Flor do Samba

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Flor do Samba
Fundação 11 de novembro de 1939 (79 anos)
Cores Azul, vermelho e branco
Símbolo Flor
Bairro Desterro
Presidente Luís César Maia
Enredo "TRADIÇÃO, DEVOÇÃO E ALEGRIA, A FLOR CANTA AS FESTAS PATRIMONIO CULTURAL IMATERIAL DO BRASIL"

Flor do Samba é é a segunda escola de samba de São Luís mais antiga, foi fundada em 11 de novembro de 1939 , na Rua da Estrela próximo ao Largo do Desterro, no Centro Histórico da cidade.[1]

Além disso é detentora de muitos títulos e sambas de enredo memoráveis. Também foi a Flor do Samba que iniciou o processo de modernização dos Desfiles das escolas de samba locais, como introdução de enredo, comissão de frente, alegorias e samba de enredo, e instrumentos de nylon na bateria, sendo a primeira Vencedora no Carnaval de 1974. O seu maior samba é considerado o hino do carnaval maranhense o já famoso "Haja Deus" que curiosamente foi disputado embaixo do viaduto do Monte Castelo, ajudou a escola sagra-se campeã do carnaval de 1979, composto por Chico da Ladeira e Augusto Tampinha. Já em 1980 mais uma curiosidade, o Bicampeonato veio com o antológico "De Daomé à Casa das Minas" de autoria de Augusto Tampinha em parceira com Beto Pereyra(Beto do Cavaco na época), disputado na Praça João Lisboa. A década de 80 foi marcada por uma intensa e saudável rivalidade entre Flor do Samba e Turma do Quinto e algumas, até muitas das vezes divertidas, trocas de farpas entre os folclóricos dirigentes, Zé Piranha e Lilio Guega, aguçando ainda mais a disputa. Em 1984 e 1985 a Flor do Samba foi Bicampeã, não desfilando em 1986 e sendo vice-campeã em 1987 e 1988, criando grandes expectativas para 1989 onde comemoraria seus 50 anos. Nesse período tínhamos o crescimento considerável da Favela do Samba e a Unidos de Fátima que ja disputavam de igual para igual, deixando o Carnaval muito mais disputado, fato este que se consolidou na década seguinte onde a grande maioria dos títulos ficou com a Favela do Samba e a Unidos de Fátima chegando a vencer dois Carnavais e chegando próximo da vitoria em outras ocasiões, se consolidando também entre as grandes.

Outro momento histórico e curioso, é que, em 1989 a Passarela mudou-se de forma definitiva para o Anel viário (já havia sido feita em 1979 em outro ponto do Corredor), onde coincidentemente a Flor comemorava seus 50 anos, levando à Passarela o Enredo: "Nem tudo que Reluz é Ouro", à qual homenageou seu Jubileu de Ouro, fazendo um desfile arrebatador, muito luxuoso e com um samba bem cantado tendo como um dos autores Dênis do Desterro da própria comunidade, marcando a estréia de Jota Nogueira no microfone principal acompanhado do já consagrado Coqueiro da Vila, sendo até hoje a Única Escola que conseguiu ser Campeã homenageando os seu próprio Jubileu de Ouro. Em 1990 veio o Bicampeonato homenageando o saudoso Joãozinho Trinta, inclusive, obtendo pela primeira vez de forma incontestável, notas 10 de todo os jurados.

Todavia os anos seguintes foram de dificuldades tanto para a Flor do Samba quanto para o próprio Carnaval de Passarela o qual começou a enfrentar forte e desleal concorrência de outros gêneros como axé music, reggae etc; além disso como foi citado, houve o crescimento de outras Agremiações que já brigavam por título nos ultimos anos como Favela e Unidos de Fátima, conseguindo o terceiro lugar por 3 anos consecutivos, inclusive em 1993 quanto fez mais um grande e belo desfile com o Enredo "Línguas de Fogo", perdendo para "si mesma" no quesito cronometragem. Já em 1994 fez mais um bonito desfile que contou com um belo samba homenageando Josué Montelo obtendo um honroso segundo lugar perdendo para a Unidos de Fátima.

Em 1995 já fazia 4 anos de fila, e o Título parecia apenas uma Questão de tempo já que a mesma havia, mesmo com a falta de incentivos, retomado sua maneira própria de fazer Grandes Carnavais, sendo recompensada na quarta-feira de cinzas com mais um Título, tendo como homenageada "Apolónia Pinto, a primeira Dama do Teatro Maranhense" com mais um Carnaval luxuoso com destaque para a Comissão de frente e Conjunto Alegórico. Em 1996 devido a forte crise financeira e falta de incentivos via poder público, as Escolas de samba decidiram não fazer concurso desfilando em forma de "arrastão". Já em 1997 tudo se encaminhava para repetir o fracasso vivido no ano anterior, inclusive levantado-se várias vezes a hipótese de não ser construída a passarela ou até mesmo o absurdo do desfile ser realizado na Avenida Litorânea já que a mesma contaria com uma estrutura de camarotes e som para o Carnaval estilo Micareta que estava no auge nas principais Cidades nordestinas, porém a arquibancada foi erguida de qualquer jeito em pouco mais de uma semana, instalado um sistema de som que apresentou defeito na maior parte do tempo, e com muita dificuldade algumas das Agremiações conseguiram, de forma heróica chegar à passarela e participar do concurso, vindo o Bicampeonato mais uma vez para o Desterro (curiosamente em seu enredo "No Rabo de uma Estrela" abordava e criticava essa "modernização" e decadência do Carnaval tradicional em detrimento do Axé music e música eletrônica), contudo dividido com a Favela do Samba, seguidos pela grata surpresa, Unidos de São Cristóvão que liderou algumas vezes a apuração, como vice-campeã. Em 1998 a Flor do Samba homenageou o Sampaio Corrêa num bom e animado desfile obtendo um vice-campeonato, perdendo muitos pontos em um dos quesitos que foi e é talvez seu ponto mais forte, comissão de frente.

A partir daí veio um grande período de jejum, inclusive deixando de desfilar em 1999 e 2007, onde mesmo com Grandes Carnavais, muitas das vezes superiores (como por exemplo:"500 anos" - 2000, "Sete Pecados "-2001, "Ze Piranha"-2004, "Daomé-2006", "Haja Deus"-2009), inexplicavelmente o Título não veio para a Flor do Samba, sendo o tabu quebrado apenas em 2016 com um Desfile arrebatador obtendo Notas 10 de todos os jurados, Título este vindo ser Reconhecido somente após 3 anos, depois de muita luta e persistência, onde mesmo assim a Escola repetiu por 3 anos consecutivos grandes e luxuosos desfiles em 2017, 2018 e 2019 sendo aclamada pelo público e imprensa especializada como a grande Campeã mas infelizmente o júri não teve a mesma percepção.

Além desses históricos sambas, muitos outros sambas compostos por : Lucas Neto , Darlan Oliveira , Hakã Silva , Leozinho Nunes , Jeovah França, Dênis do Desterro, Ribão D' Oludô , Gilvan da Mocidade, Josias e Luzian, Samy do Cavaco, Yeda Maranhão, Gerude, Alysson Ribeiro e Luís Carlos Vovô fizeram vibrar a escola e público nos seus desfiles.

Em 2020 a Escola levará para a Avenida um Enredo sobre Festanças Populares Brasileiras, prometendo mais um belo Desfile moderno e de alto nível, como vem ocorrendo nos últimos 4 anos.

História[editar | editar código-fonte]

Sua história iniciou-se quando um grupo de engraxates, pescadores e arrumadores de estiva, reunidos num pequeno espaço da Rua da Estrela, próximo ao Largo do Desterro, decidiram fundar um bloco carnavalesco.[2]

Ainda não se sabia qual o nome se daria ao bloco, quando Edgar Carvalho, eleito primeiro presidente, observou uma mulher que sambava muito bem, e era conhecida como "Nega Fulô", sendo "fulô" uma corruptela da palavra "flor". Após consultar seus parceiros, decidiu homenageá-la, dando ao bloco o seu apelido.[2] Naquele mesmo ano o cordão carnavalesco saiu pelas ruas de São Luís fazendo o maior sucesso e a Nega Fulo, a homenageada, estava à frente. No ano seguinte, o grupo transformou-se numa escola de samba.

Os batuqueiros, eram pessoas do Largo e de toda a cidade, a fantasia era  uma camisa listrada nas cores vermelha, azul e branca, além da calça xadrez.[2]

Em 2006, a escola reeditou o samba enredo de 1980 fazendo até então o Seu melhor e mais grandioso desfile, desenvolvido pelo Carnavalesco Chico Coimbra e Joao Everton na parte das alegorias(grandiosas diga-se de passagem), De Daomé à Casa das Minas a Origem de um Povo, ficando injustamente em 2º lugar. No ano seguinte, Com o Enredo "QUEM CANTA SEUS MALES ESPANTA" onde por motivos financeiros desfilou apenas com a bateria e alguns componentes.

Em 2008, teve como tema "São Luis é tão bela quanto a FLOR ", obtendo o 3º lugar. Já em em 2009, reeditou seu samba-enredo de 1979, "Maranhão, Festas, Lendas e Mistérios", popularmente conhecido como "Haja Deus", sendo novamente vice-campeã.

A escola trouxe ainda um enredo sobre o petróleo em 2010, sendo vice-campeã. Em 2011, homenageou Djalma Campos.

No ano de 2014, foi vice-campeã , com o Enredo EU SOU O NÉCTAR DA FELICIDADE .[3]

Em 2015 fez um desfile empolgante homenageando o Vereador e presidente da Câmara Municipal de São Luís Astro de Ogum, conquistando mais uma vez o vice-campeonato.

Em 2016 a Flor do Samba foi a única a receber notas dez em todos os quesitos. Porém foi punida com a perda de oito pontos e terminou em sexto lugar, onde somente em 2019 devido um acordo feito entre as agremiações foi dado o título de volta à Flor do Samba, pois foi comprovado que a mesma fora penalizada de forma equivocada.

Em 2017 teve como enredo a história do Grupo Independente de Teatro Amador, o G.R.I.T.A, que realiza todos os anos a via sacra da paixão no bairro Anjo da Guarda. ACLAMADA PELO PÚBLICO E IMPRENSA COMO A MELHOR ESCOLA, acabou ficando com a 4 Colocação na visão dos jurados.

Em 2018 homenageou os 100 anos da cidade de Balsas, fez um belo desfile, sendo ,novamente, apontada como a Favorita ao título de campeã do Carnaval Maranhense , ficando com o vice na avaliação do júri.

Em 2019 , mais uma vez a escola inova na avenida. COM o Enredo VIVA ESSA ENERGIA, LEVOU 2500 COMPONENTES pra avenida , num desfile impecável e empolgante. Saiu ACLAMADA pelo público e imprensa especializada como a campeã , o que não aconteceu nas notas do júri. Ficando com o Vice Campeonato.

Segmentos[editar | editar código-fonte]

Presidência[editar | editar código-fonte]

Presidência
Presidente Mandato Ref.
Luis César Maia "Lulu" 03/08/2015 - atualidade [4]
Vice-presidente

Dona Rony

Desde 2017

Intérprete Oficial[editar | editar código-fonte]

Lucas Neto (Desde 2018)

Ala Musical (Harmonia de Ouro)

Frank Hudson

Keko

André

Rose

Aninha

Sônia

Hakã Silva (Cavaco oficial)

Israel (Violão)

Mestre Sala e Porta Bandeira

Edinho e Elizete ( desde 2012)

Diretores[editar | editar código-fonte]

Diretor de Carnaval Diretor geral de harmonia Mestre de bateria Ref. Direção de bateria Diretor de Sede e patrimônio Diretor de Projetos Secretário geral Direção Financeira Direção de Comissão de frente Mais Diretores
André Campos Marcos Tulio Mestre By, João e Fredson tamborim [5] Joao Sousa e Xareu Gean Buceles Jorivaldo e

Dênis do Desterro

Dr Manoel Delgado

E

Silvinha

Aryanna e Nilson Brasiliano Didica, Dalmir Campos, Eduardo Santana, Roberto Costa, Seixas, Baé, Aline, Thamara, Perdido, Francisca, Sandra, De Jesus, Francilene, Luy, Fonseca, Luizinho, Madson Robert, Mercês, Casqueiro(baluarte da velha guarda), Priscila, Dazinha,Sr Zeca, Zeca Bolívia, e muitos outros que sempre contribuem para que a Escola faça o melhor na avenida.

Corte de bateria[editar | editar código-fonte]

Ano Rainha Ref.
Desde 2016* Brunna Araújo [5]
  • * Faz parte da Corte de Bateria desde 2009.

Coreógrafa[editar | editar código-fonte]

Ano Nome Ref.
Desde 2014 Flávia Ferreira [5]

Carnavais[editar | editar código-fonte]

Flor do Samba
Ano Colocação Grupo Enredo Carnavalesco Intérprete Presidente Ref
1974 Campeã A Primaveras artesãos da escola Piranha
1975 Vice campeã A Bandeirantes Artesãos da Escola Piranha
1976 Campeã A Aquarela do Brasil artesãos da Escola Piranha
1977 4° Lugar A Os Cinco Bailes Imperiais artesãos da escola Piranha
1978 3º lugar A O mundo encantado do circoCompositor:Chico da Ladeira artesãos da escola Rose Maranhão Piranha [6]
1979 Campeã A Maranhão, Festas, Lendas e Mistérios (Haja Deus)Compositor:Chico da Ladeira Wagner Lopes Rose Maranhão Piranha
1980 Campeã A De Daomé à Casa das Minas a Origem de um Povo Wagner Lopes Rose Maranhão Piranha
1981 3º Lugar A Sua Majestade o Carnaval Chico Coimbra Rose Maranhão Piranha
1982 Vice Campeã A O Touro rei da Praia dos Lençois Comissão de Carnaval Rose Maranhão Piranha
1983 Vice Campeã A Axé Xangô Axé Cezar e Hélcio Cardoso Rose Maranhão Piranha
1984 Campeã A A Arte que vem do Povo Rose Maranhão Piranha
1985 Campeã A O Domingo é Nosso (tributo ao falecido radialista Lima Júnior) Cezar , Hélcio Cardoso e Roldão Lima Rose Maranhão Piranha
1986 NÃO DESFILOU
1987 Vice Campeã A A Negra Maluca que Enfeitiçou o Desterro Miguel Veiga Ribão d' Oludô Piranha
1988 Vice Campeã A Em terra de poeta, a flor é Marrom Miguel Veiga e Chico Coimbra Ribão d' Oludô Piranha
1989 Campeã A Nem Tudo que Reluz é Ouro (50 anos da Flor) Miguel Veiga J. Nogueira Piranha
1990 Campeã A O Arquiteto da Ilusão – Joãosinho Trinta Miguel Veiga J. Nogueira Albino
1991 3° Lugar A Parabéns Pra Você, 50 anos da Turma do Quinto Miguel Veiga J. Nogueira Albino
1992 3° Lugar A Horário Nobre - A Televisão Miguel Veiga J. Nogueira Albino
1993 3° Lugar A Línguas de Fogo Miguel Veiga J. Nogueira Albino
1994 Vice Campeã Único No Largo do Desterro Tem uma Flor Miguel Veiga J. Nogueira Abílio
1995 Campeã Único A Divina Dama – Apolônia Pinto Miguel Veiga J. Nogueira Abílio
1997 Campeã Único No Rabo de uma Estrela Dominguinhos Lopes Samyr do Cavaco Luis César

"Lulu"

1998 Vice Campeã Único No Sassarico da Flor a Glória Tricolor-Sampaio Correa Chico Coimbra Samyr do Cavaco Luís César "Lulu"
1999 Não desfilou Único O Fofão Quem Diria Acabou Na Bahia Dominguinhos Lopes Luís César "Lulu"
2000 Vice-campeã Único www.brasil500.com.br Dominguinhos Lopes Samyr do Cavaco Luís César "Lulu"
2001 Vice Campeã Único Os Setes Pecados da Capital Eugênio Araujo e Dominguinhos Lopes Samyr do Cavaco Albino
2002 Vice Campeã Único Saint Louis ou São Luís, Enfim Uma Só Paris Comissão de Carnaval Samyr do Cavaco Albino
2003 Vice Campeã Único Antonio dos Outros Sermões Vieira Dominguinhos Lopes Samyr do Cavaco Abílio
2004 3º lugar Único Pira Pirou Zé Piranha Voltou Comissão Carnaval Samyr do Cavaco Abílio
2005 3° Lugar Único Na Terra de Gonçalves Dias a Flor é Caxias Guilherme Mendes Samyr do Cavaco Luís César "Lulu"
2006 Vice Campeã Único De Daomé à Casa das Minas a Origem de um Povo Chico Coimbra Rose Maranhão Luís César "Lulu"
2007 Não Concorreu Único Quem Canta Seus Males Espanta Rogério Silvinho da Beija-flor Luís César "Lulu"
2008 4º lugar Único São Luís É Tão Bela Quanto a Flor Dominguinhos Lopes Silvinho da Beija-flor Eduardo Santana
2009 Vice campeã Único Haja Deus! Um Canto à Capital Brasileira da Cultura (Troféu de melhor Escola 2009 no gosto popular) Dominguinhos Lopes Rose Maranhão Eduardo Santana
2010 Vice-Campeã Único O ouro negro na terra das palmeiras – Refinaria Premium, um prêmio para o Maranhão. Eugenio Araújo Rose Maranhão e Lucas Neto Junta: Luís César e Eduardo Santana
2011 3° Lugar Único Missão Cumprida, nasce mais uma estrela Dijalma Campos Domingos Lopes Samyr do Cavaco Nilson Brasiliano
2012 Vice-campeã Único São Luís, a flor do Maranhão Domingos Lopes Vovô Celso Azevedo [7]
2013 SEM CONCURSO [2]
2014 Vice-campeã Único Eu sou o néctar da felicidade Domingos Lopes Vovô Celso Azevedo [5][3][2]
2015 Vice-campeã Único Tambores: o astro iluminado Domingos Lopes Vovô Celso Azevedo
2016 Campeã Único Laborarte, mais que um laboratório de artes uma paixão da cidade. Se­bastião Cardoso Vovô Luís César "Lulu" [8][9]
2017 4º lugar Único “Do Carnaval ao Teatro; do Itaqui ao Bacanga, Grita minha Flor e dá voz ao anjo da esperança”. Italo Fonseca Vovô Luís César "Lulu"
2018 Vice-campeã Único "Hoje tem festança e cantoria. É a Flor em Balsas. No Centenário da Cidade Querida" Ítalo Fonseca Lucas Neto Luís César "Lulu"
2019 vice campeã Único " Viva essa energia" Italo Fonseca Lucas Neto Luís César "Lulu"
2020 A "TRADIÇÃO, DEVOÇÃO E ALEGRIA, A FLOR CANTA AS FESTAS PATRIMONIO CULTURAL IMATERIAL DO BRASIL" Italo Fonseca Lucas Neto Luís César

"Lulu"

Referências

  1. Governo do Maranhão (12 de fevereiro de 2011). «Corpo de Bombeiros fiscaliza barracões de escolas de samba». Consultado em 18 de fevereiro de 2011 [ligação inativa]
  2. a b c d e Jully Camilo / Jornal Pequeno (25 de fevereiro de 2014). «Flor do Samba leva o enredo "Eu sou o néctar da felicidade" para a passarela». Consultado em 10 de agosto de 2016 
  3. a b «Favela é heptacampeã do Carnaval de São Luís». 22 de fevereiro de 2012. Consultado em 16 de julho de 2012. Arquivado do original em 16 de julho de 2012 
  4. [1]
  5. a b c d Anderson França e Paulo de Tarso Jr, para o Imirante (4 de março de 2014). «Carnaval 2014 - Flor do Samba brilha na avenida e sonha com título do Carnaval 2014». Consultado em 10 de agosto de 2016 
  6. Jornal Pequeno (12 de dezembro de 2008). «Flor do Samba 1978». Consultado em 12 de dezembro de 2011 
  7. Neto Ferreira (20 de fevereiro de 2012). «Alegorias da Flor do Samba homenagearão poetas maranhenses» 
  8. [2]
  9. «Turma do Quinto é campeã do Carnaval do Maranhão em 2016». G1 MA. 10 de fevereiro de 2016. Consultado em 25 de março de 2019