Notação húngara

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes. (desde julho de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

A Notação húngara, criada por Charles Simonyi, visa a facilitar o reconhecimento do tipo de variável num programa. O nome foi dado a partir de uma brincadeira comum entre os primeiros a conhecer a notação que a achavam estranha, fazendo o seguinte comentário: "É tão estranho que até parece húngaro".

Quando se confronta com a necessidade de dar um novo nome a uma variável num programa, o programador deve tomar alguns cuidados ao tomar essa decisão:

  • Nome mnemônico - é aquele que facilita a lembrança do significado pelo programador;
  • Nome sugestivo - é aquele em que outros podem ler o código;
  • Formato - é sempre visto como uma idéia estética, tendo sempre uma informação eficiente do programa teste;
  • Velocidade de decisão - não se pode perder muito tempo para ponderar um simples nome, pois não haverá tempo para editar e digitar nomes de variáveis longos.

A adoção deste critério de nomeação é bastante prática e intuitiva, sendo a idéia básica nomear todos os tipos de quantidades, visando-se a simplificar o entendimento do programa. Algumas vantagens deste método:

  • Os nomes em mnemônicos são utilizados num senso muito específico. Se alguém se lembrar da quantidade ou como os nomes foram construídos através de outros tipos, o nome poderá ser lido facilmente.
  • Os nomes sugestivos são muito bons. É capaz de se mapear qualquer nome dentro do seu tipo, tendo as informações necessárias para construir sua interface e utilizar de maneira correta sua quantidade.
  • Os nomes devem ser consistentes, porque eles são construídos pelas mesmas regras.
  • A decisão por um nome deve ser mecânica e rápida.
  • As expressões nos programas devem ser sugestivas, facilitando a leitura e acompanhamento do programa.

Com o objetivo de fazer listas intuitivas de se ler, os programas baseados na plataforma Windows utilizam a Notação húngara para gerar estas listas.

As regras para se utilizar a Notação húngara são:

  • Os tipos definidos e/ou criados devem aparecer em letras maiúsculas;
  • constantes e "Macros" que vêm definidas em arquivos inclusos aparecem também em letras maiúsculas;
  • Funções e nomes estruturados começam com letras maiúsculas. Nenhuma marca abaixo são utilizadas para nomes, exceto para os casos que se encontrem nas duas regras anteriores;
  • Nomes de objetos começam com uma ou mais letras maiúsculas, indicando o tipo do objeto.

A tabela abaixo indica os tipos de indicadores mais utilizados na Notação húngara:

Nome Descrição
s String
sz Aponta o primeiro caracter da terminação zero da string
st Ponteiro da string, o primeiro byte é contado dos caracteres
h handle (título)
msg Message
fn function (usada com pointer)
c char (8 bits)
by unsigned char (byte or uchar - 8 bits)
n Int
b Boolean (verdadeiro ou falso)
f Flag (boolean, logical). Se qualificado é usado, pode descrever o estado verdadeiro do flag. Exceção às constantes.
u integer
w Word
ch Char, com texto ASCII
l long int (32 bits)
dw unsigned long int (dword - 32 bits)