Arthur Cecil Pigou
| Arthur Cecil Pigou | |
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| Nascimento | |
| Morte | 7 de março de 1959 (81 anos) |
| Nacionalidade | |
| Prêmios | Prêmio Antonio Feltrinelli (1955) |
| Carreira científica | |
| Campo(s) | Economia |
Arthur Cecil Pigou (Ryde, Ilha de Wight, 18 de novembro de 1877 — Cambridge, 7 de março de 1959) foi um economista inglês.[1] Aluno e sucessor de Alfred Marshall na cátedra de economia política da Universidade de Cambridge (1908-1943), desafiou doutrinas econômicas vigentes e a tradição neoclássica em relação à substituição da ação industrial privada pelo estado. Ele desenvolveu o conceito da taxa de Pigou, uma medida do estado para influenciar o comportamento de agentes económicos no mercado, com o objetivo de corrigir externalidades negativas. Além do mais formulou o efeito de Pigou, que explica o aumento da demanda para bens de consumo num período de deflação.
Por sua sugestão[2], Edward Hugh John Neale Dalton, Barão de Dalton, mais conhecido por Hugh Dalton, criou o Princípio de Pigou-Dalton, que estabelece que uma transferência de renda de um indivíduo mais rico para um indivíduo mais pobre, desde que essa transferência não inverta a posição (social) entre os dois, resulta em uma maior igualdade social[3].
Dá nome ao Imposto Pigouviano[1].
Obras principais
[editar | editar código]- Wealth and Welfare. 1912.
- The Economics of Welfare, 4th ed. 1932. ISBN 0-7658-0739-4
- Keynes's General Theory: A Retrospective View. 1950.
- The Political Economy of War. 1921.
- The Theory of Unemployment. 1933.
- Unemployment. 1914.
Referências
- ↑ a b Marlon Antônio Lima Régis. Orientador: Prof. Helcôncio Almeida (maio de 2003). «Imposto sobre poluição ambiental. Fundamentos econômicos, jurídicos e operacionais.» (PDF). Consultado em 20 de novembro de 2013
- ↑ Pigou, A. C. (Arthur Cecil) (1912). Wealth and welfare. Cornell University Library. [S.l.]: London, Macmillan and co., limited. p. p.24. Consultado em 12 de maio de 2025
- ↑ Dalton, Hugh (setembro de 1920). «The Measurement of the Inequality of Incomes». The Economic Journal (119): p.351. 348 páginas. doi:10.2307/2223525. Consultado em 12 de maio de 2025