Dinastia carolíngia

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Dinastia carolíngia
Pipinida
Arnulfida
Carolíngia
Após o Tratado de Verdun (843)

A Dinastia Carolíngia ou Carlovíngia é a designação dada ao período do reinado, durante a Idade Média, em grande parte da Europa, dos reis Francos que sucederam a Dinastia Merovíngia. Oficialmente inicia-se no ano 751, Século VIII, com a promulgação, em ofício da Igreja Católica pelo Papa Zacarias a Pepino, o Breve como rei dos francos - de 751 a 768 (na história esta vem a ser a primeira investidura como soberano por determinação de um pontífice), recriando assim o antigo Império Romano do Ocidente. A Europa ficou sob a soberania dos reis carolíngios por séculos (devido principalmente as conquistas, domínios e influencias ocorridas sobre o reinado de Carlos Magno de 768 a 814 (filho primogênito, ilegítimo, de Pepino, o Breve). A dinastia dos reis carolíngios manteve o poder e soberania, regionalmente, nas atuais: Itália até o ano de 887, Alemanha até 911 e na França até 987[1] .

Considera-se que a família merovíngia extinguiu-se com a morte do rei Dagoberto II, que foi substituída por seus antigos "Prefeitos do Palácio" (no singular, Majordomus), que pertenciam à linhagem carolíngia. Esses monarcas, incluindo Carlos Magno, casaram-se com princesas merovíngias, para legitimar cada vez mais a dinastia carolíngia.

Da mesma forma, no início do reinado da dinastia, foi divulgada uma genealogia que mostrava os carolíngios como descendentes da dinastia merovíngia.

Dinastia carolíngia: 751 - 987[editar | editar código-fonte]

As datas referentes a esta dinastia devem ser interpretadas com cautela, uma vez que a cronologia da época permanece confusa para os historiadores.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Encyclopædia Britannica - Carolingian dinasty ('em inglês'). Visitada em 12 de março de 2016


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