Forças Armadas de Cabo Verde

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Bandeira da República de Cabo Verde

As Forças Armadas Cabo Verdeanas ou FACV são as forças armadas de Cabo Verde. Incluem dois ramos, a Guarda Nacional e a Guarda Costeira.


História[editar | editar código-fonte]

Antes de 1975, Cabo Verde era uma província ultramarina de Portugal, com uma pequena guarnição militar portuguesa que incluía soldados portugueses e de Cabo Verde.

Ao mesmo tempo, alguns cabo-verdianos estavam servindo nas Forças Armadas Revolucionárias do Povo (FARP), uma ala militar do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde que lutavam pela independência conjunta da Guiné e Cabo Verde na Guerra da Independência da Guiné-Bissau. A FARP tornou-se as forças armadas nacionais da Guiné-Bissau, quando sua independência foi reconhecida por Portugal em 1974.

As Forças Armadas de Cabo Verde foram criadas quando o país se tornou independente em 1975, sendo também oficialmente designado Forças Armadas Revolucionárias do Povo (FARP). A FARP Cabo Verde foi composta por duas agências independentes, o Exército e a Guarda Costeira.

Policiais em Mindelo

No início da década de 1990, a designação "FARP" foi abandonada e os militares de Cabo Verde começaram a ser designados Forças Armadas Cabo-Verdianas.


Em 2007, a FACV iniciou uma grande reorganização que incluiu a transformação do Exército na Guarda Nacional.

Juntamente com a Polícia de Cabo Verde, a FACV realizou a Operação Lancha Voadora, uma operação bem-sucedida para pôr fim a um grupo de tráfico de drogas que contrabandeava cocaína da Colômbia para os Países Baixos e a Alemanha usando Cabo Verde como ponto de reabastecimento. A operação levou mais de três anos, sendo uma operação secreta durante os dois primeiros anos, e terminou em 2010.

Embora localizada na África, Cabo Verde sempre teve relações estreitas com a Europa. Por isso, várias opiniões defendem que Cabo Verde pode entrar na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e na OTAN[1].

O mais recente envolvimento da FACV foi o massacre de Monte Tchota que resultou em 11 mortes.[2]


Referências[editar | editar código-fonte]

  1. «Sprungbrett nach Westafrika | David X. Noack» (em alemão). Consultado em 17 de dezembro de 2018 
  2. «Eleven shot dead in Cape Verde, including two Spanish citizens». Reuters (em inglês). 27 de abril de 2016