Acácio Barradas

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Acácio Barradas
Nascimento 10 de junho de 1936
Mafamude, Vila Nova de Gaia
Morte 26 de outubro de 2008 (72 anos)
Lisboa, Portugal
Nacionalidade Portugal portuguesa
Ocupação jornalista

Acácio Barradas (Mafamude, Vila Nova de Gaia, 10 de Junho de 1936Lisboa, 26 de Outubro de 2008), foi um jornalista português.

Começou a trabalhar em 1954 no jornal O Comércio de Angola e foi correspondente em Luanda do Diário Popular.

Ainda em Angola, onde viveu durante 15 anos, foi chefe de redacção e redactor principal da revista «Notícia», chefe de redacção da revista «Noite e Dia» e do vespertino «ABC-Diário de Angola», coordenador da revista «ATCA», do Automóvel e Touring Club de Angola, chefe de redacção do «Jornal do Congo», repórter dos matutinos «A Província de Angola» e «O Comércio de Angola».

Já em Lisboa ingressa, em 1968, no Diário Popular onde chegou a ser chefe de redacção e onde esteve até 1989. Foi ainda chefe de redacção da revista «R&T – Rádio & Televisão» e do semanário «O Ponto» (1980). Foi também o primeiro coordenador do semanário Se7e.

Trabalhou depois no Diário de Notícias, antes de se reformar em 2001. Foi igualmente presidente da Assembleia Geral e vice-presidente da direcção do Sindicato dos Jornalistas, presidente do Conselho Fiscal do Clube dos Jornalistas e professor no Cenjor.

É autor do prefácio de «O Uivo do Coiote», livro com entrevistas de Luiz Pacheco, editado pela Contraponto (1997) e participou nas obras colectivas «Retratos de Ontem» (Editorial Notícias, 1994), sobre o regime derrubado no 25 de Abril, e «A Guerra Colonial – Realidade e Ficção» (Editorial Notícias, 2001). Em 2005 foi co-autor do livro «Agostinho Neto, Uma Vida Sem Tréguas - 1922-1979», onde reuniu vários textos de jornalistas e ensaístas sobre a vida do primeiro presidente da República de Angola.

Poeta sem livro publicado, utilizou o pseudónimo literário Álvaro Reis, com o qual figura na «Antologia Poética Angolana» coligida por Mário António para a colecção Imbondeiro (1963).

Morreu no dia 26 de Outubro de 2008, em Lisboa, de cancro.