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Araliaceae

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Não confundir com Araceae, nem com Arecaceae.
Como ler uma infocaixa de taxonomiaAraliaceae
Ocorrência: Eoceno–presente
Aralia elata (a arália-japonesa) com as suas folhas emplumadas e os seus cachos de flores.
Aralia elata (a arália-japonesa) com as suas folhas emplumadas e os seus cachos de flores.
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Asteranae
Clado: Tracheophyta
Clado: Angiosperms
Clado: Eudicots
Clado: Asterids
Clado: Euasterids II
Ordem: Apiales
Família: Araliaceae
Juss.[1]
Sufamílias e géneros
Sinónimos
Heptapleurum arboricola (ex-Schefflera).
Subfamília Aralioideae: Eleutherococcus sieboldianus com folhas divididas e espinhos.
Subfamília Aralioideae: Hedera canariensis.
Subfamília Aralioideae: Oplopanax horridus com ramos espinhosos, pecíolos e folhas lobadas.
Subfamília Aralioideae: Osmoxylon lineare, porte, folhas simples e inflorescências e frutos.
Subfamília Aralioideae: Heptapleurum arboricola], uma variedade com folhas brancas e coloridas.
Subfamília Aralioideae: Schefflera umbellifera.
Subfamília Hydrocotyloideae: Hydrocotyle laxiflora.
Subfamília Hydrocotyloideae: Hydrocotyle vulgaris, ilustração de Thomé em Flora von Deutschland, Österreich und der Schweiz, 1885.

Araliaceae é uma família de plantas com flor, da ordem Apiales, composta por 43-55 géneros e mais de 1 420 espécies, principalmente plantas lenhosas, entre as quais várias lianas, e algumas plantas herbáceas.[2][3][4] A morfologia das Araliaceae é muito variável, mas a família é predominantemente caracterizada pelo hábito lenhoso, distribuição tropical e presença de umbelas simples.[5] A família inclui diversos géneros com importância económica, como Hedera (as heras), Fatsia (as arálias japonesas) e Heptapleurum (anteriormente Schefflera), que são usados como plantas ornamentais. Também inclui a espécie Panax ginseng, cuja raiz é o ginseng utilizado na medicina tradicional chinesa.

Descrição

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A família Araliaceae (as araliáceas), inserida na ordem Apiales do grupo das angiospermas, agrega 43-55 géneros (dependendo da taxonomia utilizada) e mais de 1 420 espécies. O grupo está amplamente distribuído pelas regiões tropicais e subtropicais de todos os continentes, embora os membros da família sejam maioritariamente oriundos das regiões tropicais. A família inclui vários géneros com importância económica, na maioria dos casos devido ao uso como plantas ornamentais.

Os membros desta família apresentam, em geral, flores bissexuais, diclamídeas e actinomorfas. Tipicamente, as flores agrupam-se em inflorescências do tipo umbela, podendo ser simples ou compostas, ou, em casos raros, em glomérulos. As folhas são por vezes lauroides (semelhantes às da Laurus), simples a compostas; quando compostas, são ternadas, pinadas ou palmadas.[6]

Tradicionalmente o maior género da família Araliaceae era Schefflera J.R.Forst. & G.Forst, que na tradicional circunscrição taxonómica, de base puramente morfológica, continha aproximadamente 775 espécies, distribuídas maioritariamente pelas regiões tropicais, com destaque para as formações montanhosas em regiões como a Malésia, Madagáscar, os Andes e as ilhas da Melanésia.[7][8][9] Contudo, o advento das técnicas da filogenia molecular permitiu demonstar que o género era polifilético, o que levou a que a maioria das suas centenas de espécies fosse reclassificada para outros géneros.[10][11] Análises moleculares recuperaram cinco clados polifiléticos de Schefflera, todos geograficamente isolados uns dos outros, mas que compartilham características semelhantes, indicando evolução paralela.[12] Esses clados foram divididos em géneros separados, principalmente de acordo com critérios geográficos, com o género Schefflera agora consistindo em apenas 13 espécies restritas à Nova Zelândia e algumas ilhas do Pacífico.[13][14][15] Em resultado dessa reclassificação, a planta doméstica popularmente conhecida como «schefflera» é agora Heptapleurum arboricola.

Entre as Araliaceae mais conhecidas estão as espécies Aralia spinosa, Oplopanax horridus, as heras (Hedera spp., incluindo Hedera helix, a hera-comum) e ervas como o ginseng (do género Panax).

Morfologia

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A morfologia das Araliaceae varia muito entre subfamílias e géneros. Muitos estudos comprovaram que não existe uma característica morfológica unificadora capaz de isoladamente caracterizar a família.[16]

Em geral, as espécies da família Araliaceae apresentam folhas grandes, geralmente em filotaxia alterna, muitas vezes ricas em óleos etéreos aromáticos, flores com cinco pétalas (pentâmeras), dois a cinco carpelos, inflorescências em umbelas simples e bagas sem carpóforos ou cavidades oleosas.[17] Algumas espécies apresentam espinhos, e a família é frequentemente lenhosa, embora também contenhas algumas herbáceas.[6]

Hábito

A maioria das espécies são plantas lenhosas de Araliaceae são lenhosas, com hábitos variados, podendo ser arbustivas, trepadeiras ou árvores. Existem poucas espécies herbáceas nesta família. Embora sejam maioritariamente plantas terrestres, alguns dos seus membros apresentam hábito claramente aquático (como no género Hydrocotyle).[6] As plantas têm frequentemente um odor forte devido à presença de óleos etéreos. Nos caules, as cicatrizes das folhas caídas permanecem geralmente bem visíveis.

Folhas

As folhas das Araliaceae, frequentemente com pecíolos longos, podem ser alternas espiraladas, por vezes opostas, composto-pinadas, digitadas ou simples, com estípulas interpeciolares fundidas ao pecíolo ou unidas no ápice dos ramos. A lâmina foliar pode ser inteira ou palmatilobada.[6] A base da folha é frequentemente larga.

Inflorescência

As flores, raramente aparecendo isoladas, ocorrem geralmente agrupadas em inflorescências, que podem ser do tipo terminal ou pseudolateral (axilares), geralmente umbelas ou capítulos, raramente cachos ou espigas, podendo ter os pedicelos articulados ou não.[6] Algumas espécies apresentam inflorescências secundárias.

Flores

As plantas podem ser monoicas, andromonoicas, ginomonoicas, poligamomonoicas ou dioicas. As flores, geralmente pequenas e com pedúnculo, podem ser hermafroditas ou unissexuadas, porém, a maioria é hermafroditas (bissexuada). O pedúnculo da flor é frequentemente dividido na parte superior por uma articulação. As flores têm cinco sépalas, às vezes quatro (mas nalguns casos até 20 sépalas), embora frequentemente o cálice esteja ausente ou seja reduzido. Quanto à forma, as flores são em geral pentâmeras e podem ser actinomorfas, diclamídeas, epíginas ou, raramente, hipóginas. Os estames estão presentes em números variados: (raramente três) geralmente cinco (até doze) ou dez a muitos (100). Os estames são geralmente alternos às sépalas. A corola não possui pétalas e as anteras são longitudinais seguindo a deiscência. Apresentam gineceu sincárpico, com dois a cinco (raramente até 100) carpelos, num ovário ínfero.[6] O estilete apresenta uma estrutura em disco ou almofada. A fórmula floral é:   

Diagrama floral da hera Hedera helix.
Frutos

Os frutos podem ser do tipo drupa ou do tipo baga,[6] raramente esquizocarpos.

Distribuição

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Embora a família Araliaceae seja predominantemente tropical, algumas espécies também são endémicas de climas temperados. A família tem distribuição natural nas Américas, Eurásia, África, Austrália, Nova Zelândia, Nova Caledónia e ilhas do Pacífico.

As Araliaceae são encontradas em florestas montanhosas pluviais, florestas montanhosas muito húmidas e florestas ribeirinhas húmidas de planície. Também estão presentes em florestas de louro, florestas de nuvens e outros habitats quentes e húmidos.

Sistemática e filogenia

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Araliaceae é uma das seis famílias de angiospermas reconhecidas pelo sistema APG IV como parte da ordem das Apiales, uma ordem colocada no clado das asterídeas.[18] A família Araliaceae é considerada um ramo monofilético dentro das Apiales.[19] Dentro da família Araliaceae, são reconhecidos quatro agrupamentos com interesse taxonómico:[20]

Existem também vários táxons que gravitam em torno desses agrupamentos, mas que à luz dos conhecimentos filogenéticos atuais não estão dentro de qualquer deles.

Sistemática

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A família das Araliaceae foi criada em 1789 por Antoine Laurent de Jussieu em Genera Plantarum, p. 217, com o nome Araliae. O género-tipo é Aralia L.. São sinónimos taxonómicos para Araliaceae Juss.: Botryodendraceae J.Agardh, Hederaceae Giseke e Hydrocotylaceae Bercht. & J.Presl.[21]

A classificação genérica da família Araliaceae tem sido instável e continua em estudo. Por exemplo, vários géneros foram sinonimizados sob o nome Schefflera, no qual cerca de metade das espécies da família Araliaceae foram colocadas. Contudo, filogenias moleculares recentes mostraram que este grande género pantropical era polifilético, o que levou à sua desagregação,[22] e alguns acreditam que deveria ser dividido novamente em vários géneros, embora estes provavelmente não correspondessem aos géneros anteriormente reconhecidos.

As Araliaceae são predominantemente encontradas nas regiões tropicais em todo o mundo. Algumas espécies, especialmente na Ásia Oriental, também avançam para as latitudes temperadas até à Sibéria. Os centros de diversidade são a Oceânia, o Sudeste Asiático e a América tropical. As plantas da família Araliaceae colonizam principalmente florestas tropicais. Na Tailândia, existem cerca de doze géneros com cerca de 53 espécies.

As Araliaceae estão divididas em duas subfamílias com 43 a 55 géneros[23] e cerca de 1 420 espécies:

Subfamílias e géneros

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A família Araliaceae, na sua presente circunscrição taxonómica, agrega aproximadamente 50 géneros e mais de 1 420 espécies: [39] [40]

Filogenia

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A utilização de técnicas recentes de sistemática molecular trouxeram grandes avanços na compreensão da evolução das Araliaceae, levando ao conhecimento existente hoje. Devido às características morfológicas amplamente variáveis, a sistemática das Araliaceae foi amplamente debatida ao longo do século passado, especialmente na ausência de evidências moleculares. Por exemplo, as Araliaceae foram anteriormente incorporadas com as Apiaceae (sinónimo: Umbelliferae), com as quais estão intimamente relacionadas, em alguns tratamentos taxonómicos que foram posteriormente rejeitados.[42][43] Assim, apesar de ser seguro que a família está filogeneticamente intimamente relacionada com as Apiaceae e Pittosporaceae, algumas das fronteiras exatas entre as Araliaceae e as outras famílias das Apiales ainda são incertas e estão atualmente a ser examinadas.

Um exemplo de grupo que se revelou problemático para a sistemática das Araliaceae é a subfamília Hydrocotyloideae. As filogenias moleculares sugerem que pelo menos alguns dos géneros tradicionalmente abrangidos pelas Araliaceae e Apiaceae pertencem à subfamília Hydrocotyloideae,[44][45] e parecem estar mais intimamente relacionados com as Araliaceae. Foi recomendado que a subfamília Hydrocotyloideae fosse restringida para incluir apenas os géneros Hydrocotyle, Trachymene, e Harmsiopanax para formar um grupo monofilético dentro das Araliaceae.[46]

A filogenia das Araliaceae ancestrais mostra plantas bicarpelares e com folhas simples. Devido a incertezas da família Araliaceae e devido sua sistemática estar atualmente em estudo, são esperadas mudanças e novidades taxonómicas dentro da família. A família Araliaceae está intimamente relacionada com as famílias Pittosporaceae e Apiaceae e os limites entre essas famílias são incertos. Alguns estudos realizados recentemente incluíram Araliaceae e Apiaceae, porém, essa ideia não foi seguida pela comunidade científica.[47] [48]

Algumas análises moleculares sugerem que alguns dos géneros que eram tradicionalmente incluídos em Apiaceae como subfamília Hydrocotyloideae estão mais relacionados com a família Araliaceae e por isso os géneros Trachymene e Hydrocotyle foram incluídos nas Araliaceae como subfamília.[49]

Ocorrência no Brasil

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As Araliaceae são distribuídas por diversas regiões do mundo, não são endêmicas do Brasil e são majoritariamente tropicais. No Brasil, podem ser encontradas na Amazônia, na Caatinga, no Cerrado, na Mata Atlântica, nos Pampas e no Pantanal.

Os seguintes géneros ocorrem no Brasil:[50]

Os géneros de Araliaceae apontados ocorrem nas seguintes regiões do Brasil:[51]

  • Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina.

De acordo com estudos realizados, existem cerca de quinze espécies de Araliaceae que são nativas no estado de São Paulo, partilhado em 4 gêneros: Aral L., Dendropanax Decne. & Planch., Oreopanax Decne. & Planch. e Schefflera J.R Forst & G. Forst.

Além dos géneros atrás citados, existem espécies que são cultivadas no estado de São Paulo, sendo as seguintes espécies: Hedera helix L., Polyscias fruticosa (L.) Harms, Polyscias guilfoylei (W. Bull) L.H. Bailey, Schefflera actinophylla (Endl.) Harms, Schefflera arboricola (Hayata) Merr., Schefflera elegantissima (Veitch ex Mast.) Lowry & Frodin e Tetrapanax papyrifer (Hook.) K. Koch.[7][52]

Referências

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Bibliografia

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  • Frodin, D. G.; Govaerts, R. (2004). World Checklist and Bibliography of Araliaceae. [S.l.]: Kew Publishing 
  • A família das Araliaceae no Angiosperm-Phylogeny-Group-Website (secções sistemática e descrição)
  • A família das Araliaceae na DELTA (secção Descrição).
  • Qibai Xiang, Porter P. Lowry: Araliaceae. In: Wu Zheng-yi, Peter H. Raven, Deyuan Hong (eitores): Flora of China. Volume 13: Clusiaceae through Araliaceae. Science Press / Missouri Botanical Garden Press, Peking / St. Louis 2007, ISBN 978-1-930723-59-7, p. 435 (inglês). Disponível on-line (secção Descrição).
  • Hans Joachim Esser, Matthew H. P. Jebb: The Araliaceae of Thailand. In: Thai Forest Bulletin (Botany), Special Issue. Volume 1–6, 2009, disponível online.
  • Annemarie Costello, Timothy J. Motley: Phylogenetics of the Tetraplasandra Group (Araliaceae) Inferred from ITS, 5S-NTS, and Morphology. In: Systematic Botany. Band 32, Nr. 2, 2007, pp. 464–477, DOI:10.1600/036364407781179626.
  • Porter P. Lowry II, Gregory M. Plunkett, Jun Wen: Generic relationships in Araliaceae: looking into the crystal ball. In: South African Journal of Botany. Band 70, Nr. 3, 2004, S. 382–392, Abstract.

Ver também

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Ligações externas

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O Wikispecies tem informações relacionadas a Araliaceae.