Lusoponte

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Lusoponte
Razão social Lusoponte S.A.
Empresa de capital fechado
Indústria Transporte
Fundação 1994
Sede Lisboa, Portugal Portugal
Presidente Joaquim Ferreira do Amaral
Produtos Administração e manutenção de travessias rodoviárias
Lucro Baixa EUR 11.0 milhões (2012)
Faturamento Baixa EUR 65.3 milhões (2012)[1]
Website oficial http://www.lusoponte.pt/

A Lusoponte é a concessionária das duas travessias rodoviárias sobre o rio Tejo em Lisboa, ponte Vasco da Gama e ponte 25 de abril, até 24 de março de 2030.[2] Tem ainda o exclusivo para a construção e exploração de uma terceira travessia rodoviária sobre o rio Tejo, entre a foz do rio e Vila Franca de Xira.[3]

A estrutura accionista da Lusoponte, é constituída pelo grupo Mota-Engil com cerca de 38%, seguido pelos franceses da Vinci (construção) com cerca de 37%, o grupo italiano Atlantia (ex-Autostrade) com cerca de 17,5% e a Teixeira Duarte com cerca de 7,5%.[3]

O Presidente do Conselho de Administração é o Eng.º Joaquim Ferreira do Amaral.[2]

O contrato de concessão assinado entre o Estado e a Lusoponte tem sido alvo de frequente polémica, nomeadamente por o atual Presidente do Conselho de Administração ter sido o responsável pela negociação e assinatura do contrato enquanto Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de um governo de Aníbal Cavaco Silva e por muitas das cláusulas serem consideradas lesivas do interesse público.

Exemplificando esta questão, no relatório da comissão de inquérito às parcerias público-privadas, entregue em junho de 2013 no Parlamento, as maiores críticas são direccionadas aos contratos feitos no sector rodoviário, com destaque para a Lusoponte, que a comissão classifica como “um dos piores exemplos”. Neste caso, o relatório indica que os acordos de reequilíbrio financeiro desta concessão já custaram aos contribuintes portugueses quase 847 milhões de euros[4].

Referências