Araliaceae
Araliaceae
| |||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Ocorrência: Eoceno–presente | |||||||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||
| Sufamílias e géneros | |||||||||||||||||||
| Sinónimos | |||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||







Araliaceae é uma família de plantas com flor, da ordem Apiales, composta por 43-55 géneros e mais de 1 420 espécies, principalmente plantas lenhosas, entre as quais várias lianas, e algumas plantas herbáceas.[2][3][4] A morfologia das Araliaceae é muito variável, mas a família é predominantemente caracterizada pelo hábito lenhoso, distribuição tropical e presença de umbelas simples.[5] A família inclui diversos géneros com importância económica, como Hedera (as heras), Fatsia (as arálias japonesas) e Heptapleurum (anteriormente Schefflera), que são usados como plantas ornamentais. Também inclui a espécie Panax ginseng, cuja raiz é o ginseng utilizado na medicina tradicional chinesa.
Descrição
[editar | editar código]A família Araliaceae (as araliáceas), inserida na ordem Apiales do grupo das angiospermas, agrega 43-55 géneros (dependendo da taxonomia utilizada) e mais de 1 420 espécies. O grupo está amplamente distribuído pelas regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, embora os membros da família sejam maioritariamente oriundos das regiões tropicais. A família inclui vários géneros com importância económica, na maioria dos casos devido ao uso como plantas ornamentais.
Os membros desta família apresentam, em geral, flores bissexuais, diclamídeas e actinomorfas. Tipicamente, as flores agrupam-se em inflorescências do tipo umbela, podendo ser simples ou compostas, ou, em casos raros, em glomérulos. As folhas são por vezes lauroides (semelhantes às da Laurus), simples a compostas; quando compostas, são ternadas, pinadas ou palmadas.[6]
Tradicionalmente o maior género da família Araliaceae era Schefflera J.R.Forst. & G.Forst, que na tradicional circunscrição taxonómica, de base puramente morfológica, continha aproximadamente 775 espécies, distribuídas maioritariamente pelas regiões tropicais, com destaque para as formações montanhosas em regiões como a Malésia, Madagáscar, os Andes e as ilhas da Melanésia.[7][8][9] Contudo, o advento das técnicas da filogenia molecular permitiu demonstar que o género era polifilético, o que levou a que a maioria das suas centenas de espécies fosse reclassificada para outros géneros.[10][11] Análises moleculares recuperaram cinco clados polifiléticos de Schefflera, todos geograficamente isolados uns dos outros, mas que compartilham características semelhantes, indicando evolução paralela.[12] Esses clados foram divididos em géneros separados, principalmente de acordo com critérios geográficos, com o género Schefflera agora consistindo em apenas 13 espécies restritas à Nova Zelândia e algumas ilhas do Pacífico.[13][14][15] Em resultado dessa reclassificação, a planta doméstica popularmente conhecida como «schefflera» é agora Heptapleurum arboricola.
Entre as Araliaceae mais conhecidas estão as espécies Aralia spinosa, Oplopanax horridus, as heras (Hedera spp., incluindo Hedera helix, a hera-comum) e ervas como o ginseng (do género Panax).
Morfologia
[editar | editar código]A morfologia das Araliaceae varia muito entre subfamílias e géneros. Muitos estudos comprovaram que não existe uma característica morfológica unificadora capaz de isoladamente caracterizar a família.[16]
Em geral, as espécies da família Araliaceae apresentam folhas grandes, geralmente em filotaxia alterna, muitas vezes ricas em óleos etéreos aromáticos, flores com cinco pétalas (pentâmeras), dois a cinco carpelos, inflorescências em umbelas simples e bagas sem carpóforos ou cavidades oleosas.[17] Algumas espécies apresentam espinhos, e a família é frequentemente lenhosa, embora também contenhas algumas herbáceas.[6]
- Hábito
A maioria das espécies são plantas lenhosas de Araliaceae são lenhosas, com hábitos variados, podendo ser arbustivas, trepadeiras ou árvores. Existem poucas espécies herbáceas nesta família. Embora sejam maioritariamente plantas terrestres, alguns dos seus membros apresentam hábito claramente aquático (como no género Hydrocotyle).[6] As plantas têm frequentemente um odor forte devido à presença de óleos etéreos. Nos caules, as cicatrizes das folhas caídas permanecem geralmente bem visíveis.
- Folhas
As folhas das Araliaceae, frequentemente com pecíolos longos, podem ser alternas espiraladas, por vezes opostas, composto-pinadas, digitadas ou simples, com estípulas interpeciolares fundidas ao pecíolo ou unidas no ápice dos ramos. A lâmina foliar pode ser inteira ou palmatilobada.[6] A base da folha é frequentemente larga.
- Inflorescência
As flores, raramente aparecendo isoladas, ocorrem geralmente agrupadas em inflorescências, que podem ser do tipo terminal ou pseudolateral (axilares), geralmente umbelas ou capítulos, raramente cachos ou espigas, podendo ter os pedicelos articulados ou não.[6] Algumas espécies apresentam inflorescências secundárias.
- Flores
As plantas podem ser monoicas, andromonoicas, ginomonoicas, poligamomonoicas ou dioicas. As flores, geralmente pequenas e com pedúnculo, podem ser hermafroditas ou unissexuadas, porém, a maioria é hermafroditas (bissexuada). O pedúnculo da flor é frequentemente dividido na parte superior por uma articulação. As flores têm cinco sépalas, às vezes quatro (mas nalguns casos até 20 sépalas), embora frequentemente o cálice esteja ausente ou seja reduzido. Quanto à forma, as flores são em geral pentâmeras e podem ser actinomorfas, diclamídeas, epíginas ou, raramente, hipóginas. Os estames estão presentes em números variados: (raramente três) geralmente cinco (até doze) ou dez a muitos (100). Os estames são geralmente alternos às sépalas. A corola não possui pétalas e as anteras são longitudinais seguindo a deiscência. Apresentam gineceu sincárpico, com dois a cinco (raramente até 100) carpelos, num ovário ínfero.[6] O estilete apresenta uma estrutura em disco ou almofada. A fórmula floral é:

- Frutos
Os frutos podem ser do tipo drupa ou do tipo baga,[6] raramente esquizocarpos.
Distribuição
[editar | editar código]Embora a família Araliaceae seja predominantemente tropical, algumas espécies também são endémicas de climas temperados. A família tem distribuição natural nas Américas, Eurásia, África, Austrália, Nova Zelândia, Nova Caledónia e ilhas do Pacífico.
As Araliaceae são encontradas em florestas montanhosas pluviais, florestas montanhosas muito húmidas e florestas ribeirinhas húmidas de planície. Também estão presentes em florestas de louro, florestas de nuvens e outros habitats quentes e húmidos.
Sistemática e filogenia
[editar | editar código]Araliaceae é uma das seis famílias de angiospermas reconhecidas pelo sistema APG IV como parte da ordem das Apiales, uma ordem colocada no clado das asterídeas.[18] A família Araliaceae é considerada um ramo monofilético dentro das Apiales.[19] Dentro da família Araliaceae, são reconhecidos quatro agrupamentos com interesse taxonómico:[20]
- O grupo Raukaua sensu lato — grupo irmão dos restantes clados principais da família Araliaceae;
- O grupo Aralia-Panax — consistindo principalmente nos géneros monofiléticos Aralia e Panax;
- O grupo Polyscias-Pseudopanax — grupo irmão tanto do género Cussonia como do grupo palmado asiático;
- O grupo palmado asiático — o maior dos grupos presentes nas Araliaceae.
Existem também vários táxons que gravitam em torno desses agrupamentos, mas que à luz dos conhecimentos filogenéticos atuais não estão dentro de qualquer deles.
Sistemática
[editar | editar código]A família das Araliaceae foi criada em 1789 por Antoine Laurent de Jussieu em Genera Plantarum, p. 217, com o nome Araliae. O género-tipo é Aralia L.. São sinónimos taxonómicos para Araliaceae Juss.: Botryodendraceae J.Agardh, Hederaceae Giseke e Hydrocotylaceae Bercht. & J.Presl.[21]
A classificação genérica da família Araliaceae tem sido instável e continua em estudo. Por exemplo, vários géneros foram sinonimizados sob o nome Schefflera, no qual cerca de metade das espécies da família Araliaceae foram colocadas. Contudo, filogenias moleculares recentes mostraram que este grande género pantropical era polifilético, o que levou à sua desagregação,[22] e alguns acreditam que deveria ser dividido novamente em vários géneros, embora estes provavelmente não correspondessem aos géneros anteriormente reconhecidos.
As Araliaceae são predominantemente encontradas nas regiões tropicais em todo o mundo. Algumas espécies, especialmente na Ásia Oriental, também avançam para as latitudes temperadas até à Sibéria. Os centros de diversidade são a Oceânia, o Sudeste Asiático e a América tropical. As plantas da família Araliaceae colonizam principalmente florestas tropicais. Na Tailândia, existem cerca de doze géneros com cerca de 53 espécies.
As Araliaceae estão divididas em duas subfamílias com 43 a 55 géneros[23] e cerca de 1 420 espécies:
- Subfamília Aralioideae Link (sin.: Hederaceae Giseke, Botryodendraceae J.Agardh): Contém 41 a 50 géneros com cerca de 1 275 espécies. Os anteriores géneros Arthrophyllum, Cuphocarpus, Gastonia, Munroidendron, Reynoldsia e Tetraplasandra foram incorporados no género Polyscias e este género fortemente ampliado e, portanto, monofilético, é dividido em dez subgéneros (sete espécies ainda não estão em nenhum desses subgéneros) e contém um total de cerca de 159 espécies.[24][25]:
- Anakasia Philipson: Contém apenas uma espécie:
- Anakasia simplicifolia Philipson: É uma espécie endémica da parte ocidental da Nova Guiné.
- Apiopetalum Baill.: As duas espécies só ocorrem na Nova Caledónia.
- Aralia L.: As cerca de 71 espécies estão distribuídas principalmente na Ásia, especialmente no sudeste asiático, e cerca de 14 espécies no Novo Mundo.
- Astrotricha DC. (sin.: Hexocenia Calest.): As cerca de 20 espécies estão distribuídas pela Austrália.[26]
- Brassaiopsis Decne. & Planch. (sin.: Araliopsis Kurz, Euaraliopsis Hutch., Grushvitzkya Skvortsova & Aver., Pseudobrassaiopsis R.N.Banerjee, Wardenia King): As cerca de 45 espécies estão distribuídas no sul da Ásia e no sudeste asiático, desde a região dos Himalaias até China e Índia Oriental e até ao oeste de Java[26]. No sul e sudoeste da China, existem 24 espécies, das quais dez são exclusivas dessa região.
- Cephalaralia Harms: Contém apenas uma espécie:
- Cephalaralia cephalobotrys (F.Muell.) Harms: É comum na Austrália.
- Cheirodendron Nutt. ex Seem.: As cerca de seis espécies estão distribuídas pela Polinésia, por exemplo:
- Cheirodendron trigynum (Gaudich.) A.Heller nas ilhas do Havaí.
- Chengiopanax C.B.Shang & J.Y.Huang: Das apenas duas espécies, uma ocorre apenas na China e a outra apenas no Japão.
- Chengiopanax sciadophylloides (Franch. & Sav.) C.B.Shang & J.Y.Huang: Do Japão.
- Cussonia Thunb. (Syn.: Sphaerodendron Seem.): As cerca de 20 a 25 espécies estão amplamente distribuídas na África tropical e meridional, no arquipélago das Comores, nas ilhas Mascarenhas e no Iémen.[26]
- Dendropanax Decne. & Planch. (sin.: Gilibertia Ruiz & Pav., Ginannia F.Dietr., [[Mesopanax[8 R.Vig., Textoria Miq., [8Wangenheimia]] A.Dietr.)[26]: As cerca de 70 a 80 espécies estão amplamente distribuídas no Neotropis e na Ásia Oriental.
- Eleutherococcus Maxim.: As quase 40 espécies estão distribuídas na região dos Himalaias e na Ásia Oriental, incluindo as Filipinas.
- Fatsia Decne. & Planch. (sin.: Boninofatsia Nakai, Diplofatsia Nakai[23]): Das duas ou três espécies, uma ou duas ocorrem no Japão e na Coreia e uma espécie ocorre apenas em Taiwan, por exemplo:
- Fatsia japonica (Thunb.) Dec. & Planch.: A sua origem é a Coreia do Sul e o Japão até às ilhas Nansei.
- Gamblea C.B.Clarke (sin.: Evodiopanax (Harms) Nakai)[23]: As cerca de quatro espécies estão distribuídas desde a região dos Himalaias, passando pelo sul da China e pelo Tibete, até ao Japão, bem como desde o interior da Índia até à Malásia.[26]
- Harmsiopanax Warb. (sin.: Horsfieldia Blume ex DC., Schubertia Blume): As cerca de três espécies estão distribuídas na Malásia, em Java, nas Pequenas Ilhas da Sonda, em Sulawesi e na Nova Guiné.[26]
- Hedera L.: As seis a dez (até quinze) espécies estão distribuídas pela Eurásia, Norte de África e Macaronésia.
- Heteropanax Seem.: As cerca de oito espécies do sul e sudeste da Ásia, desde a região do Himalaia até ao sul da China, passando pela Índia e chegando às ilhas Andaman.[26] Na China existem seis espécies, duas das quais são exclusivas deste país.
- Kalopanax Miq.: Contém apenas uma espécie:
- Kalopanax septemlobus (Thunb.) Koidz.: É comum na China, no Japão, nas Ilhas Nansei, na Coreia e no sudeste da Rússia.[26]
- Mackinlaya F.Muell. (sin. Anomopanax Harms): As cerca de cinco espécies estão distribuídas desde a Malésia até ao sudoeste do Pacífico. O género é nativo das Filipinas, Sulawesi, Nova Guiné, arquipélago de Bismarck, ilhas Salomão e nordeste da Austrália.[26]
- Macropanax Miq. (sin.: Cromapanax Grierson, Hederopsis C.B.Clarke): As cerca de 20 espécies estão distribuídas desde o sul da China até à região dos Himalaias e à Malásia ocidental, passando pela Índia. Na China existem sete espécies, cinco das quais são endémicas.[26]
- Merrilliopanax H.L.Li: As apenas três espécies estão distribuídas na região do Himalaia e nas terras altas do Tibete.
- Meryta J.R.Forst. & G.Forst. (sin.: Botryodendrum Endl., Botryomeryta R.Vig., Neara Sol., Schizomeryta R.Vig., Strobilopanax R.Vig.): As cerca de 27 a 30 espécies ocorrem desde a Nova Zelândia até à região ocidental e meridional do Pacífico.[26] Cada uma destas espécies é endémica de uma ou menos ilhas.[27][28]
- Metapanax J.Wen & Frodin: As duas espécies estão distribuídas no sul da China e no Vietname.
- Motherwellia F.Muell.: Contém apenas uma espécie:
- Motherwellia haplosciadea F.Muell.: É uma espécie endémica de Queensland.
- Oplopanax (Torr. & A.Gray) Miq.: As cerca de três espécies estão distribuídas pela Ásia Oriental e pelo Oeste da América do Norte.
- Oreopanax Decne. & Planch. (sin.: Monopanax Regel): As 80[29] a aproximadamente 150 espécies[26] estão distribuídas na região neotropical.
- Osmoxylon Miq. (sin.: Boerlagiodendron Harms, Eschweileria Zipp. ex Boerl., Pseudosantalum Rumph., nom. illeg.): As cerca de 50 espécies estão distribuídas desde Taiwan até à Malésia e às ilhas do Pacífico Ocidental,[26] por exemplo:
- Osmoxylon lineare (Merr.) Philipson: Ocorre nas Filipinas.[26]
- Panax L.: As oito a doze espécies estão distribuídas pela Ásia Oriental, região dos Himalaias, Indochina e América do Norte. Entre elas:
- Panax ginseng C. A. Mey (o ginseng)
- Polyscias J.R.Forst. & G.Forst. s. l. (sin.: Bonnierella R.Vig., Botryopanax Miq., Dipanax Seem., Eremopanax Baill., Eupteron Miq., Gelibia Hutch., Grotefendia Seem., Indokingia Hemsl., Irvingia F.Muell. nom. illeg., Kissodendron Seem., Maralia Thouars, Montagueia Baker f., Nesodoxa Calest., Nothopanax Miq., Oligoscias Seem., Palmervandenbroekia Gibbs, Peekeliopanax Harms, Pterotropia W.F.Hillebr., Sciadopanax Seem., Shirleyopanax Domin, Tieghemopanax R.Vig., Triplasandra Seem.).[23] Desde a publicação de Lowry II & Plunkett em 2010, as espécies dos géneros Arthrophyllum Blume, Cuphocarpus Decne. & Planch., Gastonia Comm. ex Lam., Munroidendron Sherff, Reynoldsia A.Gray e Tetraplasandra A.Gray também classificado no género Polyscias. A área de distribuição das cerca de 159 espécies estende-se desde a África tropical até Madagáscar, do Sudeste Asiático até à Malésia, passando pela Austrália tropical, Nova Caledónia, Micronésia e Melanésia, mais a sul até à Ilha Norfolk e pela Polinésia até Tahiti.[24][25]
- Pseudopanax K.Koch (sin.: Neopanax Allan[23]): As cerca de sete espécies estão distribuídas pelo sudeste da Austrália, Nova Zelândia e sul da América do Sul[26]. Entre elas:
- Pseudopanax crassifolius (Sol. ex A.Cunn.) K.Koch
- Raukaua Seem.: As cerca de oito espécies estão distribuídas na Tasmânia e na Nova Zelândia, bem como na América do Sul, no sul da Argentina e no sul e centro do Chile.[26]
- Schefflera J.R.Forst. & G.Forst.): As cerca de 650 espécies antigas, hoje até 1 100 espécies, estão distribuídas nas regiões tropicais e subtropicais de todo o mundo. Estudos filogenéticos realizados recentes tendem a interpretar este género de forma muito ampla. Talvez o género monotípico Tupidanthus Hook. f. & Thomson também deva ser incluído aqui.[30][31][32][33] Recentemente o géneros foi repartido por 5 novos géneros.[34]
- Seemannaralia R.Vig.: Contém apenas uma espécie:
- Seemannaralia gerrardii (Seem.) R.Vig.: Ocorre apenas em alguns locais na parte oriental da África do Sul, nas províncias de KwaZulu-Natal e Mpumalanga.[35]
- Sinopanax H.L.Li: Contém apenas uma espécie:
- Sinopanax formosanus (Hayata) H.L.Li: Ocorre apenas em Taiwan, em altitudes entre 2300 e 2600 metros, e é por vezes utilizada como planta ornamental.
- Stilbocarpa (Hook. f.) Decne. & Planch. (sin.: Kirkophytum (Harms) Allan)[23]: Das apenas três espécies, duas ocorrem na Nova Zelândia e uma na subantártica ilha Macquarie.
- Tetrapanax (K.Koch) K.Koch: Contém apenas uma espécie:
- Tetrapanax papyrifer (Hook.) K.Koch: Ocorre na China e em Taiwan.
- Trevesia Vis. (sin.: Petasula Noronha, Plerandropsis R.Vig.): As cerca de dez espécies estão distribuídas desde o sul da China até à Malésia, passando pela Índia, pela região dos Himalaias e pelas ilhas Andaman.[26]
- Trevesia palmata (Roxb. ex Lindl.) Vis.: Da China central ao sudeste e do norte do sudeste asiático até ao Nepal e nordeste da Índia.
- Woodburnia Prain: Contém apenas uma espécie:
- Woodburnia penduliflora Prain: Só ocorre no norte de Mianmar.
- Anakasia Philipson: Contém apenas uma espécie:
- ×Fatshedera Guillaumin (= Fatsia × Hedera): É um híbrido de género produzido em horticultura.
- Subfamília Hydrocotyloideae Eaton: Sie enthält nur zwei bis vier Gattungen mit 175 bis 190 Arten:
- Homalosciadium Domin: Talvez contenha apenas uma espécie no sudoeste da Austrália.[36]
- Hydrocotyle L.: As 75 a 130 espécies, dependendo da fonte, estão distribuídas em áreas tropicais a temperadas, predominantemente no hemisfério sul.
- Neosciadium Domin: Contém apenas uma espécie:
- Neosciadium glochidiatum (Benth.) Domin: Ocorre na Austrália Ocidental.[37]
- Trachymene Rudge (sin.: Cesatia Endl., Didiscus DC. ex Hook., Dimetopia DC., Dominia Fedde, Fischera Spreng., Hemicarpus F.Muell., Huegelia Rchb., Maidenia Domin, Pritzelia Walp., Uldinia J.M.Black):[38] As cerca de 55 espécies estão distribuídas pela Malésia, Nova Caledónia, Fiji e principalmente pela Austrália, com 38 espécies.
Subfamílias e géneros
[editar | editar código]A família Araliaceae, na sua presente circunscrição taxonómica, agrega aproximadamente 50 géneros e mais de 1 420 espécies: [39] [40]
- Subfamília Aralioideae
- Anakasia
- Aralia (sin.: Hunaniopanax)
- Astropanax
- Astrotricha
- Brassaiopsis
- Cephalaralia
- Cephalopanax
- Cheirodendron
- Chengiopanax
- Crepinella
- Cussonia
- Dendropanax
- Didymopanax
- Eleutherococcus
- × Fatshedera
- Fatsia (sin.: Boninofatsia)
- Frodinia
- Gamblea
- Harmsiopanax
- Hedera
- Heptapleurum
- Heteropanax
- Kalopanax
- Macropanax (sin.: Cromapanax)
- Megalopanax
- Merrilliopanax
- Meryta
- Metapanax
- Motherwellia
- Neocussonia
- Neopanax
- Oplopanax
- Oreopanax
- Osmoxylon
- Panax
- †Paleopanax[41]
- Plerandra
- Polyscias (inclui os géneros anteriores Arthrophyllum e Cuphocarpus como subgéneros)
- Pseudopanax
- Raukaua
- Schefflera
- Sciadodendron
- Sciodaphyllum
- Seemannaralia
- Sinopanax
- Tetrapanax
- Trevesia
- Woodburnia
- Subfamília Hydrocotyloideae
- Incertae sedis
- †Araliaceoipollenites (pólen fóssil)
Filogenia
[editar | editar código]A utilização de técnicas recentes de sistemática molecular trouxeram grandes avanços na compreensão da evolução das Araliaceae, levando ao conhecimento existente hoje. Devido às características morfológicas amplamente variáveis, a sistemática das Araliaceae foi amplamente debatida ao longo do século passado, especialmente na ausência de evidências moleculares. Por exemplo, as Araliaceae foram anteriormente incorporadas com as Apiaceae (sinónimo: Umbelliferae), com as quais estão intimamente relacionadas, em alguns tratamentos taxonómicos que foram posteriormente rejeitados.[42][43] Assim, apesar de ser seguro que a família está filogeneticamente intimamente relacionada com as Apiaceae e Pittosporaceae, algumas das fronteiras exatas entre as Araliaceae e as outras famílias das Apiales ainda são incertas e estão atualmente a ser examinadas.
Um exemplo de grupo que se revelou problemático para a sistemática das Araliaceae é a subfamília Hydrocotyloideae. As filogenias moleculares sugerem que pelo menos alguns dos géneros tradicionalmente abrangidos pelas Araliaceae e Apiaceae pertencem à subfamília Hydrocotyloideae,[44][45] e parecem estar mais intimamente relacionados com as Araliaceae. Foi recomendado que a subfamília Hydrocotyloideae fosse restringida para incluir apenas os géneros Hydrocotyle, Trachymene, e Harmsiopanax para formar um grupo monofilético dentro das Araliaceae.[46]
A filogenia das Araliaceae ancestrais mostra plantas bicarpelares e com folhas simples. Devido a incertezas da família Araliaceae e devido sua sistemática estar atualmente em estudo, são esperadas mudanças e novidades taxonómicas dentro da família. A família Araliaceae está intimamente relacionada com as famílias Pittosporaceae e Apiaceae e os limites entre essas famílias são incertos. Alguns estudos realizados recentemente incluíram Araliaceae e Apiaceae, porém, essa ideia não foi seguida pela comunidade científica.[47] [48]
Algumas análises moleculares sugerem que alguns dos géneros que eram tradicionalmente incluídos em Apiaceae como subfamília Hydrocotyloideae estão mais relacionados com a família Araliaceae e por isso os géneros Trachymene e Hydrocotyle foram incluídos nas Araliaceae como subfamília.[49]
Ocorrência no Brasil
[editar | editar código]As Araliaceae são distribuídas por diversas regiões do mundo, não são endêmicas do Brasil e são majoritariamente tropicais. No Brasil, podem ser encontradas na Amazônia, na Caatinga, no Cerrado, na Mata Atlântica, nos Pampas e no Pantanal.
Os seguintes géneros ocorrem no Brasil:[50]
- Aralia L.;
- Dendropanax Decne. & Planch.;
- Hydrocotyle L.;
- Oreopanax Decne. & Planch.;
- Panax L.;
- Polyscias J.R.Forst. & G.Forst.;
- Schefflera J.R.Forst. & G.Forst.
Os géneros de Araliaceae apontados ocorrem nas seguintes regiões do Brasil:[51]
- Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina.
De acordo com estudos realizados, existem cerca de quinze espécies de Araliaceae que são nativas no estado de São Paulo, partilhado em 4 gêneros: Aral L., Dendropanax Decne. & Planch., Oreopanax Decne. & Planch. e Schefflera J.R Forst & G. Forst.
Além dos géneros atrás citados, existem espécies que são cultivadas no estado de São Paulo, sendo as seguintes espécies: Hedera helix L., Polyscias fruticosa (L.) Harms, Polyscias guilfoylei (W. Bull) L.H. Bailey, Schefflera actinophylla (Endl.) Harms, Schefflera arboricola (Hayata) Merr., Schefflera elegantissima (Veitch ex Mast.) Lowry & Frodin e Tetrapanax papyrifer (Hook.) K. Koch.[7][52]
Referências
[editar | editar código]- ↑ Angiosperm Phylogeny Group (2009), «An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG III», Botanical Journal of the Linnean Society, 161 (2): 105–121, doi:10.1111/j.1095-8339.2009.00996.x
, hdl:10654/18083
- ↑ Xiang, Q.; Lowry, P. P. (2007). «Araliaceae». In: Wu, Z. Y.; Raven, P. H.; Hong, D. Y. Flora of China (PDF). 13. St. Louis, MO: Missouri Botanical Garden Press. p. 491. ISBN 9781930723597. Consultado em 25 dezembro 2023. Cópia arquivada (PDF) em 16 janeiro 2024
- ↑ Kim, Kyunghee; Nguyen, Van Binh; Dong, Jingzhou; Wang, Ying; Park, Jee Young; Lee, Sang-Choon; Yang, Tae-Jin (dezembro 2017). «Evolution of the Araliaceae family inferred from complete chloroplast genomes and 45S nrDNAs of 10 Panax-related species». Scientific Reports (em inglês). 7 (1). 4917 páginas. Bibcode:2017NatSR...7.4917K. ISSN 2045-2322. PMC 5501832
. PMID 28687778. doi:10.1038/s41598-017-05218-y
- ↑ «Araliaceae». succulent-plant.com (em inglês). Consultado em 7 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 maio 2018
- ↑ Elpel, Thomas J. (2013). Botany in a day : the patterns method of plant identification : an herbal field guide to plant families of North America. [S.l.]: HOPS Press. ISBN 978-1-892784-35-3. OCLC 1037950883
- ↑ a b c d e f g «Apiales». Consultado em 6 de dezembro de 2017
- ↑ a b Frodin, D.G. 2004. Araliaceae. In N. Smith, S.A. Mori, A. Henderson, D.W. Stevenson & S.V. Heald (eds.) Flowering plants of the Neotropics. Princeton, Princeton University Press, p. 28-31.
- ↑ Frodin, D.G. & Govaerts, R. 2003. World checklist and bibliography of Araliaceae. Kew, The Royal Botanic Gardens, 444p.
- ↑ Plunkett, G. M.; Wen, J. & Lowry II, P. P. 2004. Infrafamilial classifications and characters in Araliaceae: Insights from the phylogenetic analysis of nuclear (ITS) and plastid (trnL-trnF) sequence data. Plant Systematics and Evolution 245: 1-39.
- ↑ G. M. Plunkett; Porter P. Lowry II; D. G. Frodin; Jun Wen (2005). «Phylogeny and geography of Schefflera: pervasive polyphyly in the largest genus of Araliaceae». Annals of the Missouri Botanical Garden. 92 (2): 202–224. JSTOR 3298514
- ↑ Pedro Fiaschi; Gregory M. Plunkett (2011). «Monophyly and phylogenetic relationships of Neotropical Schefflera (Araliaceae) based on plastid and nuclear markers». Systematic Botany. 36 (3): 806–817. doi:10.1600/036364411X583754
- ↑ Plunkett, Gregory M; Lowry, Porter P; Frodin, David G; Wen, Jun (2005). «Phylogeny and geography of Schefflera: Pervasive polyphyly in the largest genus of Araliaceae». Annals of the Missouri Botanical Garden. 92 (2): 202–224
- ↑ Lowry, Porter P.; Plunkett, Gregory M.; Gostel, Morgan R.; Frodin, David G. (Junho 2017). «A synopsis of the Afro-Malagasy species previously included in Schefflera (Araliaceae): resurrection of the genera Astropanax and Neocussonia». Candollea. 72 (2): 265–282. ISSN 0373-2967. doi:10.15553/c2017v722a4
- ↑ Plunkett, Gregory M.; Lowry, Porter P.; Fiaschi, Pedro; Frodin, David G.; Nicolas, Antoine N. (2019). «Phylogeny, biogeography, and morphological evolution among and within the Neotropical and Asian clades of Schefflera (Araliaceae)». Taxon (em inglês). 68 (6): 1278–1313. ISSN 1996-8175. doi:10.1002/tax.12177
- ↑ Ii, Porter P. Lowry; Plunkett, Gregory M.; Neill, David A. (22 de novembro de 2019). «Studies in Neotropical Araliaceae. II. Resurrection of the Neotropical Genus Crepinella for a Clade of New World Species Previously Included in Schefflera (Araliaceae)». Novon: A Journal for Botanical Nomenclature (em inglês). 27 (4): 253–261. ISSN 1945-6174. doi:10.3417/2019510
- ↑ Plunkett, Gregory M.; Soltis, Douglas E.; Soltis, Pamela S. (1996). «Higher level relationships of Apiales (Apiaceae and Araliaceae) based on phylogenetic analysis of rbc L sequences». American Journal of Botany (em inglês). 83 (4): 499–515. Bibcode:1996AmJB...83..499P. doi:10.1002/j.1537-2197.1996.tb12731.x
- ↑ Judd, Walter S.; Campbell, Christopher S.; Kellogg, Elizabeth Anne (2008). Plant systematics : a phylogenetic approach Third ed. Sunderland, MA: Sinauer Associates. ISBN 978-0-87893-407-2. OCLC 126229888
- ↑ The Angiosperm Phylogeny Group (2016). «An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV». Botanical Journal of the Linnean Society (em inglês). 181 (1): 1–20. doi:10.1111/boj.12385
- ↑ Kim, Kyunghee; Nguyen, Van Binh; Dong, Jingzhou; Wang, Ying; Park, Jee Young; Lee, Sang-Choon; Yang, Tae-Jin (dezembro 2017). «Evolution of the Araliaceae family inferred from complete chloroplast genomes and 45S nrDNAs of 10 Panax-related species». Scientific Reports (em inglês). 7 (1). 4917 páginas. Bibcode:2017NatSR...7.4917K. ISSN 2045-2322. PMC 5501832
. PMID 28687778. doi:10.1038/s41598-017-05218-y
- ↑ Li, Rong; Wen, Jun (2016). «Phylogeny and diversification of Chinese Araliaceae based on nuclear and plastid DNA sequence data: Phylogeny and diversification of Chinese Araliaceae». Journal of Systematics and Evolution (em inglês). 54 (4): 453–467. doi:10.1111/jse.12196
- ↑ «Araliaceae». Tropicos. Missouri Botanical Garden. 42000272
- ↑ Wen, J.; Plunkett, G. M.; Mitchell, A. D.; Wagstaff, S.J. (2001). «The Evolution of Araliaceae: A Phylogenetic Analysis Based on ITS Sequences of Nuclear Ribosomal DNA». Systematic Botany. 26: 144–167
- ↑ a b c d e f «Araliaceae». Agricultural Research Service (ARS), United States Department of Agriculture (USDA). Germplasm Resources Information Network (GRIN)
- ↑ a b Gregory M. Plunkett, Porter Prescott Lowry II: Paraphyly and polyphyly in Polyscias sensu lato: molecular evidence and the case for recircumscribing the “pinnate genera” of Araliaceae. In: Plant Diversity and Evolution. Band 128, Nr. 1–2, August 2010, S. 23–54, DOI:10.1127/1869-6155/2010/0128-0002, PDF-Datei; 5 MB (Memento vom 4. março 2016 im Internet Archive).
- ↑ a b Porter Prescott Lowry II, Gregory M.Plunkett: Recircumscription of Polyscias (Araliaceae) to include six related genera, with a new infrageneric classification and a synopsis of species. In: Plant Diversity and Evolution. Band 128, Nr. 1–2, August 2010, S. 55–84, DOI:10.1127/1869-6155/2010/0128-0003, PDF-Datei (Memento vom 4. março 2016 im Internet Archive).
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q Govaerts & al. {{{3}}}. Araliaceae em World Checklist of Selected Plant Families.
The Board of Trustees of the Royal Botanic Gardens, Kew. Publicado na internet. Accesso: Araliaceae de {{{2}}} de {{{3}}}. - ↑ Frédéric Tronchet, Gregory M. Plunkett, Joël Jérémie, Porter P. Lowry II: Monophyly and major clades of Meryta (Araliaceae). In: Systematic Botany. Band 30, Nr. 3, 2005, S. 657–670, DOI:10.1600/0363644054782279.
- ↑ A. A. Oskolski, E. L. Kotina, I. V. Fomichev, Frédéric Tronchet, Porter P. Lowry II: Systematic implications of wood and bark anatomy in the Pacific island genus Meryta (Araliaceae). In: Botanical Journal of the Linnean Society. Band 153, 2007, S. 363–379, DOI: 10.1111/j.1095-8339.2007.00612.x.
- ↑ Carmen Ulloa Ulloa, Peter Møller Jørgensen (1993). «Oreopanax». Trees and shrubs of the Andes of Ecuador (Árboles y arbustos de los Andes del Ecuador) (em inglês). Risskov: Aarhus University Press u. a. ISBN 978-87-87600-39-2
- ↑ Gregory M. Plunkett, Porter P. Lowry II, David G. Frodin, Jun Wen: Phylogeny and geography of Schefflera: pervasive polyphyly in the largest genus of Araliaceae. In: Annals of the Missouri Botanical Garden. Band 92, Nr. 2, 2005, S. 202–224, Digitalisat.
- ↑ Pedro Fiaschi, Francisco de Assis R. Santos, Edwina Westbrook, Gregory M. Plunkett: Taxonomic significance of pollen morphology in Neotropical Schefflera (Araliaceae). In: Plant Diversity and Evolution. Band 128, Nr. 1–2, S. 297–324, DOI:10.1127/1869-6155/2010/0128-0014.
- ↑ David G. Frodin, Porter P. Lowry II, Gregory M. Plunkett: Schefflera (Araliaceae): taxonomic history, overview and progress. In: Plant Diversity and Evolution. Band 128, Nr. 3–4, 2010, S. 561–595, DOI:10.1127/1869-6155/2010/0128-0028.
- ↑ Pedro Fiaschi, Gregory M. Plunkett: Monophyly and Phylogenetic Relationships of Neotropical Schefflera (Araliaceae) Based on Plastid and Nuclear Markers. In: Systematic Botany. Band 36, Nr. 3, 2011, S. 806–817, DOI:10.1600/036364411X583754.
- ↑ Lowry, Porter P.; Plunkett, Gregory M.; Gostel, Morgan R.; Frodin, David G. (Junho 2017). «A synopsis of the Afro-Malagasy species previously included in Schefflera (Araliaceae): resurrection of the genera Astropanax and Neocussonia». Candollea. 72 (2): 265–282. ISSN 0373-2967. doi:10.15553/c2017v722a4
- ↑ Alexei A. Oskolski, Dmitry D. Sokoloff, Ben-Erik Van Wyk: False paracarpy in Seemannaralia (Araliaceae): from bilocular ovary to unilocular fruit. In: Annals of Botany. Band 106, Nr. 1, 2010, S. 29–36, DOI:10.1093/aob/mcq084.
- ↑ H. R. Coleman (2008). «Homalosciadium». FloraBase - the Western Australian Flora (em inglês). Western Australian Herbarium, Department of Environment and Conservation. Consultado em 28 de dezembro de 2012
- ↑ H. R. Coleman (2008). «Neosciadium». FloraBase - the Western Australian Flora (em inglês). Western Australian Herbarium, Department of Environment and Conservation. Consultado em 28 de dezembro de 2012
- ↑ «Araliaceae». Tropicos. Missouri Botanical Garden. 40016092
- ↑ «Araliaceae» (PDF). Consultado em 9 de dezembro de 2017
- ↑ «Araliaceae» (em inglês). The Plant List. 2010. Consultado em 17 de julho de 2016
- ↑ Manchester, S.R. (1994). «Fruits and Seeds of the Middle Eocene Nut Beds Flora, Clarno Formation, Oregon». Palaeontographica Americana. 58: 30–31
- ↑ «Araliaceae». succulent-plant.com (em inglês). Consultado em 7 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 14 Maio 2018
- ↑ Judd, Walter S. (1994). Angiosperm family pairs : preliminary phylogenetic analyses. [S.l.]: Harvard Papers in Botany. OCLC 30923673
- ↑ Plunkett, G.M.; Soltis, D.E.; Soltis, P.S. (1997). «Clarification of the relationship between Apiaceae and Araliaceae based on MATK and RBCL sequence data» (PDF). American Journal of Botany. 84 (4): 565–580. JSTOR 2446032. PMID 21708608. doi:10.2307/2446032. Cópia arquivada (PDF) em 6 de julho de 2008
- ↑ Chandler, G. T.; Plunkett, G. M. (2004). «Evolution in Apiales: Nuclear and chloroplast markers together in (almost) perfect harmony». Botanical Journal of the Linnean Society. 144 (2): 123–147. doi:10.1111/j.1095-8339.2003.00247.x
- ↑ Nicolas, Antoine N.; Plunkett, Gregory M. (2009). «The demise of subfamily Hydrocotyloideae (Apiaceae) and the re-alignment of its genera across the entire order Apiales». Molecular Phylogenetics and Evolution (em inglês). 53 (1): 134–151. Bibcode:2009MolPE..53..134N. PMID 19549570. doi:10.1016/j.ympev.2009.06.010
- ↑ «Apiales»
- ↑ Wen, J., G. M. Plunkett, A. D. Mitchell, and S.J. Wagstaff. 2001. The Evolution of Araliaceae: A Phylogenetic Analysis Based on ITS Sequences of Nuclear Ribosomal DNA. Systematic Botany26: 144–167
- ↑ «Araliaceae». Consultado em 8 de dezembro de 2017
- ↑ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro: Rodriguésia
- ↑ Flora do Brasil - Araliaceae. Acesso em: 4 de dezembro de 2017.
- ↑ Frodin, D.G. & Govaerts, R. 2003. World checklist and bibliography of Araliaceae. Kew, The Royal Botanic Gardens, 444p.
Bibliografia
[editar | editar código]- Frodin, D. G.; Govaerts, R. (2004). World Checklist and Bibliography of Araliaceae. [S.l.]: Kew Publishing
- A família das Araliaceae no Angiosperm-Phylogeny-Group-Website (secções sistemática e descrição)
- A família das Araliaceae na DELTA (secção Descrição).
- Qibai Xiang, Porter P. Lowry: Araliaceae. In: Wu Zheng-yi, Peter H. Raven, Deyuan Hong (eitores): Flora of China. Volume 13: Clusiaceae through Araliaceae. Science Press / Missouri Botanical Garden Press, Peking / St. Louis 2007, ISBN 978-1-930723-59-7, p. 435 (inglês). Disponível on-line (secção Descrição).
- Hans Joachim Esser, Matthew H. P. Jebb: The Araliaceae of Thailand. In: Thai Forest Bulletin (Botany), Special Issue. Volume 1–6, 2009, disponível online.
- Annemarie Costello, Timothy J. Motley: Phylogenetics of the Tetraplasandra Group (Araliaceae) Inferred from ITS, 5S-NTS, and Morphology. In: Systematic Botany. Band 32, Nr. 2, 2007, pp. 464–477, DOI:10.1600/036364407781179626.
- Porter P. Lowry II, Gregory M. Plunkett, Jun Wen: Generic relationships in Araliaceae: looking into the crystal ball. In: South African Journal of Botany. Band 70, Nr. 3, 2004, S. 382–392, Abstract.
Galeria
[editar | editar código]Ver também
[editar | editar código]Ligações externas
[editar | editar código]- Araliaceae Resource Center
- Araliaceae[ligação inativa] in BoDD – Botanical Dermatology Database
- «Informação sobre Apiales - Angiosperm Phylogeny Website» (em inglês)
- «Chave de identificação de famílias de angiospérmicas» (em inglês)
- «Imagens e descrição de famílias de angiospérmicas - segundo sistema Cronquist» (em inglês)
