Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico

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Palácio Nacional da Ajuda, monumento nacional, onde funcionava antigamente o IPPAR e actualmente o seu subsequente IGESPAR

O Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, I. P., é um Instituto Público português, abreviadamente designado por IGESPAR, que "tem por missão, a gestão, a salvaguarda, a conservação e a valorização dos bens que, pelo seu interesse histórico, artístico, paisagístico, científico, social e técnico, integrem o património cultural arquitectónico e arqueológico classificado do País." [1](Artº21-1)

História[editar | editar código-fonte]

Criado no âmbito da nova lei orgânica do Ministério da Cultura, este Instituto resulta da extinção e fusão do Instituto Português de Arqueologia e do Instituto Português do Património Arquitectónico,[1] (Artº23-3-c))

Desde 2011 que foi intergrado en a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC).[2]

Missão[editar | editar código-fonte]

O IGESPAR passa a assumir as competências e atribuições dos dois organismos extintos nomeadamente[1] (Artº21-2)):

  1. Propor a classificação e inventariação de bens imóveis de interesse nacional e de interesse público de relevância arquitectónica e arqueológica e, quando for o caso, estabelecer zonas especiais de protecção;
  2. Elaborar(...) planos, programas e projectos para a execução de obras e intervenções (...) em imóveis classificados ou em vias de classificação ou situados nas respectivas zonas de protecção(...);
  3. Assegurar(...) a gestão e valorização do património cultural arquitectónico e arqueológico (...);
  4. Promover a inventariação sistemática e actualizada dos bens que integram o património cultural (...);
  5. Pronunciar-se(...) sobre planos, projectos, trabalhos e intervenções (...) a realizar em imóveis classificados ou em vias de classificação e nas respectivas zonas de protecção (...);

Biblioteca Geral (BG)[editar | editar código-fonte]

A Biblioteca Geral (BG) do IGESPAR, herdeira do espólio das instituições que a antecederam, nomeadamente o IPPC e o IPPAR, é especializada em património arquitectónico. Estão catalogadas cerca de 7.700 monografias e 300 publicações periódicas, sendo cerca de 3.300 entradas sobre património classificado e 1.000 sobre património em vias de classificação, constituindo este conjunto a base de dados disponível on line.[3]

Informação disponibilizada[editar | editar código-fonte]

  • Pesquisa de Património
    • Pesquisa de Património Imóvel (ex-IPPAR)
    • Pesquisa de Património Arqueológico (ex-IPA)
  • Pesquisa Georeferênciada
  • Itinerários e Inventários Temáticos
  • Património Mundial
    • Património Mundial em Portugal
    • Património Mundial de origem portuguesa
  • Monumentos

Biblioteca de Arqueologia (BA)[editar | editar código-fonte]

A Biblioteca de Arqueologia (BA) herdou o espólio do Instituto Português de Arqueologia. Este era, na sua maior parte, oriundo do Instituto Arqueológico Alemão, que o cedeu, em regime de comodato, ao Estado Português, aquando da extinção da sua delegação de Lisboa, em 1999. O acervo possui perto de 55.000 registos bibliográficos, divididos por cerca de 1.400 títulos de periódicos (metade dos quais activos e actualizados), 23.000 títulos de analíticos e 30.000 títulos monográficos.

Referências

  1. a b c Lei orgânica do Ministério da Cultura, D.L. 215/2006 de 27 de Outubro
  2. «Administração Central - Governo anuncia nova Direcção Geral do Património Cultural». Consultado em 18 de agosto de 2016 
  3. «Serviços do IPPAR». Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR). Consultado em 17 de Março de 2009 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]