A Culpa É das Estrelas

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The Fault in Our Stars
A Culpa É das Estrelas
Capa da edição americana do livro.
Autor (es) John Green
Idioma inglês
País  Estados Unidos
Arte de capa Rodrigo Corral
Editora E. P. Dutton
Formato Impresso
Lançamento 10 de janeiro de 2012
Páginas 313
ISBN 0-525-47881-7
Edição portuguesa
Tradução Ana Beatriz Manso
Editora Edições ASA
Lançamento setembro de 2012
Páginas 255
ISBN 978-989-232-094-6
Edição brasileira
Tradução Renata Pettengill
Editora Intrínseca
Páginas 288
ISBN 9788580572261

A Culpa É das Estrelas (em inglês: The Fault in Our Stars) é o sexto romance de John Green, publicado em janeiro de 2012.

A história é narrada por uma paciente com câncer de 16 anos de idade, chamada Hazel Grace, que é forçada por seus pais a participar de um grupo de apoio, onde posteriormente se encontra e se apaixona por Augustus Waters, de 17 anos, ex-basquetebolista amputado.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Hazel Grace é uma jovem prestes a completar dezessete anos de idade e desde os treze sofre com um câncer na tireoide que evoluiu para uma metástase no pulmão e faz com que ela tenha que andar com um cilindro de oxigênio e uma cânula no nariz para conseguir respirar.  Os médicos estão convencidos que ela está deprimida já que passa muito tempo pensando na morte, sendo assim ela é instruída a frequentar um Grupo de Apoio liderado por Patrick (que sofreu câncer nos testículos, como mencionado no livro), o único adulto. Segundo Hazel, a única coisa que salvava o grupo era um menino chamado Isaac, com quem ela nunca conversava verbalmente, apenas por meio de suspiros e que tem um câncer nos olhos, que o fez perder um olho e agora está prestes a lhe levar o outro. 

Em uma quarta-feira, Hazel está determinada a ficar em casa e assistir America's Next Top Model, porém, depois da insistência de sua mãe, acaba indo assim mesmo. É nesse dia que ocorre a reviravolta da história dela: ela conhece Augustus Waters, um garoto com osteossarcoma em remissão e melhor amigo de Isaac, por quem ela não consegue evitar se apaixonar.  Em um aspecto eles dois são muito diferentes: Augustus teme o esquecimento e está desesperado por deixar uma marca no mundo. Hazel, por outro lado, não se importa com isso, ela acha que é uma granada e que quanto menos pessoas ela machucar quando explodir, melhor. Além disso, ela vê o esquecimento como inevitável para todos. 

Ela aprendeu isso com Peter Van Houten, que é o autor do seu livro preferido “Uma Aflição Imperial” (UAI) sobre uma menina chamada Anna que tem um tipo raro de leucemia. O grande problema é que o livro acaba no meio de uma frase, como se Anna tivesse ficado doente demais para escrever ou tivesse morrido. Só que isso deixa Hazel sem saber o que aconteceu com os outros personagens da trama e ela escreve diversas cartas para Van Houten, mas ele nunca escreve de volta. 

Ele se mudou dos EUA para a Amsterdã e nunca mais se ouviu dele, de qualquer livro que ele tenha publicado ou de qualquer entrevista que ele tenha dado. Ninguém sabe dele e uma das grandes angustias de Hazel é não saber o que acontece com a família de Anna depois que ela morre.  Depois de mostrar o livro ao Gus, ele arranja um jeito de entrar em contato com a assistente de Van Houten e consegue um endereço de e-mail pelo qual Hazel pode se comunicar com o autor, onde ele deixa claro que o único modo de ele contar o que acontece é se eles se encontrarem pessoalmente. Depois de algumas complicações é o que acaba acontecendo. Ela, o Gus e a mãe dela acabam viajando para a Amsterdã e juntos eles vão se apaixonando e aproveitando o pequeno infinito que a vida lhes reserva.[carece de fontes?]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Em seu blogue no tumblr, Green afirmou que "o título é inspirado em uma famosa cena da peça de Shakespeare: Júlio César .O nobre Cassius diz a Brutus: "A culpa, caro Brutus, não é de nossas estrelas, mas de nós mesmos, que somos subordinados."[carece de fontes?]

O livro atingiu o número 1 na lista de bestsellers da Amazon.com e Barnes & Noble em Junho de 2012, pouco tempo após ter sido anunciado.[1]

Referências