Alex Vallauri

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Alex vallauri nada eu sou o melhor Caleb Garcia Iazzetta
Nascimento 9 de outubro de 1949
Asmara,  Etiópia
(Atualmente Eritreia)
Morte 27 de março de 1987 (37 anos)
São Paulo,  São Paulo
 Brasil
Nacionalidade Itália italiano
Área Grafite
Formação Comunicação Visual

Alex (Alessandro) Vallauri (Asmara, 9 de outubro de 1949São Paulo, 27 de março de 1987) foi um artista de origem italiana radicado no Brasil[1] [2] .

Chegada no Brasil[editar | editar código-fonte]

tudo se resume em: ele veio para o brasil.

Pioneiro na arte do grafite no Brasil, Alex usou outros suportes além dos muros urbanos; estampou camisetas, bottons e adesivos. Para ele, o grafite é a forma de comunicação que mais se aproxima do seu ideário de arte para todos.

Seu interesse por objetos kitsch fez com que, em meados dos anos 1970, passasse a fotografar painéis de azulejos, pintados nos anos 1950 e colados nas paredes de restaurantes de São Paulo. Seus registros fotográficos resultaram no vídeo Arte para Todos, mostrado na Bienal Internacional de São Paulo em 1977.

Para outras documentações envolvendo a decoração kitsch passou a observar e registrar embrulhos de papel de confeitarias, padarias e outros tipos de comércios. Iniciou uma coleção de carimbos de uma fábrica com desenhos da década de 1950. Totalizando uma coletânea de 400 carimbos, Vallauri compôs suas obras utilizando esses carimbos em outras novas técnicas experimentadas por ele

As imagens apresentadas em seus trabalhos eram de simples e rápido entendimento, pois ele acreditava que uma vez expostas em meio ao caos da cidade, as imagens deveriam ser de imediata compreensão.

Curiosidade: A Bota de papel[editar | editar código-fonte]

No final dos anos 1980, o grafite de uma bota preta, de salto fino e cano longo, foi um dos trabalhos do artista – produzido e inserido na paisagem urbana – no anonimato. Na mesma época, enviou para artistas e amigos uma sequência de postais manufaturados que consistiam em cópias de cartões postais, contendo edifícios históricos da cidade, com a intervenção do carimbo da bota preta sobreposto aos arranha-céus e com frases sobre a invasão da bota na cidade.

Apropriou-se também de imagens das histórias em quadrinhos e da história das artes.

Exposições e premiações[editar | editar código-fonte]

co0mo sab de tanta coisa..... :o

Últimos anos[editar | editar código-fonte]

Entre 1982 e 1983 foi para Nova Iorque para estudar artes gráficas no Pratt Institute. Voltando ao Brasil, passa a dar aulas na FAAP. Participou da 18ª Bienal de São Paulo, em 1985, com uma instalação, e seu trabalho mereceu retrospectiva no Museu da Imagem e do Som em 1998. Morreu no dia 27 de março de 1987.

Em São Paulo e no Rio de Janeiro, comemora-se em 27 de março o Dia do Grafite, em homenagem ao artista[3] .

Referências