Acyr Marques

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Acyr Marques da Cruz, mais conhecido como Acyr Marques, (Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1953Rio de Janeiro, 20 de abril de 2019) foi um compositor de música popular brasileira. Compôs várias músicas para o seu irmão Arlindo Cruz.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho do músico e policial Arlindo Domingos da Cruz e de Aracir Marques da Cruz. Afilhado do cantor e compositor Candeia, e de Valtenir Cruz. Irmão mais velho do cantor e compositor Arlindo Cruz. Pai da cantora Débora Cruz. Pertenceu à Ala de Compositores da escola de samba Império Serrano. Trabalhou como motorista de ônibus.[1] Acyr começou a carreira de compositor no início dos anos 1980, atuando em parceria com irmão Arlindo. Compôs grandes sucessos como "Casal Sem Vergonha", em parceria com o irmão Arlindo; "Coisa de Pele", com Jorge Aragão; "Fogueira de Uma Paixão", interpretada por Leci Brandão; "Insensato Destino", famosa na voz de Almir Guineto; "Ninguém Merece", gravada por Zeca Pagodinho; e "Dor de Amor", registrada por Beth Carvalho.[2]

Composições[editar | editar código-fonte]

Entre as composições mais famosas estão:

Casal sem-vergonha (c/ Arlindo Cruz)

Coco partido (c/ Franco e Arlindo Cruz)

Coisa de pele (c/ Jorge Aragão)

Coração brasileiro (c/ Franco e Arlindo Cruz)

Desta vez é amor (c/ Marquinhos PQD e Aluízio Machado)

Dor de amor (c/ Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz)

Ela não entendeu (c/ Arlindo Cruz)

Escorregar não é cair (c/ Carlos Sapato e Jorge Tetê)

Fogueira de uma paixão (c/ Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila)

Hino da noite (c/ Sombrinha e Arlindo Cruz)

Império Serrano, um ato de amor (c/ Arlindo Cruz, Bicalho e Aluízio Machado)

Insensato destino (c/ Chiquinho e Maurício Lins)

Já é ou já era (Arlindo Cruz e Maurição)

Me deixa (c/ Serginho Procópio e Marquinhos PQD)

Meu negócio é pagodear (c/ Carlos Sapato e Arlindo Cruz)

Ninguém merece (c/ Jorge David e Acyr Marques)

Nova mobília, velho fogão (c/ Luiz Carlos da Vila)

Partido-alto mora no meu coração (c/ Sombrinha e Arlindo Cruz)

Pra que tanta marra (c/ Sombrinha e Almir Guineto)

Pra ser lembrado depois (c/ Arlindo Cruz e Aluísio Machado)

Pura semente (c/ Arlindo Cruz)

Que pecado (c/ Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho)

Resumo (c/ Zé Roberto)

Sambista de fato (c/ Aluísio Machado)

Saudade louca (c/ Franco e Arlindo Cruz)

Senhor cidadão (c/ Adalto Magalha)

Vim pra dizer que te amo

Vizinha faladeira (c/ Luiz Carlos da Vila e Arlindo Cruz)

Morte[editar | editar código-fonte]

Acyr morreu no sábado, dia 20 de abril de 2019, aos 65 anos. O músico teve um infarto quando estava em casa no bairro de Cascadura, na zona norte do Rio.[2]

Notas e Referências

  1. a b «Biografia no Cravo Albin». dicionariompb.com.br/. Consultado em 20 de abril de 2019 
  2. a b «Morre aos 65 anos compositor Acyr Marques da Cruz, irmão de Arlindo Cruz». UOL. Consultado em 20 de abril de 2019 
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