Jean-Louis Barrault

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde julho de 2008)
Por favor, melhore este artigo inserindo fontes no corpo do texto quando necessário.
Jean-Louis Barrault
Nome nativo Jean-Louis Barrault
Nascimento 8 de setembro de 1910
Le Vésinet
Morte 22 de janeiro de 1994 (83 anos)
Paris
Sepultamento Cemitério de Passy
Cidadania França
Cônjuge Madeleine Renaud
Ocupação ator, encenador, mímico, realizador, ator de teatro, ator cinematográfico
Causa da morte ataque cardíaco

Jean-Louis Barrault (Ile-de-France, França, 8 de setembro de 1910Paris, 22 de janeiro de 1994) foi um ator francês.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Iniciou sua carreira em 1931 como mímico e depois passou para o cinema. Após a Segunda Guerra Mundial ele trabalhou ativamente na Comédie-Française, com a atriz Madeleine Renaud, que viria a ser sua esposa por mais de 50 anos. Juntos eles formaram uma das companhias teatrais mais famosas da França e percorreu todo o mundo com grandes clássicos. No Brasil eles estiveram por duas vezes e em uma entrevista, Barrault se declarou fascinado pela Bahia.

Seus filmes de maior sucesso foram O Boulevard do Crime na década de 1940 e Casanova e a Revolução na década de 1980.

Barrault recebeu, das mãos do presidente François Mitterrand, o título de Grand Officier da Legião de Honra, a mais alta honraria concedida pelo governo francês.

O ator faleceu aos 83 anos, em janeiro de 1994. Sua companheira, Madeleine, morreria alguns meses depois, em setembro do mesmo.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Antonin Artaud, Lettres à Jean-Louis Barrault, Bordas, 1952
  • André Frank, Jean-Louis Barrault, Éditions Seghers, Collection Théâtre de tous les temps, 1971
  • Christian Genty, Histoire du Théâtre national de l'Odéon : journal de bord, 1782-1982, Éditions Fischbacher, 1982
  • Gérard Bonal, Les Renaud-Barraud, Éditions du Seuil, 2000.
  • Paul-Louis Mignon, Jean-Louis Barrault, Éditions du Rocher, 2003