Paulo Lélis

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Paulo Lelis)
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde dezembro de 2015). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Paulo Lélis
Nome completo Paulo Lélis
Conhecido(a) por Nas Garras da Patrulha
Nascimento 10 de junho de 1951
Bandeira sobral.PNG Sobral, Ceará
Morte 23 de janeiro de 2008 (56 anos)
Bandeira de Fortaleza.svg Fortaleza, Ceará
Nacionalidade  brasileiro
Ocupação Narrador e radialista
Causa da morte Infarto do miocárdio

Paulo Lélis (Sobral, 10 de junho de 1951Fortaleza, 23 de janeiro de 2008) foi um narrador e radialista brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Paulo Lélis começou a trabalhar como radialista na Rádio Verdes Mares em 1985, como produtor de notícias. Já no ano seguinte, foi promovido para diretor de programação da emissora, cargo que ocupou até falecer.

Uma das atuações de maior sucesso de Paulo era como criador e narrador do programa Nas Garras da Patrulha, do qual participava desde 1987 na rádio e, posteriormente, em versão televisiva na TV Diário. O locutor atribuía o sucesso do "Garras" ao fato de o humorístico ser dirigido a todos os públicos e contar com uma linguagem e um jeitinho "bem cearenses". O programa tem fãs espalhados por todo o Brasil, principalmente cearenses que foram para outros estados.

Paulo Lélis se definia como uma pessoa bem-humorada, determinada, compreensiva e romântica. "Perdemos um homem extremamente dedicado à profissão, de caráter polido e, sobretudo, destemido. Mesmo doente, ele não tinha medo da morte. Eu prefiro pensar que Deus não leva ninguém, e sim recebe", conclui o comentarista esportivo Bosco Farias.

O radialista morreu na madrugada do dia 23 de janeiro de 2008 (às 2 horas), aos 56 anos, enquanto dormia em casa. Seu corpo foi cremado na manhã do dia 25 de janeiro, no Cemitério Metropolitano. O radialista, que era cardíaco, lutava contra um carcinoma e faleceu vítima de um infarto do miocárdio, conforme exames realizados pelo Serviço de Verificação de Óbitos.

O velório ocorreu do dia 23 de janeiro de 2008, na funerária Ternura. Por volta das 16 horas, foi realizada uma missa de corpo presente. Parentes, amigos e companheiros de trabalho estavam consternados com o ocorrido e lembram dele numa mistura de admiração e sentimento de perda. “Era um ótimo profissional, tratava todo mundo com muito carinho e respeito. Ficamos muito tristes, porque mesmo sabendo que ele tinha esse problema de saúde, fica aquela lacuna”, relata o auxiliar administrativo Luiz Pio, que trabalhava com ele.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]