Adalto Magalha

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Adalto Magalha
Informação geral
Nome completo Adalto Magalhães Gavião
Nascimento 9 de janeiro de 1945
Local de nascimento Rio de Janeiro, DF
País  Brasil
Morte 6 de agosto de 2016 (71 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ
Gênero(s) MPB
Ocupação(ões) Cantor e compositor

Adalto Magalha, nome artístico de Adalto Magalhães Gavião (Rio de Janeiro, 9 de janeiro de 1945Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2016), foi um cantor e compositor de música popular brasileira.[1]

Dados Artísticos[editar | editar código-fonte]

Em 1986, foi lançado pela gravadora Fama o LP "Explosão do pagode", no qual participou ao lado de Carlos Sapato, Cláudio Camunguelo, Baita, entre outros. No LP interpretou três composições de sua autoria: "Senhor cidadão" (c/ Acyr Marques), "Fonte de energia" e "Eu gosto assim", as duas últimas em parceria com Adilson Victor. Almir Guineto gravou em LP ainda neste ano "Super man" (c/ Almir Guineto), "Cenário" (c/ Capri e Almir Guineto), "Santo errado" (c/ Almir Guineto e Capri) e "Feito aguardente" (c/ Almir Guineto); e em 1987, em outro disco do mesmo cantor, foram gravadas "Eterno companheiro"(c/ Guará da Empresa e Almir Guineto), "Surra de açoite" (c/ Almir Guineto), e a faixa-título "Perfume de champagne" (c/ Almir Guineto e Vanilda Bazeth). Neste mesmo ano de 1987, Jovelina Pérola Negra lançou o LP "Luz do repente", no qual incluiu "Banho de felicidade" (c/ Wilson Moreira) e "Trama" (c/ Almir Guineto). Em 1988, compôs para a G. R. E. S. Unidos de Cabuçu o samba-enredo "Milton Nascimento, sou do mundo, sou de Minas Gerais", em parceria com Paulinho Tapajós, Edmundo Souto, Adilson Gavião, Dudu e Sérgio Magnata. No ano de 1989 Almir Guineto no LP "Jeito de amar" gravou algumas composições de Adalto Magalha: "Trabalho gigante" (c/ Almir Guineto e Carlos Senna), "Dura missão" (com Almir Guineto, J. Lauriano, Carlinhos Russo e Zezinho do Vale), "Lindo requebrado (c/ Almir Guineto, Beto Sem Braço e Carlos Senna), "Mãe natureza"(c/ Almir Guineto), "Lugar ao sol" (c/ Arlindo Cruz e Almir Guineto), "Grande herói" (c/ Almir Guineto, Chico Serra e Guará da Empresa), e a faixa-título "Jeito de amar"(c/ Almir Guineto). Ainda em 1989 Beth Carvalho gravou "Corda no pescoço" (Adalto Magalha e Almir Guineto). Dominguinhos do Estácio interpretou duas composições de sua autoria: "Sob os olhos de Oxalá" (c/ Pedrinho da Flor e Zé Roberto) e "Sede de amor" (c/ Pedrinho da Flor). Outra composição sua deu nome ao disco de Dominguinhos do Estácio: "Gosto de festa" (c/ Carlos Senna e Almir Guineto). Em 1990, Reinaldo, no disco "Coisa sentimental", pela gravadora Continental, incluiu "Doce lembrança", em parceria com Almir Guineto. No ano de 1998, o grupo Razão Brasileira gravou três parcerias suas com Pedrinho da Flor: "Medo", Telefone" e "Eu menti". No ano seguinte, Leci Brandão, no disco "Auto-estima", pela gravadora Trama, interpretou "Rendição", em parceria com Almir Guineto e Capri. Em 2000, a Escola de Samba Tradição desfilou com um samba-enredo de sua autoria em parceria com Lourenço, "Liberdade! Sou negro, raça e Tradição", puxado por Wantuir. No ano seguinte, ainda em parceria com Lourenço, a Tradição desfilou com o samba-enredo "O Homem do Baú - Hoje é domingo, é alegria, vamos sorrir e cantar!", uma homenagem a Sílvio Santos. No ano de 2002, outra vez em parceria com Lourenço, a escola Tradição desfilou com o samba-enredo "Os encantos da Costa do Sol". No ano de 2003 compôs com Lourenço o samba-enredo "O Brasil é penta - R é 9 - o Fenômeno iluminado", com o qual a Tradição desfilou no carnaval. Neste mesmo ano sua composição "Banho de felicidade" (c/ Wilson Moreira), foi incluída no CD "Alma feminina", de Eliane Faria, lançado pelo selo ICCA (Instituto Cultural Cravo Albin). No ano de 2005, ao lado de Jorginho China, Paulinho Mocidade, Leandro Fregonesi e Eliane Faria, foi um dos convidados de Roberto Serrão em shows no bar Dama da Noite, na Lapa, show no qual lançou o CD "Samba de tradição"

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • 1986 - Explosão do Pagode
  • 2005 - Samba de Tradição
  • 2014 - Não Vivo Sem o Samba

Notas e Referências

  1. «Biografia no Cravo Albin». dicionariompb.com.br. Consultado em 6 de outubro de 2012 


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