Satori

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Satori (悟り?) ( chinês ; coreano ) é um termo japonês budista para iluminação. A palavra significa literalmente "compreensão". É algumas vezes livremente tratada como sinônimo de Kensho, mas Kensho refere-se à primeira percepção da Natureza Búdica ou Verdadeira Natureza, algumas vezes conhecida como "acordar". Diferentemente do kensho, que não é um estado permanente de iluminação mas uma visão clara da natureza última da existência, o satori refere-se a um estado de iluminação mais profundo e duradouro. É costume portanto utilizar-se a palavra satori, ao invés de kensho, quando referindo-se aos estados de iluminação do Buda e dos Patriarcas.

Segundo D. T. Suzuki, "Satori é a raison d'être (Razão de ser) do Zen, sem o qual o Zen não é Zen. Portanto todo o esforço, disciplinário ou doutrinal, é dirigido ao satori."[1]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

Anualmente, no Brasil, é realizado um método que leva o título Satori. Com base na escola Rinzai Zen Japonesa e no trabalho de auto-indagação de Ramana Maharshi, este processo foi aperfeiçoado por Osho e é coordenado por Satyaprem há mais de 25 anos. Um trabalho intensivo que invoca a realização de quem se é, além do corpo, além da mente; onde a pergunta sem resposta (koan) "quem sou eu?" deu um salto quântico ao koan "quem está dentro?", passando de um nível intelectual a um nível existencial.

Assim, no Satori Satyaprem orienta a busca intensiva da realização de quem está dentro de você, de uma experiência direta e intransferível de quem você é. A busca e realização do ser essencial. Um processo altamente estruturado no modelo dos monastérios zen, onde o silêncio e o isolamento são usados para apoiar a essa busca. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. Suzuki, Daisetz Teitaro: An Introduction to Zen Buddhism, Rider & Co., 1948

Ligações externas[editar | editar código-fonte]