Paulo Lélis

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Paulo Lélis
Conhecido(a) por ser criador e narrador do Nas Garras da Patrulha
Nascimento 10 de junho de 1951
Bandeira de Fortaleza.svg Fortaleza, Ceará
Morte 23 de janeiro de 2008 (56 anos)
Bandeira de Fortaleza.svg Fortaleza, Ceará
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Narrador e radialista
Causa da morte Infarto do miocárdio

Paulo Lélis (Fortaleza, 10 de junho de 195123 de janeiro de 2008) foi um narrador e radialista brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nascido e criado na capital cearense, era formado pela metade em administração e radialista desde os anos 70, desde quando deixou de ser contínuo temporário na FM do Povo[1]. Paulo Lélis foi para a Rádio Verdes Mares em 1985, trabalhando como produtor de notícias, e em pouco mais de um ano, virou coordenador de programação da emissora, cargo que ocupou até sua morte.

Uma das atuações de maior sucesso de Paulo era como criador e narrador do programa Nas Garras da Patrulha, do qual participava desde 1987 na rádio e, posteriormente, em versão televisiva exibida na TV Diário. O locutor atribuía o sucesso do "Garras" ao fato de o humorístico ser dirigido a todos os públicos e contar com uma linguagem e um jeitinho "bem cearenses".

O radialista morreu na madrugada do dia 23 de janeiro de 2008 (às 2 horas), aos 56 anos, enquanto dormia em casa[2]. Seu corpo foi cremado na manhã do dia 25 de janeiro, no Cemitério Metropolitano. O radialista, que era cardíaco, lutava contra um carcinoma e faleceu vítima de um infarto do miocárdio, conforme exames realizados pelo Serviço de Verificação de Óbitos.

O velório ocorreu no mesmo dia, na Funerária Ternura. Por volta das 16 horas, foi realizada uma missa de corpo presente. Parentes, amigos e companheiros de trabalho estavam consternados com o ocorrido e lembram dele numa mistura de admiração e sentimento de perda. “Era um ótimo profissional, tratava todo mundo com muito carinho e respeito. Ficamos muito tristes, porque mesmo sabendo que ele tinha esse problema de saúde, fica aquela lacuna”, relata o auxiliar administrativo Luiz Pio, que trabalhava com ele.

Paulo Lélis se definia como uma pessoa bem-humorada, determinada, compreensiva e romântica. "Perdemos um homem extremamente dedicado à profissão, de caráter polido e, sobretudo, destemido. Mesmo doente, ele não tinha medo da morte. Eu prefiro pensar que Deus não leva ninguém, e sim recebe", conclui o comentarista esportivo Bosco Farias.

Referências