Bigode

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Sir Claude Macdonald, um diplomata britânico, possuía um bigode pouco convencional.

Bigode é o conjunto de pelos faciais, localizados entre o nariz e o lábio superior e é comum ser preservado por alguns homens junto ou não de uma barba. Também ocorre em mulheres que, em sua maioria, optam por eliminá-los.

Historicamente, pode dizer-se que o bigode é um traço facial que tende a identificar diferentes culturas. Na sociedade ocidental o bigode caiu em desuso nas últimas décadas, sendo substituído por uma crescente exigência de limpeza visual.

Não é despropositado dizer que a sociedade global associa o bigode a alguns fenómenos sociais que não dependem da geografia. Teve grande importância na sociedade do século XIX e primeira metade do século XX. A utilização demonstrava ostentação socioeconómica e tinha uso quase que obrigatório entre os homens de grande importância no período acima citado.[carece de fontes?]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Os enormes bigodes que os germanos costumavam usar na Idade Média chamaram a atenção dos habitantes da Península Ibérica, como também os juramentos e as imprecações que aqueles bárbaros proferiam. Com inusitada frequência, os germanos exclamavam ‘bei Gott’, ‘por Deus!’ Mais que um juramento, era uma mera interjeição. Sem entender o que aquelas palavras significavam, os ibéricos começaram a chamar ‘bigod’ os homens bigodudos até que, com o tempo, a palavra já aportuguesada como bigode passou a designar o apêndice peludo.

Muitos acreditam que bigode chegou a nossa língua durante o Império de Carlos V da Alemanha (Carlos I da Espanha), com o forte contingente germânico que entrou nessa época na Península. Embora a etimologia pareça suficientemente comprovada, não é certo que tenham sido os germânicos que trouxeram a palavra. Carlos V governou o Império em começos do século XVI e no século XII, na França, já se chamavam bigod os normandos. Daí surgiu a dúvida sobre se este termo foi trazida pelos germanos ou pelos franceses.