Absurdo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde outubro de 2010).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

O português absurdo é empréstimo erudito do século XVI ao adjetivo latino absurdus, "desagradável ao ouvido", e, por extensão, "incompreensível, absurdo", derivado do adjetivo latino surdus, "surdo". Sua substantivação na língua portuguesa é bastante antiga. (cf. Cicéron, De Oratore, III, 41)

Lógica[editar | editar código-fonte]

Na lógica, o absurdo é o conjunto de proposições que leva inevitavelmente a uma negação de alguma das proposições anteriores que eram consideradas como verdadeiras.

Exemplo:

Expressão Lógica Significado
1. A → ¬B se A é verdadeiro, então B é falso.
2. B B é verdadeiro
3. A A é verdadeiro

Dado 3 e 1, se chega a negação(¬) de B que é a negação da proposição 2.

Literatura[editar | editar código-fonte]

Em literatura, o absurdo é uma técnica literária que consiste em introduzir elementos sem coerência em um marco lógico previsível, mas incompatível com o elemento novo. É uma característica recorrente no humor, desde Gila a Ramón Gómez de la Serna. Na literatura contemporânea destaca-se o valor existencialista que repercutiu com o chamado "Teatro do absurdo", ou a patafísica nos autores como Samuel Beckett ou Eugène Ionesco.

Filosofia[editar | editar código-fonte]

Na Filosofia, o absurdo é uma composição existencialista que observa as composições criadas entre as duas guerras mundiais. Tem como maior nome, o escritor e filósofo Albert Camus, o tema do absurdo dentro da filosofia camuseana teve seu embasamento teórico no livro O mito de sísifo, publicado em 1942, juntamente com O estrangeiro que se completou no chamado ciclo do absurdo com a obra de teatro Calígula. Camus deixou uma obra relativamente grande sobre o absurdo, e uniu à revolta, o amor, a morte e a justiça.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikcionário Definições no Wikcionário
Wikiquote Citações no Wikiquote