Jamil Almansur Haddad

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Jamil Almansur Haddad (São Paulo, em 13 de outubro de 1914 — São Paulo, 4 de maio de 1988) foi um crítico, ensaísta, poeta, historiador, teatrólogo, antologista e tradutor brasileiro.[1]

Poeta inserido na Geração de 45, foi colaborador em diversos jornais de São Paulo.

Formou-se em Medicina em 1938[2] e chegou ao cargo de diretor do Departamento de Cultura da Associação Paulista de Medicina. Foi presidente da Casa Castro Alves.[1]

Participou do I Congresso Brasileiro de Escritores, iniciado em 22 de janeiro de 1945, no Teatro Municipal de São Paulo. [3] O Congresso foi uma manifestação dos escritores brasileiros contra a falta de liberdade de expressão durante a ditadura de Getúlio Vargas e contribuiu para agravar a crise do Estado Novo.[4]

Jamil Almansur Haddad foi presidente do Clube de Poesia de São Paulo. De origem libanesa, converteu-se ao Islamismo.[1]

Obras[editar | editar código-fonte]

  • Alkamar, a minha amante (Livraria Editora Record, 1935)
  • Orações Negras (Livraria Editora Record, 1939)
  • A lua do remorso (Livraria Martins Editora, 1951)
  • Contos árabes
  • Histórias galantes
  • História poética do Brasil
  • O que é islamismo? - Coleção Primeiros Passos
  • Raízes de Castro Alves
  • Romanceiro cubano (Brasiliense, 1959)
  • Álvares de Azevedo, a Maçonaria e a Dança (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1960)
  • As obras-primas da poesia religiosa brasileira (Livraria Martins Editora, 1954)
  • Orações roxas, novas orações negras, orações vermelhas (Ed. Cultura, 1943)
  • Romantismo brasileiro e as sociedades secretas do tempo (Monografia, Universidade de São Paulo, 1945)
  • Revisão de Castro Alves (Edição Saraiva , 1953)
  • Literatura e mistificação (Emp. Jornalística , 1967)

Traduções[editar | editar código-fonte]

  • As flores do mal, de Charles Baudelaire (Difel, 1958)
  • Lírica, de Safo (Edições Cultura, 1942)
  • Cântico dos cânticos (Saraiva, 1950)
  • Rubaiyat, de Omar Khayyam (Civilização Brasileira, 1956)
  • Cancioneiro, de Petrarca
  • Decamerão, de Boccaccio
  • Odes, de Anacreonte (José Olympio, 1952)
  • Odes e Baladas, de Victor Hugo (Editora das Artes, 1960)
  • A arte de amar, de Ovídio (Biblioteca, 1964)
  • Poesias escolhidas, de Giosue Carducci (Delta, 1962)

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Orações Negras - prêmio de Poesia pela Academia Brasileira de Letras em 1937.
  • Raízes de Castro Alves - premiado pela Comissão Julgadora de Ensaios “Adhemar de Barros”. São Paulo, 1950.

Referências