Lilliput

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Mapa de Lilliput (por Hermann Moll, antes de 1726).
Gulliver rodeado pelos lilliputeanos.

Lilliput é uma ilha fictícia do romance As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift.[1] Swift apresentou-a como parte de um arquipélago com Blefuscu, algures no Oceano Índico. O livro também relata que as duas ilhas são inimigas.[1]

Nessa ilha a personagem principal deparou-se com a população de pessoas minúsculas (com menos de seis polegadas de altura, cerca de 15 centímetros),[1] chamadas lilliputeanos, que o tomaram por gigante.

Blefuscu e Liliput são sátiras, respectivamente, da França e Inglaterra no começo do século XVIII.[1] Enquanto que o povo de Liliput agiu de forma traiçoeira contra Gulliver, o povo de Blefescu foi honesto e direto, mostrando a má vontade de Swift em relação a seus conterrâneos.

No original o nome da ilha é Laputa. A população de Laputa consiste principalmente de pessoas educadas, que gostam de matemática, astronomia, música e tecnologia, mas não conseguem fazer uso prático do seu conhecimento. No entanto, na história, as mulheres Laputan são adúlteras, e por isso a ilha recebeu seu nome pejorativo.

Como “la puta” significa “a prostituta” (em espanhol), algumas edições nesta língua de “As Viagens de Gulliver” usam “Lapuntu” e “Lupata” ao invés do nome original, a fim de amenizar o “palavrão”. É provável, dada a marca de Swift ser sua sátira, que ele estava ciente do significado ao nomear a ilha flutuante.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d George Orwell, Politics vs. Literature: An Examination Ilha com pessoas em miniatura e o resto da descrição fassam na que eu também não sei # |date=20110716010833 }}
Ícone de esboço Este artigo sobre literatura é um esboço relacionado ao Projeto Literatura. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.