O Velho e o Mar

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The Old Man and the Sea
O Velho e o Mar
Autor (es) Ernest Hemingway
Idioma inglês
Género aventura
Ilustrador Ênio Squeff (Brasil)
Bernardo Marques (Portugal)
Arte de capa Natanael Longo de Oliveira
Ênio Squeff
Lançamento 1952
Edição portuguesa
Tradução Jorge de Sena
Editora Livros do Brasil
Lançamento 1998
Páginas 133
ISBN 972-38-1075-1
Edição brasileira
Tradução Fernando de Castro Ferro
Editora Círculo do Livro
Páginas 114
ISBN 978-0-684-80122-3

O Velho e o Mar (The Old Man and the Sea, no original em inglês) é um romance de Ernest Hemingway, escrito em Cuba, em 1951, e publicado em 1952.[1]

Foi a última grande obra de ficção de Hemingway a ser publicada ainda durante a sua vida, sendo uma das suas obras mais famosas.

Conta a história de um velho pescador que luta com um gigante espadarte em alto mar por entre a Corrente do Golfo. Apesar de ter sido alvo de apreciações muito divergentes por parte da crítica, é uma obra que permanece uma referência entre os livros de Hemingway, tendo reafirmado a importância do autor em tempo de o qualificar para o Prêmio Nobel de Literatura de 1954.

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A história tem como personagem principal um velho pescador chamado Santiago. Apesar de muito experiente, Santiago encontra-se numa maré de azar, tendo ficado quase três meses - 84 dias - sem conseguir pescar um peixe.

Santiago possui um jovem amigo, chamado Manolin, que o incentiva a pescar. Na manhã do 85º dia, na sua pequena canoa, Santiago consegue um peixe, de tamanho descomunal (aproximadamente cinco metros de comprimento e 700 kg).

O peixe oferece muita resistência, e arrasta a canoa de Santiago cada vez mais para alto mar. Santiago sofre com o sol cegante e abre feridas nas mãos, de tanto lutar com peixe.

Depois de alguns dias, Santiago consegue finalmente matar o peixe e amarrá-lo à sua canoa. Porém, enquanto retornava a costa, sofre constantes ataques de tubarões.

Quando finalmente consegue chegar à praia, o peixe já estava sem carne, só restava a sua espinha, e Santiago estava sem forças. Os outros pescadores, vendo tamanho peixe, o maior que alguém já havia pescado, respeitam e ajudam-no, especialmente o jovem Manolin, que gostava muito do velho.

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A essência da história é a luta constante do homem contra a natureza, disputando sua sobrevivência, com destaque para a importância não só da experiência, mas também da sorte e da perseverança.

Referências