Jogo da bugalha

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Garota romana praticando o jogo.

É um dos jogos mais antigos do mundo. É normalmente praticado por crianças e mulheres.[1]

Definição[editar | editar código-fonte]

É um jogo composto de cinco peças, normalmente são utilizadas pedras polidas.

Os jogadores lançam as peças do jogo no ar e tentam pegar o maior número possível na parte de trás de uma das mãos enquanto caem. Quem pegar o maior nº de pedras ganha.

Origem[editar | editar código-fonte]

Cristina Von, em seu livro “A história do brinquedo”, afirma que o jogo tem origens pré-históricas e seria jogado, por reis e nobres, com pedras preciosas.

Na antiguidade era praticado com ossos feitos de tornozelos de ovelhas ou cabras, ou modelos desses.

Ainda segundo a autora, tem sua origem relacionada com os dados.

Nomenclatura[editar | editar código-fonte]

Por ser um jogo extremamente difundido pelo mundo, tem diversos nomes locais. É conhecido no Brasil como: Jogo das Pedrinhas,[2] Belisca,[3] Cinco Marias, Jogo do Osso, Onente,[4] Bato, Arriós, Telhos, Chocos, Aleija Mão e Nécara.[5] [6] Na Alemanha e Grécia é conhecido como Astragaloi. Em inglês Knucklebones e em francês: Osselets (que lembra sua associação com ossos)

Variantes[editar | editar código-fonte]

A bugalha é um jogo em que o objetivo consiste em pegar pedrinhas no ar. Ganha quem passar cinco fases.

Na primeira fase é necessário pegar uma pedrinha de cada vez. Na segunda é necessário pegar duas de cada vez, e assim sucessivamente. Quem deixar cair, perde.

No interior de São Paulo e em algumas outras regiões do país o jogo é constituído pelas fases:

1º - joga-se todas as peças para cima e tenta-se aparar o máximo delas com as costas da mão. Cada peça que fica nas costas da mão vale dez pontos.

2º - joga-se uma das peças (à escolha de um dos adversários) para cima, e antes que esta caia, pega-se outra do chão (neste momento fica-se com as duas na mão) e em seguida separa esta uma que foi pega ao lado. Este movimento (jogar, pegar, separar) é chamado de jogada e repete-se até que acabem as peças.

3º - igual a fase dois, mas nas jogadas pega-se duas peças por vêz.

4º - igual a fase dois, com uma jogada pegando uma, e outra pegando três.

5º - com as cinco na mão, joga-se uma para cima e coloca-se as outras quatro no chão. Joga-se esta uma para cima de novo e pega-se as quatro.

6º - faz-se um gol com uma mão (polegar e indicador no chão), e enquanto se joga uma peça para cima, da uma palmadinha numa das peças do chão para que estas passem por dentro do gol. a última deve ser empurrada para o gol com uma única palmadinha. as demais, com duas.

Cada vêz que a pessoa termina esta sequência, volta ao inicio, somando os pontos da jogada anterior.

Se um jogador errar, ele passa a vez para o adversário e qndo voltar a ser sua vez, ele pode continuar do início da fase em que tinha parado.

Para iniciar as jogadas 2, 3 e 4 as peças devem ser jogadas no chão (e não colocadas).

As peças podem ser, além de pedras, saquinhos (mais ou menos 3x4 cm) de tecido cheios de arroz, sementes, e tudo mais que a imaginação permitir.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • A história do brinquedo, Cristina Von, Ed. Alegro.

Referências

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