Geraldo Moreira

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Geraldo Moreira da Silva,conhecido como Geraldo Moreira (São Francisco do Glória, 29 de novembro de 1954 ) é um político brasileiro.[1]

Foi acusado de mandar matar o namorado de sua ex-mulher, o médico Carlos Alberto Peres Miranda, em 2008.[2]

Em 1998 é eleito Deputado Estadual com mais de 28.000 votos. Em 1999, toma posse como Deputado Estadual do Rio de Janeiro. Eleito por seus pares para a Mesa Diretora da ALERJ, como 2º Vice-Presidente. Seu mandato passa a refletir a preocupação com o ser humano. Seus projetos são: Em 2000 é candidato a prefeito do Município de Duque de Caxias e o seu lema de campanha é "O SER HUMANO EM PRIMEIRO LUGAR". Em 2001 por discordar das orientações partidárias, sai do PDT e filia-se ao PSB. Reeleito, como 2º Vice-Presidente, para a Mesa Diretora da ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Em 2002 é reeleito Deputado Estadual pelo PSB com mais de 40.000 votos! Devido ao seu lema de vida e das suas ações na causa da defesa da cidadania, foi eleito Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da ALERJ. Em 2007 tomou posse pelo terceiro mandato consecutivo como deputado estadual pelo PMN.

Foi eleito suplente de deputado estadual em 2014 pelo PTN, para a 11ª Legislatura - 2015–2019, assumindo novamente o mandato no decorrer da legislatura.

Em 17 de novembro de 2017, se ausentou da votação pela revogação da prisão dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, denunciados na Operação Cadeia Velha, acusados de integrar esquema criminoso que contava com a participação de agentes públicos dos poderes Executivo e do Legislativo, inclusive do Tribunal de Contas, e de grandes empresários da construção civil e do setor de transporte.[3]

Referências

  1. ALERJ. «Geraldo Moreira da Silva». Consultado em 18 de novembro de 2017. 
  2. G1 (30 de maio de 2017). «Após 9 anos, deputado do RJ ainda não foi julgado por acusação de mandar matar namorado da ex». Consultado em 18 de novembro de 2017. 
  3. G1 (17 de novembro de 2017). «ALERJ revoga prisões de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi». Consultado em 17 de novembro de 2017.