Arteriosclerose

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Arteriosclerose de Monckeberg.

Arteriosclerose é um processo de endurecimento, perda de elasticidade e espessamento progressivo das paredes das artérias (endotélio), induzido pela hipertensão arterial e que acompanha o processo natural de envelhecimento.[1] Este processo é o responsável pelo aumento progressivo da pressão arterial sistólica sem aumento da pressão arterial diastólica.

Fatores de risco[editar | editar código-fonte]

Seus principais fatores de risco são[2] :

Aterosclerose[editar | editar código-fonte]

Alguns autores consideram que a aterosclerose é uma forma de arteriosclerose. Habitualmente a arteriosclerose, sendo própria do envelhecimento normal do ser humano, não tem as implicações que tem a aterosclerose. Enquanto que a aterosclerose é a principal causa de morte na civilização ocidental, a arteriosclerose está sempre presente no idoso saudável, por vezes com mais de 90 anos. Mas na verdade, quando a idade avança, os limites entre uma e outra são esfumados. Assim, nos habituais tratados de Cardiologia e Medicina Interna, considera-se a arteriosclerose um processo de envelhecimento mas também a base sobre a qual o processo aterosclerótico assenta.[3]

Arteriosclerose[editar | editar código-fonte]

A arteriolosclerose é um tipo de arteriosclerose e se refere ao estreitamento (esclerose) das arteríolas dificultando o fluxo sanguíneo.[4]

Arteriosclerose de Monckeberg[editar | editar código-fonte]

É um tipo de arteriosclerose, caracterizado pela calcificação distrófica da musculatura das artérias, mais frequente em pacientes com diabetes mellitus, problemas renais crônicos, inflamação crônica, lúpus sistêmico ou síndrome de Keutel.[5]

Referências