Gastão d'Escragnolle

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Gastão d'Escragnolle
Nascimento 16 de abril de 1821
Rio de Janeiro
Morte 18 de junho de 1888
Cidadania Brasil
Ocupação político

Gastão Luís Henrique de Robert d'Escragnolle (Gaston Louis Henri de Robert d'Escragnolle), primeiro e único barão d'Escragnolle no Brasil, e conde e marquês d'Escragnolle na França,[1] (Rio de Janeiro, 16 de abril de 1821 — Rio de Janeiro, 16 de junho de 1886) foi um nobre, militar e político franco-brasileiro.

Era filho dos nobres franceses, Alexandre-Louis-Marie de Robert, conde d'Escragnolle, e Adelaide Francisca Madalena de Beaurepaire-Rohan, esta filha de Jacques Antoine Marc, conde de Beaurepaire, com a anglo-portuguesa Maria Margarida Skeys de Rohan, filha de cônsul inglês que serviu no Rio de Janeiro, e descendente da Casa de Rohan, da alta nobreza francesa,[2] e irmã do visconde de Beaurepaire-Rohan. Seu pai, o conde d'Escragnolle, foi coronel comandante e governador das armas do Maranhão.[1]

Armas do barão d'Escragnolle.

Foi ajudante de ordens do Duque de Caxias. Abandonou a carreira militar como tenente-coronel e se dedicou à administração pública. Foi o autor de novos traçados na Floresta da Tijuca, que lhe deve seu embelezamento e sua projeção na cidade.

Há um monumento em sua honra levantado no Caminho da Floresta, perto do restaurante Os Esquilos, a quatro quilômetros da Cascatinha.

Sua irmã, Gabrielle Herminie de Robert d'Escragnolle, casou-se com o pintor francês Félix Émile Taunay, 2º barão de Taunay, sendo pais do visconde de Taunay. Félix Émile Taunay era filho do também conceituado pintor Nicolas-Antoine Taunay, 1º barão de Taunay.

Casou-se com Ana Leopoldina da Silva Porto, descendente de antiga família de Minas Gerais.[1]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CAMPOS, A., Dicionário de curiosidades do Rio de Janeiro, Da Costa e Silva, São Paulo, s/d.
  1. a b c «BookReader - Biblioteca Nacional». objdigital.bn.br. Consultado em 7 de maio de 2021 
  2. BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento (1895). Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de Janeiro: Typographia Nacional. 520 páginas