Neide da Mangueira

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Neide Gomes Santana (Rio de Janeiro, 1940-1981) foi uma porta-bandeira brasileira.[1]

Assumiu o posto de primeira porta-bandeira da Mangueira em 1954[2] e nele permaneceu até 1980. Foi substituída por Mocinha, que por 25 anos havia sido a segunda porta-bandeira da escola[3]. Fez parceria com Delegado, considerado um dos maiores mestres-sala do carnaval carioca.[4]

Ao longo das décadas de 60 e 70 manteve uma disputa com Vilma Nascimento, da Portela, pelo título de melhor porta-bandeira do carnaval carioca. Ganhou cinco vezes seguidas o Estandarte de Ouro, de 1972 (primeira edição do prêmio) até 1976.[5]

Morreu em 1981, vítima de um câncer que tentava esconder para não ser impedida de desfilar[6][7] Dá nome a uma rua no bairro de Mangueira, no Rio de Janeiro.[8]

Referências

  1. As musas do Carnaval. Veja, 18 de fevereiro de 2009
  2. Levanta a bandeira colorida. Jornal do Brasil, 23 de fevereiro de 1968
  3. A espera de 25 anos pela bandeira amada. O Globo, 6 de fevereiro de 1981
  4. «Morre o grande mestre-sala Delegado, da Mangueira». O Globo. Consultado em 1 de março de 2019 
  5. Estandarte de Ouro - Melhor Porta-bandeira. Academia do Samba
  6. Resenha Literária: “Porta-Bandeiras”. Ouro de Tolo, 3 de janeiro de 2014.
  7. História do Carnaval Arquivado em 15 de janeiro de 2012, no Wayback Machine.. LIESA
  8. Lei nº 235 de 24 de agosto de 1981. Jusbrasil