Cartel Phoebus

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Cartel Phoebus foi o primeiro cartel mundial, oficialmente uma empresa suíça chamada "Phoebus S.A. Compagnie Industrielle pour le Développement de l'Éclairage".[1] Sediava-se em Genebra[2] e existiu entre 1924 e 1939,[1] tendo toda a indústria de lâmpadas organizada sob si.[3] Era composto por General Electric (teve o maior papel),[3] OSRAM, Philips e Lâmpadas Teta.[1]

Nesta reunião, decidiu-se que as lâmpadas não deveriam durar mais de 1000 horas, sendo que: a 1ª lâmpada comercializada (de Edison) durava 1500 horas; na época do cartel o mercado já oferecia lâmpadas de 2500 horas; e na época chegou-se a criar lâmpadas de 100.000 horas de duração, mas que não chegaram ao mercado provavelmente por pressão do cartel.[1]

O esquema de controle de patentes básicas e arranjos de licenças para outros produtores garantiu o controle dos mercados domésticos.[3] O sucesso de uma série de processos anti-truste do governo na década de 1940 terminou virtualmente com a facilidade de ação do cartel e levou a uma mudança na evolução tecnológica da indústria.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d «O DIREITO PENAL COMO INSTRUMENTO DE PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE NA SOCIEDADE DE RISCO CAPITALISTA BRASILEIRA» (PDF). ESCOLA SUPERIOR DOM HELDER CÂMARA. 2013. p. 18. Consultado em 3 de junho de 2014. 
  2. «Luma — A Challenge to the Trusts» (PDF). Cooperation (em inglês). University of Georgia. 1933. p. 28. Consultado em 18 de novembro de 2012. 
  3. a b c d «The Durapolist Puzzle: Market Power in Durable-Goods Markets» (PDF) (em inglês). NELLCO. 1999. pp. 43–45. Consultado em 18 de novembro de 2012.