Julinho Nascimento

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Julinho Nascimento
Último dia de desfile do Grupo Especial no Rio 08.jpg
Julinho no desfile de 2011 da Unidos de Vila Isabel.
Informações pessoais
Nome completo Júlio César da Conceição Nascimento
Data de nasc. 11 de junho de 1973 (46 anos)
Local de nasc. Rio de Janeiro,  Brasil
Informações profissionais
Escola atual Unidos do Viradouro
Escolas de samba

Júlio César da Conceição Nascimento, mais conhecido como Julinho Nascimento (Rio de Janeiro, 11 de junho de 1973) é um mestre-sala de escola de samba brasileiro, duas vezes campeão da primeira divisão do carnaval carioca e outras quatro vezes campeão da segunda divisão.[1] Também é vencedor de quatro Estandartes de Ouro, considerado o "Óscar do carnaval".[2]

Filho de Edelzuíta da Conceição e do compositor Velha da Portela, desde cedo frequentava escolas de samba. Estreou na escola de samba mirim Corações Unidos do Ciep.[3] Foi segundo mestre-sala da Tradição, até assumir o primeiro posto, em 1990. Dançou por três anos com sua madrinha, a porta-bandeira Vilma Nascimento, e depois mais treze anos com a filha dela, Danielle Nascimento.[4]

A partir de 2018, passou a dançar com a porta-bandeira Rute Alves, com quem forma uma parceira há mais de dez anos. Nesse período conquistou três campeonatos e diversos prêmios, além de notas máximas dos jurados do carnaval.[5]

Julinho é professor de educação física, formado pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).[6] O mestre-sala tem três filhos, frutos do relacionamento com sua esposa Cláudia.[7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

1973-1990: Infância e estreia no carnaval[editar | editar código-fonte]

Bairro de Ramos, onde Julinho foi criado, sob a sombra da Igreja da Penha.

Júlio César da Conceição Nascimento nasceu no dia 11 de junho de 1973, no Rio de Janeiro. Filho de Edelzuíta da Conceição Nascimento, a Dona Delza, e Eusébio Nascimento, o Velha da Portela, Julinho foi criado no bairro de Ramos, na Zona Norte do Rio. O envolvimento com o samba e o carnaval vem de berço. Sua mãe desfilava na escola de samba Imperatriz Leopoldinense, tendo participado da primeira comissão de frente totalmente formada por mulheres. Seu pai foi eleito Cidadão Samba em 1983, além de presidente da ala de compositores da Portela e um dos autores do samba-enredo "O Mundo Melhor de Pixinguinha". Seu tio, Niltinho Tristeza, foi compositor da Imperatriz e um dos autores do samba-enredo campeão de 1989, "Liberdade, Liberdade, Abre as Asas Sobre Nós!". A ex porta-bandeira Vilma Nascimento é sua madrinha de batismo.[8] Julinho aprendeu a sambar com o pai, quem ele descreve como um "sambista nato". Frequentando as quadras de escolas de samba, passou a se interessar pela dança do casal de mestre-sala e porta-bandeira. Na Imperatriz, assistiu inúmeras apresentações de Chiquinho e Maria Helena. Também tinha como referência, a madrinha Vilma, com quem sonhava um dia dançar.[7]

Julinho estreou no carnaval em 1986, como mestre-sala da Corações Unidos do Ciep, escola de samba mirim fundada no ano anterior.[3] Nos carnavais de 1988 e 1989, desfilou como segundo mestre-sala da Tradição, escola onde sua madrinha Vilma era a primeira porta-bandeira. Com o desligamento do mestre-sala Paulo Roberto da Tradição, Vilma chamou o afilhado para assumir o primeiro posto. Em 1990, aos dezesseis anos, Julinho estreou como primeiro mestre-sala de uma escola de samba, e realizou o sonho de dançar com sua madrinha Vilma Nascimento.[7] O pai de Julinho morreu logo após o carnaval daquele ano.[6][4]

"Desfilar pela primeira vez com minha madrinha Vilma Nascimento, dias antes do meu pai falecer e ter tido a oportunidade de receber dele um agradecimento pelo meu empenho e desempenho na Avenida foi inesquecível. Prometi a ele que um dia seria reconhecido como um grande sambista, assim como ele foi."
— Julinho sobre a morte do pai.[4]
Julinho e sua madrinha, Vilma Nascimento, no desfile de 1991 da Tradição.

1991-2005: Passagem pela Tradição[editar | editar código-fonte]

Em 1991, novamente Julinho dançou com Vilma. A Tradição venceu o Grupo A, sendo promovida à primeira divisão do carnaval. No ano seguinte, em 1992, madrinha e afilhado dançaram juntos pela última vez. Julinho fez sua estreia na primeira divisão do carnaval, mas a Tradição foi rebaixada novamente para o Grupo A. Após o carnaval, Vilma decidiu se aposentar. Para ocupar seu lugar, Vilma indicou sua filha, Danielle Nascimento. No primeiro ano em que dançaram juntos, Julinho e Danielle foram campeões do Grupo A com a Tradição. No ano seguinte, em 1994, a Tradição conquistou sua melhor colocação até então, o sexto lugar da primeira divisão. Em 1996 a escola foi novamente rebaixada. Em 1997, Julinho e Danielle venceram mais uma vez o Grupo A com a Tradição. De volta ao Grupo Especial em 1998, Julinho e Danielle conquistaram a nota máxima de todos os jurados pela primeira vez. Além deles, apenas Chiquinho e Maria Helena da Imperatriz e Giovanna e Marquinhos da Mangueira, receberam cinco notas máximas.[9] O fato se repetiu em 2000, quando Julinho e Danielle foram um dos três casais a conquistarem a pontuação máxima dos jurados.[10] Nesta época, a Tradição acumulava resultados abaixo do décimo lugar, perto da zona de rebaixamento. A exceção foi em 2001, quando a escola homenageou Silvio Santos, conquistando o oitavo lugar.[11] Em 2005, a escola não conseguiu escapar do rebaixamento. Pela primeira vez, desde o início da parceria, Julinho e Danielle não receberam nenhuma nota dez.[12]

2006-2013: Viradouro e Vila Isabel[editar | editar código-fonte]

Desfile da Viradouro em 2007. Inovação na roupa não foi bem aceita pelos jurados.

Para o carnaval de 2006, Danielle seguiu na escola, enquanto Julinho se transferiu para a Viradouro, onde ficou por dois anos. Em 2007, no desfile sobre jogos, do carnavalesco Paulo Barros, Julinho e a porta-bandeira Simone se apresentaram com fantasias pouco convencionais. A saia da porta-bandeira reproduzia uma roleta, que quando girava, soltava faíscas. Julinho representava um crupiê.[13][14] A indumentária desagradou o júri e o casal perdeu sete décimos. Tijuca e Viradouro empataram em pontos totais.[15] Em 2008, Julinho se transferiu para a Unidos de Vila Isabel, onde passou a dançar com a porta-bandeira Rute Alves. Pelo seu desempenho no carnaval de 2009, Julinho recebeu o prêmio Estandarte de Ouro, considerado o "Óscar do carnaval".[16] A Vila Isabel se classificou na quarta colocação. Em 2010, novamente Julinho foi premiado pelo Estandarte, dessa vez, junto com sua porta-bandeira, Rute.[17] A Vila ficou de novo em quarto lugar. Em 2011, Julinho conquistou seu terceiro Estandarte de Ouro consecutivo.[18] A Vila novamente ficou em quarto lugar. Em 2012, pela primeira vez, o casal conquistou nota máxima dos jurados. Os dois também receberam mais um Estandarte de Ouro, sendo o quarto consecutivo de Julinho. A Vila ficou em terceiro lugar com um elogiado desfile sobre Angola.[19] No ano seguinte, em 2013, a Vila venceu o carnaval e Julinho conquistou seu primeiro título de campeão na primeira divisão. Mais uma vez, o mestre-sala e Rute conquistaram a nota máxima de todos os jurados.[20]

Julinho e Rute no desfile campeão da Tijuca em 2014.

2014-presente: Título na Tijuca e retorno à Viradouro[editar | editar código-fonte]

Após o campeonato conquistado, a Vila Isabel sofreu um debandada de profissionais. Além da carnavalesca Rosa Magalhães, do intérprete Tinga e do coreógrafo Marcelo Misailidis, Julinho e Rute também se desligaram da agremiação e se transferiram para a Unidos da Tijuca.[21] No primeiro ano na nova escola, Julinho e Rute foram campeões, novamente conquistando a nota máxima de todos os jurados.[22] Foi o segundo título de Julinho no Grupo Especial. Em 2016 foram vice-campeões, ainda com a Unidos da Tijuca. No carnaval de 2017, participaram do trágico desfile da Tijuca, onde diversas pessoas ficaram feridas com a queda da estrutura de uma das alegorias da escola.[23] De acordo com o laudo pericial, a responsável pelo acidente foi uma empresa de equipamentos hidráulicos contratada para cuidar da engrenagem de sustentação da alegoria. A escola foi inocentada.[24] O casal alegou ter sido prejudicado com o vento do helicóptero da Rede Globo, que fazia imagens aéreas do acidente.[25] Após o carnaval o casal se desligou da escola.[26] Para o carnaval de 2018, Julinho acertou seu retorno à Viradouro, dessa vez, com Rute Alves.[27] Juntos, conquistaram o campeonato da Série A, a segunda divisão do carnaval. Em 2019, no retorno à primeira divisão, Julinho e Rute conquistaram a nota máxima de todos os jurados e foram vice-campeões com a Viradouro.[28]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Abaixo, a lista de carnavais de Julinho e seu desempenho em cada ano.

Legenda:  0  Nota descartada  N  Escola foi campeã  *  Sem informação disponível
Ano Divisão Escola de Samba Classificação Porta-Bandeira Notas Ref.
1988 Grupo 1 Tradição 8.º lugar * Segundo mestre-sala [nota 1] [29][30]
1989 Grupo 1 Tradição 16.º lugar (rebaixada) * Segundo mestre-sala [nota 1] [31][30]
1990 Grupo A Tradição 4.º lugar Vilma Nascimento * [32][33]
1991 Grupo A Tradição Campeã Vilma Nascimento * [34][33]
1992 Especial Tradição 14.º lugar (rebaixada) Vilma Nascimento 10 9,5 9 - - [35][36]
1993 Grupo A Tradição Campeã Danielle Nascimento * [37][30]
1994 Especial Tradição 6.º lugar Danielle Nascimento 10 9,5 9 - - [38][39]
1995 Especial Tradição 13.º lugar Danielle Nascimento 10 10 10 9,5 9,5 [40][41]
1996 Especial Tradição 16.º lugar (rebaixada) Danielle Nascimento 10 10 10 9,5 9 [42][43]
1997 Grupo A Tradição Campeã Danielle Nascimento * [44][30]
1998 Especial Tradição 11.º lugar Danielle Nascimento 10 10 10 10 10 [45][9]
1999 Especial Tradição 12.º lugar Danielle Nascimento 10 10 8,5 - - [46][47]
2000 Especial Tradição 12.º lugar Danielle Nascimento 10 10 10 - - [48][10]
2001 Especial Tradição 8.º lugar Danielle Nascimento 10 9,5 9,5 - - [11][49]
2002 Especial Tradição 13.º lugar Danielle Nascimento 10 10 9,8 9,6 - [50][51]
2003 Especial Tradição 13.º lugar Danielle Nascimento 10 9,9 9,8 9,7 - [52][53]
2004 Especial Tradição 12.º lugar Danielle Nascimento 10 10 9,9 9,8 - [54][55]
2005 Especial Tradição 14.º lugar (rebaixada) Danielle Nascimento 9,9 9,9 9,9 9,8 - [56][12]
2006 Especial Unidos do Viradouro 3.º lugar Patrícia Gomes 10 9,9 9,9 9,8 - [57][58]
2007 Especial Unidos do Viradouro 5.º lugar Simone Pereira 10 9,8 9,8 9,7 - [59][15]
2008 Especial Unidos de Vila Isabel 9.º lugar Rute Alves 10 10 9,9 9,9 - [60][61]
2009 Especial Unidos de Vila Isabel 4.º lugar Rute Alves 10 10 10 9,8 - [62][63]
2010 Especial Unidos de Vila Isabel 4.º lugar Rute Alves 10 10 10 9,9 9,8 [64][65]
2011 Especial Unidos de Vila Isabel 4.º lugar Rute Alves 10 10 9,9 9,9 9,8 [66][67]
2012 Especial Unidos de Vila Isabel 3.º lugar Rute Alves 10 10 10 10 - [68][69]
2013 Especial Unidos de Vila Isabel Campeã Rute Alves 10 10 10 10 - [70][20]
2014 Especial Unidos da Tijuca Campeã Rute Alves 10 10 10 10 - [71][22]
2015 Especial Unidos da Tijuca 4.º lugar Rute Alves 10 9,9 9,8 9,7 - [72][73]
2016 Especial Unidos da Tijuca Vice-campeã Rute Alves 10 10 9,9 9,9 - [74][75]
2017 Especial Unidos da Tijuca 11.º lugar Rute Alves 10 9,9 9,8 9,7 - [76][77]
2018 Série A Unidos do Viradouro Campeã Rute Alves 10 10 10 9,9 - [78][79]
2019 Especial Unidos do Viradouro Vice-campeã Rute Alves 10 10 10 10 - [80][28]

Títulos e estatísticas[editar | editar código-fonte]

Julinho foi campeão do carnaval carioca por duas vezes na primeira divisão e outras quatro vezes no segundo grupo.

Divisão Farm-Fresh cup gold.png
Campeonato
Ano Farm-Fresh cup silver.png
Vice
Ano Farm-Fresh cup bronze.png
Terceiro lugar
Ano
Emblem-star.svg
Grupo Especial
2 2013 e 2014 2 2016 e 2019 2 2006 e 2012
Emblem-star-gray.svg
Grupo A
4 1991, 1993, 1997 e 2018 0 - 0 -

Premiações[editar | editar código-fonte]

Abaixo, a lista de prêmios recebidos por Julinho em sua carreira no carnaval.

2009 - Melhor Mestre-Sala (Vila Isabel) [2][16]

2010 - Melhor Mestre-Sala (Vila Isabel) [2][17]

2011 - Melhor Mestre-Sala (Vila Isabel) [2][18]

2012 - Melhor Mestre-Sala (Vila Isabel) [2][19]

Notas

  1. a b O segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira não é julgado.

Referências

  1. «Livro Abre-Alas - Domingo 2019» (PDF). LIESA. p. 107. Consultado em 6 de maio de 2019 
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  3. a b Prado, Luís (18 de fevereiro de 2014). «Escolas mirins do Rio: onde o samba começa». MultiRio. Consultado em 6 de maio de 2019. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2016 
  4. a b c «Julinho e Rute atingem maturidade juntos na Tijuca e disparam: 'Não existe dança sem coreografia' – Carnavalesco». Site Carnavalesco. Consultado em 5 de maio de 2019. Arquivado do original em 24 de outubro de 2016 
  5. Arantes, Rafael (28 de janeiro de 2017). «Bodas! Julinho e Rute completam 10 anos juntos: 'Não troco ele por nenhum outro'». Sambarazzo. Consultado em 6 de maio de 2019. Cópia arquivada em 6 de maio de 2019 
  6. a b «De mundos opostos, porta-bandeira e mestre-sala da Vila Isabel esbanjam harmonia». UOL. 8 de fevereiro de 2010. Consultado em 5 de maio de 2019. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2017 
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  8. Lima, João (12 de maio de 2010). «Samba no pé, no sangue e no coração». Jornal da PUC. Consultado em 6 de maio de 2019. Cópia arquivada em 6 de maio de 2019 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Bastos, João (2010). Acadêmicos, unidos e tantas mais - Entendendo os desfiles e como tudo começou 1.ª ed. Rio de Janeiro: Folha Seca. 248 páginas. ISBN 978-85-87199-17-1 
  • Cabral, Sérgio (2011). Escolas de Samba do Rio de Janeiro 3.ª ed. São Paulo: Lazuli; Companhia Editora Nacional. 495 páginas. ISBN 978-85-7865-039-1 
  • Gomyde Brasil, Pérsio (2015). Da Candelária à Apoteose - Quatro décadas de paixão 3.ª ed. Rio de Janeiro: Multifoco. 501 páginas. ISBN 978-85-7961-102-5 
  • Motta, Aydano André (2013). Onze mulheres incríveis do carnaval carioca - Histórias de Porta-bandeiras 1.ª ed. Rio de Janeiro, Brasil: Verso Brasil Editora. 229 páginas. ISBN 978-85-62767-10-4 

Ver também[editar | editar código-fonte]

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