Auditoria ambiental

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Searchtool.svg
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Pode encontrar ajuda no WikiProjeto Ambiente.

Se existir um WikiProjeto mais adequado, por favor corrija esta predefinição. Este artigo está para revisão desde Fevereiro de 2008.

Auditoria ambiental[editar | editar código-fonte]

[1] “A auditoria ambiental é um processo sistemático e documentado de verificação, realizado para obter e avaliar, de forma objetiva, evidências de auditoria para determinar se as atividades, eventos, sistemas de gestão e condições ambientais especificados, ou as informações relacionadas a estes estão em conformidade com os critérios de auditoria, e para comunicar os resultados deste processo ao cliente.” (definição da norma ISO 14.010) As auditorias ambientais consiste em facilitar o gerenciamento das práticas ambientais, bem como avaliar as conformidades da politicamente correta das empresas atendendo aos requisitos exigidos pelos órgãos competentes. Na auditoria são utilizados critérios que correspondem a práticas e requisitos que serão empregados como ferramentas, pelas empresas ou auditores, como parâmetros de avaliação das práticas operacionais da empresa que será auditada, as documentações e atividades que serão avaliadas no processo de auditoria. [2] [3] Internacionalmente, a auditoria ambiental sobre base normalizada começou a ser discutida em 1991 com a criação do Strategic Advisory Group on Environment - Sage no âmbito da ISO. A discussão se amplia mundialmente, em 1994, com a divulgação dos projetos de norma dentro da série ISO14000. Em 1996, tais projetos de norma são alçados à categoria de normas internacionais, sendo adotadas pelos países participantes da ISO. No Brasil, a Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT apresentou, em dezembro de 1996, as NBR ISO 14010, 14011 e 14012, referentes à auditoria ambiental. Compreende-se que o processo de auditoria ambiental é um instrumento de suma importância, caracterizando a relação existente economia e meio ambiente, auxiliando as empresas verificando o desempenho ambiental com a criação de mecanismos que se façam cumprir as legislações pertinentes e, tornando pública as informações ligadas aos recursos naturais utilizadas nas empresas. Introdução à coordenação modular da construção no Brasil: uma abordagem atualizadaAutores Hélio Adão Greven eAlexandra Staudt Follmann BaldaufColeção Habitare, volume 9 ANTAC Porto Alegre, 2007 72 p. Ilustrado

ISBN 978-85-89478-23-6

Um instrumento de gestão, como a Auditoria Ambiental, deve permitir fazer esta avaliação não só nos sistemas de gestão mas também, como indica Valle (1995), sobre o desempenho dos equipamentos instalados em um estabelecimento de uma empresa, para fiscalizar e limitar o impacto de suas atividades sobre o Meio Ambiente.

Para a Comissão Européia, a Auditoria Ambiental, além de contribuir para salva guardar o meio avalia o cumprimento de diretrizes da empresa, o que incluiria o atendimento da exigências de órgãos reguladores e normas aplicáveis.

Quanto à sua periodicidade, nos lembra Malheiros (1996), os procedimentos de auditoria podem ser também ocasionais, principalmente quando relacionados às atividades ambientais de uma empresa, sendo considerados como instrumentos de aprimoramento de seu desempenho ambiental e das ações relativas a essa questão.

Esses procedimentos, conforme assinala a Environmental Protection Agency — EPA, devem ser utilizados, principalmente, por entidades regulamentadas relacionadas com o atendimento aos requisitos ambientais.


Auditoria ambiental no Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, as normas para Auditoria Ambiental foram publicadas pela ABNT (1997) e define Auditoria do Sistema de Gestão Ambiental — SGA como um processo sistemático e documentado de verificação, executado para obter e avaliar, de forma objetiva, evidências que determinem se o sistema de gestão ambiental de uma organização está em conformidade com os critérios de auditoria do sistema de gestão ambiental estabelecido pela organização, e para comunicar os resultados desse processo à administração.

Segundo a NBR ISO 14001:1996 (ABNT, 1997), uma organização deve estabelecer e manter procedimentos para identificar os aspectos ambientais (produtos ou serviços) de suas atividades, a fim de determinar aqueles que possam ter impacto da elaboração para as normas série ISO 14000.

Auditoria Ambiental, para o Tribunal de Contas da União — TCU, é o conjunto de procedimentos aplicados ao exame e avaliação dos aspectos ambientais envolvidos em políticas, programas, projetos e atividades desenvolvidas pelos órgãos e entidades sujeitos ao seu controle (Manual de Auditoria Ambiental. Brasília, TCU: 2001). Os Tribunais de Contas também exercem o controle externo das ações de responsabilidade do Governo Federal, assim como da aplicação de recursos federais em atividades relacionadas à proteção do meio ambiente.

O Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento — BIRD, em suas normas operacionais, assim define a auditoria ambiental: "Auditoria ambiental: um instrumento para determinar a natureza e a extensão de todas as áreas de impacto ambiental de uma atividade existente. A auditoria identifica e justifica as medidas apropriadas para reduzir as áreas de impacto, estima o custo dessas medidas e recomenda um calendário para a sua implementação. Para determinados projetos, o Relatório de Avaliação Ambiental consistirá apenas da auditoria ambiental; em outros casos, a auditoria será um dos componentes do Relatório." (World Bank, 1999).

Segundo a Organização Internacional das Entidades Superiores de Fiscalização — INTOSAI, a Auditoria Ambiental requer um critério totalizador, compreensivo, holístico e, para o caso das Entidades Fiscalizadoras Superiores (no Brasil, os Tribunais de Contas), necessariamente um enfoque governamental. São algumas fontes de critérios geralmente aceitos pela INTOSAI: Organização Mundial de Saúde — OMS, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente — PNUMA, a norma inglesa BS7750, dentre outras.

Enfim, a Auditoria Ambiental nada mais é do que um processo de auditoria convencional, mas que também inclui em seus objetivos, escopo e critérios de avaliação, o quesito ambiental. Sendo assim, este tipo de auditoria segue o mesmo processo de uma auditoria operacional.

http://www.opiniaosustentavel.com.br/2012/01/historico-e-consideracoes-sobre.html


Objetivos da Auditoria Ambiental[editar | editar código-fonte]

Objetivos da Auditoria Ambiental[editar | editar código-fonte]

A expressão auditoria ambiental, na visão Barbieri (2004, p. 190), “tornou-se bastante elástica, podendo significar uma diversidade de atividades de caráter analítico voltadas para identificar, averiguar e apurar fatos e problemas ambientais de qualquer magnitude e com diferentes objetivos”. (FORTE, 2007) Dessa forma, é possível justificar uma auditoria ambiental com os seguintes objetivos: -Identificar e documentar o status da conformidade ambiental; - Prover confiança ao administrador sênior; - Auxiliar os administradores a melhorar o desempenho ambiental da empresa; - Acelerar o desenvolvimento dos sistemas de gestão ambiental; - Aperfeiçoar o sistema de gestão de riscos ambientais; - Proteger a empresa de responsabilidades ambientais; - Desenvolver uma base para a utilização de recursos ambientais. Portanto, ao final da auditoria, no escopo, é imprescindível que a empresa auditada seja capaz de responder a questões tendo por intuito revelar a situação operacional real que encontra-se, para que seja feita um análise justa e fundamentada, sendo as questões: a. Conformidade com as leis ambientais; b. Adequação dos procedimentos e sistemas corretamente; c. Existe alguma atividade que cause preocupação aos que possuem interesses na empresa; d. A empresa se mantém atualizada as novas tecnologias; e. A empresa faz progressos quanto a redução dos passivos ambientais que fazem parte da sua atividade. Assim, a auditoria ambiental se faz um objeto de avaliação do total aproveitamento da empresa quanto a utilização dos recursos e a redução de passivos ambientais melhorando o seu desempenho.

Passos da Auditoria ambiental[editar | editar código-fonte]

Fase 1 - Planejamento. As auditorias devem ser planejadas e implementadas de forma a assegurar a abrangência de todos os elementos das diretrizes de garantia ambiental fixadas, podendo:

  • Determinar se o SGA foi documentado e desenvolvido em conformidade com os requisitos especificados;
  • Verificar, através de exame e avaliação de evidências objetivas, se o SGA está efetivamente implementado;
  • Verificar se a empresa atende a todos os requisitos ambientais legais, regulatórios e de políticas internas;
  • Identificar não conformidades e propor ações corretivas, quando pertinentes;
  • Verificar a correção deficiências no Manual Ambiental.

O Planejamento das auditorias deve ser verificado periodicamente e revisado sempre que necessário, para refletir a atualização do programa de atividades desenvolvidas.

Fase 2 - Programação das Auditorias.

Para cada auditoria deve elaborada uma programação específica com a indicação do escopo, os requisitos, a composição da equipe de auditoria, o auditor líder, as atividades a serem auditadas, os setores a serem notificados e data prevista.

Fase 3 - Organização da Equipe de auditoria.

É muito importante verificar se existe a independência entre a equipe auditora e a área a ser auditada, pois as pessoas indicadas não devem ter responsabilidades diretas na execução das atividades, e não é conveniente que tenham qualquer interesse nos resultados, para não tendenciar a auditoria. Os auditores devem ter autoridade suficiente e liberdade para tornar a auditoria significativa e efetiva. O auditor líder a ser indicado deve ter a responsabilidade de instruir a equipe, coordenar a auditoria e assegurar um canal de comunicação entre a equipe e os auditados, participar da auditoria e coordenar a elaboração e emissão do relatório da auditoria. Dentre os principais critérios para seleção de auditores, deve se ressaltar:

  • Independência;
  • Treinamento em técnica de auditoria;
  • Habilidade na comunicação oral e escrita;
  • Capacidade para exame de documentação a se utilizada no processo de auditoria;
  • Habilidade e capacidade investigativa.

Fase 4 - Preparação da Auditoria.

Na preparação de uma auditoria, devem ser seguidos os seguintes passos:

  • Estudo da documentação pertinente (procedimentos, especificações, normas, instruções e relatórios de auditorias anteriores);
  • Esclarecimentos entre os membros da equipe auditora;
  • Divisão de tarefas conforme as habilidades de cada componente;
  • Definição dos objetivos da auditoria;
  • Providencias administrativas.

Fase 5 - Notificação da Auditoria.

A área ou função a ser auditada deve ser comunicada sobre a auditoria com uma antecedência razoável. A comunicação deve ser deve ser feita formalmente, e incluir informações como:*Objetivos da auditoria;*Programação, ou seja, previsão de tempo e horário aproximado de visita a cada área;*Nomes da equipe auditora com indicação de quem é o líder. Em caso de auditoria não planejada deve ser feito um acordo entre a equipe designada e o setor a ser auditado.

Fase 6 - Execução da Auditoria.

O auditor líder deve planejar uma reunião inicial, de pré-auditoria, com os envolvidos da área a ser auditada, com o propósito de estabelecer o canal de comunicação, conhecer os participantes de ambos os lados, confirmar os objetivos, discutir a seqüência e a duração da auditoria como também negociar datas, roteiros, e horários, analisar a necessidade de realização da reunião de encerramento.

Fase 7 - Desenvolvimento da Auditoria.

Caso seja necessário os auditores devem visitar o local a ser auditado. O processo de auditoria deve ser conduzido a partir de um “Check-list”, para auditores sem muita prática em auditoria, e esta vai auxiliar na condução da mesma não deixando esquecido fatos que possam ser relevantes no levantamento de dados para que seja possível uma avaliação posterior sobra à conformidade ou não do sistema. (A técnica mais utilizada pra realização de auditorias é o rastreamento, (“trace-back” ou traceability“)”. A seqüência é:* Selecionar uma atividade, produto, componente, efluente, documento ou uma atividade e verificar todo trajeto das operações, fazendo um retrocesso no processo avaliando, os registros pertinentes, e qualquer procedimento, instrução, especificações, normas aplicáveis à situação; *Ao ser constada a evidência de uma possível não conformidade, o auditor deve buscar uma fundamentação em qualquer registro, especificação ou outros para então solicitar a concordância do auditado para confirmar se é de fato uma não conformidade. Os auditores devem estar atentos aos seguintes critérios:

  • As avaliações devem ser realizadas, preferencialmente, nos locais onde os trabalhos são executados;
  • Não concluir antes de se certificar do fato constatado;* Utilizar linguagem direta tanto para qualquer questionamento ou para expor suas conclusões;
  • Ter um tratamento interpessoal;
  • Não interromper ou mandar interromper os serviços em execução;
  • Seguir a orientação do auditor líder;*Desenvolver as ações de sua responsabilidade de forma organizada;
  • Nunca dirigir qualquer crítica às pessoas, e se o fizer que seja somente aos fatos;
  • Reportar-se somente ao pessoal responsável pela atividade;
  • Comprovar pessoalmente qualquer informação recebida.

Evidências constatadas devem ser registradas sempre que forem observadas, para que seja assegurada a transparência na condução da auditoria. Ao ser constatado durante uma auditoria uma não conformidade que possa ser corrigida durante a avaliação, deve ser tratada da mesma forma de qualquer outra.

Fase 8 - Avaliação dos Resultados de uma Auditoria.

Os resultados encontrados devem ser consolidados pela equipe auditora, e elaborar um relatório final, como também os relatórios de não conformidades caso seja necessário, e repassá-los aos auditados em reunião de encerramento se for o caso. Toda e qualquer divergência entre o auditor e auditado deve ser comunicada ao responsável da alta administração, para que seja dirimida.

Fase 9 - Elaboração do Relatório da Auditoria.

O relatório da auditoria deve conter informações que permitam a avaliação das condições da área auditada, como: • Objetivo da auditoria e de forma sucinta a abrangência e finalidade da auditoria; • Nomes dos membros da equipe auditora; •Documentos e registros utilizados como referencial; •Nomes das pessoas responsáveis pelo atendimento; •Descrição dos fatos constatados, fazendo uma separação entre o que é não conformidade do que é observação; •Sugestões de melhorias para o aperfeiçoamento das atividades desenvolvidas.

Fase 10 - Análise do Relatório de Auditoria.

O auditado deve, ao receber o relatório de auditoria, avaliar as constatações registradas para posteriormente estabelecer ações corretivas que possam eliminar as causas dos problemas constatados. Quando não for possível uma ação corretiva de imediato, o auditado deve estabelecer um prazo, e registrar, para que seja possível um acompanhamento das ações.

Fase 11 - Acompanhamento.

O auditado deve comunicar ao responsável pelo controle das auditorias, sobre o andamento das ações, e providenciar um método de controle para:

  • Ter um registro que dê uma rastreabilidade ao relatório da auditoria;
  • Avaliar as respostas;*Verificar se as ações corretivas foram realizadas conforme programadas;
  • Reprogramar o que não foi comprido;
  • Avaliar a eficácia das ações corretivas.

http://ucbweb.castelobranco.br/webcaf/arquivos/23813/7849/AULA_8_082_AUDITORIA_AMBIENTAL.pdf APOSTILA DE AUDITORIA AMBIENTAL,

Referências

  1. ¹No que tange ao estudo da Auditoria Ambiental, primeiramente cabe salientar a sua origem, embora seja matéria controvertida, declina que o termo AuditoriaTexto em itálico nasceu na Inglaterra como instrumento de verificação de atividades financeiras de uma empresa ou organização. isso porque essa nação se consolidou como dominadora dos mares e do comércio por longo tempo, tendo iniciado a disseminação de investimentos em diversos países e, por consequência, o exame dos investimentos mantidos naqueles novos locais.
  2. ²De acordo com Sá, a auditoria inicialmente limitou-se a verificação dos registros contábeis, visando a detectar sua exatidão. A forma primária, portanto,confrontava a escrita com as provas do fato e as correspondentes relações dos registros, para declarar sua conformidade.
  3. ³A necessidade de verificar a veracidade das informações, assim como o correto cumprimento das metas e a aplicação do capital investido de forma licita, para que houvesse a possibilidade do retorno do investimento, foram algumas das preocupações que exigiram um verificação por terceira parte, que não fosse ligada aos negócios, visando a confirmar, de forma independente, a qualidade e precisão das informações prestadas, o que de certa forma deu ensejo ao aparecimento a figura do auditor.

Certifique Auditoria e Associados

Portanto, esses passos garantem uma auditoria ambiental que irá trazer uma real avaliação da empresa auditada.


Tipos de Auditoria ambiental[editar | editar código-fonte]

É importante ressaltar que as Auditorias Ambientais podem ser aplicadas em organizações, locais, produtos, processos e sistemas de gestão, como se observa abaixo, os principais tipos de auditoria ambiental frente a seus objetivos, com indicação individual dos instrumentos de referência para averiguação e análise. Demonstra-se a amplitude da Auditoria Ambiental e as possibilidades de avaliação conforme as solicitações das entidades. Desta amplitude o atual estudo irá se deter ao último tipo “Auditoria de sistema de gestão ambiental”, com base nas determinações da [1]http://tcc.bu.ufsc.br/Contabeis293866.pdf

Auditoria Conformidade: Verificar o grau de conformidade com a legislação ambiental. Os instrumentos de referência são, legislação ambiental, licenças e processos de licenciamentos e termos de ajustamento;* Auditoria de Desempenho ambiental: Avaliar o desempenho de unidades produtivas em relação à geração de poluentes e ao consumo de energia e materiais, bem como aos objetivos definidos pela organização. Os instrumentos de referência são, Legislação ambiental, Acordos voluntários subscrito, Normas técnicas e Normas da própria organização;*Due diligence: Verificação das responsabilidades de uma empresa perante acionistas, credores, fornecedores, clientes, governos e outras partes interessadas. Os principais instrumentos de referência são, Legislação ambiental, trabalhistas, societárias, tributária, civil, comercial etc., Contrato social, acordos com acionistas e empréstimos, Título de propriedade e certidões negativas.

  • Auditoria de desperdício e de emissões: Avaliar os desperdícios e seus impactos ambientais e econômicos com vistas ás melhorias em processos ou equipamentos específicos. Os principais instrumentos de referência são, Legislação ambiental e Normas técnicas, Fluxogramas e rotinas operacionais, Códigos e práticas do setor;
  • Auditoria pós acidente: Verificar as causas do acidente, identificar as responsabilidades e avaliar os danos. Os principais instrumentos de referência são, Legislação ambiental e trabalhistas, Acordos voluntários subscritos, Normas técnicas, Plano de emergência e Normas da organização e programas De treinamento:
  • Auditoria de fornecedor: Avaliar o desempenho de fornecedores atuais e selecionar novos. Selecionar fornecedores para projetos conjuntos. Os principais instrumentos de referência são, Legislação ambiental, Acordos voluntários subscritos, Normas técnicas, Normas da própria empresa, Demonstrativos contábeis dos fornecedores, Licenças, certificações e premiações;
  • Auditoria de sistema de gestão ambiental: Avaliar o desempenho do sistema de gestão ambiental, seu grau de conformidade com os requisitos da norma utilizada e se está de acordo com a política da empresa. Os principais instrumentos de referência são, Normas que especificam os requisitos do SGA( ISO 14001, Emas etc.), Documentos e registros do SGA, Critérios de auditoria do SGA. (FORTE, 2007)

Fontes[editar | editar código-fonte]

1.

Referências

  1. ISO 14001.

DALL'AGNOL, João Alencar. Auditoria Ambiental: Instrumento do Princípio da Prevenção no Sistema de Gestão e Direito ambiental.Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Direito, área de Concentração em Direito ambiental e Biodireito - Direito. UCS. Caxias do Sul, 2008. p. 73.

2. SÁ. A. L. Curso de Auditoria. São Paulo: Atlas, 1988. p. 23.

3. DALL'AGNOL, João Alencar. Auditoria Ambiental: Instrumento do Princípio da Prevenção no Sistema de Gestão e Direito ambiental.Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Mestre em Direito, área de Concentração em Direito ambiental e Biodireito - Direito. UCS. Caxias do Sul, 2008. p. 70.

4.FORTE, Ana Paula Saraiva Oliveira. Auditoria Ambiental: Um Estudo de Caso em uma Empresa de Geração de Energia Elétrica. Monografia apresentada como um dos pré-requisitos para a obtenção do grau de bacharel em Ciências Contábeis. UFSC. Florianopólis, 2007. p.


Fontes[editar | editar código-fonte]

  • FRANCISCO, Denise Pinheiro. Auditoria Ambiental como Instrumento de Controle no Tribunal de Contas do Paraná: Avaliação do Subprojeto de Educação Ambiental no Programa de Saneamento Ambiental da Região Metropolitana de Curitiba. Monografia de Especialização em Análise Ambiental — Geografia. UFPR. Curitiba, 2001.
  • Gestão Ambiental Empresarial - José Carlos Barbieri (Capítulo 6: Auditorias Ambientais, pág: 214)