Plano mestre de produção

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O Programa Mestre de Produção (PMP), Plano Mestre de Produção ou Planejamento Mestre da Produção (do inglês Master Production Schedule MPS – é um documento que diz quais itens serão produzidos e quando cada um será produzido, em determinado período. Geralmente este período cobre algumas poucas semanas, podendo chegar de seis meses a um ano.

O PMP faz o calculo das necessidades de produtos finais, indicando a quantidade e período de tempo em que deverão estar prontos. Para isso, são utilizados dados sobre a demanda dependente (demanda de produtos que fazem parte de outro produto), sobre a demanda independente (que não depende de nenhum outro produto) dos produtos em carteira e do nível de estoque dos produtos. Entretanto esta etapa não detalha o planejamento da produção dos componentes de cada produto. Assim, o resultado do Plano Mestre, alimenta uma próxima etapa que virá verificar essas necessidades.

Chegar a um Plano Mestre de Produção que compatibilizem as necessidades de produção com a capacidade disponível pode-se revelar uma tarefa complexa, principalmente se os produtos envolvidos exigirem muitas operações, em regime intermitente, ou seja, com a utilização do mesmo equipamento para diversos produtos. O processo é conduzido por tentativas, testando-se cada PMP para verificar a capacidade produtiva que ela exige, além de servir para transladas o planejamento agregado e programações individualizadas, portanto, o PMP serve também para avaliar as necessidades imediatas de capacidade produtiva, além disso, servirá também para definir compras eventualmente necessária, bem como estabelecer prioridades entre os produtos na programação.

O programa mestre de produção conhecido como (master production schedule – MPS) é um programa gerado a partir do plano agregado de produção, onde este plano deve se desdobrar para que o programa mestre de produção se desenvolva, o (MPS) na verdade é um planejamento de produção de estrutura global que gerado a partir do plano agregado de produção, guiará as ações no em um horizonte de tempo de normalmente 4 à 12 meses em base semanal considerando os pedidos existentes, desagregando os produtos acabados em função desses produtos acabados e dos componentes críticos e não em termos agregados como no processo do plano agregado de produção.

Estabelecendo assim quando e em qual quantidade cada produto deverá ser produzido dentro do horizonte de tempo estabelecido, executando a função de conciliar a capacidade disponível e demanda existente para o período, com o intuito de atender, os pedidos dentro dos prazos estabelecidos, podendo fazer uma previsão de quando poderá ocorrer algum atraso nesses pedidos.

Isso possível, pois o programa mestre de produção permite a simulação de planejamento da linha de montagem, podendo assim medir a quantidade de estoque gerado, o custo médio do produto fabricado e o número de pedidos atrasados, estabelecendo então a melhor programação dos pedidos da fábrica.

Para a realização da simulação do (MPS) deve se considerar informações importantes como: pedidos atrasados, pedidos em carteira, capacidade disponível, pedidos programados, produtos e listas de materiais entre outras informações.

O (MPS) tem como uma atividade importante a chamada gestão de pedidos, que através de uma verificação automática da capacidade durante o processo de entrada de pedido e da disponibilidade de materiais, possibilita saber se a empresa é capaz ou não de cumprir o prazo estipulado pelo cliente visando garantir o atendimento do pedido desde o processo de vendas.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]