Asnar I Galindes

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Aznar I Galíndez)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Asnar I Galindes
Conde de Aragão
Reinado 809-820
Antecessor(a) Auréolo
Sucessor(a) Galindo I
Conde de Urgel e Cerdanha
Reinado 820-834
Predecessor Borel I
Sucessor Sunifredo I
 
Descendência
Morte 834
Pai Galindo

Asnar I Galindes (em castelhano: Aznar I Galíndez; morto antes de 834), filho, pelo seu patronímico, de certo Galindo, foi conde de Aragão de 809 até 820, como sucessor de Auréolo. Foi contemporâneo de Íñigo Arista e de Galindo Belascotenes (Velasco) e vassalo de Luís I, o Piedoso.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Foi expulso do condado de Aragão pelo seu genro, Garcia I Galíndez que depois repudiou a sua esposa Matrona, a filha de Asnar.[2] Depois, segundo as crónicas francas, em 824, após sufocar as revoltas da nobreza da Gasconha, os carolíngios enviam tropas e dois condes a Pamplona, a fim de restaurar a soberania carolíngia. No retorno da missão foram surpreendidos e capturados nos Pirenéus por "pérfidos montanheses" vascões, naquilo que é considerada a "segunda batalha de Roncesvales". O conde Eblo foi enviado para Córdova como troféu e o conde Asnar foi posto em liberdade por ser gascão e por isso considerado consanguíneo.[a][3]

Asnar foi para Ludovico Pio que deu-lhe terras em Cerdanha e no Condado de Urgel onde morreu.[3] É possível que não fora conde de Urgel e que teve as terras em apprisio; se fosse, deve ter morrido antes de 834 quando Sunifredo está governando o condado.[4][5][6]

Descendência[editar | editar código-fonte]

Erradamente, segundo o Códice de Roda casou com Oneca, filha de Garcia Íñiguez de Pamplona, no entanto, o esposo de Oneca foi o neto homónimo deste Asnar, ou seja, Aznar II Galíndez.[7] Seus filhos foram:

Referências

  1. Martín Duque 1953, p. 225–241.
  2. Lacarra 1945, p. 211.
  3. a b Lacarra 1945, p. 206–207.
  4. Lacarra 1945, p. 242.
  5. Collins 1992, p. 635.
  6. Enciclopédia 2019.
  7. a b c d Lacarra 1945, p. 240.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Collins, Roger (1992). Law, Culture, and Regionalism in Early Medieval Spain. Londres e Nova Iorque: Routledge