Liga Solidária
A Liga Solidária, fundada em 10 de março de 1923 como Liga das Senhoras Católicas de São Paulo, é uma organização da sociedade civil (OSC) sem fins lucrativos que trabalha em prol de pessoas na cidade de São Paulo.
Sobre
[editar | editar código]A Liga Solidária foi criada há mais de um século para promover a transformação social como resposta às urgências da época.[carece de fontes]
A organização atua em quatro eixos principais: Educação de Qualidade, com foco no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes; Vínculos Comunitários, promovendo a solidariedade e cooperação entre as comunidades; Envelhecimento Ativo, assegurando qualidade de vida e inclusão social para os idosos; e Inclusão Produtiva, criando oportunidades de capacitação e inserção no mercado de trabalho para aqueles em situação de vulnerabilidade.[carece de fontes] Em constante expansão, a Liga afeta a vida de milhares de pessoas a cada ano.
História
[editar | editar código]Sua história começou em 1920, com a Liga das Mães Católicas, na cidade de São Paulo, cujo objetivo era promover os princípios cristãos e católicos dentro do âmbito familiar. Em 1921, o Arcebispo de São Paulo, D. Duarte Leopoldo e Silva, batiza o grupo de Liga das Senhoras Católicas.
No dia 10 de março de 1923, a Liga das Senhoras Católicas oficializou seu trabalho criando seu primeiro estatuto e registrando a instituição em cartório. No mesmo ano fundou o seu primeiro departamento, o de Auxílio Social. Em 1924, fundou a Escola de Economia Doméstica para educar moças de todas as camadas sociais preparando-as para o futuro.[carece de fontes]
A entidade também tem forte participação na história do País. Foi a Liga que criou, em 1926, quando mulheres podiam[necessário esclarecer] frequentar restaurantes desacompanhadas, um restaurante exclusivo para as moças empregadas no comércio, na região central da cidade. Durante a Revolução de 1932, a Liga teve uma atuação significativa amparando órfãos, mutilados e viúvas. Momento de atuação decisiva do Dr. Cândido Dores, livre-docente da FMUSP e fundador do lactário da instituição, homenageado em rua de São Paulo.[1] Sua esposa, Aracy Bresser consta entre as fundadoras da instituição, tendo atuado como Diretora do Departamento Social.[2]
Dentre suas participantes, destaca-se Alaíde Borba, vice-presidente e representante social da Liga durante muitos anos, e que ajudou a fundar o Complexo Educacional Educandário Dom Duarte e a Cidade dos Meninos,[3] uma instituição filantrópica responsável por acolher crianças e adolescentes de baixa renda.[4]
Ver também
[editar | editar código]Referências
- ↑ «DICIONÁRIO DE RUAS». dicionarioderuas.prefeitura.sp.gov.br. Consultado em 30 de maio de 2022
- ↑ UNZELTE, Celso. A Família Bresser na História de São Paulo. Idealizado por Diva Bresser. São Paulo: Campo Visual, 2003. p.52
- ↑ SCHUMAHER, Maria Aparecida (2000). Dicionário Mulheres do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar
- ↑ «Página Institucional da Cidade dos Meninos». Cidade dos Meninos. Cópia arquivada em 21 de dezembro de 2018