João Batista das Neves

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João Batista das Neves foi um militar brasileiro, Capitão-de-Mar-e-Guerra, comandante do Encouraçado Minas Gerais e morto ao reagir ao motim de novembro (em 22 de novembro de 1910, da Revolta da Chibata). Nasceu no Estado de Mato Grosso a 28 de Junho de 1856. Obteve a patente de Guarda-Marinha em 27 de novembro de 1874; Segundo-Tenente em 28 de dezembro de 1876; Primeiro-Tenente em 31 de dezembro de 1880; Capitão-Tenente em 10 de Setembro de 1893 e Capitão-de-Mar-e-Guerra em 1 de dezembro de 1904. Teve papel importante na Revolta da Armada iniciada em 1893, comandando o cruzador Andrada e tomando parte no combate de 16 de abril de 1894, quando foi torpedeado o Aquidabã.

[Texto retirado da página 107 da publicação "A REVOLTA DOS MARINHEIROS - 1910" in "HISTÓRIA NAVAL BRASILEIRA" - Volume Quinto - Tomo I B, Serviço de Documentação da Marinha, Rio de Janeiro, 1997.]

João Batista das Neves era o comandante do Encouraçado Minas Gerais no dia 21 de novembro de 1910, quando o marinheiro Marcelino Menezes recebeu, sob seu comando, a punição de 250 chibatadas por ter ferido um cabo que delatou Marcelino por ele ter trazido cachaça para dentro do navio, o que era proibido a marinheiros. Na época era permitido aos oficiais beberem bebida alcóolica a bordo; aos marinheiros, não. Na época era permitido, pelo regulamento da Marinha Antiga, aplicar até 25 chibatadas nas costas do marujo que desobedecesse as regras; 250 era um abuso. O que a Revolta da Chibata exigia com seus canhões apontados para a capital do Brasil (Rio de Janeiro, na época) era o Fim da Chibata. Neste aspecto, foi uma luta vitoriosa. Houve também perdas (muitas mortes de oficiais e marinheiros, degredos e prisões de marinheiros anistiados pelo governo), conforme podem ser melhor visualizadas no artigo principal da Revolta da Chibata. Batista das Neves ocasionou o estopim para a revolta dos marinheiros. João Cândido, o marinheiro que liderou a revolta, foi uma das maiores vítimas da vingança dos almirantes da Marinha.

[RESUMO do que é exposto no livro de Edmar Morel, REVOLTA DA CHIBATA, e na publicação acima, da própria Marinha.]

Esta é uma biografia reduzida. Quem puder expandi-la, contribua, sem lançar termos ofensivos, apenas adicionando fatos que possam ser verificados em publicações do mundo real.