambario Carnaval. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 17 de março de 2017 
  83. «Unidos da Tijuca: A difícil tarefa de desfile após o Salgueiro». Jornal do Brasil: 6. 23 de fevereiro de 1993. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2021 
  84. «Marquês de Sapucaí balança no ritmo do Ita do Salgueiro». O Globo. 24 de fevereiro de 1993. p. 8. Consultado em 21 de agosto de 2019. Arquivado do original em 21 de agosto de 2019 
  85. «Notas 1993». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2021 
  86. «Unidos da Tijuca: Esportes e chavões não retratam o que é o verão carioca». Jornal do Brasil: 6. 15 de fevereiro de 1994. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2021 
  87. «Mocidade e Vila no caminho da Mangueira». O Globo. 15 de fevereiro de 1994. p. 6. Consultado em 22 de agosto de 2019. Arquivado do original em 22 de agosto de 2019 
  88. «1994: O brilho da Imperatriz em meio ao grande equilíbrio». Ouro de Tolo. 16 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  89. «Notas 1994». Galeria do Samba. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2021 
  90. «Tijuca sai com violinistas». Folha de S.Paulo. 28 de fevereiro de 1995. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2025 
  91. «1995: A doída derrota portelense para a Imperatriz». Ouro de Tolo. 24 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  92. «Quebra de carros atrapalha desfile da Unidos da Tijuca». O Globo. 28 de fevereiro de 1995. p. 3. Arquivado do original em 1 de setembro de 2019 
  93. «Notas 1995». Galeria do Samba. Consultado em 1 de junho de 2017. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2021 
  94. «E o carnaval faz nevar no verão carioca; Mocidade, Imperatriz e Beija-Flor são as mais fortes candidatas ao título, mas foi o Império Serrano que fez o povo chorar na avenida». O Globo. 21 de fevereiro de 1996. p. 10. Consultado em 9 de setembro de 2019. Arquivado do original em 9 de setembro de 2019 
  95. «1996: O fim do reinado da Imperatriz e a explosão da Mocidade». Ouro de Tolo. 30 de dezembro de 2013. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  96. «Notas 1996». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2021 
  97. «1997: Das trevas deu-se o big bang da Viradouro». Ouro de Tolo. 6 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  98. «Tijuca joga pétalas na platéia». Folha de S.Paulo. 11 de fevereiro de 1997. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2016 
  99. «Unidos da Tijuca: Idéia original foi desperdiçada com fantasias ruins». Jornal do Brasil: 9. 11 de fevereiro de 1997. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2021 
  100. «Porto da Pedra empolga a Sapucaí». O Globo. 10 de fevereiro de 1997. p. 8. Arquivado do original em 10 de setembro de 2019 
  101. «Notas 1997». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2021 
  102. «União da Ilha: Última escola a desfilar faz uma apresentação apenas correta na Passarela; Unidos da Tijuca: Edmundo mostra na avenida o seu amor ao Vasco; Tradição: Abre-alas sofre incêndio, destaque é obrigada a desfilar no chão e foliões vivem clima de tensão». O Globo. 25 de fevereiro de 1998. p. 12. Consultado em 11 de setembro de 2019. Arquivado do original em 11 de setembro de 2019 
  103. «1998: O polêmico empate entre Mangueira e Beija-Flor». Ouro de Tolo. 13 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  104. «Unidos da Tijuca: Edmundo mostra na avenida o seu amor ao Vasco». O Globo. 25 de fevereiro de 1998. p. 12. Arquivado do original em 11 de setembro de 2019 
  105. «Unidos da Tijuca: Escola teve aplausos merecidos». Jornal do Brasil: 7. 25 de fevereiro de 1998. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2021 
  106. Tesi, Romulo (12 de fevereiro de 2025). «Há 20 anos, Tijuca era rebaixada com enredo sobre o Vasco». www.band.com.br. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025 
  107. «Vasco já foi enredo de escola de samba no carnaval». ge. 10 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025 
  108. Boustani, Lucas (19 de fevereiro de 2023). «Há 25 anos, a Unidos da Tijuca homenageava o Vasco com samba até hoje cantado nas arquibancadas». Lance!. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2023 
  109. «Morre Juju Maravilha». Jornal Diário do Grande ABC. 21 de janeiro de 1999. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025 
  110. «#TbtNobresCasais – Juju Maravilha». Nobres Casais. 19 de julho de 2018. Cópia arquivada em 4 de outubro de 2024 
  111. «Unidos da Tijuca é a favorita do Grupo A». O Globo. 15 de fevereiro de 1999. p. 9. Arquivado do original em 12 de setembro de 2019 
  112. «Acesso tem duas escolas favoritas». Jornal do Brasil: 4. 15 de fevereiro de 1999. Consultado em 23 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2021 
  113. Soares, Fred (15 de fevereiro de 1999). «Borel com a mão na taça». Extra. Cópia arquivada em 2 de setembro de 2025 
  114. «1999: A campeã que apenas os jurados viram». Ouro de Tolo. 20 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  115. «Prêmio S@mba-Net 1999». sambanet.com.br. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 13 de abril de 2016 
  116. «Estandarte de Ouro 1999: Mocidade apresenta um show de brasilidade. Escola de Padre Miguel conquista o título de melhor escola do carnaval deste ano com enredo que canta Villa-Lobos». O Globo. 17 de fevereiro de 1999. p. 15. Consultado em 12 de setembro de 2019. Arquivado do original em 12 de setembro de 2019 
  117. «Unidos da Tijuca e Porto da Pedra no Grupo Especial». O Globo. 18 de fevereiro de 1999. p. 15. Arquivado do original em 12 de setembro de 2019 
  118. Moreira, Márcio (5 de março de 2000). «Prefeitura do Rio deu R$ 7 mi às 14 escolas do Grupo Especial». Folha de S.Paulo. Cópia arquivada em 2 de julho de 2018 
  119. «2000: Na festa dos 500 anos, Imperatriz fatura o bicampeonato». Ouro de Tolo. 27 de janeiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  120. «Polícia apreende cruz da Unidos da Tijuca». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de julho de 2018. Cópia arquivada em 2 de julho de 2018 
  121. «Escola do Rio derruba na Justiça veto a uso de símbolos sacros». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de julho de 2018. Cópia arquivada em 2 de julho de 2018 
  122. «Problema técnico frustra protesto da Unidos da Tijuca». Folha de S.Paulo. Consultado em 2 de julho de 2018. Cópia arquivada em 8 de março de 2016 
  123. «Samba ajuda Tijuca a fazer bom desfile». O Globo. 8 de março de 2000. p. 12. Consultado em 13 de setembro de 2019. Arquivado do original em 13 de setembro de 2019 
  124. «Notas 2000». Galeria do Samba. Consultado em 1 de junho de 2017. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2021 
  125. «Vibração dá Estandarte de Ouro ao Salgueiro». O Globo. 8 de março de 2000. p. 15. Consultado em 13 de setembro de 2019. Arquivado do original em 13 de setembro de 2019 
  126. «2001: Beija-Flor sobra, mas 'perfeita' Imperatriz leva de novo». Ouro de Tolo. 3 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  127. «Carro quebra e atrapalha Unidos da Tijuca». Extra. 26 de fevereiro de 2001. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2025 
  128. «Tijuca de Nelson fica só na promessa; Família de dramaturgo se emociona no desfile». O Globo. 27 de fevereiro de 2001. p. 8. Consultado em 16 de setembro de 2019. Arquivado do original em 16 de setembro de 2019 
  129. «Um Nelson Rodrigues lúdico solta a criatividade da Unidos da Tijuca». Pelourinho. Consultado em 1 de julho de 2018. Arquivado do original em 22 de junho de 2016 
  130. «Notas 2001». Galeria do Samba. Consultado em 1 de junho de 2017. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2021 
  131. «2002: Tensão até a última nota e festa verde e rosa». Ouro de Tolo. 10 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  132. «Unidos da Tijuca exalta a Língua Portuguesa na avenida». Terra. 11 de fevereiro de 2002. Cópia arquivada em 21 de abril de 2004 
  133. «Carro grande demais atrapalha escola do Borel». O Globo. 12 de fevereiro de 2002. p. 10. Arquivado do original em 20 de setembro de 2019 
  134. «Notas 2002». Galeria do Samba. Consultado em 1 de março de 2021. Cópia arquivada em 1 de março de 2021 
  135. «Estandarte de Ouro: Mangueira é escolhida pelo júri a melhor de 2002». O Globo. 13 de fevereiro de 2002. p. 15. Consultado em 23 de setembro de 2019. Arquivado do original em 23 de setembro de 2019 
  136. Silva, Fábio (14 de setembro de 2011). «Sem direito a recorrer, Tijuca é condenada pagar R$ 700 mil de indenização a atriz Neusa Borges». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 30 de agosto de 2025 
  137. «Alegria para driblar as falhas: Carro da Unidos da Tijuca quebra, mas sambistas esbanjam animação». O Globo. 5 de março de 2003. p. 13. Arquivado do original em 24 de setembro de 2019 
  138. «Problemas marcam desfile da Unidos da Tijuca». Terra. 4 de março de 2003. Cópia arquivada em 7 de abril de 2004 
  139. «Júri faz análise de todas as escolas». O Globo. 5 de março de 2003. p. 21. Arquivado do original em 24 de setembro de 2019 
  140. «Estandarte de Ouro 2003: Salgueiro é vencedor com cinco prêmios. Além de melhor escola, agremiação se destacou pela bateria». O Globo. 5 de março de 2003. p. 19. Consultado em 24 de setembro de 2019. Arquivado do original em 24 de setembro de 2019 
  141. «Notas 2003». Galeria do Samba. Consultado em 2 de março de 2021. Cópia arquivada em 2 de março de 2021 
  142. «2003: Beija-Flor, a campeã dos jurados; no Acesso, teve até palavrão no ar». Ouro de Tolo. 17 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  143. «2004: Surge Paulo Barros; Beija-Flor vence desfile equilibrado». Ouro de Tolo. 24 de fevereiro de 2014. Cópia arquivada em 24 de junho de 2017 
  144. «Lugar de Cientista É na Avenida». Ciência Hoje. Consultado em 23 de junho de 2018. Cópia arquivada em 23 de junho de 2018 
  145. «Unidos da Tijuca festeja a criatividade dos cientistas». O Estado de S. Paulo. Consultado em 6 de maio de 2018. Arquivado do original em 30 de novembro de 2004 
  146. «Inesquecível Sapucaí: coreógrafos contam como o carro do DNA da Unidos da Tijuca marcou o carnaval». G1. 23 de fevereiro de 2019. Cópia arquivada em 8 de junho de 2021 
  147. «Sambódromo completa 30 anos em 2014: relembre momentos marcantes». O Dia. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 12 de agosto de 2018 
  148. «Aconteceu na Sapucaí: há 15 anos 'nascia' Paulo Barros no desfile que mudou o patamar da Tijuca». Carnavalesco. 24 de janeiro de 2019. Cópia arquivada em 24 de maio de 2024 
  149. «Ame ou odeie: 10 vezes que Paulo Barros foi o mais controverso dos carnavalescos». Carnavalize. 2 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 15 de março de 2024 
  150. «Unidos da Tijuca: Tecnologia boa tem garra e samba no pé. Carros surpreendentes e empolgação marcam desfile da Tijuca». O Globo. 24 de fevereiro de 2004. p. 10. Consultado em 25 de setembro de 2019. Arquivado do original em 25 de setembro de 2019 
  151. «Uma viagem no tempo: Tijuca faz desfile deslumbrante, empolga a multidão e se candidata ao título». Extra. 23 de fevereiro de 2004. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2025 
  152. «Tijuca desafia sina de enredos tecnológicos». Terra. 23 de fevereiro de 2004. Cópia arquivada em 10 de abril de 2005 
  153. «'Nature' destaca desfile da Unidos da Tijuca». O Globo. 26 de fevereiro de 2004. p. 18. Consultado em 26 de setembro de 2019. Arquivado do original em 26 de setembro de 2019 
  154. «Emoção leva Império a ganhar Estandarte. Verde-e-branco reeditou 'Aquarela Brasileira' e recebeu 5 prêmios». O Globo. 25 de fevereiro de 2004. p. 19. Consultado em 26 de setembro de 2019. Arquivado do original em 26 de setembro de 2019 
  155. «Tamborim de Ouro 2004». Academia do Samba. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2013 
  156. «Notas 2004». Galeria do Samba. Consultado em 3 de março de 2021. Cópia arquivada em 3 de março de 2021 
  157. Amin, Júlia (4 de fevereiro de 2018). «Jornalista lança livro sobre desfiles memoráveis de escolas de samba que não levaram o título». O Globo. Cópia arquivada em 4 de fevereiro de 2018 
  158. «Unidos da Tijuca apostou no imaginário popular». Terra. Consultado em 4 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 19 de junho de 2005 
  159. «Unidos da Tijuca: Na primeira classe da viagem ao imaginário. Escola volta a dar destaque para seus foliões e é consagrada pelo público». O Globo. 8 de fevereiro de 2005. p. 4. Consultado em 7 de outubro de 2019. Arquivado do original em 7 de outubro de 2019 
  160. «Unidos da Tijuca transforma Sapucaí em teatro». UOL. Consultado em 22 de junho de 2018. Arquivado do original em 22 de junho de 2018 
  161. «Unidos da Tijuca repete sucesso de 2004». Folha de S.Paulo. 8 de fevereiro de 2005. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2025 
  162. «2005: Beija-Flor supera Tijuca para faturar o tricampeonato». Ouro de Tolo. 10 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de junho de 2017 
  163. «Estandarte de Ouro 2005: Título inédito para a Unidos da Tijuca. Para jurados, escola foi a melhor do carnaval deste ano». O Globo. 9 de fevereiro de 2005. p. 19. Consultado em 7 de outubro de 2019. Arquivado do original em 7 de outubro de 2019 
  164. «Tamborim de Ouro 2005». Academia do Samba. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2013 
  165. «Unidos da Tijuca emplaca segundo ano como vice-campeã». Folha de S.Paulo. Consultado em 22 de junho de 2018. Arquivado do original em 14 de novembro de 2011 
  166. «Tijuca festeja, mas lamenta décimos perdidos; Grande Rio surpreende com 3.º lugar; Imperatriz lamenta: aclamada pela primeira vez, acabou na 4.ª colocação». O Globo. 10 de fevereiro de 2005. p. 15. Consultado em 7 de outubro de 2019. Arquivado do original em 7 de outubro de 2019 
  167. «2006: Vila surpreende favoritas em briga apertada». Ouro de Tolo. 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  168. «O dia em que Mozart se rendeu à ópera do Borel: Pelas mãos de Paulo Barros, Tijuca encanta com homenagem à música». O Globo. 1 de março de 2006. p. 4. Consultado em 10 de outubro de 2019. Arquivado do original em 10 de outubro de 2019 
  169. «Unidos da Tijuca impressiona público com alegorias humanas». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de junho de 2018. Arquivado do original em 7 de agosto de 2007 
  170. «Unidos da Tijuca encerra desfile favorito que teve de "Fuscão Preto" a "Y.M.C.A."». UOL. Consultado em 17 de junho de 2018. Arquivado do original em 4 de abril de 2018 
  171. «Tijuca passa sob música: Escola do Borel impressiona pela beleza, criatividade e harmonia e é favorita ao título». Extra. 1 de março de 2006. Arquivado do original em 28 de agosto de 2025 
  172. Fernando Vianna, Luiz (1 de março de 2006). «Carnaval 2006: 4 escolas disparam na corrida pelo título no Rio». Folha de S.Paulo. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2025 
  173. «Estandarte vai para a Unidos da Tijuca: Originalidade, criatividade e alegria, os detalhes decisivos». O Globo. 1 de março de 2006. p. 21. Consultado em 14 de outubro de 2019. Arquivado do original em 14 de outubro de 2019 
  174. «Tamborim de Ouro 2006». Academia do Samba. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2013 
  175. «Deu a louca nos jurados do Grupo Especial: Unidos da Tijuca, favorita, quase fica fora do Desfile das Campeãs; Grande Rio estoura o tempo e ainda é vice». O Globo. 2 de março de 2006. p. 12. Consultado em 14 de outubro de 2019. Arquivado do original em 14 de outubro de 2019 
  176. «Na Unidos da Tijuca, choro e muita revolta: Depois de dois vice-campeonatos, escola do Borel lamenta o 6.º lugar». O Globo. 2 de março de 2006. p. 13. Consultado em 14 de outubro de 2019. Arquivado do original em 14 de outubro de 2019 
  177. «Favoritas perdem pontos em trunfos». Folha de S.Paulo. 2 de março de 2006. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2025 
  178. «Mulher é baleada em desfile das campeãs do Rio; Tijuca causa polêmica». Folha de S.Paulo. Consultado em 17 de junho de 2018. Arquivado do original em 1 de setembro de 2016 
  179. a b Alencar, Marcus (13 de setembro de 2006). «Fábia Borges já não é mais a rainha da Tijuca». O Globo. Cópia arquivada em 29 de outubro de 2013 
  180. a b «Adriane Galisteu brilha como nova rainha de bateria da Tijuca». G1. 19 de fevereiro de 2007. Cópia arquivada em 22 de fevereiro de 2007 
  181. «Unidos da Tijuca entra na disputa pelo título». UOL. Consultado em 16 de junho de 2018. Arquivado do original em 8 de março de 2016 
  182. «Unidos da Tijuca: Enredo fácil faz escola empolgar na avenida. Público canta o samba e a rainha Adriane Galisteu acende na Sapucaí». O Globo. 21 de fevereiro de 2007. p. 6. Consultado em 26 de outubro de 2019. Arquivado do original em 26 de outubro de 2019 
  183. «2007: Beija-Flor recupera título em ano de desfiles frios». Ouro de Tolo. 24 de março de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  184. Braga, Ronaldo (20 de fevereiro de 2007). «Beija-Flor leva o Estandarte de Ouro 2007». O Globo. Arquivado do original em 6 de fevereiro de 2008 
  185. «Tamborim de Ouro 2007». Academia do Samba. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 9 de novembro de 2013 
  186. «Notas 2007». Galeria do Samba. Consultado em 10 de março de 2021. Cópia arquivada em 10 de março de 2021 
  187. «Desfile das Campeãs marcado por imprevistos: Fogo no carro abre-alas assusta integrantes da Unidos da Tijuca; Viradouro protesta contra notas dos jurados». O Globo. 26 de fevereiro de 2007. p. 9. Consultado em 27 de outubro de 2019. Arquivado do original em 27 de outubro de 2019 
  188. «Lane Santana sai da Unidos da Tijuca». www.sosamba.com.br. 14 de março de 2007. Cópia arquivada em 28 de agosto de 2025 
  189. Stein, Natasha (5 de janeiro de 2009). «Mestre Casagrande, da bateria da Unidos da Tijuca, comemora aniversário premiando celebridades do samba». Extra. Cópia arquivada em 21 de abril de 2015 
  190. «Com enredo criativo, Unidos da Tijuca leva coleções à Sapucaí». G1. 5 de fevereiro de 2008. Cópia arquivada em 8 de fevereiro de 2008 
  191. Soares, Frederico (5 de fevereiro de 2008). «Tijuca brilha na Sapucaí». Extra. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2025 
  192. «Unidos da Tijuca – Coleção de invenções para empolgar o público: Enredo 'Vou juntando o que quiser' ganha figuras divertidas e criativas». O Globo. 6 de fevereiro de 2008. p. 6. Consultado em 30 de outubro de 2019. Arquivado do original em 30 de outubro de 2019 
  193. «Tijuca e Imperatriz levam suas coleções à Sapucaí». Folha de S.Paulo. 5 de fevereiro de 2008. Cópia arquivada em 13 de junho de 2025 
  194. «Unidos da Tijuca ganha o Estandarte de Ouro de melhor escola do Grupo Especial». O Globo. Consultado em 26 de março de 2017. Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2009 
  195. Silva, Fábio (6 de junho de 2008). «Radialista Arnaldo Lyrio entrega hoje o Troféu "Andarilho do Samba", aos melhores do Carnaval 2008». Galeria do Samba. Consultado em 15 de junho de 2023. Cópia arquivada em 15 de junho de 2023 
  196. «Definidos os premiados com o Troféu Rádio Manchete 2008». Galeria do Samba. 12 de fevereiro de 2008. Consultado em 27 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 15 de novembro de 2015 
  197. «Resultado 2008 – Grupo 1». Academia do Samba. Cópia arquivada em 6 de agosto de 2017 
  198. «2008: Livre de acusações, Beija-Flor leva mais um caneco». Ouro de Tolo. 31 de março de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  199. «Com viagem espacial, Tijuca encerra 1ª noite do grupo especial no RJ». G1. 23 de fevereiro de 2009. Cópia arquivada em 26 de fevereiro de 2009 
  200. «Unidos da Tijuca –Uma carnavalesca odisséia pelas estrelas». O Globo. 24 de fevereiro de 2009. p. 9. Consultado em 1 de novembro de 2019. Arquivado do original em 1 de novembro de 2019 
  201. «A odisséia no espaço da Unidos da Tijuca no carnaval 2009». O Globo. 23 de fevereiro de 2009. Arquivado do original em 26 de fevereiro de 2009 
  202. «Representantes das escolas comentam as notas dos jurados». Extra. 25 de fevereiro de 2009. Cópia arquivada em 20 de fevereiro de 2019 
  203. «Notas 2009». Galeria do Samba. Consultado em 15 de março de 2021. Cópia arquivada em 15 de março de 2021 
  204. «2009: Salgueiro bate tambor com força e quebra jejum». Ouro de Tolo. 7 de abril de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  205. Silva, Fábio (21 de março de 2009). «Marquinhos e Giovanna formam o novo casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Consultado em 5 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de julho de 2022 
  206. Silva, Fábio (26 de março de 2009). «Unidos da Tijuca fez festa para receber Marquinho e Giovanna». Galeria do Samba. Consultado em 5 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de julho de 2022 
  207. «Unidos da Tijuca usa truques e efeitos especiais para contar segredos». G1. Consultado em 2 de junho de 2018. Cópia arquivada em 4 de abril de 2018 
  208. Rocha, Carla (18 de fevereiro de 2010). «Especialista vê renovação na vitória da Unidos da Tijuca». O Globo. p. 11. Consultado em 11 de novembro de 2019. Arquivado do original em 11 de novembro de 2019 
  209. «Unidos da Tijuca: segredos de uma escola que abalou as estruturas do carnaval». O Globo. Consultado em 16 de junho de 2018. Cópia arquivada em 3 de setembro de 2017 
  210. «2010: Tijuca revela segredos e finalmente vai além». Ouro de Tolo. 15 de abril de 2014. Cópia arquivada em 22 de junho de 2017 
  211. «Unidos da Tijuca – Segredos revelados de uma favorita ao título: Na volta de Paulo Barros à Tijuca, escola arranca gritos de 'É campeã'». O Globo. 16 de fevereiro de 2010. p. 6. Consultado em 11 de novembro de 2019. Arquivado do original em 11 de novembro de 2019 
  212. Ayupp, Guilherme (19 de abril de 2022). «Precursora da mudança no quesito, Unidos da Tijuca perdeu 14 décimos em comissão de frente nos últimos cinco anos. Bateria permanece 'invicta'». Carnavalesco. Consultado em 4 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de julho de 2022 
  213. Tavares Filho, Waldir (26 de junho de 2020). «Há dez anos um truque de mágica mudaria de vez o quesito Comissão de Frente». CN1 Brasil. Consultado em 4 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de julho de 2022 
  214. Noblat, Ricardo (16 de fevereiro de 2010). «Unidos da Tijuca ganha o Estandarte de Ouro 2010». O Globo. Consultado em 26 de março de 2017. Arquivado do original em 26 de março de 2017 
  215. «Sem ganhar desde 1936, Unidos da Tijuca vence Carnaval 2010». O Estado de S. Paulo. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 5 de abril de 2018 
  216. «Sem títulos desde 1936, Unidos da Tijuca vence o Carnaval do Rio». Portal Terra. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2018 
  217. «Como Tijuca e Paulo Barros foram campeões, segundo os jurados». Extra. 17 de fevereiro de 2010. Consultado em 3 de julho de 2022. Cópia arquivada em 3 de julho de 2022 
  218. «Livro Abre-Alas 2011 (Domingo)» (PDF). LIESA. 2011. Arquivado do original (PDF) em 17 de janeiro de 2019 
  219. «Unidos da Tijuca retoma efeitos e coreografias em luta pelo título». G1. Cópia arquivada em 18 de julho de 2017 
  220. «Comissão de frente da Unidos da Tijuca dá show na Sapucaí». Jornal do Brasil. Consultado em 6 de maio de 2018. Arquivado do original em 27 de maio de 2018 
  221. Amado, Guilherme (8 de março de 2011). «Carnaval 2011: Zé do Caixão espanta o medo de altura e se empolga com o público na Unidos da Tijuca». Extra. Cópia arquivada em 10 de março de 2011 
  222. Vieira, Matheus (16 de abril de 2011). «Carnaval 2011: público ovaciona Paulo Barros ao fim do desfile da Unidos da Tijuca». Extra. Cópia arquivada em 11 de março de 2011 
  223. «Unidos da Tijuca – Inovação para repetir o título: Criatividade da escola tijucana empolga público, que prevê bicampeonato». O Globo. 8 de março de 2011. p. 4. Consultado em 12 de novembro de 2019. Arquivado do original em 12 de novembro de 2019 
  224. «2011: Incêndio na Cidade do Samba e título da Beija-Flor». Ouro de Tolo. 29 de abril de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  225. «Unidos da Tijuca faz a festa no prêmio Estrela do Carnaval 2011». carnavalesco.com. 30 de abril de 2011. Consultado em 11 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 11 de setembro de 2017 
  226. «Confira as notas da apuração no Rio». G1. 9 de março de 2011. Cópia arquivada em 19 de julho de 2017 
  227. «Beija-Flor é campeã do Carnaval com homenagem a Roberto Carlos». O Globo. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 29 de abril de 2018 
  228. «Carnavalesco da Tijuca ironiza notas baixas: Paulo Barros diz que fará enredo sobre Neguinho da Beija-Flor para 'só tirar nota dez' e defende a bateria da Mangueira». O Globo. 10 de março de 2011. p. 13. Consultado em 13 de novembro de 2019. Arquivado do original em 13 de novembro de 2019 
  229. «Unidos da Tijuca celebra os cem anos de Luiz Gonzaga». Portal G1. Consultado em 31 de maio de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  230. Hoertel, Roberta (27 de fevereiro de 2012). «Tijuca comemora sucesso da comissão de frente». Extra. Cópia arquivada em 6 de abril de 2019 
  231. «Unidos da Tijuca de Paulo Barros confirma seu favoritismo». O Globo. Consultado em 31 de maio de 2018. Cópia arquivada em 2 de março de 2012 
  232. a b Lauriano, Carolina (21 de fevereiro de 2012). «Belo dá selinho de 'boa sorte' em Gracyanne na entrada da Avenida». G1. Cópia arquivada em 24 de fevereiro de 2012 
  233. «2012: Tijuca coroa o rei do Sertão e leva a glória». Ouro de Tolo. 6 de maio de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  234. «Troféu Tupi 2012». Tititi do Samba. Consultado em 8 de dezembro de 2015. Arquivado do original em 8 de dezembro de 2015 
  235. «Troféu Gato de Prata 2012». Tititi do Samba. Consultado em 30 de maio de 2024. Cópia arquivada em 30 de maio de 2024 
  236. «Prêmio SRZD-Carnaval 2012». SRzd - Sidney Rezende. Consultado em 15 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 18 de abril de 2012 
  237. «As cores fortes da África dão a vitória à Vila; Criador do Sambódromo, Niemeyer leva prêmio especial dos jurados». O Globo. 22 de fevereiro de 2012. p. 14. Consultado em 14 de novembro de 2019. Arquivado do original em 14 de novembro de 2019 
  238. «Uma vitória que consagra a inovação: Com enredo sobre Luiz Gonzaga, o ousado Paulo Barros leva a Unidos da Tijuca ao seu 3.º campeonato». O Globo. 23 de fevereiro de 2012. p. 10. Consultado em 14 de novembro de 2019. Arquivado do original em 14 de novembro de 2019 
  239. «Veja as notas da apuração do desfile do Grupo Especial do Rio». G1. 22 de fevereiro de 2012. Cópia arquivada em 23 de junho de 2016 
  240. «2013: Brilho da Vila e vitória do samba-enredo». Ouro de Tolo. 14 de maio de 2014. Cópia arquivada em 23 de junho de 2017 
  241. «Tijuca mostra a Alemanha em desfile criativo, mas cheio de problemas». G1. 11 de fevereiro de 2013. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2018 
  242. «Problemas com alegorias atrapalham esperança de bi da Unidos da Tijuca». UOL. 11 de fevereiro de 2013. Consultado em 25 de março de 2021. Cópia arquivada em 25 de março de 2021 
  243. «Unidos da Tijuca: Favoritismo sob o estigma do domingo». O Globo. 12 de fevereiro de 2013. p. 6. Consultado em 15 de novembro de 2019. Arquivado do original em 15 de novembro de 2019 
  244. «Troféu Gato de Prata 2013». Carnaval Carioca. Consultado em 22 de setembro de 2017. Arquivado do original em 22 de setembro de 2017 
  245. «Troféu Tupi 2013». Site da Super Rádio Tupi. Consultado em 17 de novembro de 2015. Arquivado do original em 17 de novembro de 2015 
  246. «Prêmio Veja Rio Carnaval 2013». O Dia. Consultado em 22 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 29 de março de 2016 
  247. «Confira as notas da apuração do desfile do Grupo Especial do Rio». G1. 13 de fevereiro de 2013. Cópia arquivada em 3 de julho de 2017 
  248. «Unidos da Tijuca dispensa intérprete Bruno Ribas». O Dia. 25 de março de 2013. Arquivado do original em 10 de novembro de 2013 
  249. «Emoção marca apresentação de Tinga, Julinho e Rute». O Dia. 26 de maio de 2013. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2013 
  250. «2014: Tijuca acelera com Ayrton Senna e recebe bandeirada à frente das favoritas». Ouro de Tolo. 24 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 7 de julho de 2017 
  251. «Tri do carnaval carioca, Tijuca coroa Senna como 'campeão da Sapucaí'». globoesporte.com. 3 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de julho de 2025 
  252. Perucci, Raphael (14 de maio de 2013). «Paulo Barros diz que enredo sobre Senna será 'pautado na emoção e na alegria'». O Dia. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2013 
  253. «Unidos da Tijuca acelera na Sapucaí com enredo sobre Ayrton Senna». G1. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2017 
  254. «Unidos da Tijuca encerra Carnaval com desfile acelerado em tributo a Senna». UOL. 4 de março de 2014. Consultado em 30 de março de 2021. Arquivado do original em 16 de abril de 2015 
  255. Lemos, Rafael (4 de março de 2014). «Portela e Unidos da Tijuca desfilam como favoritas». Veja. Arquivado do original em 7 de março de 2014 
  256. Grellet, Fábio (4 de março de 2014). «Fora dos padrões, Unidos da Tijuca faz tributo a Ayrton Senna». Estadão. Arquivado do original em 7 de março de 2014 
  257. «Salgueiro e Tijuca disputam o título». Extra: 1. 5 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de julho de 2025 
  258. «Troféu Apoteose 2014». Site Carnavalesco. Consultado em 27 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 17 de novembro de 2015 
  259. «Portela vence o Estrela do Carnaval 2014 como desfile do ano». Site Carnavalesco. 4 de março de 2014. Consultado em 11 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  260. «Prêmio S@mba-Net 2014». Site Sambanet. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  261. Silva, Fábio (8 de abril de 2014). «Rádio Tupi entrega nesta terça-feira o Troféu Carnaval Total aos melhores de 2014». Galeria do Samba. Consultado em 27 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 14 de novembro de 2015 
  262. «Unidos da Tijuca é a campeã no Rio». G1. 5 de março de 2014. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2017 
  263. «Unidos da Tijuca é campeã do Carnaval 2014 do Rio de Janeiro». UOL. Consultado em 9 de maio de 2018. Arquivado do original em 15 de abril de 2015 
  264. «Paulo Barros é o novo carnavalesco da Mocidade Independente de Padre Miguel». carnavalesco.com. 17 de março de 2014. Cópia arquivada em 17 de março de 2014 
  265. «Casal de coreógrafos se despede da Tijuca para se dedicar a projetos pessoais». SRzd. 26 de março de 2014. Cópia arquivada em 24 de julho de 2025 
  266. a b «Unidos da Tijuca apresenta os nomes do Departamento de Carnaval». carnavalesco.com.br. 23 de maio de 2014. Arquivado do original em 25 de maio de 2014 
  267. a b Freitas, Luana (13 de maio de 2014). «Primeira mão: Alex Neoral é o novo coreógrafo da comissão de frente da U. da Tijuca». SRzd.com. Arquivado do original em 14 de maio de 2014 
  268. «Carnaval suíço da Unidos da Tijuca joga neve e chocolate na Sapucaí». G1. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 8 de outubro de 2015 
  269. «2015: Beija-Flor deixa polêmica de lado, exalta Guiné Equatorial e recupera o título». Ouro de Tolo. 25 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 7 de julho de 2017 
  270. «Unidos da Tijuca: Borel brilha em enredo difícil que uniu Clóvis Bornay à Suíça». O Globo. 18 de fevereiro de 2015. p. 4. Arquivado do original em 17 de novembro de 2019 
  271. Calil, Thiago (17 de fevereiro de 2015). «Portela, Beija-Flor e Tijuca se destacam na segunda noite de desfiles no Rio de Janeiro». R7. Cópia arquivada em 12 de julho de 2015 
  272. «Sem Barros, Tijuca mantém nível e encerra o Carnaval falando da Suíça». UOL. 17 de fevereiro de 2015. Consultado em 2 de abril de 2021. Arquivado do original em 23 de setembro de 2015 
  273. «Nestlé é uma das patrocinadoras da Unidos da Tijuca em enredo sobre tradições suíças no Carnaval 2015». www.nestle.com.br. 25 de novembro de 2014. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025 
  274. Araújo, Adriano (22 de novembro de 2014). «Unidos da Tijuca fecha patrocínio com governo suíço para o desfile de 2015». O Dia. Consultado em 3 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 3 de agosto de 2021 
  275. «Estandarte de Ouro 2015». O Globo. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  276. «Troféu Gato de Prata 2015». Carnaval Carioca. Consultado em 22 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  277. «Prêmio S@mba-Net 2015». sambanet.com.br. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  278. «Prêmio SRZD-Carnaval 2015». SRzd - Sidney Rezende. Consultado em 15 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 17 de abril de 2015 
  279. «Tamborim de Ouro 2015». O Dia. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 3 de março de 2016 
  280. «Unidos da Tijuca perde pontos em samba e fica em 4.º lugar». O Globo. 19 de fevereiro de 2015. p. 8. Consultado em 17 de novembro de 2019. Arquivado do original em 17 de novembro de 2019 
  281. «2016: Menina de Oyá emociona e abre os caminhos para a Mangueira ganhar». Ouro de Tolo. 1 de março de 2016. Cópia arquivada em 22 de julho de 2017 
  282. «Dragões, ouro e nenhum enredo real: Beija-Flor e Unidos da Tijuca escapam em noite marcada por temas mal desenvolvidos». O Globo. 9 de fevereiro de 2016. p. 5. Consultado em 19 de novembro de 2019. Arquivado do original em 19 de novembro de 2019 
  283. Baltar, Anderson (8 de fevereiro de 2016). «Unidos da Tijuca se destaca em noite de enredos confusos no Carnaval do Rio». UOL. Arquivado do original em 9 de fevereiro de 2016 
  284. Aquino, Wilson (10 de fevereiro de 2016). «Salgueiro é hexacampeã do prêmio Tamborim de Ouro». O Dia. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2016 
  285. «Prêmio S@mba-Net 2016». Site Sambanet. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  286. «Troféu Sambista 2016». Site Carnaval Carioca. Consultado em 22 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 30 de junho de 2016 
  287. «Mangueira se consagra campeã do Carnaval 2016 no Rio de Janeiro». UOL. Consultado em 9 de maio de 2018. Arquivado do original em 8 de janeiro de 2018 
  288. «Tijuca faz desfile dramático com acidente em carro e corre risco de ser rebaixada». G1. 28 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2017 
  289. «Acidente em carro da Unidos da Tijuca deixa feridos na Sapucaí». G1. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 24 de maio de 2017 
  290. «2017: Portela e Mocidade dividem título em ano com polêmicas no julgamento e graves acidentes». Ouro de Tolo. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2020 
  291. «Tijuca faz desfile dramático com acidente em carro e corre risco de ser rebaixada». G1. Cópia arquivada em 7 de março de 2017 
  292. «Unidos da Tijuca é inocentada de acidente no Sambódromo: 'Entubei tudo calado'». Site Sambarazzo. Consultado em 12 de maio de 2018. Arquivado do original em 12 de maio de 2018 
  293. «Acidente grave deixa feridos no desfile da Paraíso do Tuiuti». G1. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2018 
  294. «Nenhuma escola do Rio será rebaixada, decide Liesa após acidentes». UOL. Consultado em 9 de maio de 2018. Cópia arquivada em 27 de março de 2017 
  295. «Resultado Oficial Carnaval 2017». LIESA. Consultado em 8 de abril de 2021. Cópia arquivada em 8 de abril de 2021 
  296. «Estrela do Carnaval 2017: Mangueira vence como desfile do ano». Site Carnavalesco. Consultado em 11 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 22 de julho de 2017 
  297. Figueiredo, Rodney (25 de julho de 2017). «8ª Edição do Troféu Gato de Prata premia os melhores do Carnaval». Site Carnaval Carioca. Consultado em 22 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2017 
  298. «Prêmio SRZD-Carnaval 2017». Site SRZD - Sidney Rezende. Consultado em 2 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 2 de outubro de 2017 
  299. «Prêmio S@mba-Net 2017». Site Sambanet. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  300. «Tamborim de Ouro 2017: Salgueiro fatura o Tamborim de Ouro pela 7ª vez». O Dia. 1 de março de 2017. Consultado em 22 de abril de 2017. Cópia arquivada em 2 de março de 2017 
  301. a b Rezende, Sidney (11 de março de 2017). «A emocionante carta do mestre-sala Julinho na sua despedida da Unidos da Tijuca». SRzd.com. Cópia arquivada em 23 de julho de 2025 
  302. «Superando crise, Grupo Especial do Rio deve ter desfile equilibrado». UOL. Consultado em 19 de abril de 2018. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2018 
  303. «Prefeitura do Rio quer cortar 50% dos recursos para escolas de samba». UOL. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 6 de outubro de 2017 
  304. «Na campanha de 2016, Crivella disse que iria manter patrocínio às escolas de samba». G1. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2018 
  305. «Queda de braço entre Crivella e escolas de samba ameaça o Carnaval 2018 no Rio». El País Brasil. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 20 de junho de 2017 
  306. «Liga da Escolas de Samba do Rio suspende desfiles do Carnaval 2018». UOL. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2017 
  307. «Liesa cancela de vez os ensaios técnicos no sambódromo». O Globo. Consultado em 6 de maio de 2018. Cópia arquivada em 24 de novembro de 2017 
  308. «Alex Marcelino e Jackellyne Pessanha formam o novo primeiro casal da Unidos da Tijuca». Nobres Casais. 14 de março de 2017. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2024 
  309. «2018: Em ano de enredos críticos, Tuiuti arrebata, e Beija-Flor recupera o título». Ouro de Tolo. Consultado em 9 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2020 
  310. Araujo, Bernardo (13 de fevereiro de 2018). «Portela e Salgueiro concorrem com Mangueira pelo título de campeã do carnaval». O Globo. Cópia arquivada em 13 de fevereiro de 2018 
  311. Bruno, Leonardo; Costa, Ramiro (14 de fevereiro de 2018). «Salgueiro entra na briga pelo título com Mangueira e Tuiuti». Extra. Cópia arquivada em 30 de julho de 2023 
  312. «Salgueiro leva Estandarte de Ouro de melhor escola». O Globo. Consultado em 18 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 18 de fevereiro de 2018 
  313. «Troféu Sambista 2018». Galeria do Samba. Consultado em 7 de setembro de 2021. Cópia arquivada em 8 de setembro de 2021 
  314. «Troféu Vai Dar Samba realiza sua primeira edição dia 31 de julho». Carnavalizados. 11 de julho de 2018. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2023 
  315. «Veja as notas de apuração do carnaval 2018 do Rio». G1. 14 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2018 
  316. a b Valéria Mendonça, Alba (23 de agosto de 2018). «Juliana Alves sai, e posto de rainha de bateria da Unidos da Tijuca está vago para o carnaval de 2019 no Rio». G1. Cópia arquivada em 24 de agosto de 2018 
  317. «De volta a Tijuca, Wantuir terá apresentação oficial em agosto». SRzd. 12 de julho de 2018. Consultado em 21 de setembro de 2021. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2021 
  318. a b «Raphaela Caboclo formará par com Alex Marcelino na Unidos da Tijuca». Carnavalesco. 5 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 6 de setembro de 2018 
  319. a b «Elaine Azevedo é a nova rainha de bateria da Unidos da Tijuca». carnavalesco.com. 17 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2020 
  320. «Prefeitura reduz subvenção da Série A em 50% pelo segundo ano». Jornal Extra. 26 de dezembro de 2018. Consultado em 20 de abril de 2021. Cópia arquivada em 20 de abril de 2021 
  321. «Unidos da Tijuca encerra 1ª noite de desfiles recontando a história do mundo por meio do pão». G1. 4 de março de 2019. Consultado em 14 de abril de 2021. Cópia arquivada em 14 de abril de 2021 
  322. «Unidos da Tijuca encerra desfile pela manhã e desponta como favorita». Veja. 4 de março de 2019. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025 
  323. Martins, João Carlos (4 de março de 2019). «Tijuca 2019: Com dia claro, comunidade dá show e põe Borel na briga». SRzd.com. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025 
  324. «Troféu Explosão in Samba 2019». Revista Explosão in Samba. Arquivado do original em 13 de maio de 2024 
  325. «Viradouro ganha o Estrela do Carnaval de Desfile do Ano do Grupo Especial de 2019». carnavalesco.com. 5 de março de 2019. Consultado em 27 de junho de 2021. Cópia arquivada em 10 de agosto de 2019 
  326. «Prêmio S@mba-Net 2019». sambanet.com.br. Consultado em 1 de junho de 2019. Cópia arquivada em 23 de maio de 2023 
  327. «Mangueira é campeã do Tamborim de Ouro 2019». O Dia. Consultado em 17 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 2 de abril de 2019 
  328. «Carnaval 2019: veja as notas da apuração do Rio». G1. 6 de março de 2019. Consultado em 14 de abril de 2021. Cópia arquivada em 14 de abril de 2021 
  329. Baltar, Anderson (30 de agosto de 2019). «Crivella corta verbas para escolas da Sapucaí e atinge em cheio a Série A». UOL. Consultado em 21 de maio de 2021. Cópia arquivada em 16 de março de 2020 
  330. Mendonça, Alba Valéria; Boeckel, Cristina (30 de agosto de 2019). «Crivella 'bate o martelo' e diz que escolas de samba não terão subsídios da Prefeitura no carnaval de 2020». G1. Consultado em 21 de maio de 2021. Cópia arquivada em 21 de maio de 2021 
  331. «De volta pra casa! Paulo Barros é o novo carnavalesco da Unidos da Tijuca». SRzd. 5 de junho de 2019. Consultado em 12 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2021 
  332. «Arquitetura e urbanismo serão enredo da Unidos da Tijuca em 2020». Carnavalesco. 16 de julho de 2019. Consultado em 12 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2021 
  333. «Unidos da Tijuca encomendará samba a Jorge Aragão, Dudu Nobre, André Diniz e cia». SRzd. 2 de setembro de 2019. Consultado em 13 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2021 
  334. Bruno, Leonardo (20 de janeiro de 2020). «Velhos amigos, Sandra de Sá e Jorge Aragão estreiam na Sapucaí como compositores de escola». O Globo. Consultado em 13 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 13 de outubro de 2021 
  335. a b «Lexa é a nova rainha de bateria da Unidos da Tijuca». Quem. 22 de agosto de 2019. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  336. «Unidos da Tijuca conta história da arquitetura e imagina um Rio melhor na volta de Paulo Barros». G1. 25 de fevereiro de 2020. Consultado em 23 de abril de 2021. Cópia arquivada em 23 de abril de 2021 
  337. André Motta, Aydano (25 de fevereiro de 2020). «Análise: Na 2ª noite do Grupo Especial, artistas, aplausos e equilíbrio para fechar o carnaval na Sapucaí». O Globo. Cópia arquivada em 28 de fevereiro de 2020 
  338. «#Carnaval2020 – Unidos da Tijuca: com estética decepcionante, Pura Cadência dá show em desfile irregular». carnavalize.com. 25 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 22 de julho de 2025 
  339. Altino, Lucas (26 de fevereiro de 2020). «'Acho que é uma babaquice', diz presidente Fernando Horta sobre punição à Unidos da Tijuca». O Globo. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2022 
  340. «Carnaval 2020: veja as notas da apuração do Rio». G1. 26 de fevereiro de 2020. Consultado em 21 de abril de 2021. Cópia arquivada em 9 de março de 2020 
  341. «Jack Vasconcelos, ex-Mocidade, é anunciado na Unidos da Tijuca: 'Gás a mais para criar'». O Globo. 9 de março de 2020. Consultado em 2 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2021 
  342. Mendonça, Alba (2 de outubro de 2020). «Unidos da Tijuca vai contar a lenda do guaraná no próximo carnaval». G1. Consultado em 4 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2021 
  343. a b João, Alberto (8 de outubro de 2021). «Pai e filha! Unidos da Tijuca oficializa Wantuir e Wic Tavares juntos no comando do carro de som». Carnavalesco. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2021 
  344. a b «Unidos da Tijuca anuncia coreógrafo Sérgio Lobato». Carnavalesco. 9 de março de 2020. Consultado em 10 de março de 2020. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  345. a b «Phelipe Lemos e Denadir Garcia formam o novo casal de mestre-sala e porta-bandeira da Unidos da Tijuca». Caminhos do Rio. 1 de janeiro de 1970. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  346. Magalhães, Luiz Ernesto (16 de dezembro de 2021). «Carnaval 2022: Prefeitura do Rio libera subsídio de R$ 1,5 milhão para cada escola do Grupo Especial». Extra. Consultado em 7 de novembro de 2022. Cópia arquivada em 7 de novembro de 2022 
  347. Tesi, Romulo (21 de janeiro de 2021). «Liesa se pronuncia e declara apoio ao cancelamento dos desfiles de 2021». Setor 1. Consultado em 17 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2021 
  348. «Prefeitura do Rio de Janeiro cancela o Carnaval em julho de 2021». CNN Brasil. 21 de janeiro de 2021. Consultado em 17 de outubro de 2021. Cópia arquivada em 17 de outubro de 2021 
  349. «Escolas de Samba do Rio aceleram para deixar tudo pronto para o Carnaval». CNN Brasil. 9 de outubro de 2021. Consultado em 2 de novembro de 2021. Cópia arquivada em 2 de novembro de 2021 
  350. «Carnaval em abril: Rio adia desfiles para feriado de Tiradentes». G1. 21 de janeiro de 2022. Consultado em 5 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 5 de fevereiro de 2022 
  351. «Unidos da Tijuca faz desfile lúdico com cores vibrantes ao contar lenda indígena do guaraná». G1. 24 de abril de 2022. Consultado em 28 de maio de 2022. Cópia arquivada em 28 de maio de 2022 
  352. Araújo, Vera (24 de abril de 2022). «Grande Rio leva Estandarte de Ouro de melhor escola do carnaval 2022». O Globo. Consultado em 27 de abril de 2022. Cópia arquivada em 24 de abril de 2022 
  353. «Baía de Todos-os-Santos é o tema do enredo da Unidos da Tijuca no Carnaval 2023». O Dia. 15 de julho de 2022. Consultado em 23 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2022 
  354. a b «Unidos da Tijuca tem novo mestre-sala: Matheus André». liesa.globo.com. 30 de junho de 2022. Consultado em 26 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  355. «Unidos da Tijuca leva a cultura e a história da Baía de Todos os Santos, da Bahia, à Sapucaí». G1. 20 de fevereiro de 2023. Consultado em 29 de abril de 2023. Cópia arquivada em 29 de abril de 2023 
  356. Gomes, Gabriel (20 de fevereiro de 2023). «Comissão e bateria se destacam, mas erros de evolução e falha nas alegorias prejudicam o desfile da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. Consultado em 28 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  357. «Estrela do Carnaval 2023: Desfile do Ano é da Viradouro». Site Carnavalesco. 21 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 7 de abril de 2023 
  358. Silva, Fábio (27 de julho de 2023). «Troféu Gato de Prata 2023». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 7 de agosto de 2023 
  359. «Troféu Tupi Carnaval Total 2023». Super Rádio Tupi. Consultado em 7 de abril de 2023. Arquivado do original em 7 de abril de 2023 
  360. «Jack Vasconcelos não é mais carnavalesco da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. 27 de fevereiro de 2023. Consultado em 28 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  361. «Denadir Garcia não seguirá como porta-bandeira da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2024». Carnavalesco. 23 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  362. a b «Wantuir Oliveira e Wic Tavares não seguem como intérpretes da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2024». Carnavalesco. 28 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  363. a b Carnavalesco, Redação (27 de fevereiro de 2023). «Alexandre Louzada é o novo carnavalesco da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2024». Carnavalesco. Consultado em 28 de fevereiro de 2023 
  364. «Exaltando as lendas de Portugal, Unidos da Tijuca apresenta enredo para 2024». O Dia. 13 de maio de 2023. Consultado em 19 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2023 
  365. a b «Unidos da Tijuca anuncia Ito Melodia como intérprete oficial no Carnaval 2024». G1. 2 de março de 2023. Consultado em 19 de outubro de 2023. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2023 
  366. Costa, Luan (12 de fevereiro de 2024). «Unidos da Tijuca levou as lendas de Portugal para a avenida em desfile com destaque para a bateria 'Pura cadência'». Carnavalesco. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  367. Perucci, Raphael (12 de fevereiro de 2024). «Com enredo exaltando Portugal, Unidos da Tijuca não empolga». O Dia. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  368. André Motta, Aydano (12 de fevereiro de 2024). «Análise: Luta da Tijuca contra o tempo desemboca em desfile morno». O Globo. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  369. «Embalada por sua bateria, Tijuca aposta em suas raízes esperando dias melhores». SRzd. 12 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  370. Araujo, Bernardo (12 de fevereiro de 2024). «Análise: Unidos da Tijuca escancara abismo geracional com desfile caretinha». Extra. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  371. Alves, Raoni (14 de fevereiro de 2024). «Viradouro é a campeã do carnaval 2024 e conquista o 3º título da história com enredo sobre serpente mítica». G1. Cópia arquivada em 9 de março de 2024 
  372. «Vencedores S@mba-Net 2024». sambanet.com. Consultado em 9 de março de 2024. Cópia arquivada em 9 de março de 2024 
  373. Pontes, Fernanda (16 de fevereiro de 2024). «Alexandre Louzada deixa a Unidos da Tijuca». O Globo. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  374. a b «Coreógrafos Sérgio Lobato e Patrícia Salgado pedem demissão da Unidos da Tijuca». O Dia. 15 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  375. a b «Marquinho Marinho não é mais diretor de carnaval da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. 15 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  376. a b «Unidos da Tijuca anuncia Edson Pereira como novo carnavalesco». O Dia. 20 de fevereiro de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  377. a b «Unidos da Tijuca divulga enredo para 2025: 'Logun-Edé: Santo Menino que velho respeita'». G1. 18 de abril de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  378. a b «Unidos da Tijuca contrata dupla de coreógrafas para comissão de frente». O Dia. 8 de março de 2024. Cópia arquivada em 22 de abril de 2024 
  379. «Grupo Especial do Rio terá três dias de desfiles a partir do Carnaval 2025». www.band.uol.com.br. 6 de maio de 2024. Cópia arquivada em 7 de maio de 2024 
  380. «Beija-Flor brilha com desfile magistral, e Salgueiro renasce na segunda noite; leia a crônica de Aydano André Motta». O Globo. 4 de março de 2025. Cópia arquivada em 4 de março de 2025 
  381. «Tijuca abre segundo dia de desfiles no Especial com apresentação da bateria como ponto alto». O Dia. 3 de março de 2025. Cópia arquivada em 11 de abril de 2025 
  382. Santos, Lucas (4 de março de 2025). «Tijuca tem samba e trabalho primoroso de fantasias como destaque, mas passa por problemas de evolução». O Dia. Cópia arquivada em 23 de abril de 2025 
  383. «Beija-Flor conquista o Estrela do Carnaval de Desfile do Ano». carnavalesco.com. 5 de março de 2025. Cópia arquivada em 5 de março de 2025 
  384. «Confira os vencedores do Estandarte de Ouro 2025». O Globo. 5 de março de 2025. Cópia arquivada em 7 de março de 2025 
  385. Melguiso, Juliana (4 de março de 2025). «Em respeito a Lexa, Unidos da Tijuca desfila sem rainha de bateria». CNN Brasil. Cópia arquivada em 4 de março de 2025 
  386. Silva, Camila; Cypreste, Judite (5 de março de 2025). «Carnaval 2025: Acompanhe os Resultados da Apuração no Rio de Janeiro». G1. Cópia arquivada em 6 de março de 2025 
  387. «Unidos da Tijuca surpreende e comunica saída do intérprete Ito Melodia». O Dia. 28 de março de 2025. Cópia arquivada em 28 de março de 2025 
  388. «Ito Melodia soube do desligamento da Unidos da Tijuca após escola anunciar nas redes sociais: 'Com grande surpresa', diz intérprete». O Globo. 28 de março de 2025. Cópia arquivada em 1 de abril de 2025 
  389. a b «Unidos da Tijuca contrata intérprete Marquinhos Art'Samba». O Dia. 31 de março de 2025. Cópia arquivada em 1 de abril de 2025 
  390. a b c «Unidos da Tijuca anuncia dupla de diretores de Carnaval». O Dia. 31 de março de 2025. Cópia arquivada em 2 de abril de 2025 
  391. a b Viola, Enildo (22 de agosto de 2025). «Mileide Mihaile é a nova rainha da Unidos da Tijuca». G1. Cópia arquivada em 22 de agosto de 2025 
  392. a b Soares, Lucas (2 de junho de 2025). «Unidos da Tijuca vai homenagear Carolina Maria de Jesus no enredo para 2026». G1. Cópia arquivada em 3 de junho de 2025 
  393. a b «Unidos da Tijuca anuncia nova quadra e promete um dos maiores carnavais da história em 2026 - Carnavalesco». 15 de agosto de 2025. Consultado em 18 de agosto de 2025 
  394. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab ac ad ae af ag ah ai aj ak al am an ao ap aq ar as at au av aw ax ay az ba bb bc «Unidos da Tijuca - Desfiles e Enredos». Portal Academia do Samba. Consultado em 23 de fevereiro de 2013 
  395. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1933 - O mundo do samba - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  396. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1936 - Sonhos delirantes - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  397. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1943 - Monte Castelo - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  398. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1948 - Assinatura da Lei Áurea - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  399. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1949 - Proclamação da República - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  400. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1950 - Homenagem a Santos Dumont - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  401. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1951 - Três de Outubro - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  402. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1953 - Também temos nossos heróis : Caxias, Barroso e Santos Dumont - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  403. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1954 - 400 anos de lutas e glórias - Homenagem ao 4º Centenário de São Paulo - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  404. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1955 - Sinhá moça - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  405. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1956 - Inferno verde - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  406. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1957 - Sonho de Esmeralda ou Fascinação do Ouro e Diamantes - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  407. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1959 - Heróis e Heroínas - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  408. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1961 - Leilão de Escravos - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  409. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1969 - Tijuca sempre jovem - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  410. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1973 - Bom dia, café! - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  411. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1974 - Petrópolis, nossa flor serrana - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  412. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1975 - Magia africana no Brasil e seus mistérios - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  413. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1976 - No mundo encantado dos deuses afro-brasileiros - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  414. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1978 - A Praça dos Sonhos, Amor, Alegria e Fantasia - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  415. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1979 - Brasil canta e dança - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 4 de março de 2016 
  416. «Acadêmicos do Salgueiro - Carnaval de 1979 - O reino encantado da mãe natureza contra o reino do mal - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Acadêmicos do Salgueiro. Consultado em 3 de dezembro de 2015 
  417. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1981 - Macobeba - O que dá pra rir, dá pra chorar - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 3 de março de 2016 
  418. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1982 - Lima Barreto, mulato, pobre, mas livre - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 3 de março de 2016 
  419. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1983 - Brasil: devagar com o andor que o santo é de barro - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 3 de março de 2016 
  420. «Acadêmicos do Salgueiro - Carnaval de 1968 - Dona Beja, a feiticeira de Araxá - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Acadêmicos do Salgueiro. Consultado em 3 de dezembro de 2015 
  421. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1985 - Mas o que foi que aconteceu? - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 3 de março de 2016 
  422. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1986 - Cama, mesa e banho de gato - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 3 de março de 2016 
  423. «Tijuca 1986». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  424. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1987 - As três faces da moeda - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  425. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1988 - Templo do absurdo - Bar Brasil - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  426. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1989 - De Portugal à Bienal no país do carnaval - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  427. «Tijuca 1989». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  428. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1990 - E o Borel descobriu... Navegar foi preciso - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  429. «Tijuca 1986». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  430. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1991 - Tá na mesa Brasil - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  431. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1992 - Guanabaram, o seio do mar - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  432. «Tijuca 1986». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  433. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1993 - Dança Brasil - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  434. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1994 - SóRio... É verão - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  435. «Tijuca 1994». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  436. a b c d e «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1995 - Os nove bravos do Guarani - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  437. «Tijuca 1986». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  438. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1996 - Ganga-Zumbi, Expressão de uma Raça - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 2 de março de 2016 
  439. «Tijuca 1986». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  440. «Tijuca 1998». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  441. «Tijuca 1999». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  442. Academia do Samba. «Grupo de acesso 1999». Consultado em 31 de outubro de 2013 
  443. «Tijuca 2000». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  444. «Tijuca 2001». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  445. «Tijuca 2002». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  446. «Tijuca 2003». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  447. «Tijuca 2004». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  448. «Tijuca 2005». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  449. «Tijuca 2006». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  450. «Tijuca 2007». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  451. «Tijuca 2008». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  452. «Tijuca 2009». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  453. «Tijuca 2010». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  454. «Tijuca 2011». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  455. SRZD-Carnaval (7 de março de 2011). «Unidos da Tijuca faz desfile com cara de campeã e recheada com assinatura do gênio Paulo Barros». 9h13. Consultado em 10 de novembro de 2013 
  456. «Tijuca 2012». Portal Academia do Samba. Consultado em 28 de outubro de 2013 
  457. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2013 - Desceu num raio, é trovoada! O Deus Thor pede passagem pra mostrar nessa viagem a Alemanha encantada - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  458. a b c d e «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2014 - Acelera, Tijuca - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  459. «Carnaval de 2016 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  460. Extra (18 de junho de 2016). «BEYONCÉ E MICHAEL JACKSON SERÃO HOMENAGEADOS NO DESFILE DA UNIDOS DA TIJUCA». 05h54 
  461. Sambarazzo (18 de junho de 2016). «Oh, yeah! Estados Unidos inspiram enredo musical da Tijuca» 
  462. Istoé (3 de julho de 2017). «Miguel Fallabela será enredo da Unidos da Tijuca em 2018». 10h47 
  463. Agência Brasil (1 de março de 2019). «Unidos da Tijuca promete levar mensagem de amor ao Sambódromo». 07h00 
  464. a b c d e f g h «Unidos da Tijuca». Apoteose. Consultado em 27 de maio de 2020. Cópia arquivada em 27 de maio de 2020 
  465. Lisboa, Vinicius (21 de janeiro de 2021). «Prefeito diz que Rio não terá carnaval fora de época em julho». Agência Brasil. Consultado em 4 de fevereiro de 2021 
  466. Carnavalesco, Redação (1 de outubro de 2020). «Guaraná é o enredo da Unidos da Tijuca para o próximo carnaval». Carnavalesco. Consultado em 19 de janeiro de 2021 
  467. «Carnaval de 2023 - Ordem». Galeria do Samba. Consultado em 17 de fevereiro de 2023 
  468. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1932 - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 12 de março de 2016 
  469. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1935 - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 12 de março de 2016 
  470. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1966 - O Império em Três Atos - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 12 de março de 2016 
  471. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1999 - O dono da terra - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  472. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2000 - Terra dos Papagaios... Navegar foi preciso! - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  473. «1932». Galeria do Samba. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  474. «Gambazinho». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  475. «Neguinho da Beija-Flor». www.sambariocarnaval.com. Consultado em 11 de setembro de 2025. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2025 
  476. «Sobrinho». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2025 
  477. «Vaguinho». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  478. «Carlinhos de Pilares». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  479. «Paulinho Mocidade». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  480. «Serginho do Porto». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2025 
  481. «David do Pandeiro». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  482. a b «Wantuir». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  483. «Bruno Ribas». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  484. «Tinga». Sambario Carnaval. Consultado em 16 de fevereiro de 2017 
  485. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1991 - Tá na mesa Brasil - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  486. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1996 - Ganga-Zumbi, Expressão de uma Raça - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  487. a b c d e «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1997 - Viagem pitoresca pelos cinco continentes num jardim - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  488. a b c d e «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1998 - De Gama a Vasco, a epopéia da Tijuca - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  489. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2002 - O sol brilha eternamente sobre o mundo de língua portuguesa - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  490. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2003 - Agudás: os que levaram a África no coração e trouxeram para o coração da África, o Brasil! - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  491. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2005 - Entrou por um lado, saiu pelo outro... Quem quiser que invente outro! - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  492. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2006 - Ouvindo tudo que vejo, vou vendo tudo que ouço - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  493. «LAMBE-LAMBE IMPERIAL ESTÁ NA COMISSÃO DE FRENTE DA TIJUCA». G1. 19 de fevereiro de 2007. Consultado em 14 de julho de 2019 
  494. a b «Unidos da Tijuca terá dupla de coreógrafos assinando a comissão de frente». Galeria do Samba. 5 de março de 2007. Consultado em 14 de julho de 2019 
  495. a b «Carnaval de 2018 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  496. «Jardel Lemos não é mais coreógrafo da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. 5 de março de 2020. Consultado em 6 de março de 2020 
  497. a b «Unidos da Tijuca em 1984». O Globo. 4 de março de 1984. p. 3. Consultado em 31 de julho de 2019. Arquivado do original em 31 de julho de 2019 
  498. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2001 - Tijuca, com Nélson Rodrigues, pelo buraco da fechadura - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  499. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2004 - O sonho da criação e a criação do sonho. A arte da ciência no tempo do impossível - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  500. a b c d «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2008 - Vou juntando o que eu quiser, minha mania vale ouro. Sou Tijuca, trago a arte colecionando o meu tesouro - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  501. «Unidos da Tijuca, última a desfilar, traz 'disco voador' - Geral - Estadão». Estadão. Consultado em 7 de março de 2016 
  502. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2009 - Tijuca 2009: uma odisséia sobre o espaço - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 7 de março de 2016 
  503. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2010 - É segredo! - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  504. www.srzd.com. «Tijuca não renova com casal Alex Marcelino e Raphaela Caboclo». Consultado em 13 de março de 2020 
  505. «Carnaval de 2022 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  506. «Ela está de volta! Lucinha Nobre é a nova porta-bandeira da Unidos da Tijuca para o Carnaval 2024». Carnavalesco. 28 de fevereiro de 2023. Cópia arquivada em 26 de novembro de 2023 
  507. «Carnaval de 1989 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  508. «Unidos da Tijuca 1989». www.academiadosamba.com.br. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  509. «Carnaval de 1991 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  510. «Unidos da Tijuca 1991». www.academiadosamba.com.br. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  511. «Carnaval de 1998 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  512. «Carnaval de 2000 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  513. «Carnaval de 2001 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  514. «Carnaval de 2002 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  515. «Unidos da Tijuca 2002». www.academiadosamba.com.br. Consultado em 25 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2023 
  516. «Carnaval de 2004 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  517. «Unidos da Tijuca 2004». Academia do Samba. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  518. «Carnaval de 2005 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  519. «Unidos da Tijuca 2005». www.academiadosamba.com.br. Consultado em 25 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  520. «Carnaval de 2006 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  521. «Carnaval de 2008 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Consultado em 25 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  522. «Carnaval de 2009 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  523. «Unidos da Tijuca 2009». www.academiadosamba.com.br. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  524. «Carnaval de 2010 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  525. «Unidos da Tijuca 2010». www.academiadosamba.com.br. Cópia arquivada em 28 de outubro de 2013 
  526. «Carnaval de 2011 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  527. «Carnaval de 2016 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  528. «Carnaval de 2017 - Unidos da Tijuca». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  529. a b «Unidos da Tijuca apresenta novo segundo mestre-sala para Carnaval 2023». O Dia. 24 de agosto de 2022. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  530. Silva, Fábio. «Unidos da Tijuca tem novo segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira». Galeria do Samba. Cópia arquivada em 25 de novembro de 2023 
  531. «Unidos da Tijuca apresenta novo segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira». O Dia. 19 de junho de 2025. Cópia arquivada em 20 de junho de 2025 
  532. «Por Dentro do Ritmo: a bateria Pura Cadência da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. Consultado em 12 de março de 2016 
  533. «Imperatriz Leopoldinense conquista o Estandarte de Ouro». O Globo. Consultado em 10 de março de 2016 
  534. Academia do Samba. «título=Estandarte de Ouro - Melhor Bateria». Consultado em 10 de novembro de 2013 
  535. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1962 - Rio pitoresco - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 10 de março de 2016 
  536. a b c «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1980 - Delmiro Gouveia - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  537. «Mestre Marçal». www.sambariocarnaval.com. Cópia arquivada em 6 de maio de 2025 
  538. a b «Unidos da Tijuca - Carnaval de 1981 - Macobeba - O que dá pra rir, dá pra chorar - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  539. a b «Unidos da Tijuca – Carnaval 2019». Apoteose.com. Cópia arquivada em 22 de abril de 2019 
  540. a b «Unidos da Tijuca mexe na equipe de direção de carnaval e harmonia para o Carnaval 2025». carnavalesco.com. 16 de maio de 2024. Cópia arquivada em 16 de julho de 2025 
  541. «Academia do Samba - O maior portal do Carnaval Brasileiro». www.academiadosamba.com.br. Consultado em 11 de março de 2016 
  542. «Unidos da Tijuca - Carnaval de 2015 - Um conto marcado no tempo - O olhar suíço de Clóvis Bornay - Galeria do Samba - As Escolas de Samba do Rio de Janeiro». Galeria do Samba - Escolas de Samba - Unidos da Tijuca. Consultado em 11 de março de 2016 
  543. «Fernando Costa vai acumular direção de harmonia na Unidos da Tijuca». Carnavalesco. Consultado em 11 de março de 2016 
  544. a b c «Contato». Consultado em 14 de maio de 2016 
  545. a b c «LIESA - Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Alessandra Pirotelli/Camarote Brasil)». liesa.globo.com. Consultado em 14 de maio de 2016 
  546. «Atual campeã do carnaval, Unidos da Tijuca inaugura quadra de R$1 milhão». ultimosegundo. Consultado em 14 de maio de 2016 
  547. «Quadra da Unidos da Tijuca vai virar centro empresarial». Extra Online. Consultado em 14 de maio de 2016 
  548. «G.R.E.S Unidos da Tijuca». www.boadiversao.com.br. Consultado em 14 de maio de 2016 
  549. «Unidos da Tijuca terá de deixar terreno na Zona Portuária até julho de 2015». O Globo. Consultado em 14 de maio de 2016 
  550. «Unidos da Tijuca será despejada para construção de megatorres». O Dia Online. 19 de dezembro de 2012. Consultado em 14 de maio de 2016 
  551. Dia, O. (15 de agosto de 2025). «Unidos da Tijuca anuncia nova quadra na Gamboa | O Dia na Folia». O Dia. Consultado em 18 de agosto de 2025 
  552. «O que é e qual a finalidade? :: Família Tijucana». www.familiatijucana.com.br. Consultado em 15 de maio de 2016 
  553. «Dois anos da Torcida Organizada Família Tijucana será comemorado no próximo domingo - Eventos - Unidos da Tijuca». unidosdatijuca.com.br. Consultado em 15 de maio de 2016 
  554. «Família Tijucana é a torcida da Unidos da Tijuca». Carnavalesco. Consultado em 15 de maio de 2016 
  555. «Torcida Organizada de Samba - Família Tijucana». tititidosamba.com.br. Consultado em 15 de maio de 2016 
  556. «Mascote, símbolo e padrinhos :: Família Tijucana». www.familiatijucana.com.br. Consultado em 15 de maio de 2016 
  557. «Troféu Gato de Prata: SRZD é homenageado pela cobertura do Carnaval». SRZD - Sidney Rezende. Consultado em 15 de maio de 2016 
  558. «Prêmio Machine - Bastidores do Carnaval Carioca será entregue hoje com festa na quadra da Estácio». Galeria do Samba - Notícias. Consultado em 1 de abril de 2016 
  559. «Prêmio 'Machine Bastidores do Carnaval Carioca': SRZD fatura o de melhor cobertura». SRZD - Sidney Rezende. Consultado em 1 de abril de 2016 

Ligações externas

[editar | editar código]
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Commons Categoria no Commons
Wikinotícias Notícias no Wikinotícias