Museu da Loucura

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O Museu da Loucura foi inaugurado em 16 de agosto de 1996, através de uma parceria entre a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e a Fundação Municipal de Cultura de Barbacena (Fundac).

Faz parte do projeto “Memória Viva” e resgata a história da cidade, mantendo em seus locais originais o Núcleo Histórico. Está instalado no torreão do hospital construído em 1922.

É uma importante construção arquitetônica considerada símbolo do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena (CHPB), fato que motivou a escolha do local para abrigar o museu.

Tem como objetivo principal resgatar a história do primeiro hospital psiquiátrico de Minas Gerais, o lendário Hospital Colônia de Barbacena. Oferece um espaço para discussão e reflexão acerca das atuais diretrizes no campo da saúde mental. O acervo do museu é composto por textos, fotografias, documentos, equipamentos, objetos e instrumentação cirúrgica que relatam a história do tratamento ao portador de sofrimento mental.

No espaço existe também, a galeria de arte que oferece oportunidades para exposições de artistas da região e divulgação da grife “Pirô Crio”, composta por trabalhos manuais e de artesanato feito pelos usuários do hospital.

O Museu da Loucura serve de elo entre a instituição e a sociedade, e tem a expectativa de proporcionar a quebra do estigma contra o portador de sofrimento mental, despertando reflexões sobre as fronteiras entre a loucura e a razão.

Sala 1[editar | editar código-fonte]

Tem o relato da criação e evolução do 1º hospital de Assistência aos alienados de Minas Gerais. Fundado em 1903 no prédio do antigo Sanatório de Tuberculose fechado por motivo de falência. Esse tinha sua localização na Fazenda da Caveira, a qual pertencia ao traidor da Inconfidência Mineira, Joaquim Silvério dos Reis.

Sala 2[editar | editar código-fonte]

Descrição das diversas formas de tratamento a que eram submetidos os pacientes do hospital psiquiátrico.

Sala 3[editar | editar código-fonte]

O doente mental, abordagem do preconceito, abandono e descaso do paciente pela família e sociedade.

Sala 4[editar | editar código-fonte]

A vida dentro do hospício, fotos do CHPB em 1979, citando a venda de cadáveres e o absoluto descaso das autoridades sobre o paciente.

Sala 5[editar | editar código-fonte]

Representação de um centro cirúrgico, com aparelhos utilizados na psicocirurgia.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]