Nuclei Armati Rivoluzionari

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O Núcleo Armado Revolucionário (NAR) foi um grupo terrorista de inspiração neofascista ativo na Itália desde 1977 a novembro de 1981. Sua origem é em Roma e Triestre. Em quatro anos, os membros do NAR foram responsáveis por 33 assassinatos, sem contar as 85 mortes causadas pelo atentado de Bolonha, do qual, fora reconhecidos autores Valerio Fioravanti, Francesca Mambro e Luigi Ciavardini, todos pertencentes ao grupo, com a sentença definitiva.

Líderes do grupo[editar | editar código-fonte]

Executivos da NAR foram: Valerio Fioravanti, seu irmão mais novo, Cristiano Fioravanti, Francesca Mambro (então esposa de Valerio Fioravanti), Dario Pedretti e Alessandro Alibrandi. Acredita-se que a maior parte dos irmãos Fioravanti, Valerio (também conhecido como "Giusva") representava a figura carismática do grupo terrorista; Dario Pedretti foi a expressão "política".

Para Massimo Carminati teria tocado o papel como o principal elemento de mediadores entre o NAR e do submundo criminoso.

Giorgio Vale era uma figura significativamente ambígua, ambos pertencentes ao NAR que o mundo extra-terrorista, mas não devidamente terceira posição.

Ligações com a Banda Magliana[editar | editar código-fonte]

Através de Massimo Carminati, um de seus membros, o NAR teve vínculos com a Banda Magliana, a maior organização criminosa que operava nos anos 70 em Roma.

La Banda principalmente dinheiro sujo do assalto (que era a fonte de financiamento do NAR). Em troca da NAR, La Banda tinha de trabalhar como manovalanza dívidas do recolhimento ou transporte de drogas.

Atentado de Bolonha em 1980[editar | editar código-fonte]

Giusva Fioravanti e Francesca Mambro foram condenados como responsáveis pelo bombardeamento de 1980 a principal estação ferroviária de Bolonha, que matou 85 pessoas.