Ghulāt

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Ghulat (em árabe: غلت; em português, "extremista" ou "exagerado") é um adjetivo derivado do substantivo Ghuluww (em árabe: غلاة; em português, "extremismo" ou "exagero") utilizado pelos muçulmanos das correntes majoritárias para qualificar os grupos minoritários xiitas que, segundo a maioria, exageram a importância de certos membros da família do profeta Maomé, sobretudo Ali, atribuindo a divindade a essas pessoas,[1] o que, segundo os sunitas, é proibido pelo islã.

Entre as comunidades religiosas pro vezes consideradas como ghulāt temos os shabaks,[2], os qizilbash[3], os alevi da Turquia[3], os takhtajis[4], os Ahl-i Haqq,[5] os alauitas da Síria[6] e a ordem dos bektashis.[7]

Referências

  1. Moosa 1987, p. xiii
  2. Moosa 1987, p. 1
  3. a b Moosa 1987, pp. 36-39
  4. Moosa 1987, p. 39
  5. Moosa 1987, p. 185
  6. Moosa 1987, pp. 255-291
  7. Moosa 1987, pp. 10-20

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Moosa, Matti (1987). Extremist Shiites. The Ghulat Sects. Col: Contemporary issues in the Middle East (em inglês). [S.l.]: Syracuse University Press. ISBN 9780815624110 
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