Oh! Susanna

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"Oh! Susanna" é uma canção escrita por Stephen Foster em 1847. A letra conta a viagem de um negro do estado do Alabama até Nova Orleans na Louisiana para encontrar sua amada Susanna. A maneira de pronunciar as palavras são uma imitação explícita dos trejeitos que os negros americanos possuiam de falar no final do século XIX, dando um tom comicamente racista à música. A falta de sentido na letra explicita esta característica humorística dos "Ministrel Shows", uma forma de espetáculo com o qual Foster trabalhava.

Oh! Susanna

I came from Alabama
Wid my banjo on my knee,
I'm g'wan to Louisiana
My true love for to see,
It rain'd all night the day I left,
The weather it was dry,
The sun so hot I frose to death;
Susanna, don't you cry.

Chorus:

Oh! Susanna, Oh! don't you cry for me,
I've come from Alabama, wid my banjo on my knee.
I jumped aboard de telegraph,
And trabbelled down de ribber,
De Lectrie fluid magnified,
And killed five hundred Nigger
De bulgin' bust, de horse run off,
I really thought I'd die;
I shut my eyes to hold my breath,
Susanna, don't you cry.

Chorus:

I had a dream de odder night
When ebery ting was still;
I thought I saw Susanna,
A coming down de hill.
The buckwheat cake war in her mouth,
The tear was in her eye,
Says I'm coming from de South,
Susanna, don't you cry.

Chorus:

I soon will be in New Orleans,
And den I'll look all round,
And when I find Susanna,
I' fall upon the ground.
But if I do not find her,
Dis darkie 'I surely die,
And when I'm dead and buried,
Susanna, don't you cry[1]


A canção foi desde então alterada para ser politicamente correta, então as estrofes 1 e 4 foram removidas, e as palavras não mais satirizam o dialeto afro-americano.


Versão em Português[editar | editar código-fonte]

No Brasil, a canção é comumente associada a canções infantis, pois recebeu versões de vários artistas direcionados as crianças, como Xuxa e Balão Mágico. Cada qual compôs sua versão.

Eu saí do Alabama com meu banjo e meu chapéu
Vou seguir pra Louisiana, oh Susana, pra te ver.
Sob o sol quente da estrada cavalguei meu animal;
O sol me queimou a pele, oh Susana, não faz mal.
Oh, Susana, não chores mais por mim.
Chegarei em Louisiana
Com meu banjo, logo, assim.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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